BANCADA DIRECTA: Setembro 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Ontem foi dia de eleições autárquicas. Houve indicadores. Por enquanto não fazemos comentários.Aguardamos as reacções a frio doas responsdaveis partidários e o que pensam fazer

Ainda antes do fecho das urnas de votos, já nestas bandas era noite. Passeava-se junto do passeio marginal aguardando os resultados
 
Hoje segunda feira é altura de se verificar o que resultou do acto eleitoral. Como todos ganharam , apesar de serem visíveis os estragos reais, ficaram as marcas dos resquícios que se vão juntando daqui para a frente

domingo, 29 de setembro de 2013

Hoje é dia de eleições autárquicas. Mas é em Portugal. Por aqui na cidade de Huelva passo a manhã no complexo desportivo do Recreativo de Huelva e de tarde dou uma volta pelos arredores. À noite tenho tempo de saber os resultados


Huelva. Cidade com as suas características muito próprias.

População cigana em grande número.

Bairros limítrofes de casas baixas.

sábado, 28 de setembro de 2013

Quando os beligerantes escoceses se fartaram de se individualizar em guerras fratricidas optaram por fazer uma aliança entre eles, vulgo chamar-se um casamento. Mendelssohn musicou o acto. Por cá nesta altura há uma aliança que pouco de melhor traz ao povo português.

Sábados em família. Uma boa iniciativa cultural da Câmara Municipal de Mafra.


SÁBADOS EM FAMÍLIA 

 A obra "Avós" de Chema Heras é apresentada às crianças a partir dos 4 anos, na Biblioteca Municipal da Malveira. 

A actividade realiza-se no dia 26 de Outubro, pelas 15h30. 

Destinatários: crianças a partir dos 4 anos, acompanhadas de um adulto. 

Inscrições gratuitas na biblioteca, através do telef.: 261 815 422, e-mail: biblioteca.mafra@cm-mafra.pt ou através do formulário de inscrição, disponível neste site em "Quero/Inscrever".

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A cidade abraça o " Basófias". É a utopia duma cidade





Coisas boas ainda acontecem quando se aproximam eleições de qualquer coisa

O movimento "Cidadãos por Coimbra" publicou durante a sua campanha eleitoral um belíssimo video feito pelo Tiago Cravidão e com o apoio do João José Cardoso

Porque é preciso uma cidade respirar um ambiente puro.


E não só Coimbra, mas todas as cidades, vilas, aldeias e simples lugarejos deste Portugal a viver horas tão tristes com a pobreza a aproximar-se dos portugueses em velocidade rápida.


Nota: A referencia ao "Basófias" é ao Rio Mondego



Um pedido que cheira a confissão de quem está a governar mal. E claro o medo de perder o poleiro afecta-os e de que manerira

Vá lá! Não pensem naquilo que o Governo está a fazer. Não são eleições nacionais mas sim locais
Pensem nos autarcas que a maioria até está contra esta austeridade que não leva a lado algum
Foi em Viseu.
Será premonição do que vai acontecer?

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Claro! Está correctíssimo". Estes pelo menos não enganam ninguém. Será assim que a coisa continuará desta maneira em Oeiras



Tudo em nome do pouco respeito pelas pessoas que andam pelos passeios.

E, ainda por cima, estão a pedir que votem neles, àquelas pessoas que depois vão ser prejudicados na sua mobilidade

É que eles não enganam ninguém pois vão "continuar a fazer"!

É que estes são de "Vistas" largas

Francamente

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Manuela Moura Guedes volta à RTP com o concurso ”Quem quer ser milionário”. Claro que era uma injustiça gritante ter esta figura desempregada, depois de tanto ela servir os governantes de agora, tal foi o desgaste que tática e estrategicamente atacou e infligiu a José Sócrates.

Manuela Moura Guedes volta à RTP com o concurso ”Quem quer ser milionário”. 

Claro que era uma injustiça gritante ter esta figura desempregada, depois de tanto ela servir os governantes de agora, tal foi o desgaste que tática e estrategicamente atacou e infligiu a José Sócrates. 

Segundo me diz um amigo, via mail, quem lhe paga o vencimento, a colaboração ou a avença ou qualquer outra rubrica, não interessa para o caso, não é a RTP mas uma empresa exterior. Trabalha de segunda a sexta, pelo menos é o horário das emissões do concurso, talvez não seja o das gravações. 


A antiga deputada de Paulo Portas, tal como José Manuel Fernandes e outros, ficaram desempregados e assim se mantiveram depois da chegada de Passos Coelho ajudado por Miguel Relvas e com o apadrinhamento do seu mentor Angelo Correia e depois de Cavaco dar o seu agreement. 

Agora Manuela foi recompensada. Não sei se recompensa será o termo ideal para o seu regresso às lides televisivas. Mas se não for digam-me outro que saia a propósito. Mas pelo menos ela está agradecida, porque assim não envelhecerá fechada em casa. 

