BANCADA DIRECTA: Agosto 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Obra obrigatória para qualquer treinador de futebol! Um trabalho para ser estudada por todos os treinadores de futebol.

Obra obrigatória para qualquer treinador de futebol!

DOSSIER DO TREINADOR DE FUTEBOL

PRÉ-VENDA PARA PROFISSIONAIS A PREÇO ESPECIAL

O QUE É


Há muito que os milhares de treinadores de futebol que trabalham em Portugal aguardavam por uma publicação como o “Dossier do Treinador de Futebol”. Nele poderão encontrar todo o tipo de fichas necessárias ao desenvolvimento do trabalho do dia-a-dia uma equipa de futebol.

No total, são 22 diferentes modelos de fichas, fáceis de compreender e simples de utilizar, adaptadas às necessidades de todo o tipo de treinadores, independentemente do seu nível de conhecimentos, experiência, escalão etário ou quadro competitivo das equipas que orientam.

Cada uma das 22 fichas está reproduzida a quantidade de vezes suficientes ao trabalho de uma época inteira. Por isso, o “Dossier do Treinador de Futebol” tem um total de382 páginas (no formato A4). Todas as fichas são destacáveis através de um picotado, por forma a que possam ser arquivadas num dossier tradicional.

COMO COMPRAR

O “Dossier do Treinador de Futebol” está em pré-venda no site da editora responsável pelo seu lançamento, a Prime Books, no site www.primebooks.pt.


Agradecimento ao nosso amigo Pedro Neves

Governo exemplar e muito bem mandado.Governo quer suprimir mais funcionários públicos do que exige a "Troika".

Os meus flops (9)



Valor da nova meta não está ainda confirmado

O Governo pretende reduzir o número de trabalhadores da administração pública num número superior ao previsto no acordo com a troika Comissão Europeia-BCE-FMI


Esta intenção foi confirmada ao jornal PÚBLICO pelo Ministério das Finanças, que no entanto não confirmou, nem desmentiu, que isso signifique que pretenda duplicar os objectivos definidos naquele acordo – de uma redução anual de um por cento na administração central e de dois por cento nas administrações locais e regionais, até 2014.

“O Governo procurará, de facto, reforçar a redução dos trabalhadores da administração pública. Significa isto ir além do já previsto, que era uma redução anual de um por cento na administração local e dois por cento nas administrações local e regional até 2014”, disse o ministério numa curta declaração.

O Diário Económico também noticia (sem referir qualquer fonte) que a “meta de redução de pessoal no Estado duplica para 10 mil/ano”, apresentando cálculos sobre os trabalhadores da administração central.
Se o Governo assumir esta meta, que aquele jornal diz integrar o Documento de Estratégia Orçamental que o ministro das Finanças apresenta hoje à tarde, isso significa que, em vez dos cerca de cinco mil trabalhadores líquidos (saldo entre saídas e entradas) que o Estado teria de perder todos os anos até 2014, passaria a perder cerca dez mil por ano no mesmo período.

O mesmo jornal avança ainda que o Governo pretende também reduzir em 45 por cento o número de chefias municipais (o que as Finanças também não confirmaram nem desmentiram), isto depois de se saber já que o ministro da Segurança Social quer reduzir em 25 por cento nas chefias directas sob sua tutela


Vandalismo gratuito e indesculpavel. Na Alemanha incendeiam automoveis por puro divertimento. Resquícios do nazismo é o que é!

Vandalismo gratuito e indesculpavel. Na Alemanha incendeiam automoveis por puro divertimento. Resquícios do nazismo é o que é!

Leio o Der Spiegel, diário alemão de Hamburgo com grande tiragem e fico surpreendido com o que leio.

Nos ultimos meses foram incendiados em Hamburgo e Berlin centenas de automoveis. Mas por muito que tentem, os agentes policiais não conseguem parar a vaga de incendios provocados. Agora dá a impressão de que os criminosos não são de extrema-esquerda, mas certezas ninguém as tem.

“Londres está em todo o lado”. Grafiti na frente de um banco durante um festival de musica no dia 20 de Agosto em Hamburgo. Alemanha

Nos últimos meses, foram incendiados em Hamburgo e Berlim centenas de carros. Mas por muito que tentem, os agentes policiais não conseguem parar a sequência de fogos postos. Agora, dá a impressão de que os criminosos não são apenas de extrema-esquerda, mas um destacamento especial em Hamburgo não teve muitos progressos.

