BANCADA DIRECTA: Maio 2014

sábado, 31 de maio de 2014

A minha crónica de Sabado, passada uma semana após as eleições para o Parlamento Europeu. Vou falar das incongruencias verbais de Marinho Pinto



 A minha crónica de Sabado passada uma semana após as eleições para o Parlamento Europeu. 
Vou falar das incongruências verbais de Marinho Pinto 


Passou-se uma semana após a a realização das eleições para o Parlamento Europeu. 

Já muito se falou sobre esse tema, realçando-se a tremenda abstenção, a derrota assinalável da direita, da escassa vitória do Partido Socialista, da subida fulgurante da CDU e o aparecimento da figura de Marinho e Pinto que sendo cabeça do lista de um movimento pouco expressivo gerou um movimento de votantes que levou este Partido da Terra (MPT) a ter dois deputados naquele Parlamento. 

Foi ele, segundo dizem, o grande vencedor destas eleições. Não esse Partido, mas Marinho e Pinto 

O suposto “grande vencedor” das eleições europeias, sempre defendeu que se não devia votar nos Partidos. Dizia ele que eram todos compostos por pessoas corruptas. Também disse que os policias deviam andar desarmados. 

Afinal, acabou por concorrer às europeias e, graças ao seu discurso populista, muito semelhante ao de Paulo Portas ( que hoje é vice primeiro ministro deste Governo graças a uma atitude irrevogável) acabou por ser eleito. 

Em bom português poder-se-à dizer que o antigo Bastonário da Ordem de Advogados e sempre contestado pelos seus pares, é um tinta-trocas. Mas também é verdade que os portugueses têm, por norma, a memória muito curta. A ver vamos qual será o seu comportamento nos tempos mais próximos. 

Mas que ficará muito feliz pelas suas viagens nos Falcons de ida e volta de Bruxelas, lá isso vai!.....E o vencimento não é nada mau.

Grupo Folclórico de Ganfei (Valença do Minho) vai exibir-se na zona de Lisboa. Domingo 1 de Junho. Quinta da Valenciana. Fernão Ferro. Seixal




sexta-feira, 30 de maio de 2014

Novamente em São Pedro de Sintra a Tertulia Policiária da Liberdade leva a efeito o seu X Convívio Anual. Num local de elevado requinte e num restaurante de alto nível: A Taverna dos Trovadores. Vai ser uma autentica parada de campeões. 1 de Junho de 2014. Domingo


 Novamente em São Pedro de Sintra a Tertúlia Policiária da Liberdade leva a efeito o seu X Convivio Anual. 
Num local de elevado requinte e num restaurante de alto nível: A Taverna dos Trovadores. 
Vai ser uma autentica parada de campeões. 
1 de Junho de 2014. 
Domingo 

X Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade 1 de Junho de 2014 

No próximo dia 1 de Junho, um domingo, a Tertúlia Policiária da Liberdade levará a efeito o seu X Convívio anual, no mesmo sítio do ano passado: a Taverna dos Trovadores, na área das Lojas do Picadeiro, junto do largo da feira de S. Pedro de Sintra. 

O programa é o seguinte: 

11h00 – Início da concentração, no bar do restaurante Taverna dos Trovadores 
 12h00 – Rapidinha Policiária  (ver o espírito desta prova no final do post)
13h30 – Almoço 
15h00 – Homenagens da TPL, distribuição dos prémios da Rapidinha e, a finalizar, um momento musical. 
 Local agradável e propicio para um bom convívio entre gente de bem. E para receber agradavelmente os participantes cá está o comité de recepção feminino acompanhado de um dos organizadores. Bonitas e simpáticas!

 Para participar deste programa e de uma saudável confraternização, bastará dispor de 16 Euros para o almoço. 
Duas figuras muito importantes no desenvolvimento do policiarismo em Portugal. Se o nosso amigo Sete de Espadas, que já deixou de estar no meio de nós, mas que estará sempre presente, já o Inspector Fidalgo ainda está em plena forma e muito gostaríamos de o ter presente no nosso Convívio.
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 A entrada no concurso Rapidinha Policiária, cuja participação se recomenda, requer a cada concorrente um problema policial e respectiva solução, não excedendo, qualquer dos textos, uma página A4, sendo as duas folhas identificadas apenas com um título comum, sem qualquer assinatura, mais a oferta de um livro para enriquecer a mesa dos prémios a atribuir. 

As inscrições deverão ser feitas até às 18h00 do dia 29 de Maio, para qualquer dos seguintes contactos: 
A. Raposo e Lena 966 173 648 
Búfalos Associados 966 435 564 
Nove 966 102 077

Rapidinha Policiária, em que cada concorrente será simultaneamente produtor de um problema, solucionista de outro, júri dos dois e fornecedor de prémios a distribuir.

2.a RAPIDINHA POLICIÁRIA - PRÉMIO DICK ROLAND

Cada concorrente deverá fazer-se acompanhar de um livro à sua escolha que irá enriquecer a mesa dos prémios. 

Terá ainda de ter elaborado um pequeno problema policial, bem como a respectiva solução, em textos separados não excedendo uma página A4 cada um deles, identificados apenas com o título comum e sem qualquer assinatura.


Os dois textos deverão constar de um sobrescrito, esse sim com a identificação do concorrente bem como o título do problema. Cada concorrente receberá da Mesa, por sorteio, um dos outros problemas, que deverá solucionar num máximo de 20 minutos.