Na aproximação do fim desta experiência governativa pela negativa, há ainda fretes por pagar e dívidas a saldar a militantes incapazes e a outros capazes de tudo. O caso de Manuela Moura era a injustiça gritante. Ninguém se comprometeu tanto ao serviço de uma causa como ela. Só não destruiu a reputação porque apenas se perde o que se tem. 


Quanto ao interesse do concurso “Quem quer ser milionário” já muito se disse. Uns disseram bem e outros disseram mal. É o normal. Certo, certo é que muita gente já desistiu de telefonar para se inscrever, porque, segundo parece, será mais facil chegar à Lua do que alcançar uma inscrição efectiva. 

Quanto à presença da apresentadora e da sua figura perante câmaras tão indiscretas é o que se pode arranjar. Tem todo o direito a aspirar a qualquer situação mediática que foi sempre o seu “modus vivendi”. É um ser humano. E como tal tem de ser visto por este prisma. 

Mas, valha-me Deus, podia ter um passado informativo mais sossegado

O Teatro no Bancada Directa. Salvador Santos apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade” e hoje recorda-se o encenador Joaquim Benite

In memoriam
Joaquim Benite nasceu em Lisboa no ano de 1943 (circunstancias varias nunca permitiram definir a data do seu nascimento com exactidão) e faleceu em Lisboa em 5 de Dezembro de 2012
Foi um grande encenador de teatro e viveu o mesmo intensamente
O Teatro no Bancada Directa.
Salvador Santos apresenta a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade” e hoje recorda-se o encenador Joaquim Benite 


No Palco da Saudade
Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)

 JOAQUIM BENITE 

Filho de uma relação ilegítima que podia ter saído da pena de um qualquer grande romancista ou dramaturgo, que teve por protagonistas um empresário teatral e uma pretendente a corista, foi no Parque Mayer, em Lisboa, que ele aprendeu a dar os primeiros passos. A mãe morreu quando ele tinha apenas seis anos e o pai pouco tempo depois. Orfão, foi viver para casa de uns tios que mal conhecia. Com doze anos decide afrontar a família do pai e adota o apelido da mãe em tudo em que se envolve, na rua entre os amigos, na escola, num grupo cultural da Amadora. 

O tio materno, Aleixo de seu nome, um homem atingido pela cegueira, republicano absoluto e forte opositor ao regime, que o iniciou na leitura dos grandes escritores, era o seu companheiro preferido. Foi o tio Aleixo que lhe deu a conhecer toda a Lisboa, em longos passeios que terminavam habitualmente num banco de jardim ou no Café Pigalle, na Amadora, e quase sempre com a leitura de um romance de Camilo Castelo Branco ou Balzac. Aí, e como acontecia regularmente nas noites de fim-de-semana, o tio pedia-lhe que lesse para ele. 

E Joaquim Benite percebeu mais tarde que, aquilo que pensou ser moeda de troca pelos passeios, não era um favor que fazia ao tio, mas o contrário. Foi assim que ele se iniciou no universo dos grandes romancistas. Da leitura em voz alta de livros para o tio, passou depois para um quase compulsivo consumo íntimo de romances, peças de teatro e outras obras, que acabariam por formatar também o seu gosto pela escrita. Com quinze anos, ao mesmo tempo que experimenta a representação no grupo de teatro do Liceu, Joaquim Benite começa a colaborar com o Diário Juvenil. 
Escreve depois para o Notícias da Amadora e daí parte para um jornalismo mais sério, primeiro no República e de seguida no Diário de Lisboa. Passa a acumular as funções de redator e repórter com as de crítico e vem ao de cima a sua costela paterna de teatreiro, como lhe chamou um dia Paulo Renato numa das tertúlias do Café Monte Carlo. Estávamos em 1970 quando fundou o Grupo de Campolide, seguro de que as experiências de encenação que fizera na adolescência numa velha garagem da Amadora iriam ter continuidade como forma de vida, quase sacerdócio, tal era a sua paixão pelo teatro. 

Pode dizer-se que tudo começou de verdade nas exíguas instalações do Campolide Atlético Clube, uma popular coletividade de bairro, num palco pequeno, com o público sentado em bancos corridos para ver “O Avançado-Centro Morreu ao Amanhecer”, um texto de Agustin Cuzzani que se pode classificar de teatro do pensamento, mas que Joaquim Benite preferiu chamar de teatro de ação, um género que, segundo ele, leva as pessoas a pensar no seu dia-a-dia e que lhes muda a vida de alguma maneira. 