Um artigo do jornalista Bruno Schrep


Depois de Hamburgo, Berlim é a nova vítima de um fenómeno inquietante e cada vez mais frequente: todas as noites, há várias semanas, são incendiados automóveis na capital alemã.

Até agora, as investigações policiais não manifestam resultados. Com a esquerda mais radical a marcar distância em relação a estes incêndios em série, o caso entra cada vez mais na agenda política.

Christine O. e Kai K. são polícias com uma missão especial. Pertencem à brigada de proteção de menores e não se consideram meros investigadores, mas mais assistentes sociais. Através do diálogo e de um contacto regular, pretendem impedir que os jovens cometam crimes graves. Com eles, a polícia de Hamburgo joga uma última cartada para travar um fenómeno preocupante: os incêndios criminosos em série de carros estacionados.

Desde 2004, mais de 1.400 veículos foram queimados no território do município. Só este ano, até meados de agosto, os investigadores identificaram mais de 330 incêndios provocados em automóveis. E nos últimos dias, também Berlim descobriu que esse "terror pelo fogo" pode angustiar toda a cidade. Mais de sessenta viaturas foram queimadas e os bairros ricos, como Charlottenburg e Zehlendorf, não foram poupados. Estes crimes dissimulados transformaram-se rapidamente em tema político e até Angela Merkel interveio no debate, expressando a sua preocupação por vidas humanas serem assim "friamente postas em perigo."

A palavra de ordem é: "Evitar repetir Londres".

Os ataques perpetrados na capital alemã concentraram-se, durante muito tempo, em veículos topo de gama; prefiguravam um quadro de luta ideológica que visava a requalificação de áreas residenciais em voga e foram atribuídos principalmente à esquerda radical. Mas, recentemente, o que se observa em Berlim assemelha-se cada vez mais ao que se passa em Hamburgo, onde qualquer um pode ser vítima: tanto os proprietários de carros descapotáveis desportivos de luxo que vivem no centro da cidade como os proprietários de carros utilitários ou familiares, a viver em casas geminadas nos subúrbios. Mesmo motorizadas e Vespas não estão já a salvo do vandalismo.
"Um dia destes, vai haver mortos", preocupa-se Andreas Lohmeyer, de 49 anos, chefe do gabinete de luta contra a criminalidade de Hamburgo. O comissário da divisão está sob uma pressão muito forte. A missão impossível que lhe foi confiada – proteger contra o vandalismo as ruas de Hamburgo – ou seja, 4000 quilómetros de artérias e quase 720.000 veículos registados – põe-no todos os dias duramente à prova. Lohmeyer é corresponsável por uma das maiores operações policiais da história da cidade. A luta contra os incendiários mobiliza já mais polícias do que a investigação dos terroristas da Fração do Exército Vermelho ou os distúrbios dos ocupas da Hafenstraße [palco de movimentos sociais na década de 1980]. Se o custo da operação é proporcional à sua envergadura, os resultados em si ainda não se sentem.
Há agora esperanças fundadas numa nova estratégia, que consiste em dissuadir os prevaricadores de passarem aos atos. Uma vez que não se consegue apanhar os incendiários em flagrante, a polícia pensou em experimentar não tirar os olhos dos jovens considerados suspeitos. "Queremos enviar-lhes um sinal", diz Reinhard Chedor, chefe da Polícia Judiciária de Hamburgo. "A mensagem que queremos passar é basicamente: não nos esquecemos de vocês, meus caros, portanto mantenham-se na linha. Temo-los debaixo de olho."

Aos pares, os agentes do grupo de "Incêndios" _ ou seja, mais 20 polícias para além de Christine O. e Kai K. _ visitam centenas de endereços na megalópole de Hamburgo. Aplicam a lei, põem em alerta, escrevem relatórios. Na sua mira, existem aproximadamente 6.000 pessoas, cujas identidades foram recolhidas durante operações policiais noturnas do ano passado, para além de suspeitos já detetados pelos seus comportamentos desviantes: graffiteiros de tags, consumidores de haxixe, assaltantes, membros de grupos violentos.

As raparigas são raras entre eles. Só uma dúzia de bandos de rappers, entre os quais o RGK (Reisegruppe Kiez), o NSK (North Street Klan) ou o 187 (o número do artigo que define assassínio no Código Penal da Califórnia), cuja presença não passa despercebida em algumas áreas da cidade, exerce uma atração muito forte sobre essas jovens.
É notável a constatação de que, ao contrário de Berlim, os grupos de extrema-esquerda têm fraca presença. Em meios autónomos de onde dantes saíam os incendiários, para os quais a destruição de carros de luxo era parte da luta de classes, este modo de ação tornou-se controverso. Apenas 31 dos 297 fogos-postos em carros do ano passado foram atribuídos pela polícia à esquerda radical.

