BANCADA DIRECTA: Junho 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016


Espanha 

A  repetição de eleições não alterou substancialmente os resultados das anteriores. Como previsto, o PP cresceu (+14 deputados), continua o maior partido, e o PSOE perdeu (-5), e, contra todas as sondagens e previsões, continua o maior partido de esquerda. O PP ganhou, o PSOE decide, e o futuro governo é de novo uma incógnita. 

O Podemos, aliou-se aos comunistas (IU) e falhou o objetivo de alcançar, em coligação, mais deputados do que o PSOE. Com mais dois mandatos, perdeu no confronto quer em deputados quer em votos. Uma estratégia falhada. Ciudadanos (CS) perdeu 8 dos 40 deputados obtidos nas últimas eleições e dissolve-se numa direita que não há escândalo ou conspiração que a abale. 

Em resumo, o PP é o partido mais votado, o PSOE o único capaz de decidir o Governo e o Podemos o que pode optar entre alimentar o separatismo ou participar no poder. 

Depois da repetição de eleições, a situação política mantém-se, o eleitorado dá sinais de cansaço, a economia ressente-se, a União Europeia tem mais um problema e Portugal não sai incólume do que se passa ao lado. 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Olha que dois. Até já os jornais amigos não se importam de dizer as verdades e apontar estas incompetencias

As verdades custam a engolir, mas são mesmo verdades, apesar de agora virem os "macacaoides" aligeirar as conclusões da Comissão Europeia

terça-feira, 21 de junho de 2016

Ao terminar com o 6º episodio da novela de Antonio Raposo "O Retiro do Quebra Bilhas" o blogue Policiario de Bolso premiou os seus confrades policiaristas com um bom entretenimento literario.


6º Episódio

RETIRO DO QUEBRA BILHAS

 A situação parecia estar complicada. O marido a chegar a casa e encontrar na cama com a mulher um tropa. Costa só veio a saber que Sesinando era tropa depois da Milú ter contado a história toda de uma ponta à outra.

 Costa continuava com a mala na mão, a ouvir a história, contada pela Milú, enquanto o alferes Sesinando, encolhido, quase desaparecia por entre os lençóis. Costa, posou a mala, finalmente e afirmou: − Vamos lá resolver o caso. Se houve mergulho no lago tem que haver roupa molhada dos dois.

Se isso se confirmar a história está verosímil e eu até posso ir ao Lago do Campo Pequeno confirmar o acidente. Não vejo nada de mal na história mas já agora gostaria de saber quem é o senhor que se meteu na minha cama. Isto é se não se importam e se não incomodo! O alferes apresentou-se: − Apresenta-se o alferes Sesinando, 3ª companhia dos Comandos da Amadora. A história que a menina Milú acaba de contar é perfeitamente verdadeira e a minha relação com ela tem sido do maior respeito.
Lisboa. Campo Grande. Anos 60

-Convidei-a para dar uma voltinha de barco na melhor das intenções. Desembarquei ontem do navio que me trouxe de volta ao puto. Amanhã entro na peluda. Isto é, fico livre da tropa. Isto tudo tem a ver com o meu saudoso gosto por iscas com elas e recomendaram-me a casa de pasto O Retido do Quebra Bilhas, não sei se conhece…

 Costa sentou-se na cama e retrocou:

 − Não conheço eu outra coisa. Cheguei agorinha de Cabo Verde e estava a pensar ir lá comer um cozido. Hoje é dia. Meu caro amigo, fazem lá um cozido de estalo! − Sesinando acrescentou:       Acontece que tenho a roupa toda molhada e só lá para a tarde é que fica seca…
 − Ó MIlú vê lá se arranjas aí um fato meu, velho, que lhe sirva e mais o resto da roupa. Que número calça o meu alferes?
 − 41. Biqueira larga. − Óptimo, eu calço 42. Fica-lhe a crescer um pouco mas não caem dos pés! Vamos lá então todos almoçar que já estou cá com uma larica…

Dali ao retiro do Quebra Bilhas era um pulinho. Até servia para abrir o apetite. E lá foram os três mais o canito almoçar ao Quebra Bilhas. Fim
 

Bancada Directa agradece ao proprietario do blogue Policiario de Bolso a cedencia do texto integral da novela de Antonio Raposo "O Retiro do Quebra Bilhas" 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Por cá em Portugal vamos e continuamos todos bem. Vamos lá reflectir sobre o que aconteceu e mereceu a nossa atenção na semana que passou.



