BANCADA DIRECTA: Abril 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

A escola 127: uma das mais emblematicas desta cidade de Lisboa. Historias da cidade de Lisboa com pessoas dentro dela a viver. A historia do Toninho. 3º episódio

A escola primaria da Câmara 127. Uma das mais emblematicas de Lisboa. Historias da cidade de Lisboa com pessoas dentro dela a viver. A historia do Toninho, um puto fixe. 3º episodio

AS DISTRAÇÕES DA MALTA 
 (3º episódio da história do Toninho) 

Cada geração é diferente da anterior nas suas brincadeiras de miúdos. No meu tempo, apesar das ausências de actividades artísticas ou desportivas, a rapaziada acabava fazendo os infindáveis jogos de futebol do tipo “Muda aos cinco e acaba aos dez”. 

Com duas pedras soltas da calçada a fazer de balizas e a dividir a malta por dois grupos, escolhidos um a um por cada chefe de grupo. 

 O número de jogadores era o que houvesse disponível. Ia à baliza aquele que não tivesse jeito nenhum para avançado ou defesa. Daquele maralhal de rapaziada sobraram alguns razoáveis jogadores quando mais crescidos para os clubes locais. 

Além do futebol que rebentava com as botas cardadas e de pele de carneira ensebada, havia as bolas que nós próprios fabricávamos com uma meia de seda de senhora, já com malhas caídas e abandonada cheia de jornais amachucados. 

Anos depois, já no Liceu Camões lembro-me da malta jogar no pátio do recreio e o Fagundes um tipo baixinho que era porteiro e continuo caçar as bolas ao pessoal e guardá-las numa sala fechada à chave. 

Era proibido jogar! O Fagundes levava uma bola e misteriosamente outra bola saltava de dentro de uma pasta qualquer e nova jogatana continuava. Mas ainda na primaria lembro-me bem dos frios passados nos três primeiros meses do ano e nos três mesdes ultimos - os meses de frio - a roupa dea rapaziada era pouco espessa e os calções não ajudavam
Lisboa.Praça José Fontana, mais conhecida por Praça do Matadouro. Ano de 1960. Fachada do Lyceu Camões, hoje chamada de Escola Secundaria de Camões

As mãos avermelhadas do frio tinham dificuldade em segurar os lápis e canetas. A rapaziada tinha frieiras nas mãos e nos pés! Quando chovia aconchegávamos debaixo de um portal. Chegávamos a casa molhados até aos ossos. Nenhum dos meus trinta colegas da primária seguiu comigo os estudos no secundário. Foram todos trabalhar porque eram pobres. Uns foram logo para as profissões que apareciam: talhante, loja de fazendas, bazar de utilidades domésticas, ourivesarias, sapatarias. Mercearias. Capelistas. Ainda encontrei alguns dos meus antigos colegas de primária.

Uma vez o Sílvio foi-me sentar no cinema Éden. Era arrumador. Outra vez passei por um talho e lá estava de avental ao peito o Runa, o mais rebelde de todos nós. 

Este rapaz sabia resistir às investidas do Professor Dias quando era castigado por provocar desacatos. O Professor punha-o de costas para a parede e com o livro aberto na mão, junto ao quadro de lousa da parede. 


Não me esqueço que ele tirava as botas e punha-as nos ombros. O professor, de costas não o via, e quando o via lá apanhava o pobre do Runa uma valente meia dúzia de reguadas. O professor batia-lhe muito mas ele nunca chorava!

Era o meu herói. Contra tanta injustiça o Runa ganhava! Nunca mais o vi mas se for vivo gostava de lhe dar um abraço e agradecer-lhe o sacrifício.

 Era esta a escola salazarenta que felizmente as novas gerações não conheceram.

 FIM

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Tertulia Policiaria da Liberdade. O XIII Convivio vai realizar-se no dia 29 de Maio de 2015 na Quinta do Rio localizada em Alto das Vinhas localidade situada entre Azeitão e Sesimbra


XIII Convívio da TPL

Quinta do Rio, 29 de Maio de 2016

 Já está em preparação do XIII Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade. Realizar-se-á a 29 de Maio, na Quinta do Rio, entre Azeitão e Sesimbra, perto da povoação Alto das Vinhas.

Trata-se de um local bem conhecido de grande número de confrades e onde iremos ter, mais uma vez, uma excelente jornada de confraternização para a qual contribuirá, também, a paisagem circundante e o bom repasto que se advinha.

Oportunamente, informaremos do preço do almoço. Marque já o dia 29 de Maio na sua agenda


Poderá inscrever-se, de imediato, ligando para: 

214719664 ou 966102077 (Pedro Faria); 

213548860 ou 966173648 (António Raposo); 

219230178 ou 965894986 (Rui Mendes).

terça-feira, 26 de abril de 2016

O meu 25 de Abril terá sempre um cravo vermelho, não na ponta de uma espingarda mas sim no espirito de todos aqueles que gostam de uma liberdade responsavel


Alguma direita encara o cravo enquanto símbolo do 25 de Abril como um símbolo da esquerda, daí a forma desengonçada como os sucessivos dirigentes dos partidos da direita o encaram, em particular, aqueles que chegam a Presidente da República. Cavaco nunca o usou, Marcelo exibe-o na mão e as fontes de Belém justificam a sua não colocação na lapela por ser um político do centro. 

