BANCADA DIRECTA: Julho 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mais 3 administradores do BES suspensos de funções. Incompetencia foi a justificação. Até onde isto vai parar?


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Espanha. Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. Em Espanha está a descer!.....

Espanha.

Vejo com os meus olhos a realidade positiva do crescimento económico de “nuestros hermanos”. 
Enquanto que em Portugal acentua-se o marasmo, apesar do tal ministro insinuar que há um milagre económico. 
A realidade está na subida dos juros da nossa dívida. 
Em Espanha está a descer!..... 

Juros da dívida portuguesa sobem, enquanto Espanha, Itália e Irlanda fixam novos mínimos 

Os juros das Obrigações do Tesouro fecharam hoje em alta no mercado secundário. Em contraste, o custo de financiamento da dívida de Espanha, Itália e Irlanda desceu para novos mínimos históricos nos prazos a cinco e a 10 anos. 
O mercado secundário da dívida fechou hoje em alta para as yields das Obrigações do Tesouro portuguesas (OT) e das obrigações reestruturadas gregas, segundo os dados de fecho da Investing.com. O que contrastou com a continuação da trajetória de descida para novos mínimos históricos para as yields das obrigações irlandesas, espanholas e italianas. 

Registou-se, também, a continuação da descida para mínimos históricos das yields das obrigações alemãs, conhecidas pela designação de Bunds e tidas como principal valor refúgio na zona euro, e para as obrigações francesas. As yields das OT no prazo de referência a 10 anos fecharam hoje em alta no mercado secundário da dívida, registando 3,59%, mais dois pontos base do que no fecho de ontem. 

Chegaram a atingir 3,61%, durante a sessão de hoje. Estes níveis estão abaixo do pico de 4% ocorrido este mês (no dia 11) aquando do auge da crise do grupo financeiro Espírito Santo, mas continuam acima dos níveis atingidos no mes anterior aquando do leilão de dívida a 10 anos em euros (realizado a 11 de junho), em que a taxa de remuneração média se situou em 3,252%. 
No prazo a dois anos, em que ontem haviam registado um mínimo histórico de 0,751%, as yields fecharam hoje subindo ligeiramente para 0,752%. Portugal foi hoje acompanhado na subida pela Grécia, cujas yields das obrigações reestruturadas a 10 anos fecharam em 5,93%, oito pontos base acima do fecho de ontem e já próximo, de novo, do patamar dos 6%. 

A crise do grupo financeiro Espírito Santo e a sua repercussão no Banco Espírito Santo voltou a estar em destaque com o impacto junto dos investidores da noticia, avançada ontem pelo Expresso Diário, de que os prejuízos podem ascender aos 3000 milhões de euros, acima dos 2,1 mil milhões estimados pelo banco, e com o adiamento da assembleia geral extraordinária marcada para esta quinta-feira. 

Na Grécia, o impacto negativo veio hoje da divulgação do relatório trimestral da Comissão do Orçamento do Parlamento apontando para a necessidade de um terceiro resgate e da continuação de problemas no sistema bancário helénico. 

Centro Comercial Gran Plaza. Avenida Ayarcun. Roquetas de Mar. Foto do mês de Junho

Nota anexa
Por aqui em Roquetas de Mar o progresso da população é um facto bem real à vista de toda a gente. Respira-se confiança em todos os extractos sociais. Africanos incluidos. A crise já passou e as pessoas têm consciência de que devem evitá-la de novo.
Gosto de saber!..... 

O Teatro no Bancada Directa. A rubrica “No Palco da Saudade”, coordenada e levada à escrita pelo nosso amigo Salvador Santos, recorda hoje a actriz Adelina Campos


O Teatro no Bancada Directa. 
A rubrica “No Palco da Saudade”, coordenada e levada à escrita pelo nosso amigo Salvador Santos, recorda hoje a actriz Adelina Campos 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 


ADELINA CAMPOS 

Nascida em terras de Trás-os-Montes, no concelho de Vila Flor, em 1905, partiu para a grande capital muito jovem após o falecimento de sua mãe. Em casa dos familiares que a acolheram em Lisboa, ouviu falar pela primeira vez de teatro e dos actores e actrizes que dominavam a cena portuguesa, os quais só teve oportunidade de ver nos palcos já mulherzinha. Seduzida pela magia do teatro, decidiu inscrever-se no curso de arte de representar do Conservatório Nacional, onde acabaria por se formar com distinção e louvor. 

Como prémio pelo desempenho académico, foi convidada a estagiar no Teatro Nacional D. Maria II durante uma temporada, onde se estrearia com vinte e um anos na peça “As Duas Metades”, e onde conheceu o grande amor da sua vida. A actriz Adelina Campos tinha uma personalidade cativante e um sorriso doce, que não deixava indiferente quem com ela convivia ou trabalhava, o que acabaria, aliás, por encantar o ator Samwel Diniz, com quem viria a casar pouco mais de um ano depois de se conhecerem. 