Depois de entregar à mesa a sua solução, receberá a oficial, devendo então avaliar a qualidade do trabalho do autor (problema + solução oficial) com pontuação de 0 a 3. Finalmente cada autor será chamado a avaliar a solução concorrente ao seu problema, também com a pontuação de 0 a 3. Somando as duas avaliações obtidas por cada participante, obtém-se uma classificação final de 0 a 6 pontos. Está prevista uma prova para desempate, caso seja necessário.

Pretende-se que tudo corra num franco ambiente de camaradagem e são desportivismo. Claro que a presença no Convívio não obriga a concorrer à prova, mas a TLP lança um desafio a todos os convivas para participarem.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Partido Socialista: perspectiva-se a figura de Antonio Costa para novo secretário-geral do PS. Agora resta ver quem são aqueles que hoje apoiam Seguro e dentro em breve encostar-se-ão a Antonio Costa. Aparecem senpre os inevitaveis lambe-botas

Se a actual liderança é tão defensora das regras estatuárias em relação ao PS porque razão não revelam os mesmos bons princípios em, relação ao país e andaram meia legislatura a exigir a realização de eleições antecipadas, aceitando Seguro participar em negociações com o PSD que tinham como contrapartida a realização de eleições antecipadas à margem dos princípios constitucionais?
Se António José Seguro é tão defensor das regras como explica que tenha ido ao Tribunal Constitucional pedir que este declarasse os cortes dos vencimentos inconstitucionais e depois tenha apresentado um programa de governo ridículo em que mantém os cortes mesmo depois de declarados inconstitucionais e quando o próprio governo já programou a sua eliminação progressiva?

Se no passado António José Seguro defendeu a participação dos simpatizantes do PS na eleição do líder porque razão blindou os estatutos para proteger a sua liderança e agora esconde-se atrás doesses estatutos para manter a liderança sem ter de enfrentar os adversários?

Qual é a razão ideológica que leva Seguro a defender a manutenção dos cortes inconstitucionais dos vencimentos dos funcionários públicos para que dessa forma baixe o IVA nas vendas das empresas do sector campeão nacional da evasão fiscal?

António José Seguro acha normal o partido que durante a campanha eleitoral foi mais atacado pelo mesmo PCP que se aliou à direita para derrubar o seu governo decidir agora anunciar o voto favorável a uma moção de censura onde se combate aquilo que se designa como «o retrocesso económico e social a que conduziu a política de direita executada nos últimos 37 anos por sucessivos governos»? É normal aprovar moções de censura antes da ler?

O que mudou desde 2012 para que naquele ano antes de votar a moção de censura Seguro convocou um conselho nacional para discutir as moções apresentadas pelo PCP e pelo BE e agora decidiu votar favoravelmente a moção do PCP sem sequer a ter lido?

O que mudou na política do governo ou nas moções do PCP para que no passado o PS se tenha abstido na votação e agora se decida pela aprovação ainda antes da divulgação dos seus fundamentos?


Bancada Directa / O Jumento
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Naqueles tempos, que ainda são saudosos para alguns que andam por aí a conviver connosco, o lapis azul funcionava e de que maneira,


“No Palco da Saudade” é um trabalho semanal de Salvador Santos integrando a rubrica deste blogue “O Teatro no Bancada Directa”. Hoje Salvador Santos recorda a figura de Fernando Amado

In memoriam
Fernando Amado, de seu nome completo Fernando Alberto da Silva Amado, nasceu em Lisboa em 15 de Junho de 1899 e faleceu nesta mesma cidade em 23 de Dezembro de 1968
A actividade de Fernando Alberto da Silva Amado enquanto actor, encenador, professor, dramaturgo ou director de grupos de teatro, pautou-se sempre por uma urgência em romper com a mediania intelectual vigente.

 “Enjoado de confusões e enredos piegas, o artista do nosso tempo lá encontrou os caracteres puros que ardentemente buscava: a linha simples, a nudez essencial. Começou a entender o significado simbólico da máscara, do manto, dos coturnos. Sentiu por contraste a miséria do chamado realismo e a absurda fragilidade duma caracterização, que em regra perde volume e vigor a cinco passos

Fernando Amado (1899-1968)


 “No Palco da Saudade” é um trabalho semanal de Salvador Santos integrando a rubrica deste blogue “O Teatro no Bancada Directa"
Hoje Salvador Santos recorda a figura de Fernando Amado 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)





FERNANDO AMADO 
Foi um homem conservador e partidário da monarquia, que soube conviver com as ideias mais progressivas, cativando amizades e respeito nos mais variados quadrantes políticos, batendo-se como poucos contra a mediania intelectual vigente. Ainda jovem deixou-se seduzir pelo grupo de Orpheu, mantendo com Almada Negreiros uma cumplicidade que atravessou toda a sua vida e obra. Foi, aliás, sob a influência do futurismo que escreveu o primeiro texto teatral (“O Homem-Metal”), sendo depois autor de mais três dezenas de peças.

 E antes de se estrear como fazedor de teatro, assinou, sob o pseudónimo Ariel, diversas críticas teatrais no jornal Aléo, que dirigiu entre 1941/46. Fernando Amado iniciou em 1946 a sua actividade teatral, que prosseguiu com algumas poucas intermitências durante dezoito anos, estreando-se simultaneamente como encenador, actor e dramaturgo em “A Caixa de Pandora”, no velho Teatro Ginásio, em Lisboa, com um grupo de teatro amador que designou de Casa da Comédia – nome que faria história na década de 1960. 