A semana dos nossos dias  a dias

Não se por ter tirado uns dias ou porque os nossos políticos andam com tanta criatividade como o seleccionador nacional, o certo é eu foram dias de pasmaceira. Se não fosse mesmo o tradicional azar dos Távoras que dizem ser sina da nossa selecção candidata ao título europeu.

 Dos colégios ninguém fala, os do senhor cardeal levaram as gorjetas desejadas e o movimento morreu, um sinal que deveria ser muito preocupante para a Igreja. Se tendo conseguido os seus objectivos a Igreja calou o movimento amarelo isso permite sugerir que foi a Igreja que oi instigou o manipulou em favor dos seus interesses financeiros.

A verdade é que nada justifica que o cardeal que se manifestou tão indignado em defesa ao suposto direito à liberdade de escolha se tenha calado tão depressa quando esse direito foi assegurado na cidade de Fátima. Fica-se com a sensação de que Fátima é território libertado e agora resta-nos esperar que a Assunção Cristas em vez de se candidatar à autarquia de Lisboa se candidate a autarca de Fátima.

 Na política a coisa não está melhor e quando o governo negoceia em Bruxelas uma solução para a capitalização da CGD, por cá a direita atira merda para a ventoinha, uma situação complexa na TAP, um despedimento colectivo ou mesmo um grande buraco vnha a calhar. A direita que pediu ajuda à Europa para impedir uma solução parlamentar democrática, é a mesma direita que tem rezado para que venham sanções e agora espera que seja a CGD a dar-lhe crédito para se salvar. Enfim, um nojo esta direita do Passos.

 Quanto à selecção vamos ver se a montra serviu para vender o João Mário por 80 milhões que não sejam de moeda chinesa, para que o William Carvalho volte ter mercado ou para que o Nani arranje quem o queira fora da Turquia. Quanto ao treinador parece ser como o JJ e tudo faz para apostar nas competições nacionais, depois deste torneio europeu é de esperar que se aproveite a sua experiência e se implemente o futebol sénior. O treinador gosta tanto de cotas que o melhor é ir treinar o INATEL

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Reflexões sobre o que a Direita teve artes de enganar os portugueses a respeito dos numeros do desemprego em Portugal

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Sesinando anda enrabichado com a menina Milu.É o 5º episodio da saga "O Retiro do Quebra Bilhas" da autoria de Antonio Raposo que vê a luz inicial no blogue "Policiário de Bolso". Ainda no Lago do Campo Grande é o titulo do episodio de hoje


O RETIRO DO QUEBRA BILHAS de A. RAPOSO

5º Episodio

Ainda no Lago do Campo Grande O alferes Sesinando, a menina Milú e o canito Lanudo boiavam no Lago do Campo Grande com grande espalhafato. O barco voltara-se e os remos escaparam-se. Os tripulantes dos outros barquinhos tentavam aproximar-se e salvar os náufragos. 


Lago do Campo Grande. Fonte: Diário de Notícias

Milú gritava, o cão gania e o alferes tentava puxá-los para terra. A queda na água não chegava para afogar ninguém, mas a roupa essa ficava completamente encharcada e a colar-se ao corpo. Um casal em terra sorria. O encarregado dos barquinhos rapidamente foi buscar os três náufragos e levou-os para uma casinha ao lado da bilheteira onde lhes forneceu umas mantas. O alferes Sesinando culpava-se e pedia desculpa pelo banho forçado mas nada podia modificar. O que estava feito, estava feito. Milú pediu ao encarregado para chamar um táxi e convidou o alferes para ir também. 