Com o seu excelente porte físico e a sua melodiosa voz, ela poderia ter sido mais uma das figuras de primeira grandeza a brilhar nos palcos portugueses, mas a sua condição de esposa dedicada, preocupada com a carreira profissional do marido, foi-lhe diminuindo aos poucos as ambições, apostando em não ser mais do que uma belíssima figura secundária, daquelas que fazem brilhar os outros, com contracenas perfeitas e leais em todas as representações, dispensando quaisquer protagonismos. 

Mas não se pense que o percurso artístico de Adelina Campos foi vulgar ou pouco interessante. Nada disso. Para atestar a sua real capacidade interpretativa bastaria evocar a sua criação na peça “O Homem Que Mudou de Cor” de Reinaldo Ferreira (Repórter X), que este adaptou da sua novela “Preto e Branco”, estreada no Teatro São Luiz, em 1935. 

Dizem as crónicas da época que a actriz compôs de tal maneira a sua personagem que ofuscou os demais intérpretes que integravam o elenco daquele espectáculo, onde pontificavam artistas como Aura Abranches, Amélia Pereira, Constança Navarro ou Francisco Ribeiro (Ribeirinho). Mas já antes a actriz havia dado provas do seu real talento durante a sua estada na Companhia Teatral de Ilda Stichini. A prova do talento de Adelina Campos foi, aliás, prestada em diversos palcos, nos mais distintos géneros teatrais, ao serviço de inúmeras companhias, de onde se destacam os trabalhos realizados para as empresas lideradas por Lucília Simões, Maria Matos e, claro, Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro. 

Na empresa concessionária do Teatro Nacional D. Maria II, onde permaneceu durante mais de catorze anos, deixou a sua marca em três espectáculos memoráveis: “Napoleão” de Paul Reynal, “Rapazes de Hoje” de Roger Ferdinand e “O Gebo e a Sombra” de Raul Brandão. Mas seria injusto não destacar igualmente as notáveis interpretações da actriz, como ingénua dramática, nas peças “Lourdes” de Alfredo Cortez e “Morgadinha de Valflor” de Pinheiro Chagas. 

Nos tempos heróicos da RTP, Adelina Campos foi presença regular nos pequenos ecrãs, quase sempre com transmissões em directo, no tempo em que a televisão pública produzia uma peça de teatro por semana e que o público conhecia os artistas pelo seu próprio nome (e não pelo nome das personagens, como acontece agora nas telenovelas), falavam deles como se pertencessem à família e iam vê-los regularmente aos teatros. 

Da década de 1960, recordamos com alguma nostalgia a sua prestação em memoráveis noites televisivas preenchidas por peças como “O Capote”, “A Rapariga do Vestido Cor de Esperança”, “A Recompensa” e “O Auto de Inês Pereira” ou com a série “Histórias da Gente Simples Cá do Meu Bairro” do actor e encenador Varela Silva. 

Uma actriz tão multifacetada e generosa como Adelina Campos não podia passar ao lado de uma carreira no cinema, tendo sido, por isso, convidada a contribuir com o seu talento para o sucesso de uma dúzia de filmes, entre eles “José de Telhado” de Armando de Miranda, “Uma Vontade Maior” de Carlos Tudela e “O Diabo Era Outro” de Constantino Esteves. 

O mesmo sucedeu na rádio, onde a sua inesquecível voz brilhou em inúmeras peças de teatro e folhetins radiofónicos, rubricas que a antiga Emissora Nacional manteve com alguma regularidade na sua grelha de programação até meados dos anos 1980. Mas eis que, de súbito, deixámos de a ouvir na rádio e de a ver no teatro e na televisão. 

E passados alguns anos chegou a notícia de que havia morrido. Mas como é que ninguém soube de nada, como é que ninguém nos deu conhecimento do falecimento de Adelina Campos a tempo de podermos prestar-lhe uma última homenagem? – questionavam-se os seus camaradas de profissão. E foi preciso porfiar muito, correr muitas capelinhas, falar com muita gente, para se descobrir que, afinal, a nossa querida actriz estava viva: vivia num lar para idosos e tinha 103 anos! 

Era a actriz mais velha dos palcos portugueses e foi por isso entrevistada no programa “Há Conversa” da RTP Memória, em jeito de homenagem. O mesmo aconteceu na sua terra natal, onde o executivo municipal tomou a decisão de dar o seu nome ao Auditório do Centro Cultural de Vila Flor. Alguns meses depois, Adelina Campos, que parecia estar apenas à espera do reconhecimento da sua gente e da sua terra, deixou-nos para sempre. 

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. Julho. 28

terça-feira, 29 de julho de 2014

A vida está difícil para o BES. Perguntamos apenas de que é que as pessoas estavam à espera? Antecipação de prejuízos de 3000 milhões de euros no primeiro semestre do BES "arrasta" PSI20. É inacreditável como é que se chegou a estes números de prejuízos……




A vida está difícil para o BES. 
Perguntamos apenas de que é que as pessoas estavam à espera? Antecipação de prejuízos de 3000 milhões de euros no primeiro semestre do BES "arrasta" PSI20. 
É inacreditável como é que se chegou a estes números de prejuízos…… 

O principal índice da bolsa de Lisboa seguia hoje de manhã a descer, mantendo a tendência da abertura, com as ações do BES a recuarem mais de 6%. 