Este seu espectáculo de estreia foi extremamente bem recebido pela crítica, que aplaudiu o esforço inovador e renovador de um grupo que assim ofuscava muito do teatro profissional que se praticava na altura, tendo a peça, enquanto documento dramatúrgico, conquistado um estatuto de manifesto das suas ideias sobre teatro, permanecendo ainda hoje como a mais conhecida de toda a sua obra. 


A carreira teatral de Fernando Amado prolongou-se após este início auspicioso com uma regular produção de textos dramáticos e prosseguindo no palco de estreia a encenação de mais seis peças no âmbito do então recém-criado (em 1945) Centro Nacional de Cultura (de que foi fundador): “O Meu Amigo Barroso”, “Música na Igreja”, “O Ladrão”, “Novo Mundo” e “A Caixa de Pandora”. 

A seu lado, na criação destas excelentes produções, estiveram nomes ilustres como Carlos Botelho, António Dacosta e António Lino, na qualidade de cenógrafos e figurinistas; ou Ricardina Alberty, Rui Cinatti, Afonso Botelho, Vasco Futcher Pereira e Flórido Vasconcelos, então jovens actores, que viriam a marcar, e muito, a cultura e a vida pública portuguesa! 

A partir de 1949, o homem de teatro que hoje evocamos transitou então para o Teatro Estúdio do Salitre, um projeto superiormente orientado por Gino Saviott, Vasco Mendonça Alves e Luiz Francisco Rebello numa pequena sala cedida pelo Instituto Italiano de Cultura, que animou a cena teatral lisboeta durante quatro gloriosos e inesquecíveis anos. 


E foi ali naquele micro teatro da rua do Salitre, junto ao largo do Rato, que Fernando Amado encenou, em estreia absoluta, “Antes de Começar” de Almada Negreiros e o seu próprio texto “O Casamento das Musas”, dois espectáculos em que a crítica da época destacou sobretudo a excelente colaboração do multifacetado poeta-pintor do Orpheu e de sua mulher, Sarah Afonso, na criação dos figurinos. Na primeira metade dos 1950, Fernando Amado dedica-se com maior regularidade à escrita. Recebe depois o convite para leccionar Estética Teatral no Conservatório Nacional, cadeira que viria a acumular com a disciplina de Arte de Representar. 

Assume de seguida a direcção do Teatro Universitário de Lisboa e do Grupo de Teatro da Paróquia de São João de Deus, para mais tarde, na transição de 1959 para 1960, aceitar o desafio de dirigir o Grupo de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa, ao mesmo tempo que experimenta a criação de um grupo cénico na Academia de Amadores de Música que não chega a vingar. Retoma, entretanto, a realização de espectáculos no Centro Nacional de Cultura, onde conhece João Osório de Castro. 

Estimulado por aquele conhecido industrial de móveis para escritório, amante de teatro e esforçado dramaturgo, Fernando Amado envolve-se na aquisição de uma antiga carvoaria das Janelas Verdes, e na sua transformação num Teatro de Bolso a que deu o nome do seu primeiro grupo cénico – Casa da Comédia. Muitos dos que então se reuniram em torno deste projecto viriam a ser figuras proeminentes do nosso teatro contemporâneo, como o saudoso Santos Manuel. 


Para a inauguração do novo espaço são escolhidos nove poemas de Teixeira de Pascoaes, num espectáculo muito saudado pela crítica, a que se lhe segue uma produção constituída por poemas de Jean Cocteau. A dimensão poética dos textos, o apego à depuração e à ausência de efeitos cénicos, aliado a uma atitude pedagógica, justifica também a presença de Gil Vicente nos primeiros anos da Casa da Comédia. 

Mas a constituição do repertório daquele espaço fez-se igualmente de textos representantes de uma dramaturgia moderna. Nesse capítulo, incluem-se “Deseja-se Mulher” e “Antes de Começar” de Almada Negreiros, apresentando-se este último texto, juntamente com “O Iconoclasta ou O Pretendente Imaginário” do próprio Fernando Amado, como um “Recital de Teatro Moderno”. No ano seguinte, em 1965, a morte da mulher deixa-o de rastos. E a doença progressiva que se lhe seguiu impedem-no de continuar. 

Em finais de 1966, já muito fragilizado pela doença, Fernando Amado ainda inicia os ensaios da peça “A Cabeça de Baptista e Sacrilégio” de Valle Inclán, mas não consegue levá-la a cena. E a 23 de Dezembro de 1968 a morte leva-o, para grande tristeza e desgosto do nosso meio teatral. 

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. Maio. 27

terça-feira, 27 de maio de 2014

No Partido Socialista as águas não estão turvas. Está a cuidar-se de haver mais acutilancia e transparência de objectivos para derrotar de vez esta direita perniciosa.....



Claro que concordo em absoluto com a decisão de Antonio Costa, que vem de encontro às preocupações manifestadas por Mário Soares.