Temos, portanto, que a estupidez nacional leva a que se use na lapela quando se é de esquerda, se leve na mão quando se é do centro e não se use quando se é de direita. O facto de o cravo ser op símbolo da revolução deve-se ao facto de ser uma flor da época. No tempo da revolução não havia grandes estufas de flores e a flor mais vendida eram cravos e estes ou eram vermelhos, os mais frequentes, ou brancos, as modificações genéticas vieram mais tarde. 

Alguém se lembrou de colocar um cravo numa G3 e por uma feliz coincidência do destino um fotógrafo aproveitou para fazer uma bela imagem a preto e branco. Quem colocou o cravo na G3 não estava a fazê-lo por o cravo ser vermelho, era simplesmente uma flor que brotava de uma arma de onde seria de esperar que brotassem balas. Portanto, nem o cravo é um símbolo da esquerda, nem o vermelho dessa flor era uma opção ideológica, alguém teve um gesto que se tornou símbolo de uma revolução pacífica, uma revolução que teve mas não fez vítimas. 
O cravo foi um símbolo de uma tolerância que se tornou a imagem da evolução e nesse sentido a direita devia ter menos complexos em relação a essa pobre flor, foi graças a esse gesto que a revolução de Abril se tornou numa imagem mundial de tolerância com os vencidos. A direita devia ter com os cravos uma relação de simpatia pois essa flor simboliza a tolerância com que foram tratados muitos responsáveis do antigo regime. 

Alguns fugiram para o Brasil, mas isso resultou mais da sua má consciência do que do facto de terem motivos para recear pela sua vida. A revolução limitou-se a restituir a liberdade aos que não a tinham, não condenou os dirigentes de organizações como a Legião portuguesa ou a ANP, nem mesmo os inspectores da PIDE/GGS forma severamente punidos. 

Muitos deles acabaram por se reintegrar na sociedade e um deles até recebeu uma pensão concedida por um presidente que a recusou a Salgueiro Maia.

Segundo sei Marcelo vai condecorar brevemente Salgueiro Maio a titulo postumo. Justa homenagem não só à lembrança daquele militar mas a todos os scalabitanos que viveram o 25 de Abril 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O meu 25 de Abril. Para este Ambrosio era melhor que arranjasse uma coisa muito boa para a sua patroa.

Corto Maltese diz "que quem vive de recordações é o coveiro de si próprio".
Neste caso não é uma recordação vulgar, mas sim constatar um facto que no regime da outra senhora havia defensores indefectiveis do regime que os protegia.
E neste caso o Ambrosio não quereria perder o seu lugar de chefia 
E caso curioso é que nos dias de hoje ainda existem capangas que continuam a renegar o meu 25 de Abril. E nos meandros da nossa politica, conotados com uma direita perniciosa e conservadora de estigmas pseudos liberais, eles vegetam e rasteiram na sombra de escritorios nas acumulações de actividades paralelas.
À consideração superior dos meus carissimos leitores

sábado, 23 de abril de 2016

A escola primaria 127. Historias da cidade de Lisboa com pessoas dentro dela a viver. A historia do Toninho. 2º episódio: A escola primaria do meu tempo


A ESCOLA PRIMARIA DO MEU TEMPO
 (2ºepisódio da história do Toninho)

 Aos oito anos fui para a primária. E só fui ao 8 anos porque naquela época havia mais rapaziada do que vagas nas escolas da Câmara. 

Apesar da Escola ter como diretor um amigo e conterrâneo de minha mãe, ele era um homem muito escrupuloso e não permitia pedidos. Era o professor Cabrita que eu vim a saber depois, muitos anos depois que era filiado numa agremiação espirita.

À época Salazar tinha proibido todas as outras Igrejas e só ficara a católica do seu amigo e companheiro Cerejeira. O diretor vivia na Escola e tinha duas filhas pequenas, um pouco mais velhas que eu. Nunca as conheci em miúdas, mas 50 anos depois fui encontrar numa Agencia de Publicidade onde eu também dei assistência técnica a dita Conceição Cabrita. Bem mas vamos contar como eram as aulas daquele tempo.

O grupo de alunos meus colegas era tudo gente muito modesta, mal vestidos, mal calçados, mal alimentados, mas com quem privei e aprendi o que era a amizade e a camaradagem. Tínhamos como professor, que nos acompanhou até ao fim da primária, a 4ª classe, o professor Dias que morava ali ao pé da escola. Ele tinha como pedagogia uma fórmula que depois vim a saber era do tipo da experiência feita com cães pelo russo Pavlov.
Com colheres de pau nunca tinha visto. O meu professor Silveira (que me acompanhou desde a "pira" até à quarta na 127) quando no final da aula escovava o fato do pó de giz do quadro, dava-me com a escova na cabeça e gabava-se de ser meu  amigo. E por acaso até foi quando larguei a escola (nota de Bancada Directa)

Gesto errado castigo, gesto certo recompensa. Tinha uma régua de madeira grossa que doía imenso quando nos atacava nas palmas das mãos. Ficavam quentes, avermelhadas e dormentes. Isso hoje ainda me lembro, 70 anos depois. Esta pedagogia do ensino acompanhou longos anos toda a instrução e marcou gerações no mau sentido.