Os motivos dos incendiários são pouco claros. Será mero vandalismo? Inveja das classes superiores? Gestos de ousadia para ficar bem visto dentro de um gangue? Demonstrações de poder da parte de indivíduos que não o têm na vida real?

Martin W. é um dos poucos incendiários que chegaram à barra do tribunal de Hamburgo. Devido à dependência de drogas, está em tratamento compulsivo há alguns meses. Na ausência de pai e mãe, com o rosto ainda marcado por uma briga em que participou na véspera, conta a sua história sem rodeios. Relata como ele e os seus "amigos" Christopher e André, num sábado de setembro de 2010, depois de beberem umas seis ou sete cervejas, mais vodca, e fumarem uns charros, foram divertir-se para o bairro de Schanze, onde esperavam, como sempre acontecia, participar em provocações à polícia. Quando as primeiras pedras e garrafas começaram a voar por cima das forças da ordem, o trio aderiu automaticamente ao movimento, a começar por Martin W., que, apesar de completamente apolítico, não suporta o cheiro de "chuis". O seu companheiro Christopher foi preso e os outros prosseguiram a jornada. Enquanto construíam barricadas contra os tanques de água, Martin W. e André travaram conhecimento com Tom e Kai, dois irmãos com grande capacidade inventiva. E se fôssemos pôr fogo a uns carros? Fixe. Logo um Mercedes se viu envolvido em chamas numa rua próxima. Valor em estado novo: 50.000 euros. Um BMW escapou à justa.

"Porque andam a fazer isso?", gritou um morador da varanda. "Porque nos diverte!", replicou-lhe Tom.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Esta Lisboa que eu amo. Mas também gostava que a Câmara Municipal gostasse na mesma como eu gosto dela.

Esta Lisboa que eu amo. Mas também gostava que a Câmara Municipal gostasse na mesma como eu gosto dela.

Estamos no espaço exterior , mas já dentro do Museu Galveias, ali ao Campo Pequeno. A Câmara Municipal ornamentou esse espaço com calçada portuguesa. Poderá dizer-se que tem pouco valor artístico. Mas é um facto que embeleza e muito o local.

Só é pena que as viaturas dos serviços camarários estejam empenhadas em degradar essa calçada portuguesa.



Tenho a certeza de que Antonio Costa nunca viu pessoalmente estas viaturas ali estacionadas. Conheço o seu feitio. Sei que não iria gostar.

Bilhete Postal de Dubrovnik. Croácia

Bilhete postal




Dubrovnik. Croacia. 2011.08.14
Fotos de colaborador de Bancada Directa

Tahiti. Terminou o Billabong Pro Teahupoo com a vitoria do mitico Kelly Slater

Matt Wilkinson no seu movimento



Na foto temos em acção Owen Wright

O mitico Kelly Slater vencedor da prova demonstra a sua classe.

Os meus flops (7). Será a cidade Lisboa uma cidade segura? A resposta adequada poderá ser dada por uma turista italiana



Os meus flops (7). Será a cidade Lisboa uma cidade segura? A resposta adequada poderá ser dada por uma turista italiana

A situação ocorrida entre uma turista italiana e um homem violento que ocorreu recentemente na capital já é por demais conhecida.

Nós vamos recordá-la!

Uma jovem turista italiana de vinte e poucos anos chegou à nossa capital de passagam e solicitou uma informação a um homem, que de imediato a levou para um local do seu conhecimento, lá a sequestrou e consumou uma violação. A jovem foi sujeita a exames no Instituto de Medicina Legal que confirmaram a violação.

O homem foi detido e levado a tribunal. Ouvido em juizo, não lhe foi aplicada prisão preventiva, só com a obrigação de se apresentar às autoridades. Agora sabe-se que o mesmo deu uma morada falsa e de apresentações às autoridades nem pensar.

Claro que o facínora desapareceu…..

Não quero aqui comentar se a decisão judicial foi positiva ou negativa. Só quero deixar a questão: Será Lisboa uma cidade segura?

TGV provoca uma trovoada de Verão no PSD. Uns dirão e ficarão surpresos: estamos a falar de um comboio e aparece-nos agora um submarino no nosso meio!

TGV: uma trovoada de Verão

Fragmentos e Opiniões

Um artigo de Felipe Luis

Uma pequena trovoada de verão ribombou por cima do Governo sem que, até ver, algum raio tenha rachado a cabeça do primeiro-ministro ou a do ministro da Economia. Um vice-presidente da bancada do PSD, Carlos Abreu Amorim, desancou, via Facebook, a envergonhada hipótese governamental de ir para a frente com o... TGV.