Sendo eu um soarista convicto e muito perto dele desde 1969 acho que ele tem razão. Algo tem de mudar para tornar o Partido Socialista mais acutilante e transparente quanto a objectivos para um futuro Governo rosa

É esta a triste realidade dos portugueses no conceito da União Europeia

Mais do que esta perniciosa austeridade que nos aflige, mais preocupante para a rapaziada será saber se Ronaldo estará em boas condições físicas na altura do Campeonato do Mundo


Mas valha a verdade ser dita, que é ainda no futebol que esta rapaziada se vai esquecendo das amarguras do dia a dia

E é ainda no SLB que a moda cuequina anda  a preceito com tudo bem aconchegadinho e publicitado

Quanto aos estremecimentos que a coligação governamental vai sofrer é só esperar

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tó Zé: vamos lá a ter calma. Ainda não chegou a hora. O povo anda adormecido e aqueles que se sustentam com comida do banco alimentar contra a fome e vão ao café tomar todos os dias o pequeno almoço ( eu tomo-o em ninha casa) ainda se sentem felizes. E como não trabalham não querem mudar!..........



Os portugueses (muitos) ainda se sentem felizes com esta governação

Infelizmente está é uma verdade comum a muita gente desta espécie.

E enquanto aqueles que vivem do seu trabalho e vão ao supermercado comprar com o seu dinheiro o seu sustento apanham logo com peditórios de toda a espécie. É um país de pedintes que não querem mudar...Os outros que trabalhem

Agora desculpam-se com a falta de emprego que anda por aí! 

E antigamente? Os africanos que trabalhassem!

Francamente

Eleições Europeias 2014. O Partido Socialista vence as eleições em Portugal. Os socialistas não devem entrar em euforias, mas ninguém pode escamotear uma vitória que permite pensar que a mudança será possível antes de Junho de 2015.



Eleições Europeias 2014.
O Partido Socialista vence as eleições em Portugal.
Os socialistas não devem entrar em euforias, mas ninguém pode escamotear uma vitória que permite pensar que a mudança será possível antes de Junho de 2015.


O pior é que os ressabiados com esta derrota, acabrunhados como estão, ainda vão pensar e pôr em prática mais medidas de austeridade

domingo, 25 de maio de 2014

Parabens Joana Diogo. A judoca portuguêsa conquistou a medalha de ouro na categoria de menos 48 quilos na Taça da Europa de Juniores que se disputa na Galiza. Espanha



Judo: Joana Diogo conquista medalha de ouro na Taça da Europa de juniores  

A judoca portuguesa Joana Diogo, a competir nos -48 kg, conquistou hoje a medalha de ouro na Taça da Europa de juniores, a decorrer na Corunha, em Espanha. 

Joana Diogo foi a judoca lusa em competição que melhor resultado obteve no primeiro dia, ao bater na final do seu peso a turca Gulkader Senturk por ippon (pontuação máximo), num percurso em que realizou quatro combates. Portugal viu mais dois judocas subirem ao pódio, com Nuno Saraiva a perder a final de -73 kg, também com o judoca turco Murat Bektas (por ippon), garantindo a medalha de prata, e Vasco Santos, nos -66 kg, a conquistar o bronze. 

Nuno Saraiva realizou cinco combates, enquanto Vasco Santos, que venceu o finlandês Eemeli Kangasmaki (por ippon) já depois de ter caído para a repescagem realizou seis combates (quatro triunfos e duas derrotas). 

No primeiro dia da competição estiveram também em prova Catarina Costa (-44 kg), Mariana Esteves (-52 kg), Doina Babcenco (-57 kg), Alexandre Silva (-55 kg) e Cedric Alves (-55 kg), todos com classificações no quinto lugar. João Abreu (-60 kg), Bernardo Duarte (-60 kg), Pedro Fonseca (-73 kg) e Daniel Francisco (-55 kg) terminaram as respectivas categorias no nono lugar. 

No domingo competem Ana Correia (-63 kg), Pedro Silva e João Martinho (-81 kg), João Mota e Pedro Silva (-90 kg) e Fausto Ferreira (-100 kg).

sábado, 24 de maio de 2014

Mais do que um plebiscito ao comportamento da União Europeia estas eleições para o Parlamento Europeu vão aquilatar em Portugal se o Governo pode cair ou manter-se periclitante


PORTUGUESES (NÃO) VOTAM PARA O PARLAMENTO EUROPEU 

Eleições para o Parlamento Europeu podem transformar-se em plebiscito à União Europeia 

No próximo dia 25 de maio, os portugueses vão ser chamados a votar para eleger deputados ao parlamento europeu. 

À semelhança de anteriores actos eleitorais, tudo leva a crer que a maioria dos eleitores se irá abster de participar na referida eleição, revelando um claro desinteresse e até rejeição relativamente a um projecto político em relação ao qual não foi consultado na altura em que foi decidida a adesão. 

Constituindo o Parlamento Europeu a única instituição da União Europeia que resulta da eleição por sufrágio universal directo dos cidadãos dos estados membros, não deixa de ser sintomática a falta de participação que a eleição dos seus membros regista. Nas últimas eleições ocorridas em 2009, a taxa de abstenção em Portugal cifrou-se em 63,22%. 

O descontentamento em relação à actual situação económica do país e o descrédito em que caíram os políticos e os partidos, as consequências nefastas da adesão à moeda única, o desmantelamento das estruturas produtivas imposto ao longo das últimas décadas desde a adesão à CEE, nomeadamente nos sectores da agricultura, indústria e pescas, o desgoverno na gestão de fundos comunitários canalizados para a construção de estádios de futebol e autoestradas desnecessárias constituem, entre outros aspectos, factores que poderão conduzir a uma abstenção esmagadora nas próximas eleições para o parlamento europeu, transformando-as num verdadeiro plebiscito relativamente à permanência de Portugal na moeda única e na própria União Europeia. 