Tal como a política, rematava o encenador, que desde jovem teve sempre uma intervenção cívica e política ativa, perfilhando ideias próximas do Partido Comunista Português, onde se filiou e militou posteriormente durante mais de trinta anos. Os espetáculos que se sucederam ao texto de Cuzzani foram merecendo grande destaque por parte da crítica, e a coletividade de Campolide começou a ser demasiado pequena para a grandeza dos espetáculos de Joaquim Benite. 
Joaquim Benite dirige o actor Pedro Walter na reposição em 2010 da peça "Hughie" de Eugene O"Neil

Após o sucesso da peça “Aventuras do Grande D. Quixote de la Mancha e do Gordo Sancho Pança” de O Judeu, que conquistou o Prémio da Critica para o melhor espetáculo de teatro amador em 1972, o Grupo de Teatro de Campolide começou a circular por outros palcos, acabando por se fixar no Teatro da Trindade de Lisboa, de onde partiu para Almada. Aí, decorria o ano de 1978, o grupo profissionalizou-se e passou a chamar-se Companhia de Teatro de Almada. 

Depois foi o que se sabe: transformou-se num dos principais focos teatrais do país, que tem o seu expoente máximo no Festival Internacional de Teatro de Almada. Pelo Festival de Almada, que vai já na sua 30ª. edição, passaram encenadores como Peter Brook, Luca Ronconi, Luc Bondi, Bernard Sobel, Robert Lepage, Benno Besson e Thomas Ostermeier, e companhias de referência como o Piccolo Teatro di Milano, a Schaubuhne de Berlim ou o Teatro Lliure de Barcelona. 

Entretanto, muito graças ao empenho de Joaquim Benite e ao trabalho por ele realizado, a cidade de Almada ganhou um novo Teatro, que ostenta agora o seu nome. Naquele palco, o encenador criou algumas das suas mais notáveis obras, como “O Fazedor de Teatro” de Thomas Bernhard, “A Mãe” de Bertolt Brecht ou “Troilo e Créssida” de William Shakespeare, deixando para trás largas dezenas de outras encenações memoráveis. 
Foram, aliás, inúmeros os espetáculos de Joaquim Benite premiados, tendo ele próprio sido distinguido por diversas entidades nacionais e estrangeiras pelo seu trabalho na renovação do teatro português e na divulgação das artes cénicas do espaço europeu. Trabalho esse que sofreu um pequeno interregno há cerca de ano e meio, quando a diabetes o mandou para enfermaria de um hospital com diversos problemas de saúde. 

Apesar de muito doente, ainda conseguiu colocar de pé mais uma edição do Festival de Almada e o espectáculo “Timão de Atenas”, sempre com a colaboração do seu dedicado assistente Rodrigo Francisco, que o viria a substituir em todas as funções a partir de 5 de dezembro de 2012, dia em que o encenador nos deixou para sempre. 

Salvador Santos
Teatro Nacional de São . Porto
Porto. 2013. Setembro. 23

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Isto é que anda para aqui uma açorda de mariscos com estes ditos cujos já deteriorados




Com comadres deste calibre espera-se tudo



Esta da "incorreção factual "é de bradar aos céus. 
Uma pessoa tão fina (na presença física e na oratória, posso comprovar) servir-se desta desculpa nem lembra ao diabo.
Para mim foi o substituto ideal para o Paulinho das Feiras e dos beijinhos nas velhotas 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Só cá faltava mais este! De repente estamos perante um vendedor de ilusões. Gostaríamos de saber em que aspecto é que o nosso país está melhor?

E é apenas com figuras deste calibre que o PSD escamoteia as legitimas ilusões dos portugueses quererem viver melhor.....

Mas digam-nos lá com olhos de pessoas sérias se Portugal melhorou alguma coisa após dois anos  e meio do resgate financeiro que a Europa nos concedeu?

Zero! Estamos é cada vez mais pobres.......

Este senhor pensava que era só ganhar. Na primeira contrariedade revelou o seu carácter: não admite que um colega tenha opinião e seja livre de expressar o que pensa

Nem que tivesse carradas de razão não tem o direito de atacar um colega.

E até porque não é impensável que siga o mesmo caminho e teça opiniões semelhantes num futuro próximo.

Neste futebol de trazer por casa lusitana aqueles que se julgam prejudicados hoje serão os beneficiados amanhã

Tem sido sempre assim e sempre assim será!

Este homem era um lunático naquelas funções. Neste dia em vez de se regressar aos mercados sem a ajuda da troika, está em vias de haver um segundo regaste!



Mas na verdade nem só este homem era um lunático. Outros seguiam-lhe o exemplo e continuam em funções. Até dizem que Portugal está a subir do fundo em que se atolava.

Mas a realidade é bem diferente

Mas o Gaspar desta vez nem se enganou: disse que 23 de Setembro era uma segunda feira. Vá lá acertou. Se calhar com a ajuda da Maria Luís e do Moedas

domingo, 22 de setembro de 2013

O Desporto e o Folclore no Bancada Directa. Deixámos Melgaço e o nosso amigo Dr João Paulo Faria, descemos o Rio Minho e parámos em Valença. Ganfei. Aqui encontramos outro amigo, Valdemar Moreira, mais o seu Grupo Folclórico





Pois é!
A viagem de Melgaço a Valença. Ganfei situou-se no campo da virtualidade
A nossa realidade física é bem diferente e situa-se em campos geográficos opostos
Huelva. Punta Umbria. Claro!.....

sábado, 21 de setembro de 2013

O desporto no Bancada Directa. Melgaço Radical. Falemos da modalidade “Rafting”. O nosso amigo Dr João Paulo Araujo Faria esclarece-nos sobre esta modalidade.