 O que admiro é que os miúdos do meu tempo que depois foram pais não tenham seguido o exemplo – o mesmo, como é costume na educação suceder – a repetição. A primária era uma passagem de informação para que o aluno viesse a saber ler, escrever, e contar. O nosso professor Dias tinha uma fórmula que me levou o resto da vida a não gostar de gramática e de outras coisas. Mas, principalmente gramática.

Exemplar da Gramatica Portuguesa, livro oficial da época e pela qual o Toninho aprendeu. Edição da Livraria Torrinha de 1946 (nota de Bancada Directa)

Era assim: punha a malta toda numa roda e ele ficava no meio, com a régua. Depois vinham os tempos dos verbos. Começava numa ponta e perguntava: qual era o pretérito perfeito simples do verbo ter. O Balicas, o gordo da turma, afirmava: terei… O Professor Dias negava com a cabeça e seguia para o seguinte: O Jeremias – o magricela – afirmava convicto: hei de ter! De novo o professor negava e seguia: O Runa – o mais mariola – balbuciava a medo: tivera… O professor rapidamente passava ao Fanan, que respondia convicto: teria..

Por fim chegava ao Jacinto que era o único que sabia os verbos. O Jacinto ( o mais pobre de todos mas inteligente ) afirmava: tive! O prof. Dias passava a régua ao Jacinto para o obrigar a dar uma reguada a cada um dos que falharam.

 Os modernos pedagogos teriam desmaiado.

Ass) Toninho

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Quando as pessoas alteram o seu comportamento e modo de estar na vida de mal para pior. Luis Marques Guedes era o rosto de uma pessoa compenetrada e séria em fazer politica. Agora é o que se vê com atitudes de puro revanchismo por perder notoriedade publica


Luís Marques Guedes

 Há uns meses atrás havia um Marques Guedes que era um ministro institucionalista, sério, a contrastar com os seus colegas do governo. Agora temos um Marques Guedes menos sério, que mais parece um deputado brasileiro em busca de um qualquer impeachment de um ministro para ajudar a derrubar o governo.

 Triste e lamentável, em vez de estar preocupado com os muitos milhões que os portugueses terão de pagar pelo BANIF, está empenhado em esconder essa realidade e em procurar espectáculo que iluda a verdade e a verdade é que o seu governo tem graves responsabilidades porque para ganhar as eleições não hesitou em passar a factura aos contribuintes..

 «O deputado Luís Marques Guedes, do PSD, considerou hoje que o Ministério Público deve investigar se o ministro das Finanças, Mário Centeno, prestou um falso depoimento na comissão parlamentar de inquérito ao Banif, destacando que tal configura um crime público.

 "O Ministério Público terá que apurar o depoimento falso" de Mário Centeno, afirmou Marques Guedes logo no arranque dos trabalhos de hoje da comissão de inquérito, sublinhando que este órgão tem "poderes de autoridade judiciária".

 Por isso, "prestar falsas declarações na comissão parlamentar de inquérito é crime público", vincou. O deputado do PSD apontou para as alegadas "contradições" entre as duas audições do ministro das Finanças nesta comissão, no que toca aos esforços que o governante terá desenvolvido junto da Comissão Europeia relativamente à venda do Banif ao Santander Totta no âmbito do processo de resolução.» [DN]

terça-feira, 19 de abril de 2016

Moçambique. Comboio em Vila Manhiça - Maputo. Um modernismo negativo no aspecto de sistema de transportes ferroviários e magreza intelectual dos utentes



Pelo menos o ar condicionado (para o fresco ou calor) é natural.

Francamente

segunda-feira, 18 de abril de 2016

A Cristas anda armada em galo de cristas arrebitadas. A escola de Portas inunda-lhe o espirito da conservação da especie "betinha"

A Cristas diz alto e em bom som que coligações só com os laranjinhas. Nada de PS

Pelos vistos ela receia que os "chuchas" não lhe garatam a sobrevivencia da sua especie

Diogo Lacerda, um homem que facilita as coisas e faz baratinho. Gratuito não me acredito.....Costa tem amigos de qualidade e baratinhos


Diogo Lacerda Machado, o facilitador baratinho. 

Como é fácil de perceber, o maior problema deste Lacerda rosa não está nos 2 mil euros que irá receber. O maior problema do tal Monteiro laranja também não estava nos 30 mil euros que recebia – ou recebe ainda, é quase irrelevante – do Estado. 

O problema destes predadores está no poder que têm para facilitar arranjinhos, na opacidade que representam, nos ganhos privados que potenciam à custa do invariável prejuízo público milhares, quando não milhões de vezes o pecúlio que recebem oficialmente, e fica sempre a dúvida quanto ao que poderão receber longe da nossa vista num qualquer Panamá, está na pretensa especialização com que os vestem os governantes que os fabricam para os justificarem, está na falta de transparência que todos devemos repudiar. 