Cresce na sociedade portuguesa a convicção de que, a saída para a actual situação de crise que o país atravessa apenas será possível através do regresso à soberania monetária e também à revisão de diversos tratados estabelecidos com a União Europeia, nomeadamente o artigo do Tratado de Lisboa celebrado em 2007 que transfere para Bruxelas a competência exclusiva relativamente à “conservação dos recursos biológicos do mar”. 

Mais ainda, torna-se a cada passo mais claro que toda a estratégia de desenvolvimento de Portugal deve assentar em dois pilares fundamentais – o Mar e a Lusofonia – o que pressupõe o reforço dos laços históricos que nos unem não apenas aos países lusófonos como também em relação a outras nações com que no passado estabelecemos contacto privilegiado e que no presente possuem o maior interesse no seu aprofundamento, nomeadamente em África e na Ásia. 

Por conseguinte, a próxima eleição de deputados ao parlamento europeu pode vir a tornar decisivo o futuro dos países membros na medida em que o nível de participação dos cidadãos pode ser indicador do caminho a seguir, transformando o ato eleitoral num verdadeiro referendo à própria União Europeia.

Minho. Viana do Castelo. Este evento realiza-se hoje

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Recordar é Viver. Apresentamos o fadista Nani Nadais com o seu tema "No cume da serra"....

Recordar è Viver! Eu ainda sou do tempo em que Paulo Portas era sincero nos seus pensamentos. Quando aparecia a SIC ele desejava que a RTP desaparecesse........


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Azambuja. Estão prestes a aparecer as Festas anuais da Azambuja. De 29 de Maio a 2 de Junho. Para além do prato forte que são as largadas e corridas de toiros a gastronomnia local terá especial relevo nas tasquinhas e restaurantes. Tudo à beira do Rio Tejo.

Azambuja. 
Estão prestes a aparecer as Festas anuais da Azambuja. 
De 29 de Maio a  2 de Junho. 
Para além do prato forte que são as largadas e corridas de toiros a gastronomia local terá especial relevo nas tasquinhas e restaurantes. 
Tudo à beira do Rio Tejo.

À mesa com a Azambuja. Feira de Maio também homenageia a gastronomia local

Com a Feira de Maio mesmo à porta, o Concelho da Azambuja prepara-se para ser o centro de todas as atenções. A mais castiça das festas ribatejanas, que este ano se realiza entre 29 de Maio e 2 de Junho, não vive apenas da cor e adrenalina das corridas e largadas de toiros. É também ponto de encontro para amantes da gastronomia de tradição. E, neste Concelho da Azambuja, a cozinha que se pratica é tentadora.

As tasquinhas que todos os anos fazem parte desta festa ribatejana são um dos grandes atractivos. Ali provam-se as melhores iguarias regionais e bebe-se o bom e excelente vinho destas paragens. Para os menos conhecedores da cultura gastronómica desta terra, é uma oportunidade para degustar alguns pratos mais tipicos.

Nesta gastronomia rural, que tem uma profunda ligação entre a terra e o rio, é ainda marcadamente rural, o torricado com bacalhau assado  é o prato forte. O bacalhau assado na brasa, qualquer português conhecerá e aprecia, mas o torricado pode suscitar alguma curiosidade.
 Ora, o torricado ou torricada é iguaria muito habitual em todo o território do Ribatejo. Mais comum na companhia do bacalhau, mas também é tradicional juntar-se sardinhas e até carne. E esta delicia tem por ingredientes o pão, o azeite e o alho. Afinal ingredientes recorrentes na deliciosa cozinha portuguêsa.

O torricado é de fácil confecção. Aconselha-se o uso de um bom pão, caseiro de preferencia e já duro que se corta em fatias. Fatias que se golpeiam com a faca de formar quadrados. Salpicam-se com sal grosso, esfregam-se com alho e colocam-se em brasas. Quando começam a aloirar, retiram-se do lume, regam-se com um fio de azeite e voltam ao lume até o pão “chiar”. E já está! Só falta juntar o bacalhau assado na brasa, claro, partido grosseiramente, regado com azeite e temperado com alho.

Além desta delicia, a Azambuja tem muito mais para oferecer à sua mês. Claro está, o pão, o azeite e o alho são ingredientes fortes na construção de receituário desta região, a que se adicionam os produtos da horta. A lapardina (confeccionado a partir das sobras de uma refeição de couve e batatas são exemplos de pratos tradicionais.

Da  ligação ao Rio Tejo surgem as caldeiradas, o ensopado de enguias, as enguias fritas e a açorda de sável, entre outros pratos. Não pode faltar a cumplicidade do pão caseiro e do afamado vinho da região. E para adoçar a boca há que destacar as queijadinhas da Azambuja

Não pode faltar a esta Feira de Maio da Azambuja que é desta maneira uma porta aberta para nos sentarmos à mesa da Azambuja. E delicia-se  com o famoso torricado 

Uma questão recorrente muito a precisar de resposta: Portugal é um país rico ou pobre? O nosso cronista D. Payo Peres Correia põe o dedo nesta ferida......


Uma questão recorrente muito a precisar de resposta: 
Portugal é um país rico ou pobre? 
O nosso cronista D. Payo Peres Correia põe o dedo nesta ferida...... 

PORTUGAL – PAÍS POBRE OU PAÍS RICO ? 

 
Quem tenha dúvidas sobre se o nosso País pode vir a ser um País pobre ou rico lembro o caso da Suíça, A Suíça não tem mar, não tem território agrícola ( tem muito montanhas e neve) e não tem riquezas minerais. 