O desporto no Bancada Directa. 
Melgaço Radical. Falemos da modalidade “Rafting”. 
O nosso amigo Dr João Paulo Araujo Faria esclarece-nos sobre esta modalidade.

 Sem dúvida a minha atividade de eleição, o contacto com a natureza e a adrenalina são uma constante nesta atividade.

Comecei a minha atividade como monitor de rafting com a Melgaço Radical a quem devo toda a minha formação e experiencia nesta área. Para quem quiser experimentar esta atividade aconselho vivamente a Melgaço Radical uma empresa com mais de 15 anos de experiencia nesta área e com condições humanas e logísticas que podem oferecer aos seus clientes uma experiencia única.

Algumas dicas sobre a modalidade:
Historia

A história moderna do rafting teve início em 1842, quando Lieutenant John Fremont, do exército, fez suas primeiras expedições utilizando um barco desenhado por Horace H. Day. O barco possuía quatro compartimentos separados. O nome desse bote era Air Army Boats.

Em 1986, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas de rafting mudando a direção do assento do bote, que passou a ficar virado para frente possibilitando encarar de frente as corredeiras e facilitando as manobras.

Durante as duas grandes guerras mundiais, o exército americano passou a reutilizar os botes de borracha, mas dessa vez como botes salva-vidas. Mas foi depois da II Guerra que o rafting teve um grande impulso. Aventureiros na América do Norte passaram a usar os botes excedentes no exército, muito similares aos botes de hoje.
Rio Minho

Característica do rio: de turbinagem (controlado por Barragem), permite fazer a atividade todo o ano, com corrente que varia dos 25m3/s (caudal ecológico) até aos 600m3p/s ou mais. No verão o caudal situa-se nos 125 a 325 m3/s, a partir daí os rápidos desaparecem formando-se movimentos raros de água (remoinhos, marmitas) que dificultam a navegação. 

As pesqueiras (muros em granito colocados estrategicamente nas margens), tornam-se perigosos quando a água os cobre, pois existem ferros e troncos que podem originar rebentamento dos rafts.

Trajeto a montante de Melgaço (barragem de Frieira -Peso) 18 km, configuração do rio com rápidos e piscinas, zonas bastante largas com margens de fácil acesso, trajeto ideal para
formação, tendo como evolvente as “pesqueiras” construções graníticas, colocadas nas margens
que servem para a pesca da lampreia, sável, salmão etc.

Rio Mouro

Características do rio: sazonal normalmente só no Inverno estando sempre sujeito às chuvas e aos degelos, sucessão de rápidos com algumas passagens estreitas, com muitos obstáculos no meio (rocha) criando quedas com rolos, árvores muita baixas chegando a unir as margens.

Rio Mouro (III, IV e V) afluente do rio Minho – percurso de 5 km entre Riba de Mouro (serração) – Ponte de Tangil. 

Rio com grau de dificuldade elevada, caudal muito imprevisível,apresenta caudal ideal para a atividade, quando chove e na altura dos degelos, devido à sua configuração muito estreito, desnível acentuado, muitas rochas colocadas no meio do rio, margens baixas com muitas arvores. 

Com caudais grandes existe a possibilidade de formação de cravatas (barco preso numa rocha) c/queda de água acentuada. Rio muito rápido não aconselhável a pessoas com pouca experiência.



Nota anexa dos administradores do blogue Bancada Directa

Informações










Quem é o Dr. João Paulo Araujo Faria
 
Data de nascimento:11/04/86
Estado Civil: Casado s/Filhos
Nacionalidade:Portuguesa
Contacto movel:933459751
E_mail:Joao.a.faria@hotmail.com

Habilitações Literarias

A frequentar :Mestrado em Educação Física e Desporto Especialização Desenvolvimento da criança
Licenciatura em: Desporto e Lazer

Formações complementares

Curso: Técnico elementar de Piraguismo
Acção de Formação Natação: " As Técnicas Alternadas"
Acção de Formação Natação: "Laboratorio de Hidroginastica"
Curso: Mergulho Amador Nível 1
Curso: Nadador Salvador
Estagio/curso: Canyoning FPCMP e FFS EFDC
Curso: Tecnico de Manobra de Cordas
Curso: Swiftwater Rescue Technician -Rescue 3 International
Acção de Formação: Orientação
Curso: Treinador de canoagem Nivel 1
Curso:Técnico de Colónias de Férias
Entidade empregadora: Melsport EM