Como é fácil de perceber, o Lacerda não é melhor do que o Monteiro por ser rosa, tal como o Monteiro não era melhor do que o Lacerda por ser laranja. E devia ser fácil perceber que haverá sempre um Lacerda a seguir a um Monteiro e um Monteiro a seguir a um Lacerda enquanto a claque rosa e a claque laranja dispuserem da apatia da maioria que assiste aos seus festivais da porcaria sem a mínima vontade de usar o voto para limpar o chiqueiro.

domingo, 17 de abril de 2016

A escola primaria nº 127. Historias da cidade de Lisboa com pessoas dentro dela a viver. A historia do Toninho. 1º episódio

Historias da cidade de Lisboa com pessoas dentro dela a viver. A historia do Toninho. 1º episódio


Lisboa. Rua da Penha de França. Antiga escola primaria 127 que era em frente ao Miradouro de Monte Agudo, na altura um conjunto de casas rasteiras e onde se distribuia a "Sopa do Sidónio". A escola foi demolida nos anos sessenta O autor destes episodios frequentou esta escola entre 1943 e 1947. Foi um aluno distinto. Foi um dos poucos que seguiu para o ensino liceal. Teve a honra de formar com a escola 127 no relvado do Estadio Nacional no dia da sua inauguração em 1947

Pretendo contar umas histórias verdadeiras misturadas com alguma criatividade, que tentam pintar o clima que se vivia em Lisboa nos anos 50. Serão as histórias de um puto classe media que cresceu e estudou na zona da Praça do Chile.

 Um puto que andou na primária na escola nº127 (hoje desaparecida) na Rua da Penha de França. Que aos domingos ia ver os jogos de futebol entre os clubes -que eram muitos -e que disputavam o campeonato regional nos campos de futebol locais que cresciam nas zonas desabitadas dos arredores.

Refere o autor que havia campos de futebol em zonas desabitadas. Localizemos a imagem: É a zona do antigo Vale Escuro hoje Avª Mouzinho de Albuquerque. Os edificios ao alto na esquerda estão nas trazeiras da Rua Morais Soares junto à  Parada do Alto de São João em frente ao cemitério e à  sua direita é a Rua Lopes. Quem descesse a encosta que vinha da Parada encontrava o Campo do Galinheiras que estava situado onde hoje é uma rotunda e cerca de  200 metros mais abaixo havia o campo do Peixinhos que ficava no enfiamento da Rua Castelo Branco Saraiva. O Sporting da Penha utilizava o campo dos Peixinhos e o CD Arroios o campo do Galinheiras

Que me lembre, havia o campo dos “Peixinhos” o campo do “Penha” do “Fósforos” e outros. Grupos desportivos amadores proliferavam por todos os cantos. Os putos acabavam entrando à borla, pois a guarda republicana a cavalo guardava as entradas mas havia sempre um “buraquinho” que permitia a introdução à sorrelfa.

 Depois, a ocupação da rapaziada era também jogar à bola na rua. Hoje é impensável ver-se um grupo de putos a jogar à bola no alcatrão. Porém naquele tempo os carros era o “lá vai um”. Mesmo em plena cidade grande. Não esquecer que nestes tempos não havia televisão, radio já havia mas pouco difundida, não havia praticamente telefones e os telemóveis nem pensar….

 Às 4ªfeiras e sábados pedia 5 tostões à minha mãe e ia comprar “O Mosquito”, revista aos quadradinhos, hoje chamada banda desenhada. Atravessava a rua e ia à capelista em frente. Tinha entretém durante todo o dia. As heroicas aventuras do “CUTO” do grande desenhador Jesus Blasco era de encher o papinho…

 Os jogos eram inventados pelos miúdos porque brinquedos eram só para a classe media/alta. No Natal eu tinha um brinquedo ou dois, hoje os meus netos tem dezenas. Pergunto-me se isso tem vantagens ou desvantagens.

Deixo aos investigadores a análise. É sobre temas da vida de um puto deste tempo (hoje um ginja!) 

Esperamos contar histórias novas todos os domingos durante algum tempo, neste blogue amigo.


Este menino ( autor do texto) era um aluno da 127 e um dos poucos que depois do exame da quarta iria fazer o exame de admissão aos liceus. 95% dos alunos iria trabalhar no dia seguinte tal era a tradição familiar e necessidade das familias. O autor deste blogue no mesmo dia do exame de tarde foi trabalhar para a loja de fazendas Felipe Nunes no Largo da Graça. Só entrou no ensino liceal quando tinha 24 anos de idade

sábado, 16 de abril de 2016

Quando fores confrontado com falsidades e infamias, não te importes. Ele te levantará, não tenhas qualquer dúvida. O drama de um artista lirico desempregado que canta nas ruas para sobreviver. Trata-se de Martin Hurkens. O tema deste video é o "You raise me up"!