A Suíça não é um País pobre. Ao contrário é um dos mais ricos da Europa. E porquê? 

Porque os suíços sabendo que não tinham riquezas naturais, tiveram que apostar na INSTRUÇÃO e na EDUCAÇÃO e na INVESTIGAÇÃO para que a riqueza surgisse. A Suíça teve a sorte de ter dirigentes inteligentes, coisa que Portugal nunca encontrou. Quero deixar aqui uma ressalva ao ministro Mariano Gago que começou um trabalho meritório e que a seguir foi logo destruído pelos que o sucederam. 

Temos azar. Temos tido os melhores oportunistas e os maiores vigaristas como dirigentes e desde longa data somos governados por gente inculta e sobretudo saloia. A maioria são os chamados “chicos espertos” que devem pouco à inteligência. Basta olhar para o nosso panorama actual – ver o conteúdo – e tirar ilações. 
  Governa-se à vista sem controle nem objectivos concretos e deixando à iniciativa privada a iniciativa do desgoverno. Resultado: sou se faz o que dá lucro imediato! Ninguém controla a Banca. Esta só se governa mais as suas famílias habituais. Eu acho que Portugal é um País rico se souber explorar as riquezas que tem: inteligência e riquezas naturais. Se não souber não há nada a fazer senão pedir dinheiro emprestado. 


Vejamos o território: levamos a construir o Alqueva e passados estes anos todos nem explorar aquela enorme riqueza em água nos levou a crescer. Não conseguimos fazer um programa de exploração do Alqueva e construir ali um grande polo de desenvolvimento. Os ridículos ministros da área não tem a mais leve ideia do que querem para o País. Uma incompetência que faz doer a alma. 
   
Plantámos pinheiros e eucaliptos e recolhemos incêndios e fogos para entreter os bombeiros. Corremos com as pessoas do campo e agora temos florestas para arder. Tudo errado! Tirámos as pessoas dos centros das cidades e construímos de forma descontrolada nas periferias gastando os dinheiros da Europa em auto estradas estúpidas e em montanhas de casas sem ninguém para as habitar. 
   
Entretanto os jovens trabalhadores gastam milhões de litros de gasolina importada a fazer no dia a dia o casa trabalho gastando os nervos e o dinheiro a fazer kms estúpidos para nada! Tudo errado! Como está e parece estar a continuar a ser governado ( pelos partidos do arco do poder ) nada se irá modificar. 


Nada se poderá modificar pelo voto. Os tratados europeus que foram assinados pelos governantes sem mandato da população levaram-nos até – inclusivamente – a nossa independência. Estamos nas mãos da máfia e não estou a ver como daremos a volta ao assunto. Sei uma coisa; assim não vamos lá. Estaremos eternamente prisioneiros. 

D. Payo Peres Correia 
Algures neste Portugal 
2014. Maio. 22

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O Teatro no Bancada Directa com a rubrica de Salvador Santos “No Palco da Saudade”. A recordação de hoje é o Visconde de São Luis de Braga

In memoriam
Luiz de Braga Junior, 1º Visconde de São Luiz de Braga nasceu no Brasil, no Rio Grande do Sul em 26 de Março de 1850 e faleceu em Portugal, na cidade do Porto em 15 de Março de 1918
Foi uma figura ligada ao meio teatral português como empresário de sucesso. Antes tinha sido jornalista e comentador politico


O Teatro no Bancada Directa com a rubrica de Salvador Santos “No Palco da Saudade”. 
A recordação de hoje é o Visconde de São Luis de Braga 

“No Palco da Saudade” 
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 


VISCONDE S. LUIZ DE BRAGA 

Influente empresário teatral no meio lisboeta de finais do século XIX e princípios do século XX, iniciou a sua carreira no teatro como ponto no Brasil, onde foi também empresário de sucesso. 

De ascendência portuguesa, filho de pais abastados, nasceu no Estado brasileiro do Grande Rio do Sul, foi jornalista e comentador político antes de enveredar pelo universo teatral, impondo-se rapidamente junto dos grandes nomes da cena carioca, onde então pontificavam as estrelas portuguesas Lucinda Simões, António Pinheiro e Furtado Coelho. 

Na cidade do Rio de Janeiro deixou o seu nome ligado aos melhores tempos da história do Teatro Recreio Dramático e em Lisboa acabou por dar o nome ao Teatro São Luiz, que dirigiu durante mais de vinte anos. Segundo testemunhos de alguns profissionais que com ele trabalharam, Luiz de Baga terá levado uma vida de luxo, dissipando três grandes pecúlios herdados de sua família. 


Segundo outros testemunhos, a sua fortuna terá resultado da especulação bolsista quando foi implantada a República no Brasil. E houve ainda quem o acusasse de ter enriquecido de forma duvidosa, o que o obrigou a viajar apressadamente para Lisboa, onde viria a prolongar a sua carreira de empresário. Mas o que é garantidamente verdade é que, já em Portugal, ele recebeu o título de Visconde S. Luiz Braga, criado especialmente para si, que lhe foi outorgado por D. Carlos I, com quem mantinha excelentes relações pessoais e que lhe cedeu os terrenos para a construção de um Teatro. 