Modalidades :
Hidroginastica - Segunda e Quarta de Manha
Natação para latentes- Terça, Quinta e Sábado
Reforço Muscular- Segunda, Sexta, Sábado
Adaptação ao Meio Aquatico- Terça e Quinta
Aprendizagem Crianças-Terça e Quinta
Manutenção Crianças-Quartas e Sextas
Aprendizagem Adultos-Segunda, Terça, Quarta e Quinta
Manutenção Adultos- Segunda e Quarta

Uma vista de Punta Umbria. Huelva. Por aqui as praias extensas apresentam a mesma areia finíssima que se vê no Algarve

Punta Umbria em primeiro plano banhada pelo Atlantico.
É apenas uma tomada de imagem muito parcial.
Ao fundo pela esquerda vê-se as instalações da petrolífera e ainda mais ao longe a povoação de Mazagon que é atravessada pela estrada que liga Huelva a Matalascañas

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A Santa Inquisição em Portugal. Em 20 de Setembro de 1540 realizou-se em Lisboa o primeiro “Auto de Fé”. Faz hoje precisamente 473 anos

A Santa Inquisição em Portugal. 
Em 20 de Setembro de 1540 realizou-se em Lisboa o primeiro “Auto de Fé”. 
Faz hoje precisamente 473 anos 

Portugal, tal como a Espanha, alinhou pelos mesmos principios que levaram o horror e a tortura a populações que não professassem o catolicismo. 


O INÍCIO DA INQUISIÇÃO EM PORTUGAL – 

A inquisição começou suas atividades em Portugal em 1536, a pedido do católico “piedoso” João III, rei de Portugal. Era filho de D. Manoel com uma princesa espanhola, não a do primeiro casamento, que morrera ao dar à luz. 

Era portanto, neto dos reis católicos de Aragão e Castela. Todavia, muito antes desse tempo os efeitos da inquisição já se faziam sentir na terra lusitana. D. João III, um ano após sua coroação, pediu que o papa Adriano VI autorizasse a criação de um tribunal da inquisição em Portugal. 

Esse papa havia sido inquisidor geral na Espanha no seu tempo de cardeal. Sua morte atrasou a instalação do fatídico tribunal em 14 anos, enquanto o seu sucessor, Clemente VII, e depois Paulo III, parecendo simpatizar com a causa dos judeus, recebiam suborno de ambos os lados. 

Por fim Paulo III não resistindo as polpudas quantias oferecidas, decidiu-se pelos interesses de D. João III, e o tribunal foi instalado em 1536. D. João III sempre fora inimigo dos judeus, mas só agora, como rei de Portugal, pode dar vazão ao ódio herdado com certeza de Isabel, sua avó, na tentativa de eliminar os judeus do seu reino. 

Antes da instalação do tribunal já aconteciam coisas absurdas, como vimos, no tempo de D. Manuel e anterior a ele. Eram as mesmas perseguições, as mesmas violências e as principais vítimas eram sempre os judeus. 
OS TRIBUNAIS PORTUGUESES – 

O primeiro tribunal funcionou em Évora. No dia 20 de setembro de 1540, desfilaram pelas ruas de Lisboa os primeiros condenados pela inquisição de Portugal. Somente no dia 23 de outubro foram condenados à fogueira as primeiras vítimas, quatro homens e uma mulher. 

O tribunal de Lisboa realizou 248 autos, condenando 7.666 pessoas, e o maior auto desse tribunal foi realizado no dia 24 de março de 1631, quando condenou 180 pessoas de uma só vez. Esse tribunal funcionou até 7 de agosto de 1794. Em Évora, o tribunal realizou 164 autos, com 9.973 condenações, tendo condenado 249 pessoas de uma só vez, no dia 30 de junho de 1630. funcionou de 22 de outubro de 1536 a 16 de setembro de 1731. Em Goa, realizaram-se 71 autos, com 4.167 condenações, sendo o maior ato o dia 5 de setembro de 1734, com 136 pessoas condenadas. 

Funcionou de 1600 a 7 de fevereiro de 1773. Finalmente, em Coimbra, foram realizados 277 autos de fé, com 9.543 condenações, sendo que só no primeiro dia de fevereiro de 1734, foram condenadas 273 pessoas nesse tribunal saiu penitenciado o grande padre Antonio Vieira, que se queixou ao papa Clemente X. e esse papa, em 18 de novembro de 1674, mandou fechar a inquisição em Portugal e perdoar todos os 142 sentenciados do auto desse dia. 

Infelizmente, ela foi reaberta pelo papa Inocêncio XI, em 21 de setembro de 1681, após 7 anos de descanso para a população sofrida, ocasião em que houve um grande repique de sinos e luminárias por 4 dias.

Agradecimento ao Dr Paulo Brandão

O Paulinho das feiras é um brincalhão. Está em risco novamente a criação da TSU dos reformados, que o Paulinho tanto contestou e agora está caladinho que nem um rato.. Anda preocupado com o "fundo".