Um tema ao qual o PS, se não estivesse tão adormecido, devia ser mais sensível. Abreu Amorim, porém, estava bem acordado quando, espetando o dedo, bradou, como num conhecido sketch dos Gato Fedorento: "Ah, malvados!" E denunciou a escondida, dissimulada, arrependida intenção governamental, de vamos lá, não descartar completamente o TGV, um assunto dependente de uma decisão final, etc. Uma decisão final?! Mas a decisão não estava mais do que tomada quando Passos Coelho, o PSD, o CDS, atiravam o TGV - e "as grandes obras", como lhes chamavam - para a santa fogueira da inquisição da dívida pública? O ministro (perdão, o Álvaro) foi a Espanha. Anunciou-se que desistiria da linha de TGV Lisboa-Madrid.

Chegou lá, bebeu uma canha, aplaudiu umas sevilhanas, leu uns acordos bilaterais, ouviu umas ameaças e, mais ponderado, veio dizer que enfim, talvez, ainda vamos ver e - como diria o outro - é fazer a conta. Eu digo-vos o que se passou: o ministro ouviu uma exigência espanhola a que terá de ceder. E, para não perder a face, veio empatar.

Os partidos do Governo foram demasiado peremptórios na oposição. Ah, mas se os fundos comunitários não forem aplicados no TGV, o País perde o direito a eles. E não perdia antes? E o défice? E a dívida? E o endividamento das gerações futuras? E é agora, depois de terem apelidado Sócrates de irresponsável para cima, de o acusarem de, por estas e por outras, ter enviado o País para a bancarrota, e de, com estes e outros argumentos, terem ganho as eleições, é agora que chegam lá e fazem, pela calada da noite - e da silly season - exactamente o mesmo?


O adiamento do TGV era uma bandeira. Uma medida emblemática. Um cavalo de batalha eleitoral. A sua iminente reabilitação prova a ligeireza com que PSD e CDS abordaram a questão, a facilidade demagógica com que atacaram o anterior governo, o desconhecimento dos dossiês, e os truques com que convenceram um eleitorado tremelicante.

Já defendi, nestas linhas, que o TGV devia ter sido um desígnio do cavaquismo, quando, em pleno período de vacas gordas, se apostou tudo nas auto-estradas. A ligação de alta velocidade à Europa era estratégica, e só a tacanhez de alguns governantes e o erro histórico do ministro Ferreira do Amaral - e dos que lhe sucederam, nos governos de Guterres - não viram isso. A teimosia de Sócrates chegou tarde de mais. O País deixou de dispor de recursos e os argumentos de PSD e CDS, ainda na pele do dr. Jeckyl, eram razoáveis. Mas eis que chegam ao Governo, e vestem o fato de mr. Hide.

Pior ainda é se o Governo titubear. Se admitir a hipótese, mas a gemer, batendo no peito, arrancando os cabelos. "As circunstâncias..." As circunstâncias não interessam. Se o Governo acha que o TGV é bom, faça-se. Se não, anule-se. Na primeira hipótese, porém, o primeiro-ministro deve passar uma manhã inteira, virado para o quadro negro, onde deverá escrever cem vezes: "Na próxima campanha, não enganarei os eleitores."

E arranjar um pára-raios.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Desportistas. Façamos um esforçozinho e vamos estar presentes. E participar, claro!




Agradecimento ao Pedro Neves



Os meus flops (7). Aqui Pedro Passos Coelho já tinha razão: os armários com esqueletos haviam de aparecer. Eis o primeiro.

Os meus flops (7). Aqui Pedro Passos Coelho já tinha razão: os armários com esqueletos haviam de aparecer. Eis o primeiro.

Governo encontrou dívida escondida de 6,5 milhões no Desporto

Perante os deputados, Relvas anunciou que nos últimos dias foi detectada uma dívida não contabilizada de 6,78 milhões de euros no Instituto do Desporto de Portugal.

Em causa está uma acumulação de facturas entre 2004 e 2011 que não entraram nas contas da instituição.