Sob o impulso do actor Guilherme da Silveira constituiu-se então uma sociedade para a edificação do teatro, na antiga rua do Tesouro Velho, em terrenos pertencentes à Casa Real de Bragança. Sob a presidência de Visconde S. Luiz de Braga, a direcção daquela sociedade decidiu encomendar ao francês Louis-Ernest Reynaud o projecto de arquitectura do teatro, que viria a ser ligeiramente modificado em Lisboa pelo arquitecto Emilio Rossi. 


Sete meses após o inicio da sua construção, o teatro viria a ser inaugurado oficialmente a 22 de Maio de 1894, por suas Majestades D. Carlos e D. Amélia de Orleães, de quem veio a receber o nome de… Teatro Dona Amélia, que abriu com a estreia da opereta de Offenbach “A Filha do Tambor”, com cenografia de Luigi Manini. 

A primeira grande preocupação de Visconde S. Luiz de Braga enquanto director do Teatro D. Amélia residiu na escolha do repertório, optando pelo recurso ao que se produzia no meio teatral parisiense, onde era bastante conhecido. 

Segundo um dos seus mais próximos colaboradores, a opção pela dramaturgia francesa resultava não só do facto de esta ser «mais assimilável ao snobismo dos portugueses» da época, mas ainda porque permitia também ganhar os favores dos «comerciantes especiais da literatura de França, no que respeita à negociação dos valores dos direitos de autor e dos cachets dos artistas, bem como no que concerne aos preços de compra dos espectáculos em tournée. Pelo vasto leque de artistas estrangeiros que trouxe à capital portuguesa e pelo apoio concedido à produção nacional, a direcção de Visconde S. Luiz de Braga no Teatro D. Amélia foi muito aclamada pela maioria dos críticos e jornalistas, bem como pelo público em geral. 

Contudo, houve quem criticasse a sua gestão, evidenciando o lado mercantil do empresário como um atributo que se revelava frequentemente negativo, dando apenas frutos ocasionais, como aconteceu com a passagem por aquele palco da actriz Georgette Leblanc, com as peças “Monna Vanna”, “Joyzelle” e “A Intrusa”, da extraordinária bailarina americana Loïe Fuller e da fogosa atriz japonesa Sada Yacco. 

Vários artistas e dramaturgos, que se relacionaram com o Visconde S. Luiz de Braga, recordaram-no de maneira muito pouco gentil, mas a maioria dos seus contratados relevavam alguns dos seus excessos enquanto empresário, como foi o caso da actriz Adelina Abranches, que, apesar de admitir que ele «não tinha grande amor aos seus escriturados», não hesitou em o considerar um dos maiores animadores do teatro português, com apurado gosto, competência profissional e valiosos contactos. 

Consta aliás que ele próprio admitia tratar os seus artistas «como os limões; espremiam-se até deitar suco; e que depois de bem espremidos, deitavam-se para o lado, por inúteis». O Visconde S. Luiz de Braga foi, em suma, um hábil empresário que se preocupava mais com as questões financeiras do que com as artísticas, escolhendo o repertório e gerindo as despesas de montagem dos espectáculos de uma forma mais lucrativa possível. 

Aspecto do rescaldo do grande incêndio que destruiu o Teatro Dona Amélia

Contudo, é inegável o seu conhecimento do mundo artístico, bem como os seus valiosos contactos no meio literário e jornalístico. Como individuo, foi muitas vezes recordado como supersticioso, gentil e bem-disposto, dotado de «uma forte inteligência, uma grande actividade cerebral, um tacto comercial de primeira ordem, uma afectuosidade terníssima». E como empresário gozava de uma reputação excelente. 

Um incêndio ocorrido a 13 de Setembro de 1914 reduziu a cinzas o Teatro D. Amélia, o que constituiu um rude golpe na sanidade mental do Visconde S. Luiz de Braga, que foi internado numa casa de saúde do Porto, onde veio a falecer em 1918. 

Nesse mesmo ano, o Presidente da República Bernardino Machado, após a recuperação daquela sala de espectáculos, rebaptizou-a de Teatro S. Luiz, em sua homenagem. 

Salvador Santos
Teatro Nacional de São João. Porto
Porto. 2014. Maio. 20

terça-feira, 20 de maio de 2014

O meu gato bem me pediu para lhe trazer de Turim um Felix Fantastic. Sinceramente não o encontrei. Mas em contrapartida vi lá um Felix que foi um autentico ladrão!.....

Claro que muito me custa ter de empregar esta linguagem depreciativa de uma pessoa, talvez indiciadora ( a minha linguagem) de fortes recalcamentos injustificados.

Não é este seguramente o caso

O Benfica foi prejudicado por um árbitro alemão ( o tal do golo fantasma validado) que não teve algum pejo em escamotear uma equipa honesta em favor de outra, que mesmo sem ter culpa alguma, beneficiou da situação e comemorou a preceito

A acontecer tudo com a normalidade que deve presidir a uma arbitragem, o Glorioso em vez de ontem ter comemorado o "triplete" estaria merecidamente a comemorar o "quadriplete"

Mas fica-me uma verdade: estou farto de tanta ladroagem nestes tempos de alta tecnologia

Filho da mãe!..............

Coimbra. Convite à população. Quarta feira 21 de Maio de 2014


19 de Maio de 1954. Fez ontem precisamente 60 anos que o tenente Carrajola da GNR de Beja abateu em Baleizão a tiro Catarina Eufémia que se manifestava por aumento de salários

Tornou se a face e símbolo corajoso de todas as lutas contra as arbitrariedades que sofrem os trabalhadores agrícolas

O mau tempo não nos deixa e a intempérie aproxima-se! E no Domingo espera-se que haja um "temporal" do caraças para aqueles que nos infernizam a vida....


segunda-feira, 19 de maio de 2014

E depois digam que não os avisámos!.......