Francamente!
Nem há comentários que valha a pena fazer
Um irrevogável da esperteza saloia, que se aproveitou dos pontos fracos dos laranjinhas.
E pode-se rir à vontade.
Vamos a ver se depois destas autárquicas ainda sorri prazenteiro
Já se esqueceu dos beijinhos que dava às idosas dos lares e Centros de Dia

Nuno Crato, o ora Ministro da Educação deste país. O seu caminho descendente nas ruas da amargura deste sistema educativo. Era um óptimo professor e agora vive numa confusão dos diabos.

Nuno Crato, o ora Ministro da Educação deste país. 
O seu caminho descendente nas ruas da amargura deste sistema educativo. 
Era um óptimo professor e agora vive numa confusão dos diabos. 

Crato acaba com Inglês obrigatório no 1.º ciclo Ao encurtar as Atividades de Enriquecimento Curricular o ministro da Educação acabou com a obrigatoriedade do ensino de Inglês. Cabe às escolas decidir. 


Curiosamente, as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), continuam a ser de “oferta obrigatória”, como dizem os docentes discricionariamente nomeados pelos bispos diocesanos e obrigatoriamente pagos pelo Estado Português. 


Gabinete de Nuno Crato lembra que o Inglês não era de oferta obrigatória no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico 

Há escolas que, este ano letivo, deixaram de oferecer Inglês no 1.º ciclo ou que mantêm a oferta apenas em alguns anos de escolaridade, enquanto outras continuam a ensinar a língua. 

A variedade de situações é possível já que os estabelecimentos de ensino deixaram de ser obrigados a facultar estas aulas. O fim da obrigatoriedade foi determinado por um despacho de julho, assinado pelo ministro da Educação. Apesar de ter mantido o período de funcionamento das escolas do 1.º ciclo até às 17h30, Nuno Crato mandou reduzir as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) para metade do tempo. E retirou a obrigatoriedade do ensino de Inglês, introduzida pela primeira vez em 2005, no tempo de José Sócrates. 


Nuno Crato – De honrado professor a ministro medíocre de um medíocre Governo Nuno Crato, dizia ontem no telejornal das 20H00, na RTP, que o ensino do inglês deixava de ser de oferta obrigatória no 1.º ciclo porque «à palavra ‘obrigatório’, preferimos (plural majestático?) a palavra liberdade». 

O ministro da facultativa Educação e Ciência, que acrescentou ao curriculum académico o pouco glorioso epíteto de ministro de Passos Coelho, acaba com a obrigatoriedade do ensino de Inglês no 1.º ciclo, retrocesso civilizacional que coloca os filhos dos pobres em desigualdade com os filhos de quem pode pagar o ensino da referida língua. 

 Melhor dito, o ensino do língua inglesa fazia parte obrigatória das chamadas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), embora estas fossem de frequência facultativa. Agora, graças à ‘liberdade’, segundo Crato, deixou de fazer parte obrigatória, forma que encontrou para o banir e contribuir para o regresso à discriminação social. 

Há vidas que minam a honra e corroem a decência, num trajeto sombrio, de quem vem da escola pública para a arruinar, fazendo medrar colégios privados e escolas pias. 

Pobre ex-professor a viver dias atormentados porque foge da sua realidade para a qual está vocacionado e envereda por caminhos sinuosos sempre prejudiciais a esta Educação.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Uma situação que dá que pensar. O nosso cronista António Raposo toca numa situação injusta provocada pela iníqua Lei das Rendas. Ele diz de sua justiça pois considera esta Lei muito imoral.

Uma situação que dá que pensar. 
O nosso cronista António Raposo toca numa situação injusta provocada pela iníqua Lei das
Rendas. 
Ele diz de sua justiça pois considera esta Lei muito imoral. 

UMA HISTORIA IGUAL A TANTAS… 




Contaram-me outro dia no café uma história que se tinha passado com um familiar duma pessoa amiga. 

Uma irmã dela, já na casa dos 50 anos tinha perdido o emprego. A casa onde trabalhava fechou devido à crise. 

Há dois anos que se aguentava com o “subsídio de desemprego”, que era de 700 e entretanto já estava reduzido a 400. 

Em breve acabaria. Como se tratava de uma mãe solteira tinha um filho de 14 anos a estudar. O futuro do seu filho apresentava-se negro pois não poderia continuar a estudar. 


O que se estava a passar era o seguinte: mãe e filho iriam viver para casa da avó, viúva que tinha um quarto disponível e uma pensão que apesar de cortada conseguia ainda equilibrar não obstante a renda de casa ter passado para 300 quando era de 150 euros. 

A imoral lei do aumento das rendas de casa tem levado a muito casario devoluto e a cair nos bairros velhos de Lisboa. Lisboa mais parece no centro uma cidade do Far West abandonada pelo assalto dos índios…É esta a política de habitação

A história que conto acima é verdadeira e só mudei nos detalhes sem valor. 


É este o País que merecemos? 