Quando estou triste a minha alma está abalada 
Quando a tristeza faz o meu coração parar 
Então eu paro no meio do silencio 
Até que venhas sentar-te ao meu lado 

Tu me levantas para eu alcançar o céu 
Tu me levantas para eu andar sobre o mar 
Eu sou forte quando estou sobre os teus ombros 
Tu me levantas mais do que eu possa alcançar

Tradução corrigida por Bancada Directa

E porque hoje é Sabado, estamos dentro de mais um Fim-de-semana. Desejamos aos nossos leitores que o passem com excelencia, façam o favor de serem felizes e sejam realistas: passá-lo com a Lily Raisa já se torna muito mais dificil. Boa Sorte


Lily Raisa, o lado mais selvagem da Ucrânia 

Lily Raisa é uma manequim ucraniana, natural de Kiev, também dançarina profissional, que já foi rosto de várias campanhas publicitárias daquele país. 

Começou na indústria de filmes para adultos, mas actualmente centrou a sua carreira na área da moda. Adora viajar e é uma das fortes adeptas da seleção ucraniana. Ainda assim, a sua paixão pelo desporto não se reduz ao futebol. 

Lily Raisa também dedica parte do seu tempo ao seu lado mais selvagem, sendo uma praticante de hipismo. Uma modalidade pouco reconhecida mas que pode começar a ganhar mais alguns adeptos após um breve olhar sobre alguns dos ensaios mais ousados desta manequim

in "A Bola".

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Resquicios de uma investigação sobre corrupção na Autoridade Tributaria e Aduaneira. O sindicalista dos impostos Paulo Ralha botou opinião mas mais valia que estivesse calado.



Paulo Ralha, sindicalista ou uma espécie disso. Para este sindicalista a corrupção é originada pela pobreza das pessoas e não por aqueles que querem tirar proventos financeiros a qualquer preço.

A primeira reacção do sindicalista dos impostos foi um desastre, defendia o acesso quase livre e generalizado a toda a informação dos contribuintes e dava a entender que o caso se limitava a chefias, como se estas fossem ETs no fisco e escondendo que tal era mentira, nem o caso envolvia apenas chefias nem estas são entidades estranhas ao fisco.

A segunda reacção do sindicalista é ainda mais desastrosa, seguindo uma cultura miserável de muito boa gente associa os cortes salariais a corrupção. Faz lembrar os que associam a crise ao aumento do crime, como se os pobres fossem tendencialmente gatunos. Essa tese era mesmo partilhada por alguma direita que no governo anterior cortou em todos os orçamentos, menos no da Administração Interna.


 Na prática o sindicalista sanciona a acção policial e admite os crimes ainda antes de qualquer julgamento, pior, ainda antes da apresentação dos arguidos ao um juiz, como se as suspeitas policiais fossem acórdãos de um tribunal. «Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), considera que os cortes salariais aos funcionários do Fisco, no período da ‘troika’, potenciaram o risco de corrupção na administração fiscal e situações como as que, ontem, foram tornadas públicas no âmbito da Operação ‘Tax Free’.

A operação foi desenvolvida no seguimento de suspeitas de ‘luvas’ pagas por empresas para terem acesso a informação fiscal, bancária e patrimonial de terceiros e também por gabinetes de advogados e de contabilidade a troco de consultoria fiscal de funcionários do fisco. ”O grande risco para estas situações ocorrerem prende-se com os cortes salariais em determinadas profissões como na PJ, na AT e no próprio Ministério Público.

É da natureza humana. Está mais do que provado na história humana que aumenta o risco de corrupção”, defendeu ao Económico Paulo Ralha. Nas contas do STI, efectuadas no final de 2013, cerca de 70% dos mais de 10.500 funcionários da AT ganhavam acima de 1.500 euros, por isso, em 2014, teriam uma redução de salário entre 8,6% e 12%.

 O dirigente sindical garante nunca ter ouvido falar da existência deste tipo de situações que passam por tráfico de informação e diz mesmo não haver quaisquer processos disciplinares internos por esse tipo de práticas. “Os processos internos que existem prendem-se apenas com a consulta indevida de dados fiscais na sequência da polémica ‘Lista VIP’ em que o acesso aos dados fiscais de quatro ex-governantes (Paulo Núncio, Pedro Passos Coelho, Cavaco Silva e Paulo Portas) originava um alerta automático.» [DE]

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Um cretino de qualidade superior. Anatomia da sua personalidade fisica


“Make America Great Again” 

Este quadro com o nu frontal de Donald Trump, candidato republicano à Casa Branca, está em exibição na Galeria Maddox em Londres, depois de ter sido censurado nos EUA, onde a autora, Illma Gore, diz ter recebido ameaças de morte. 

A obra encontra-se agora na galeria londrina Maddox, à venda por um milhão de libras, cerca de 1,2 milhões de euros.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Não há qualquer duvida de que Passos Coelho foi um modelo de transparencia enquanto governante. Os factos falam!.....