Pelas 08:50, o PSI20 seguia a recuar 0,49%, para 6.436,59 pontos, com seis empresas a transacionarem em terreno positivo, três inalteradas e dez negativas. 

O BES era a empresa que mais perdia, com as ações a recuarem 6,45%, para 0,406 euros, depois do Banco de Portugal ter insistido na segunda-feira à noite que a "solvência do BES e a segurança dos fundos confiados ao banco estão asseguradas", recordando que há soluções para fazer face a eventuais resultados negativos do 1.º semestre do ano. 

Durante a tarde de segunda-feira, o Expresso Diário avançou com a possibilidade de os prejuízos do BES ascenderem a 3 mil milhões de euros no primeiro semestre deste ano, mais do que a almofada financeira de 2,1 mil milhões anunciada pela instituição que foi liderada durante duas décadas por Ricardo Salgado. 

Em resposta a esta notícia, o Banco de Portugal (BdP) enviou à noite um esclarecimento, no qual refere que, "caso venha efectivamente a verificar-se qualquer insuficiência da actual almofada de capital, o interesse demonstrado por diversas entidades em assumirem uma posição de referência no BES indicia que é realizável uma solução privada para reforçar o capital". 

A divulgação dos resultados do BES no 1.º semestre de 2014 vai ser feita na quarta-feira

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A nossa família actua como que estando “a brincar aos pobrezinhos”. Mal sabia este membro da família Espírito Santo, que passado um ano, o património da família estava todo de cangalhas.E de falências concretas....(2)


Herdade da Comporta (activos da familia Espirito Santo)
(onde os membros da família Espirito Santo, quando vinham para aqui passar férias, diziam que estavam a brincar aos pobrezinhos. A Herdade da Comporta tem uma área de 12,5 mil hectares (área cultivada de arroz, 1 100 hectares e produz também: vinho, milho, batata-doce e curgetes). 
A parte florestal tem uma área de 7 100 hectares de pinheiros e carvalhos. Existe um projecto imobiliário e turístico.

A nossa família actua como que estando “a brincar aos pobrezinhos”. 
Mal sabia este membro da família Espírito Santos, que passado um ano, o património da família estava todo de cangalhas. 
E de falências concretas.....


«Há precisamente um ano, numa entrevista, referindo-se às suas férias de Verão, na Herdade da Comporta, dizia Cristina Espírito Santo premonitoriamente: "É como brincar aos pobrezinhos." Não vai, certamente, ficar "pobrezinha", mas a família levou o Grupo Espírito Santo à falência.


2ª parte do texto

Responderão os aficionados neoliberais: as decisões das empresas privadas não prejudicam o Estado, nem os contribuintes, mas apenas os accionistas. Este argumento é, pelos vistos, falacioso, sobretudo depois das consequências da presente crise europeia. 

Grande parte deste nosso mundo empresarial privado "abastece-se" nos depósitos do Estado, com o dinheiro dos contribuintes, seja nas rendas pagas às empresas de energia, seja nas PPP, seja nos contratos swap e em muitas outras formas de sugar o erário público. 

As consequências para os contribuintes da gigantesca fraude da "gestão privada" do BPN é o exemplo mais dramático que caiu em cima dos portugueses, mas não é o único. 

No emaranhado deste "maravilhoso mundo novo" ainda sobram para os contribuintes as fraudes fiscais e os branqueamentos de capitais, os milhões e milhões de euros que se escapam aos impostos através de "malas cheias de dinheiro entregues no balcão do cambista Zé das Medalhas". 
Casa de praia da família Espírito Santo. Praia de Santa Marta, muito pertinho do farol com o mesmo nome. Cascais

Ou em qualquer uma offshore no Panamá. Afinal, o que está à vista é que esta obsessão ideológica pela redução do papel do Estado esconde, sob diversas formas, um tenebroso mundo de favorecimento e enriquecimento de uns quantos à custa do empobrecimento da maioria dos portugueses. 

O que se está a passar deveria servir para lançar uma discussão pública sobre as intenções deste ou de outro governo em privatizar o que ainda resta na saúde, na educação, na segurança social e no sistema de reformas. Se não atalharmos este caminho, se deixarmos que o Estado se demita das suas funções sociais, a maioria será cada vez mais pobre e a uma dúzia de famílias cada vez mais ricas. 

E não é por serem capazes de gerir melhor as empresas do que o Estado. É apenas porque beneficiam de uma protecção do Estado vedada ao resto dos cidadãos.»

A nossa família actua como que estando “a brincar aos pobrezinhos”. Mal sabia este membro da família Espírito Santo, que passado um ano, o património da família estava todo de cangalhas (1)


Herdade da Comporta (activos da familia Espirito Santo)
(onde os membros da família Espirito Santo, quando vinham para aqui passar férias, diziam que estavam a brincar aos pobrezinhos. A Herdade da Comporta tem uma área de 12,5 mil hectares (área cultivada de arroz, 1 100 hectares e produz também: vinho, milho, batata-doce e curgetes). 
A parte florestal tem uma área de 7 100 hectares de pinheiros e carvalhos. Existe um projecto imobiliário e turístico.