Taxi Anos 60. Fonte: http://portalclassicos.com/
E lá foram os três embrulhados em finas mantas até à Av. De Roma. Chegados ao 1º andar, Milú indicou ao Alferes uma casa de banho. E desenvolta acrescentou: Depois do banho deite-se na cama enquanto eu vou arranjar no roupeiro uma roupa do meu marido que talvez lhe sirva, pelo menos enquanto a sua seca. Eu também vou na outra casa de banho. Esteja à vontade. O alferes até nem tinha alternativa. Estava encharcado até aos ossos e os sapatinhos novos, de verniz, estavam uma desgraça.

Pensou se o marido da Milú não teria também uns sapatinhos tamanho 41… já agora, se não incomodasse muito… pensou e sorriu!

Assim que se lavou e limpou correu para o quarto da Milú e meteu-se entre os lençóis, obviamente como viera ao mundo. Já estava quase a passar pelas brasas quando surgiu a Milú também sem roupa e correu metendo-se na cama ao lado do alferes. Milú retirou um braço de dentro dos lençóis e apontou ao alferes: − Meu amigo, nada de intimidades. Somos só amigos. Ponto final.
Moveis da Fabrica Olaio

O Alferes Sesinando sorriu e fechou os olhos. Que mais lhe haveria de acontecer? Cinco longos minutos se passaram. Num silêncio profundo que pairava no ar alguém meteu a chave à porta. Lanudo correu ladrando farejando algo. O Sr. Costa surgiu no quarto, de mala de viagem na mão, chave na outra e um olhar basbaque.

Abriu a boca estupefacto e balbuciou: − Mas o que é que se está aqui a passar? O cão veio abanar a cauda e ladrar ao dono, feliz.

O Sr. Costa é que não parecia muito agradado.

 (fim do 5º episódio)



Antonio Raposo
Autor destes episodios


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Portugal é um país onde os cerebros abundam. É o caso do nosso espião, com tiques de andar distraido, que vendia segredos militares estruturais e geopoliticos e que que passava recibo pelo serviço prestado


O espião que passa recibos

 «O advogado do espião português, do Serviço de Informações de Segurança (SIS), detido pela Polícia Judiciária em final de Maio por suspeitas de estar a vender segredos da NATO, admite que o cliente recebeu um pagamento do cidadão russo com quem se encontrou em Roma, mas insiste que nada tem a ver com espionagem e garante mesmo que o agente português passou recibo.

Ao fim da tarde de terça -feira passada, o espião foi presente ao juiz Ivo Rosa, do Tribunal Central de Instrução Criminal, mas o interrogatório durou menos de duas horas.

A assessora de imprensa da Procuradoria-Geral da República, Sandra Duarte, confirmou à comunicação social que o arguido foi ouvido e adiantou que as medidas de coacção seriam conhecidas no final do dia. Prisão preventiva foi o resultado.

Esperemos que os investigadores não tenham tido mais olhos do que barriga porque isto de panhar um espião ao serviço dos russos é um grande espectáculo internacional que toda a gente gostaria de dar.

 «Faça-se um grande esforço para se confiar na justiça.»

terça-feira, 7 de junho de 2016

Sesinando anda enrabichado com a menina Milu.É o 4º episodio da saga "O Retiro do Quebra Bilhas" da autoria de Antonio Raposo que vê a luz inicial no blogue "Policiário de Bolso". Amores de Milu é o titulo do episodio de hoje