Passos Coelho, modelo de transparência

O facto de Passos Coelho estar preocupado com a relação entre o Estado e Diogo Lacerda é um bom precedente, talvez opte por explicar que relações tinha com o falecido António Borges, com os negócios de Miguel Relvas, com o o ex-secretário de Estado dos Transportes que está a tentar vender o Novo Banco e com muitos escritórios de advogados.

 Mas desiluda-se quem espera que Passos apareça, preferiu que uma segunda figura desse a cara enquanto ele deixou de ser primeiro-ministro no exílio para passar a ser o ex-primeiro ministro de férias.

 «O PSD anunciou hoje que vai requerer o acesso ao contrato que o primeiro-ministro "assinou a contragosto" com Diogo Lacerda Machado para saber qual o papel que o "amigo pessoal" de António Costa tem representado em "negócios do Estado".

O Diario Noticias escreveu sobre o assunto: O deputado social-democrata Luís Leite Ramos afirmou hoje, em Vila Real, que este fim de semana, através de uma entrevista dada por António Costa ao DN e à TSF, se ficou a saber que a "contragosto" o primeiro-ministro tinha assinado um contrato com Diogo Lacerda Machado, que tem representado o Estado "sem qualquer tipo de relação contratual" em vários negócios.»

domingo, 10 de abril de 2016

À nossa volta giram os palhaços. Eles quando era miudo os palhaços faziam-me rir. E com os palhaços actuais até me sinto triste. "Ó Santa Ingenuidade" que grassa nos cidadãos à minha volta. Uma cronica do nosso colaborador Dom Paio Peres Correia que de ingénuo não tem nada que se veja ou sinta


À nossa volta giram os palhaços. Eles quando era miudo os palhaços faziam-me rir. E com os palhaços actuais até me sinto triste. "Ó Santa Ingenuidade" que grassa nos cidadãos à minha volta. Uma cronica do nosso colaborador Dom Paio Peres Correia que de ingénuo não tem nada que se veja ou sinta


OS PALHAÇOS QUE NÃO ME FAZEM RIR

Uma cronica de Dom Paio Peres Correia

 Sempre ri com os palhaços. Eu gostava muito de ir ao Coliseu ver o circo e do que eu mais gostava era da troupe dos palhaços. Muitas vezes me assustavam – eu tinha 8 anos – com as suas bofetadas que os faziam cair, redondos no chão.

 Eu assustava-me mas acabava entrando no jogo e vinha sempre feliz de os ver, saltitantes e coloridos. De narizes de borracha e sapatolas gigantes. Hoje vejo-os nas televisões e não acho piada nenhuma. Já não aparecem de cores berrantes. Vestem de cinzento e tentam contar-nos tretas. Dar opiniões distorcidas e mentirosas para servir os respetivos donos.

Os barões da política que lhes pagam umas migalhas para nos contarem mentiras. E tudo dito de ar solene! Os jornalistas que não se vendem escasseiam. Vivem entre o salvar o emprego e o ter que ser um “yes men”.
Contar a história que interessa ao chefe. Esquecer o que se deve esquecer e tratar da vidinha. Ganhar para o bife e calar o bico. Estar a recibo verde é meio caminho para a desgraça. Opiniões pessoais não se encontram. As televisões generalistas são baluartes que a finança conquistou, graças aos políticos que facilitaram a sua entrada aos grupos económicos.

Passaram a grande poder de influência política. A do estado reflete a opinião do partido no poder. Ainda há pouco tempo tínhamos um vendedor de livros e opiniões que se tornou conhecido e que com isso beneficiou para dar o salto qualitativo. Quando alguém disse (parece-me que foi o falecido Rangel) que vendia presidentes como se vende margarina, as pessoas não acreditaram e acharam que era uma “blague”.
Joseph Goebbels. Praticava a doutrina filosofica de que "uma mentira dita mil vezes vira verdade aceite"

Não era. Nas televisões tudo se vende. Mentiras é o que se vende melhor. Já Goebbels – esse especialista de marketing avant la lettre – dizia que uma mentira mil vezes dita vira verdade.


E o mais esquisito para mim que também sei do que falo porque trabalhei em marketing é que as pessoas pensam que não são influenciadas pelas doses de propaganda/publicidade e julgam que o que defendem é a sua opinião pessoal e não são manipuladas.!

Santa Ingenuidade


ass) Dom Paio Peres Correia

sábado, 9 de abril de 2016

João Soares. Um produto com a marca dos Soares e dos Barrosos. Parece um "tomba lobos", mas não faz mal a ninguém. Mas não há qualquer sombra de duvida que escolhê-lo para Ministro da Cultura foi um erro de casting

João Soares

João Soares decidiu armar-se em Bruno de Carvalho do governo, considerando que o Facebook é um espaço de alarvidades onde se diz o que nos vai na alma como se estivéssemos em finais do século XIX, quando o ofendido batia com a luva na cara do ofensor em sinal de desafio.

João Soares ainda não percebeu o tempo em que vivemos, em que é inadmissível que um governante reaja a críticas com ameaças de bofetadas, independentemente de se saber qual a intensidade das bofetadas ou se as mesmas são em sentido figurado.