A nossa família actua como que estando “a brincar aos pobrezinhos”. 
Mal sabia este membro da família Espírito Santos, que passado um ano, o património da família estava todo de cangalhas. E de falências concretas.....

A vaidade elevada ao seu mais alto valor exponencial. De estupidez e mau gosto, claro!

«Há precisamente um ano, numa entrevista, referindo-se às suas férias de Verão, na Herdade da Comporta, dizia Cristina Espírito Santo premonitoriamente: "É como brincar aos pobrezinhos." Não vai, certamente, ficar "pobrezinha", mas a família levou o Grupo Espírito Santo à falência. 

Os pedidos judiciais de protecção contra credores servem apenas para realizar um funeral ordenado, em vez do vasto conjunto de empresas do grupo ser atirado para a vala comum. Quanto ao BES ainda está por saber qual a dimensão da exposição ao poço sem fundo em que o Grupo se transformou. Daí dependendo se será ou não engolido nesta voragem.

A falência do Grupo Espírito Santo, cujos interesses se espalham por múltiplos sectores de actividade económica e financeira, desde a saúde ao turismo, do imobiliário aos diamantes, da construção civil às obras públicas, levanta a dúvida sobre a sacrossanta tese neoliberal, segundo a qual "os privados estão mais vocacionados e são mais competentes para gerir as empresas do que o Estado". 


 Outro elemento do clã Espirito Santo afinava pelo mesmo diapasão da vaidade pirosa

Esta tese, que parece ter pés de barro, tem levado à última sanha de privatizações, muitas vezes de empresas do Estado que apresentavam lucros, como os CTT ou a ANA. Até a Caixa Geral de Depósitos esteve nesta lista de património público a passar para as mãos da "iniciativa privada". Nem sequer o argumento segundo o qual a gestão das empresas nacionalizadas fica nas mãos dos "amigos políticos" do partido que está no governo, incompetentes para o desempenho do cargo e quase sempre permeáveis a uma gestão "de amiguismo e governamentalizada" – o que tem sido, em regra, verdade – serve para sustentar o "direito natural" de boa gestão dos privados. 

O que conhecemos é suficiente para perceber a "rede de amiguismo" que sustentou a decisão da administração da PT, uma empresa privada, em comprar quase 900 milhões de euros de "papel comercial" do Grupo Espírito Santo, três meses antes da falência, sabendo os responsáveis que estavam a atirar aquele dinheiro para uma fogueira. 

Voltaremos a este tema amanhã

domingo, 27 de julho de 2014

Falar oralmente. Uma tirada que nos faz lembrar as tropelias gramaticais do Venerando Américo Thomaz de tão má memória. Os nossos leitores já viram alguém falar que não fosse de forma oral?

É Cavaco no seu melhor! 
É da praxe que quem se mete em ciências esquece-se normalmente do português!.......

O meu Domingo musical. É um pretexto para me esquecer das atrocidades que os imperialistas provocam neste mundo cruel e onde os inocentes são aqueles que mais sofrem as consequencias. É o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega




Ponte da Barca, um paraíso escondido no interior do Alto-Minho. 

Ponte da Barca, em pleno coração do Alto Minho deve o seu topónimo à "barca" que fazia a ligação entre as duas margens, e é a "ponte" construída em meados do séc. XV que lhe vai dar o nome de S. João de Ponte da Barca (1450). 

O topónimo Ponte da Barca aparece pela primeira vez nas "inquirições" de 1220, sendo antes conhecida pelo nome de Terra da Nóbrega (ou Anóbrega). Mas já em 1050 se mencionaria um ponto de passagem da "Barca" no cruzamento da via dos peregrinos que, de Braga, demandavam a Santiago ou que, da Ribeira Lima, se dirigiam a Orense, por Lindoso. É vila sede de concelho, com cerca de 1500 habitantes, cujo foral, concedido por D.Manuel, remonta a 1513. 

Terra rica, fidalga, de feição arejada, as Terras da Nobrega viram poetas da paisagem, das fontes e da saudade limianas. 


Mas Ponte da Barca, também, vila morena, de granito talhada, cheia de construções apalaçadas com capelas e muros fronteiros, ameados e brasonados do séc. XVI e XVII, os Paços do Concelho, o Pelourinho, o Abrigo Porticado, a Matriz dedicada a S. João Baptista e com risco de Vilalobos. 

E ao lado de todo este espólio histórico/monumental, em plena harmonia de linhas e cérceas, uma vila nova a cheirar a progresso, uma Ponte da Barca atractiva e moderna. 

sábado, 26 de julho de 2014

Sport Lisboa e Benfica. Época de 2014/2015. É verdade que saíram bons jogadores, mas a formação de uma nova equipa para ser campeã está no bom caminho



Bebé. 
Veio do Manchester United

Eliseu
Veio do Malaga

Candeias
Veio do Nacional

Derley
Veio do Maritimo

Por estas terras minhotas. A nossa selecção das festas e eventos que por aqui vão aparecer




sexta-feira, 25 de julho de 2014

A incrível e desumana mortandade no território palestino de Gaza. Até quando durarão os mortíferos ataques dos israelitas?




A incrível e desumana mortandade no território palestino de Gaza. Até quando durarão os mortíferos ataques dos israelitas?