4º EPISÓDIO - O RETIRO DO QUEBRA BILHAS de A. RAPOSO

 Amores de Milú 

 Ainda não vos falei do passado da menina Milú. Sei do vosso interesse e por isso deixei os intérpretes a enxugarem-se no Lago do Campo Grande para vos pôr ao corrente da curta mas já exuberante vida da menina Milú. Maria de Lurdes fez a escola no Maria Amália em Lisboa e aos 16 anos teve o primeiro desgosto de amor, dos muitos que vieram depois. 
Lisboa. Panteão Nacional (Igreja de Santa Engracia)
 O seu namorado − veio a saber mais à frente − utilizara-a como cortina de fumo pois fora apanhado no Parque Mayer com um colega aos beijos. Uma amiga viera piedosamente avisá-la. Depois foi um pegador de touros. Era um rabejador. Não dava a cara ao touro, pegava-o pelo rabo, o que evitava levar uma cornada. Salvador era um lindo moço. De cabelo louro escorrido e de risco ao meio. Ao longe na praça de touros parecia um pajem. 

Porém, o namoro durou pouco. Salvador tornara-se aborrecido. Só gostava de a ter ao colo e quando ela acedia começava a imitar a corneta do inteligente como se fosse a hora da pega. A primeira vez tivera piada, depois era uma maçada. Mandou-o rabejar para outro lado. 
Lisboa. Liceu Maria Amalia Vaz de Carvalho

 Milú tinha um dia prometido a Santa Engrácia de quem era devota, que levaria a virgindade até à noite do casamento. Como mandavam as regras da Santa Madre Igreja. Queria seguir a vida de Santa Engrácia a virgem mártir se fosse necessário. Milú ia à missa todos os domingos e até tinha feito a comunhão. 

Porém os anos foram passando e Milú já com 27 anos começava a ver que não lhe aparecia namorado de jeito .Um dia em que estava no Café Londres a tomar uma bica foi-lhe apresentado o Sr. Costa, um abastado construtor civil, homem já entrado na idade e que, soube depois, tivera já em adulto papeira que influenciou o normal funcionamento dos órgãos reprodutores. 
Lisboa. Parque Mayer. Teatro Maria Vitoria
Esta última parte da infertilidade estaria para provar e a sua amiga Manuela que o apresentou acabou dizendo não ter lá muita certeza se a doença provocara mesmo algum distúrbio ao Sr. Costa. Veio a saber depois que ele tinha mulher e filhos em Tomar coisa que o próprio não desmentiu quando foram ao cinema Império ver um filme de amor. Costa abriu o jogo. 

Queria ter em Lisboa um aconchego. Um ombro amigo, uma amiga que lhe tratasse bem e que soubesse dirigir um apartamento mobilado à maneira. Em troca nada pedia senão a sua boa disposição e alegria de viver. Nada mais. Milú topou o jogo e embarcou no negócio. Com uma condição.

Lisboa. Avenida João XXI. Cruzamento com a Avenida de Roma
Ela queria continuar virgem até à consumação do casamento. Costa fechou o negócio. Ele tinha um apartamento na Avenida de Roma mas raramente estava em Lisboa. Tinha muitos negócios em Cabo Verde e estava a construir um hotel na cidade da Praia.

continua

O amarelo é uma cor tão bonita. Desde que haja liberdade de escolha para quem a queira utilizar. Mas com pressões de interesses confessadamente financeiros não se admite


Desta vez não vieram de amarelo para que possam dizer que eram uma manifestação espontãnea, mas, a verdade é que desde o tal famoso congresso do CDS que nunca mais se tinha registado uma provocação destas em Portugal. 

Aquilo a que Lisboa assistiu foi a uma manifestação de extrema-direita onde algumas pessoas que querem que seja o Estado  seja  a pagarem-lhe as despesas fizeram chantagem sobre um partido democrático.

É caso para dizer : Fascismo nunca mais! Mas a fome de ter mordomias e os outros a  pagarem-nas
conspurcam as ideias de muitas pessoas que até são sérias e honestas. E democratas.

segunda-feira, 6 de junho de 2016


Francisco Assis. Um lugar hoje solitário mas em breve aproveitado por forças conservadoras direitistas

Quando um militante partidário exige um sentido único e definitivo para as alianças, não são os interesses do partido que o motivam, é uma cegueira ideológica de quem vê só de um olho ou olha com os dois para um só lado.