António Raposo 

Lisboa. 2013. Setembro. 18

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Não há dinheiro. O nosso cronista e companheiro “Olho Vivo e Pé Ligeiro” bate no tema do dinheiro que foge de Portugal para a Holanda. Não questiona a legalidade das transferências monetárias mas considera-as imorais.

Não há dinheiro. 
O nosso cronista e companheiro “Olho Vivo e Pé Ligeiro” bate no tema 
do dinheiro que foge de Portugal para a Holanda. 

Não questiona a legalidade das transferências monetárias mas considera-as imorais. 

 NÃO HÁ DINHEIRO!!!! 



O dinheiro que as empresas portuguesas (especialmente as do PSI -20) levam, de forma legal para a Holanda, onde reúnem os lucros de negócios feitos em Portugal, foi calculado em 78 mil milhões de euros entre 2010 e 2011. 

Este rio de dinheiro acaba nos bolsos dos financeiros destas empresas o mesmo é dizer das famílias que possuam o capital das mesmas. 


 Isto não é ilegal mas é no mínimo indecente e imoral. 

Sobre o assunto o governo que nos desgoverna vai roubando as reformas dos velhos. Dos velhos pobres entenda-se. Andaram milhares a descontar durante anos e o governo vai lá e retira o dinheiro. 

E faz mais manda uns sabujos às televisões avisar que “não há dinheiro” alertando para o facto dos velhos terem “levado a vida a viver acima das suas possibilidades…” A União Europeia e os seus tiranetes limitam-se a aceitar isto tudo como normal. 

Na Holanda paga-se um baixíssimo imposto sobre os lucros. Em Portugal um valor altíssimo. Resultado: todo o mundo foge para onde menos paga. Até um cego vê isto! Espanta-me o nosso governo que tem e continua a ter tão bons economistas ainda não tenha reparado nesta aberração, nem achado que é preciso mudar as coisas. Porque será? 

Será que o objectivo é retirar aos pobres para dar aos ricos como faria o Robin dos Bosques, mas ao contrário. Parece que sim pois a única medida tomada por este governo – uma vez que lhe foi negado o TSU – foi baixar o IRC. 


A continuarmos por este caminho nunca mais o país levantará cabeça e a miséria será o nosso futuro e horizonte. Voltámos ao País que não me interessa nem aos meus descendentes. 


O País onde uma centena de famílias dividem o bolo da riqueza que dez milhões produziram. É preciso lembrar a muita cabecinha tonta que anda por aí a “dar bitaites” que só o trabalho produz riqueza. A especulação dá lucros imorais e não acrescenta nada à produção de bens. 

Já lá vão quase 5 anos desde que o grande banco americano Lehmanns Brothers deu o berro. Só há um tipo preso nos USA. Tudo voltou ao mesmo. Na Europa a mesma coisa. Estão à espera de novo “estoiro”? 

Um abraço para os meus carissimos leitores e portem-se bem 


Olho Vivo e Pé Ligeiro 

Lisboa. 2013. 17. Setembro.

O Teatro no Bancada Directa apresentando a rubrica do nosso companheiro Salvador Santos “No Palco da Saudade”. O actor Antonio Rama é a recordação desta quarta feira

In memoriam
António Rama  nasceu em   Montemor-O-Velho em 4 de Fevereiro de 1944  e faleceu em Lisboa em 1 de Julho de 2013
Foi um actor de teatro residente do Teatro Nacional de Dª Maria II. Nos últimos tempos da sua vida trabalhava regularmente para a Televisão.
António Rama foi um dos fundadores de A Comuna – Teatro de Pesquisa e do Teatro Experimental de Cascais.
O Teatro no Bancada Directa.
Apresentando a rubrica do nosso companheiro Salvador Santos “No Palco da Saudade”. 

O actor Antonio Rama é a recordação desta quarta feira no palco da saudade 

Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 

ANTÓNIO RAMA 
Era uma vez um jovem de cabelos e olhos claros da pequena freguesia de Ereira, no concelho de Montemor-o-Velho, estudante muito aplicado que nunca perdia os espetáculos da modesta sala do Grupo Caras Direitas da Figueira da Foz sempre que uma companhia profissional lá se apresentava e que dividia as suas noites entre os livros escolares e os antigos folhetins da ex-Emissora Nacional e as peças de teatro dos gloriosos tempos da RTP. 

Era tal o seu encantamento pelos palcos, que aos fins-de-semana pulava regularmente até à capital para ver revistas e comédias no Parque Mayer, imaginando-se a contracenar com os seus atores de eleição. E quando atingiu os dezoito anos, concluído que estava o Curso dos Liceus, partiu para Lisboa em busca do seu sonho, levando consigo apenas uma forte e inabalável vontade de vencer. 

Por sorte, o encenador Fernando Amado andava a procura de um ator com a sua idade e com as suas características físicas para um espetáculo na Casa da Comédia. E foi aí, nesse pequeno teatrinho às Janelas Verdes, que nasceu o ator António Rama faz agora exatamente cinquenta anos. “A Farsa de Inês Pereira” de Gil Vicente foi a sua estreia, que lhe fez recordar os seus tempos de menino quando representava os autos de Natal ou participava nos rituais da igreja da aldeia. 