«“Temos de os matar – não só os militantes do Hamas, mas toda a população de Gaza!" 

 O testemunho de um soldado israelita

É o que diz a um correspondente do Guardian um soldado israelita de 22 anos no funeral de um camarada seu, um dos 18 soldados israelitas mortos na enésima invasão de Gaza, um miúdo de 20 anos que fazia o serviço militar obrigatório. 

"Não temos escolha: se não lutarmos até ao fim, eles matam-nos." Nas ruas de Jerusalém todos se dizem contra um cessar-fogo: querem que se “dê cabo do Hamas. E isso leva tempo”. 

Perguntados pelas centenas de palestinianos mortos (até ontem de manhã eram mais de 600, o equivalente aos passageiros de dois aviões iguais ao da Malaysia Airlines abatido na Ucrânia), 80% dos quais civis, segundo a ONU, 20% crianças. A lengalenga sinistra é a mesma de sempre: “Muita gente foi morta porque o Hamas usa escudos humanos. 

Os palestinianos não têm respeito pela vida, nós é que temos.” De descrições de inimigos fanatizados e sem apego à vida está a História cheia: os americanos achavam o mesmo dos vietnamitas, era o que os nazis diziam de soviéticos e jugoslavos na II Guerra Mundial... 

Como explica uma porta-voz da B'T selem (uma ONG israelita de direitos humanos), “os israelitas não negam que [os palestinianos] morram; simplesmente fazem um raciocínio que os culpa pela sua própria morte”. E queixam-se de que os media “mostram imagens de crianças mortas sem explicar o contexto do conflito” 

(Guardian, 20 e 21.7.2014).

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Foi preciso o "ricardito" caír do poleiro para todos lhe caírem em cima! O processo já vem de 2011 mas só agora é que foi constituido arguido......


Aguardamos para mais logo para termos noticias concretas.

Temos a desconfiança de que não será só o "Processo Monte Branco" a estar em causa.

Ainda haverá mais alguns resquícios de fuga ao fisco



Pelas 16h00. Interrogatório a Salgado já leva mais de cinco horas


Banqueiro foi detido em casa pelas 08h30 desta quinta-feira. Foi transportado por um veículo descaracterizado da divisão de investigação criminal da PSP.



O interrogatório a Ricardo Salgado, que está a ser conduzido pelo juiz Carlos Alexandre, já dura há mais de cinco horas. O banqueiro começou a ser ouvido no Campus de Justiça, em Lisboa, por volta das 10h15 e fez-se acompanhar de dois advogados. 


"No âmbito do Processo Monte Branco, o Ministério Público (DCIAP) tem vindo a realizar várias diligências que culminaram com a detenção de Ricardo Salgado no dia de hoje", diz uma nota da Procuradoria-Geral da República enviada às redacções. 


O ex-presidente do BES foi detido em casa pelas 08h30 desta quinta-feira. Tal como o Expresso já noticiou,  Ricardo Salgado sabia do mandado de detenção deste ontem

O banqueiro foi transportado para o Campus da Justiça num veículo descaracterizado da divisão de investigação criminal da PSP.

Ricardo Salgado fez-se acompanhar de dois advogados no interrogatório do juiz Carlos Alexandre. Um dos causídicos é Francisco Proença de Carvalho, filho do advogado pessoal do banqueiro - Daniel Proença de Carvalho.


O ex-presidente do BES não entrou pela porta principal do Tribunal, onde se encontram algumas dezenas de jornalistas. Só depois de finalizado o interrogatório é que se saberá o tipo de medidas de coação que lhe será aplicado.


Salgado começou a ser ouvido por volta das 10h15. O interrogatório foi interrompido para almoço, tendo sido retomado pelas 14h00. 


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. O que eu gosto é de dialogar. Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação.

Nuno Crato "dixit"
Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. 
Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. 
O que eu gosto é de dialogar. 
Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. 
Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação. 

Nuno Crato quis voltar à carga com uma prova de avaliação que nada avalia mas que serve para eliminar docentes da lista dos abrangidos pela decisão do Tribunal Europeu de obrigar o Estado português a parar com o abuso que durante décadas condenou profissionais a andarem uma vida inteira de casa às costas daqui para ali com contratos a prazo. 

Apostou que poderia impô-la com esperteza saloia e anunciou a data da sua realização com uma antecedência suficientemente curta para impedir que os sindicatos convocassem novamente uma greve que desse aos professores escalados para vigiarem a prova a justificação da falta de comparência à vergonha de colaborarem com o Governo na humilhação dos seus colegas. Erro de cálculo. Os sindicatos convocaram plenários que também servem na perfeição como justificação de faltas para todas as escolas onde hoje se realizariam as provas. 

De nada serviu a Crato tentar proibi-los, porque tudo indica que os plenários se realizaram em número suficiente para que também não seja hoje que o ministro da falta de vergonha cante vitória. Mesmo em férias, não obstante haver ovelhas negras que envergonham a classe, os professores conseguiram mobilizar-se e mostrar aos restantes servidores do Estado como se faz para fazer um ministro parvalhão cair do cavalo: um por todos e todos por um. E bastante falta faz recordá-lo. 