 Quando se preocupa com a remota hipótese de o PS renunciar ao europeísmo com que está comprometido, e de que não deu quaisquer sinais, sem ver na direita inglesa, húngara, polaca ou eslovena o medo que afirma, não são interesses do partido que defende, é a direita que protege sem se lembrar que a atual direita só recorre ao PS quando é minoritária.

 Parece impossível que tão pouco tenha aprendido com quatro anos e meio de Cavaco Silva, Passos Coelho e Paulo Portas. E surpreende ainda, que, depois de uma experiência que não é perpétua, queira mandar o recado à direita de que, com ele, não haverá alternativas.

 Não precisava do Congresso para dizer o que todos os órgãos de comunicação social ao serviço da direita estiveram, e estarão, sempre prontos a divulgar.

 Só não foi um suicídio político porque terá sempre assegurado um lugar à direita. E merece!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Uma vedeta fabricada pela Televisão que prima por fantasias historicas aparvalhadas. Para ele parece que nós todos vivemos noutra galáxia que não a sua.

José Rodrigues dos Santos e as suas diatribes sobre o fascismo

“O fascismo tem origem no marxismo”, disse e repetiu o antropóide José Rodrigues dos Santos num romance, numa entrevista ao DN e, por fim, num artigo no Público. O Santos (que o jornalista Ferreira Fernandes visa hoje com a habitual pontaria) parece que está farto de vender milhões de exemplares de histórias da carochinha nos supermercados e quer agora entrar para a galeria dos grandes calinos, autores de bobagens galáticas.

Numa outra sua incursão sonâmbula pela ciência política, o Santos tinha descoberto que o nazismo não é alemão, porque houve uns eugenistas americanos há oitenta ou cem anos que também queriam eliminar deficientes. Quod erat demonstrandum. 

 Depois de o Público ter albergado uma exposição detalhada da tese do Santos sobre o fascismo, um académico antimarxista e cheio de pachorra para malucos caiu-lhe em cima no mesmo jornal, transformando-o em pão ralado.
Lá lhe explicou, com minúcias de chinês e citando os consagrados na matéria (sem se esquecer de fornecer os números das páginas, como se o andróide as fosse ler), que os fascismos italiano e alemão sempre fizeram do marxismo o seu inimigo número um. Mas que efeito poderá ter tal argumento sobre a cachola do Santos, que acha que o fascismo nasceu do marxismo porque o Mussolini em rapaz foi socialista?

Nenhum. Seria o mesmo que tentar explicar a filosofia de Tomás de Aquino a um orangotango, embora certos gorilas tenham capacidade de aprender linguagem gestual. Por sinal, o Santos também tem esse dom, como tantas vezes tem demonstrado na RTP como entrevistador.

Pode-se desligar o som que, só pela fuça e pela mímica do gajo, sabemos perfeitamente o que ele está a (querer)

Notas avulsas

 Triunfo de Mussolini provocó que el uso del término fascismo se extendiera para referirse a los movimientos totalitarios de extrema derecha que nacieron en el período de entreguerras en Europa. 

El ejemplo más relevante fue la versión alemana encabezada por Adolfo Hitler, el nacionalsocialismo o nazismo. En España, la Falange y, en cierta medida, la dictadura de Franco tuvieron rasgos típicos del fascismo.

Por extensión, y a veces de forma poco apropiada, la palabra fascismo se utiliza para referirse a todo tipo de movimientos autoritarios de extrema derecha que han ido surgiendo en el mundo en épocas posteriores.

Al igual que el comunismo soviético, el fascismo nació en sociedades desgarradas por la primera guerra mundial. La sociedad traumatizada surgida en 1918 fue el caldo de cultivo que permitió el nacimiento de una ideología cruel, responsable en gran medida de la segunda guerra mundial.

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