Henrique, o cartonista, caricaturou. Nós publicamos!


Uma questão de mãozinhas. Não será o caso da tal mão morta, mão morta: vai bater àquela porta.....Mas sim pensar nos sentimentos e tremuras que um deslizar de mão pode provocar com umas festas a preceito. O nosso Dom Payo Peres Correia percebe do que escreve sobre este tema



Pois é! Será mesmo uma questão de mãozinhas. 
Não será o caso da tal mão morta, mão morta: vai bater àquela porta.....
Mas sim pensar nos sentimentos e tremuras que um deslizar de mão pode provocar com umas festas a preceito. 
O nosso Dom Payo Peres Correia percebe do que escreve sobre este tema


A MÃOZINHA MAROTA 

A mão deve ser posta nas costas, de forma casual e sem outra intenção senão a de demonstrar simpatia. Ponto final. Assunto fundamental e obrigatório. 

Um erro neste item e está tudo perdido. Importante é termos dado por adquirido este ponto estratégico base do desenvolvimento dos passos subsequentes. 

E daqui partimos para o ataque. A mão será a esquerda se o seu objectivo estiver à sua esquerda. O contrário é verdadeiro mutatis mutantis. 

Depois passamos ao desenvolvimento das operações. A mão avança sem pressas. Tipo “mão morta”, ladeando as costas como se fosse dirigida ao ombro. Porém, aqui se desenvolve um desvio e inflexão. É preciso baralhar o adversário e sobretudo diversificar. 

Nunca sugerir a jogada seguinte – eis o segredo. A mão – convém – deve deslizar quente e mole mas insinuante. Não deve parar nunca: parar é morrer. 

Deve serpentear ora fazendo que pára mas anda ora fazendo que anda mas parando. Desnorteando como o olhar de uma serpente, encantador. E depois com a presa segura é preciso fechar os olhos e apagar a luz. 

O que se seguirá só adivinha quem for poeta….e quem vier atrás que feche a porta.

D. Payo Peres Correia

Nota de Bancada Directa

Surge hoje no nosso blogue um novo colaborador que dá pelo pseudónimo de D. Payo Peres Correia, fidalgo de boa linhagem e melhor estirpe. 

Na sua apresentação e pedido de colaboração diz que escreve textos de 2ºs e 3ºs sentidos.

Damos-lhe as Boas Vindas

domingo, 18 de maio de 2014

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. O nosso cronista Antonio Raposo, ainda mal refeito da desilusão do Piemonte disserta hoje sobre o papel das nossas estações generalistas de televisão.

Fragmentos e Opiniões no Bancada Directa. 
O nosso cronista Antonio Raposo, ainda mal refeito da desilusão do Piemonte disserta hoje sobre o papel das nossas estações generalistas de televisão. 
Artigo de opinião de António Raposo

AS NOSSAS ESTAÇÕES DE TELEVISÃO GENERALISTAS 

Não há dúvida que as nossas estações de televisão generalistas estão a entrar no final de prazo de validade. A

os poucos estão a perder audiências se comparadas aos canais especializados por cabo. Os programas da manhã são de uma pobreza extrema a oferecer dinheiro contra chamadas dos ouvintes de baixo custo mas de receita garantida. 

Isto é o lado pobre do espectáculo. Todas a tocar o mesmo instrumento do “choradinho” e dos casos de polícia. 

Um atentado às inteligências das populações. Mais uma vez contribuem para o embrutecimento dos que se deliciem com vacuidades sem o menor conteúdo. Uma tristeza. Para não falar de borla, aqui vão dois exemplos. A SIC emite ao fim da manhã a situação da bolsa com os ganhos e as perdas. Como o País está não será um insulto aos reformados e aos desempregados? 

Deviam ter algum respeito pelo espectador que tem vindo a ser espoliado com impostos e mais impostos. Não contando os jovens que mesmo com um curso não encontram trabalho. Realmente só talvez o dono da SIC e seus amigos jogarão actualmente na bolsa. Ouvi outro dia uma bruxa que trabalha também na SIC a dar cartas e a adivinhar o futuro… 

 Dizia ela com um rosto de ternura que os desempregados deveriam acreditar que mesmo com 50 anos iriam obter um novo emprego. Era só fazer um esforço e a coisa surgia. Pensei: deve ser milagre. Será mesmo que a bruxa acredita? Se acredita o que devo eu pensar da senhora? E a estação subscreve? 


E o Francisco Balsemão assina por baixo? Estas televisões a continuar assim, vão ter o que merecem: classificação lixo. Não estou a louvar os milhentos canais que a cabo oferece. 99% é lixo mas ainda se pode encontrar um ou outro (são centenas…) que se dedique a uma causa nobre. 

As televisões – num País civilizado – não devem contribuir para o empobrecimento mental do povo. Um pouco mais de respeitinho deveria acontecer e mais o ex-Ministério da Cultura (se acaso existe) não devia ter uma palavrinha sobre o assunto? Ou só lá está para vender Mirós? 

Que grande miopia este governo sofre. Liberais de vão de escada. 

Envio uma abraço para os meus caríssimos leitores
Antonio Raposo
Lisboa. 2014. Maio. 16

Obrigado Pela Sua Visita !