À notícia de ontem de que o Ministério das Finanças deu indicações aos organismos públicos para inscreverem nas suas propostas de Orçamento apenas 80% do valor das remunerações certas e permanentes do último mês antes da reposição dos cortes a que o Governo foi obrigado pelo Tribunal Constitucional, isto é, o Governo prevê cortar em 2015 ainda mais 20% do que aquilo que deixou de poder cortar a partir de 31 de Maio, junta-se a notícia de hoje de que os dirigentes dos serviços públicos têm até 22 de Agosto para identificarem o número de trabalhadores que querem enviar para a mobilidade especial ou com os quais pretendem rescindir contrato no próximo ano. Cortes sobre cortes, Tratado Orçamental, austeridade sobre austeridade para todo o sempre. 

Há quem prefira continuar a acreditar que não está a acontecer nada. 

"número suficiente" (do texto) clicar aqui
"noticia de ontem"   (do texto) clicar aqui

Alberto João faz o que muito bem entende dos dinheiros públicos e ninguém lhe vai à perna. Até quando?


Alberto João faz o que muito bem entende dos dinheiros públicos e ninguém lhe vai à perna. 
Até quando?
Qualquer comentário que estas atitudes de Alberto João merecessem, será um desperdício tecê-las
Francamente

“No Palco da Saudade” é uma rubrica de Salvador Santos e hoje recorda quem foi a actriz Alda Rodrigues. É o Teatro no Bancada Directa

“No Palco da Saudade” é uma rubrica de Salvador Santos e hoje recorda quem foi a actriz Alda Rodrigues. É o Teatro no Bancada Directa 

“No Palco da Saudade” 
 Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 

ALDA RODRIGUES 

Cinco cidades marcaram o percurso desta encantadora e inesquecível Senhora dos nossos palcos, que hoje recordamos com a saudade imensa de quem sempre lhe dedicou respeito e a máxima admiração como profissional e mulher: 

Santarém, onde nasceu e aprendeu as primeiras letras; Lisboa, onde se formou e se iniciou na representação teatral; Porto, onde se fez verdadeiramente actriz; Matosinhos, onde se tornou mãe amantíssima e esposa dedicada de um homem de enorme carácter, íntegro e fiel aos seus princípios e convicções; e Luanda, onde se exilou para acompanhar o amor da sua vida, não deixando nunca de se manter atenta ao evoluir do teatro no nosso país, ao mesmo tempo que ia lançando sementes de paixão pela Arte de Talma naquela terra. 

Peça de teatro "Grande Paz". (trilogia da Guerra - 2ª parte). Alda Rodrigues interpretou o papel de "mulher". Encenação de Luís Miguel Cintra. Teatro do Bairro Alto. 1987. 11. 21.

Com apenas onze anos, Alda Rodrigues deixou a sua cidade-berço pelos braços de sua mãe rumo à capital, onde o pai cumpria um novo desafio profissional. Nessa altura, já o teatro preenchia os seus sonhos de menina pelo que ouvia em casa. Mas teve de esperar pelos catorze anos (idade mínima de admissão) para ingressar no curso de arte de representar do Conservatório Nacional, certa de que sem uma formação base nunca atingiria o patamar de excelência que impunha a si própria como exigência em tudo o que fazia. 

Paralelamente aos estudos foi experimentando o palco da Sociedade Guilherme Coussul, onde despertou a atenção dos atores profissionais que por lá haviam dado os primeiros passos e tinham por hábito assistir às récitas daquele grupo amador. Ainda antes de concluir o curso do Conservatório, Alda Rodrigues passou uma temporada pelo Teatro do Gerifalto, grupo criado em Dezembro de 1956 e dirigido pelo poeta António Manuel Couto Viana, onde começou por interpretar uma personagem secundária da peça “A Ilha do Tesouro” de Goulard Nogueira, baseada no romance de Robert Louis Stevenson. Seguiram-se outros espectáculos para a infância naquela mesma companhia, que tinha então por palco de representações o Teatro da Trindade, onde o Mestre António Pedro a descobriu. O Teatro Experimental do Porto (TEP) tinha já quatro anos de trabalho sob a sua direção e preparava-se para virar a página para a profissionalização. 

E aquela jovem actriz vinha mesmo a calhar para o futuro do TEP. Em Julho de 1957, Alda Rodrigues terminou o curso de arte de representar e poucos meses depois já estava a ensaiar na cidade Invicta a primeira peça de um jovem dramaturgo, escalabitano como ela, que havia de subir a cena em estreia absoluta no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 23 de Novembro de 1957: “A Promessa” de Bernardo Santareno. O espectáculo foi um dos maiores sucessos do TEP e um dos que maior polémica gerou, por força da pressão exercida por um padre local junto dos sectores mais conservadores da sociedade ao considerar que a peça atentava contra os valores da Igreja. 

Só que tal atitude teve o efeito contrário ao desejado pelo pároco, já que o escândalo acabou por contribuir enormemente para o êxito daquela produção. Este casamento de Alda Rodrigues com o TEP durou dezassete anos, durante os quais criou personagens inesquecíveis para espectáculos que ficarão para sempre na história do teatro em Portugal. 