João Soares não é um jovem político inexperiente, tem idade para saber que de um ministro da Cultura seria de esperar outra forma de debater ideias, pelo que a sua demissão era inevitável, até porque este não é o +primeiro incidente com que penaliza a imagem do governo.

É óbvio que a nomeação de João Soares veio a revelar-se um erro de casting, acabou por ser vítima do de um "tempo novo" de cuja chegada parece não se ter apercebido. Nas directas do PS João Soares optou por apoiar Seguro ns presidenciais alinhou com Maria de Belém e ainda disse que se a mãe fosse viva apoiaria a sua candidata, mesmo assim António Costa convidou-o para o governo.

O mínimo que se esperava era que João Soares se deixasse de atoardas típicas dos debates políticos do século XIX, dando à direita a oportunidade de denegrir o governo. Mas não, a vaidade de João Soares é superior a tudo isso e em pouco tempo tem sido a vedeta deste governo pela negativa, enquanto os seus colegas fazem o melhor possível João Soares passeia os seus disparates.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O exemplo de uma alcateia de lobos em deslocação de um lugar para outro mais util e capaz para a sua sobrevivencia

O exemplo dos Lobos - 

Os 3 primeiros são os mais velhos ou os doentes e marcam o ritmo do grupo. Se fosse ao contrário, seriam deixados para trás e perderiam o contacto com a alcateia. Em caso de emboscada dão a vida em sacrifício pelos mais jovens. 

Eles são seguidos pelos 5 mais fortes que os defenderão em um ataque surpresa. No centro seguem os demais membros da alcateia, e no final do grupo seguem os outros 5 mais fortes que protegerão o grupo. Em último, sozinho, segue o lobo "alpha", o líder da alcateia. 

Nessa posição ele consegue controlar tudo ao redor, decidir a direção mais segura que o grupo deve seguir e antecipar os ataques dos predadores. Em resumo, a alcateia segue ao ritmo dos anciões e sob o comando do líder que impõe o espírito de grupo não deixando ninguém para trás. 

 O verdadeiro sentido da vida, não é chegar primeiro, mas chegar todos juntos ao mesmo destino". 

Texto:Jeovany Skarpathia

Real Madrid. Bateram fundo na Alemanha, mas acreditam na recuperação


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mundo Policiario 12. Historias de policias e ladrões e outros incidentes afins a cargo de Antonio Raposo e sob a asa protectora da Detective Jeremias que o acolheu no seu "Policiário de Bolso". Publicamos hoje o 12º e ultimo episódio. O Cabo Jeremias mostra o seu final romantico.


Cabo Jeremias. Chefe da Esquadra da PSP do Alto do Pina. 12º e ultimo episódio da saga escrita pelo jovem Antonio Raposo

O final

Nota introdutoria deste blogue Bancada Directa

Esclarecimento. 
Diz a autora da missiva atribuida à Direção do Lar do Sagrado Coração de Jesus da Nazaré, a linhas tantas que o historiador Antonio Raposo recolheu informações para documentar a sua escrita da saga do Cabo Jeremias. A nós só nos cabe informar que o historiador em causa nunca recolheu informações algumas, pois ele viveu na realidade e acompanhou as situações descritas nos seus episodios. Em tempos descortinei numa praia algarvia o jovem Raposo em tronco nu e constatei que o dito tinha bem vincado nas costas dois vergões significativos advindos da sua juventude e que eram marcas resultantes do chanfalho do Cabo Jeremias. Mas foram amigos sempre e conviviam amiude na tasca da Cova Funda no principio da Rua Barão de Sabrosa ao lado da padaria


 Da direção do Lar do Sagrado Coração de Jesus da Nazaré recebemos uma carta de um seu utente acabado de falecer, com a indicação de ser dirigida, após a sua morte, ao blogue Policiário de Bolso.

Eis o texto: Encontro-me só no mundo e sem ninguém. A minha saúde está por um fio pois a idade não perdoa e já vou perto da centena de anos. Tenho vindo a seguir com interesse e recordando com saudade os diferentes episódios contados pelo historiador A. Raposo de forma escorreita e verdadeira.

Para ele os meus respeitos. O homem sabe do que fala e sei que recolheu informações de forma a contar as histórias tal qual elas se passaram. Acontece que guardei religiosamente segredo de um facto que aconteceu por alturas em que fui mais a viúva Teresinha apanhado em flagrante pelo Raul das Solas e Cabedais.

Nessa altura e uma vez que fui ameaçado pela sovela do Raúl, saí de rabinho entre as pernas e salvei as minhas vergonhas da degola e a viúva do falatório. 

O caso acabou em bem e o Raul ficou satisfeito e acabou no mês seguinte por casar com a Teresinha. Eu na altura vivia com a minha mulher e não podia fazer ondas…

Porém, eu sabia que ela já estava a faltar-lhe as regras há 1 mês e o casamento veio a tempo de salvar o escândalo.

 Acontece que a filha da Teresinha (que emigrou depois para a Austrália e de quem nunca mais soube nada) era afinal minha filha e tu Ana Teresa és minha neta.