O sonho começava a ganhar forma. Pouco depois viu-se envolvido na criação do Teatro Experimental de Cascais, dirigido por Carlos Avilez. E volvido pouco tempo foi a Comuna que ajudou a criar, juntamente com o João Mota, a Manuela de Freitas e o Carlos Paulo, entre muitos outros. Na década de 1970, António Rama conseguiu finalmente concretizar um dos seus grandes sonhos – trabalhar com Laura Alves, com quem fez a comédia “Querida Mamã” no Teatro Capitólio. 

Depois desta divertida peça, que esteve largos meses em cena sempre com salas lotadas, o ator manteve-se por mais dois anos a prestar colaboração nos teatros do empresário Vasco Morgado, mas após a Revolução de Abril voltou aos grupos independentes. Os Bonecreiros, Os Cómicos e o Grupo 4 foram os coletivos de criação teatral onde representou alguns dos espetáculos que mais o marcaram, mas os papéis que mais adorou fazer e que mudaram toda a sua vida foram os protagonistas das peças “A Traição do Padre Martinho” e “Jesus Cristo em Lisboa”. 

Foram eles que originaram o convite para ingressar no Teatro Nacional D. Maria II. No Nacional de Lisboa, António Rama desempenhou os mais diversos papéis em quase todas as peças levadas a cena naquele teatro, entre 1981 e 2001, com especial destaque para “Anatol” de Arthur Schnitzler, com direção de Ricardo Pais, que lhe valeu a sua primeira nomeação para o Prémio Garrett de Melhor Ator do Ano, distinção que receberia de novo dois anos depois pela sua interpretação em “Pais e Filhos” de Ivan Turgueniev, com encenação de Rogério de Carvalho. 


E já que falamos em distinções, impõe-se recordar o Prémio da Critica que recebeu pela sua interpretação do personagem Esganarelo em “D. João” de Molière, com direção de Jean-Marie Villegiér, espetáculo que acabaria por representar o nosso país no Festival da Europa em Paris. Começava aqui a incursão de António Rama por palcos além-fronteiras. 
"A Farsa Sensível". Teatro Nacional Dª Maria II. 1966. Encenação de Carlos Porto. Antonio Rama contracena com João Grosso e Alexandra Rosa

As peças “Fausto.Fernando.Fragmentos” de Fernando Pessoa e “Madame” de Maria Velho da Costa, ambas com encenação de Ricardo Pais, levaram-no depois a Espanha e ao Brasil, a primeira integrada no Festival de Outono de Madrid e a segunda no programa das comemorações dos 500 Anos do Achamento do Brasil, com apresentações em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. 

As cidades de Estrasburgo, Bruxelas, Caen e Luxemburgo foram as paragens seguintes de António Rama no circuito internacional, com o espetáculo “Bettina” de Goldoni, que Jean-Claude Berutti dirigiu para o Teatro Nacional de Estrasburgo, com a particularidade de ter representado em francês. 


Em 2001, com a reestruturação operada no D. Maria II pelo então ministro da Cultura José Sasportes, António Rama deixa o elenco residente daquele Teatro Nacional, conjuntamente com outros grandes atores, e passa a dispor de mais tempo para aceitar propostas de algumas estruturas de produção independentes e das várias estações de televisão, onde rubrica interpretações de elevado recorte artístico em inúmeras peças, telenovelas e séries, de onde que sobressaem títulos como “Desencontros”, “A Raia dos Medos” e “Os Filhos do Vento”. Simultaneamente, mantém a sua ligação ao Grupo de Teatro Bescénico, onde desenvolve um interessante trabalho de formação assente na experimentação de novas linguagens cénicas. 
"Romulo o Grande". Teatro Nacional Dª Maria II. 1981. Peça de Friedich Durrenmatt. Antonio Rama contracena com Maria Amélia Mota

Um enfisema pulmonar, que arrasta consigo graves e complexas complicações de saúde, começa por forçá-lo a uma diminuição da intensidade no seu trabalho e leva-o depois a diversas hospitalizações que o afastam quase completamente do exercício da profissão ao longo dos últimos dez anos. No início de junho passado, os sintomas da doença agravam-se e António Rama sujeita-se a um novo internamento. 

Após a alta hospitalar, quando regressa a casa, desata a telefonar para todos os amigos. Sem nunca o dizer, estava implícito nos telefonemas, o adeus, a despedida. Uma paragem cardiorrespiratória, no dia 1 de julho, levá-lo-ia do nosso convívio para sempre. 


Salvador Santos

Teatro Nacional de São João. Porto
Porto. 2013. 09. 17

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Se é em prologo da população começo a desconfiar. Acredito nas vossas intenções, mas cuidado com os cartazes com mau português

Agradecimento ao nosso caríssimo amigo Samuel

Obrigado Pela Sua Visita !