Entre eles, está naturalmente “O Barbeiro de Sevilha” de Beaumarchais, com encenação de Glória de Matos e Francisco Batista Russo, que estreou no Porto e percorreu depois várias cidades do país com enorme sucesso, assim como “Gorgónio” de Tullio Pinelli, que interpretou sob a direção de Paulo Renato, ou “A Desconhecida de Arras” de Armand Salacrou, onde foi dirigida por Luís Tito, ou ainda “Moratória” de Jorge Andrade, que marcou a sua estreia como encenadora, função que ela também assumiu em dois espectáculos para a infância com produção do TEP. 

Durante a sua estada no TEP, Alda Rodrigues conheceu o amor da sua vida, José Campelo de Sousa, um matosinhense de gema, ator e amante das artes, que a desposou e a fez feliz. Na casa do casal, em Matosinhos, onde a família se foi desenvolvendo e crescendo, respirava-se alegria, amor e harmonia, num ambiente carregado de livros, belíssimos quadros e música. 

Administrador de uma grande empresa, o homem da casa assumiu um lugar que o obrigava a fixar-se em Angola. E lá foi com ele a actriz, sem que deixasse de lado o teatro. Em Luanda, ajudou a fundar o Clube de Teatro de Angola, que contou com a colaboração de personalidades marcantes do meio cultural local, a que se juntariam os actores Guerra e Silva e Jayme Valverde e, claro, o Zé Campelo. Com a independência de Angola, Alda Rodrigues voltou para Portugal, fixando residência em Lisboa. 

E passado pouco tempo, em 1979, ei-la de regresso aos palcos no Teatro da Cornucópia para representar “Paragens Mais Remotas Que Estas Terras” (cenas cómicas de Plauto), a que se seguiram participações em espectáculos memoráveis daquela prestigiada companhia, como “O Labirinto de Creta” (textos de Gil Vicente, Goethe e Brecht), “A Mulher do Campo” de William Wycherley ou “As Três Irmãs” de Tchekhov. 

A morte haveria de a surpreender aos 49 anos, em 1988, quando utilizava um dos transportes públicos da capital, terminando abruptamente a vida de uma mulher e actriz de referência para todos nós. Na Cornucópia, onde estava a fazer o “Auto da Feira” de Gil Vicente, seria substituída por uma actriz que também serviu o TEP, Márcia Breia.

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. 07. 23 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Férias no Algarve. Umas praias para privilegiados. Claro que só para alguns. A crise é a responsável. Melhores tempos virão!

Não conheço muito bem o Algarve, com excepção do sotavento. Desde Vila Real de Santo Antonio, passando por Monte Gordo até à Praia Verde passei lá muito tempo. Camping, claro!

Dizem-me que por "altura" da Manta Rota ou Cacela, ou muito perto por ali, já há veraneantes na praia a descansar à espera dos habituais colegas.

Os habituais que a "gente" não gosta e nem tolera


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Ser-se reformado é uma ofensa para os experts da nossa praça! Chega-se apenas a uma conclusão: é uma pura cretinice!.......

Chega-se apenas a uma conclusão: é uma pura cretinice!.......

«1. Na quarta-feira passada fiquei a saber que os reformados e aposentados não podem exercer qualquer tipo de funções públicas. E não, não se está a falar apenas de cargos executivos ou similares. 

Um homem, com quarenta anos de experiência na área dos serviços florestais, não pode integrar uma comissão estatal para estudar os problemas do sector; uma mulher, que toda a vida tenha trabalhado no Serviço Nacional de Saúde, não pode transmitir os seus conhecimentos a quem está agora encarregue de uma qualquer pasta da actividade; um gestor público aposentado está proibido de dar uma conferência numa universidade pública; um ex-quadro de um banco ligado ao Estado não pode ter um programa de patinagem artística na RTP. 
Não, nada tem que ver com os problemas financeiros que o Estado português tem: os aposentados ou reformados não podem, pura e simplesmente, exercer qualquer tipo de funções em organismos ligados a entidades públicas, sejam pagas ou pro bono. Muito excepcionalmente, e se forem autorizados pelo ministro das Finanças, podem fazê-lo e, mesmo assim, as pessoas ficam desde logo impedidas de receber a reforma. 

Ou seja, para trabalharem de borla, têm de prescindir da sua reforma... Não, não há qualquer tipo de engano. Como, provavelmente, o caro leitor, eu também não fazia ideia desta profunda infelicidade e fui para ela alertado por Bagão Félix, no seu espaço de opinião na SIC Notícias - cuja opinião subscrevo e aplaudo. A aberração consta da Lei 11/2014 de 6 de Março - diz muito sobre os nossos media e a oposição ela ter passado despercebida. 

O anterior diploma, sobre o mesmo assunto, já proibia a remuneração por trabalho, o que já de si era uma infâmia. Um cidadão trabalharia meses a fio, ou semanas, ou o tempo que fosse, a preparar um qualquer documento ou estudo e nada receberia. É assim uma espécie de comunismo 3.0: o trabalho para o Estado tem de ser gratuito, os indivíduos não interessam, o colectivo é tudo. Em frente, demos de barato que a crise justifica tudo, até termos idiotas funcionais ou patetas deslumbrados a fazer leis. 