 Que Deus te proteja. Afinal a geração do cabo Jeremias não acabou – não tivemos filhos com a minha já falecida esposa e como prova do meu amor deixo-te em testamento o prédio onde estou a gozar os últimos dias da minha existência.

Assina: Cabo Jeremias


O autor da saga do Cabo Jeremias

Antonio Raposo (algarvio de gema, mas criado desde tenra idade no Bairro do Alto do Pina nesta cidade de Lisboa)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Uma estrela brilhante e afortunada acompanha a carreira profissional e politica de Mª Luis Albuquerque. Já tem vencimentos para poder sobreviver "arremediada".Neste percurso Pedro Passos Coelho é um satélite de ajuda


Uma estrela brilhante e afortunada acompanha a carreira profissional e politica de Mª Luis Albuquerque. Já tem vencimentos para poder sobreviver "arremediada".Neste percurso Pedro Passos Coelho é um satélite de ajuda

Maria Luís Albuquerque acumulava a carreira docente numa universidade particular quando lhe apareceu, no ensino de adultos, um aluno com vocação para economista.

 Foi aí que o seu percurso profissional e político se ligou ao do aluno. Apesar da luta do discípulo contra contratos swaps, operações financeiras que transformam taxas de juro variáveis em fixas, e elevadas à categoria de crime por Passos Coelho, foram excluídos do governo vários intervenientes, mas poupada a ex-docente.

 Mais tarde, quando o ministro das Finanças se demitiu, reconhecendo que tinha falhado nas funções, foi ela a escolhida para o substituir, na mais bizarra cerimónia dos países da CPLP, incluindo a Guiné Equatorial.

Tomou posse de um Governo de que desertara um dos partidos, com o líder irrevogavelmente demissionário, por discordar da insólita promoção, com o PR de serviço a dar-lhe posse como se o Governo existisse.

Na gestão do sector bancário foi incompetente, do BES ao Banif, mas foi hábil na criação de emprego para o marido que, dispensado do Diário Económico, Abril de 2013, foi logo nomeado consultor na EDP, no início de Julho, por acaso, na empresa cuja privatização foi responsabilidade da dedicada esposa. Maria Luís tornou-se tão conhecida, à escala global, que a gestora britânica de “fundos abutres”, Arrow Global Group, de que disse nunca antes ter ouvido falar, a contratou para diretora não-executiva.

A colocação londrina permite-lhe o part-time na A. R., em Portugal, num país que fica próximo do local de trabalho. No último Congresso do PSD, em Espinho, foi eleita vice-presidente, fazendo desbotar o brilho de Miguel Relvas, Marco António e Luís Filipe Meneses, referências éticas do partido e obreiros da ascensão a líder do mais destacado militante de Massamá.

Nem Dias Loureiro lhe fará sombra! Também nem é tão bonito e sorridente. Apesar de a saber toda o Dias ainda fica a muitas milhas de distancia da Luis

O que vale é que ela, pelo menos em publico, parece não acompanhar Passos Coelho na sua convicção de que vai voltar a ser primeiro-ministro

Brasil. Solidariedade a quanto obrigas. Será o Brasil capaz de apagar este barril de polvora que arde ainda em combustão lenta?

O Brasil numa incógnita de percurso politico com a corrupção organizada e com largos tentáculos em pano de fundo.

terça-feira, 5 de abril de 2016

O regresso a casa do nosso velho amigo "Tonto", já com o gato "Senhor Neves" a aproveitar-se para conviver com o equideo.


Pena eu não poder aplicar um arganel nas ventas do "Tonto", tal e qual como o arganel nariguento da Liliana

Resquicios do reality show " A Quinta - o desafio. Liliana ficou em 3º lugar, as peneiras de ser vencedora desapareceram, mas ganhou um arganel no nariz, talvez influenciada pela vaca Estrela e pelos seus arreios cabeçorrais

Custa-me ver quanto as pessoas degradam a sua compustura fisica e visual em nome de uma diferença para com os seus semelhantes que não se justifica

Mas coclocar um arganel no seu nariz desta dimensão é de bradar aos ceus.

Sintomas de uma decadencia etica de uma juventude frustrada.

Muito pior do que o asneiredo verbal da "jabardina".

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ainda bem que por vezes há terroristas cagões. Metem-se nas estruturas para se fazeram explodir com os seus cintos, aliciam fanáticos para a consumação do acto violento e depois cagam-se todos e fogem largando os explosivos.

O terrorista medroso do Stade de France

Ainda bem que há terroristas medricas

 «Salah Abdeslam, suspeito de envolvimento nos atentados de Paris, em novembro, e o único sobrevivente do grupo de atacantes, recusou voluntariamente fazer-se explodir, afirmou, na noite de sexta-feira, o seu irmão, ao canal televisivo belga BFMTV. Mohamed Abdeslam disse que o seu irmão "optou voluntariamente por não se fazer explodir" com os outros extremistas do Estado Islâmico que mataram 130 pessoas nos atentados na capital francesa.»

O terrorista cagão do aeroporto internacional de Bruxelas

E em Bruxelas houve outro que teve medo e também se cagou todo..

Obrigado Pela Sua Visita !