Afinal a questão - ficámos desde dia 6 de Março esclarecidos, sabendo que até de borla os reformados e aposentados não podem trabalhar para nada que cheire sequer a Estado - nada tem que ver com os já referidos actuais problemas financeiros do Estado português. Temos assim duas opções: ou achamos que os representantes dos cidadãos, que fizeram e aprovaram esta lei, e o Presidente da República que a promulgou, tiveram um momento de pura cretinice ou pensamos que há aqui um pensamento. 

A segunda hipótese, que com boa vontade apelido de pensamento, partirá do princípio de que um reformado ou aposentado é um peso morto para a comunidade. Nenhuma da sua experiência, do seu trabalho de décadas em prol do bem comum (esse estranhíssimo conceito para quem nos governa) pode ser aproveitado pelas mais diversas organizações ligadas ao Estado, que deve ser até criado um cordão de sanidade entre esses inúteis e a coisa pública. 


Talvez isto venha no seguimento de uma mentalidade, para aí promovida por uns miúdos que conhecem o mundo através de umas badanas de livros e que nunca saíram do conforto de uma escola qualquer, que afirma que foram os mais velhos, esses bandalhos que agora nos roubam o dinheiro em forma de reformas e pensões, a pôr em causa os seus empregos e os seus direitos. 

Talvez haja um plano para suprimir uma geração inteira, uns velhos que têm o descaramento de pedir o que lhes é de direito. Talvez haja quem pense que uma comunidade pode subsistir e prosperar sem a desejável transmissão de experiências, dos ensinamentos das vitórias e das derrotas. Que bela comunidade querem construir, ou melhor, será que percebem sequer a ideia de comunidade? 

2. A lei acima referida pode, através de um olhar radiosamente optimista, ser considerada apenas um disparate. Já a marcação, em segredo, de um exame aos professores para dali a cinco dias, com o objectivo de evitar qualquer tipo de reacção da classe e pondo em causa as vidas das pessoas, é um ato evidentemente nojento, indigno de um governo e desrespeitador dos mais básicos direitos. Em qualquer democracia minimamente madura, um ministro que se atrevesse a fazer uma coisa destas era imediatamente posto fora do Governo, mas, de facto, já se ultrapassaram todos os limites.» – Pedro Marques Lopes, no DN. 

3. Uma médica do hospital do Barlavento Algarvio foi submetida a um processo de averiguações, por parte da administração hospitalar, por ter informado um doente de que não tinha instrumentos necessários para realizar uma biópsia, segundo a Ordem dos Médicos (OM). Numa conferência de imprensa, terça-feira passada, em Lisboa, o Conselho Regional do Sul da OM expôs alguns casos do que considera serem "pressões sobre os profissionais de saúde" para não divulgarem problemas ou situações que se passam nos hospitais. 

A acção serviu ainda para apresentar um "quadro negro" na região: a OM estima que faltem no Algarve mais de 250 clínicos e teme problemas de acesso à saúde durante o Verão, lembrando que, nesta altura do ano, a população da região triplica

 Bancada Directa / O País do Burro ( agradecimentos)

Por terras do Alto Minho. Toda a beleza do Rio Minho num evento desportivo da Melgaço Radical. Toda a adrenalina da canoagem com a segurança assegurada

Por terras do Alto Minho. 
Toda a beleza do Rio Minho num evento desportivo da Melgaço Radical. 

Toda a adrenalina da canoagem com a segurança assegurada

Os nossos agradecimentos à Melgaço Radical pela informação personalizada

domingo, 20 de julho de 2014

Eu vou apenas por poucos dias e volto já para admirar nestas noites de verano as vossas danzas. São um espectáculo de beleza, cor e arte



O meu Domingo musical, enquanto regresso a casa para estar cá apenas uns dias. Costuma-se dizer que com as cenouras faz-se tudo. Mas um clarinete é obra!......

sábado, 19 de julho de 2014

Por estas terras do Minho. Nesta altura do ano as festas tradicionais estão no seu ponto alto!

Por estas terras do Minho. 


Nesta altura do ano as festas tradicionais estão no seu ponto alto!
Aqui mostramos a nossa selecção de eventos
GACAICOFOLIA ANIMA ESPOSENDE

Esposende leva a efeito a "Galaicofoia, 2000 anos de festa!", a realizar-se de 25 a 27 de julho, no castro de S. Lourenço Vila Chã.

A “Galaicofolia” é um evento cultural, de lazer e entretenimento promovido pela Câmara Municipal de Esposende com o objetivo principal de afirmar e divulgar o património de Esposende, integrado nas políticas de desenvolvimentos do concelho.

Animação, concertos, gastronomia de época, queimada galaica, recriações que nos transportarão aos nossos antepassados, contacto com o património e a natureza.

Os mais pequenos poderão divertir-se no espaço “Caturo” especialmente pensado para eles, e o ar encher-se-á com magia do tempo passado entre amigos e familiares!

Mais informações em: www.galaicofolia.com

Entrada livre

Obrigado Pela Sua Visita !