Laurentino Dias, antigo secretário de Estado do Desporto e da Juventude, ouviu Relvas ao vivo e abandonou os trabalhos da comissão

O armário com seus esqueletos vistos ao pormenor


O Executivo detectou uma dívida superior a 6,5 milhões de euros não contabilizada nas contas do Instituto do Desporto de Portugal.
A revelação foi feita na semana passada por Miguel Relvas, ministro dos Assuntos Parlamentares, numa audição parlamentar sobre os planos do Governo em termos de fusões nos organismos de juventude e de extinção da Movijovem.
Perante os deputados, Relvas anunciou que nos últimos dias foi detectada uma dívida não contabilizada de 6,78 milhões de euros no Instituto do Desporto de Portugal. Em causa está uma acumulação de facturas entre 2004 e 2011 que não entraram nas contas da instituição. "Não é aceitável que num instituto público isto aconteça", afirmou o ministro, explicando que as irregularidades "foram detectadas na preparação do processo de extinção da MoviJovem".


Laurentino Dias, antigo secretário de Estado do Desporto e da Juventude, ouviu Relvas ao vivo e abandonou os trabalhos da comissão depois das afirmações do ministro dos Assuntos Parlamentares.



O governante adiantou ainda que a reestruturação desta pasta do desporto e da juventude vai permitir uma poupança de 14 milhões anuais e que os cargos dirigentes serão reduzidos para 42 face aos actuais 119. O custo com direcções também vai emagrecer de 4,3 para 1,9 milhões de euros.

Nota de Bancada Directa. Cá estamos para dar conta dos armários que contêm esqueletos. Eles aparecerão….

Os leitores poderão saber mais pormenores no blogue "O desporto e a sua economia" clicando aqui

A Ericeira desassossegada.

A Ericeira desassossegada.

Conheço a Ericeira hà muitos anos. Sei que o Ouriço é um estabelecimento de diversão nocturna que também existe hà muitos anos. Do pouco que sei das suas actividades, melhor dizendo nada sei, apenas que no principio da sua existencia a Maya era uma das sócias, que ao tempo residia por lá. Mas tenho a convição de que é um estabelecimento emblemático desta vila. Situado mesmo na artéria frente ao mar (Rua Capitão João Lopes), que por ser estreita, quando por lá passamos, obriga-nos a ler um cartaz que existe na porta e que informa os clientes que o custo do consumo minimo é de 150 euros.

Mas sou confrontado com estas fotos do Lisboa SOS e constato de que nem tudo corre bem, isto no sossego dos residentes que residem perto do Ouriço e que, com todo o direito precisam e devem descansar de noite

Quando regressar de Roquetas de Mar vou ver se consigo saber algo mais sobre a situação para dar cohecimento aos nossos leitores.

È que na verdade o Ouriço faz muita falta à Ericeira. Aliás, faz parte da mesma.


Fotos do Lisboa SOS

domingo, 28 de agosto de 2011

Os meus flops (6). Fuga de informações secretas. A montanha pariu um rato. Inquérito fez-se mas das conclusões nai nai.

Os meus flops (6). Fuga de informações secretas. A montanha pariu um rato. Inquérito fez-se mas das conclusões nai nai.

A 1ª Comissão Parlamentar bem queria, mas o governo, diga-se Pedro Passos Coelho, não lhe fez a vontade. Claro que não foi em defesa da transparência de processos tão apregoada por estes governantes, mas sim na protecção da segurança do nosso Estado. Da minha segurança de certeza que não foi. Concretamente foi decidido não facultar à 1.ª comissão parlamentar as conclusões da investigação interna realizada nos serviços secretos sobre alegadas fugas de informação para a Ongoing, sustentando que o relatório contém dados susceptíveis de colocar em causa a segurança interna e externa.


O Presidente da 1ª Comissão (Assuntos Constitucionais) recebeu a carta expelida na quarta-feira, onde o nosso Primeiro explica ao Dr. Fernando Negrão que não pode satisfazer o pedido do Parlamento (que tinha solicitado o envio do relatório), uma vez que o conteúdo do documento revela identidades de funcionários das "secretas" e metodologias que não podem ser publicitadas, sob a ameaça de causar dano na segurança interna e externa. Na missiva, Passos Coelho invoca os artigos da Lei-Quadro do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) relativos às matérias sob segredo de Estado e a actividades classificadas. Nomeadamente o artigo 32.º, que define que "são abrangidos pelo segredo de Estado os dados e as informações cuja difusão seja susceptível de causar dano à unidade e integridade do Estado, à defesa das instituições democráticas (...), ao livre exercício das respectivas funções pelos órgãos de soberania, à segurança interna, à independência nacional e à preparação da defesa militar"; e o artigo 5.º, que estabelece que as actividades do secretário-geral do SIRP, do seu gabinete, do SIED e do SIS (Serviço de Informações de Segurança) são consideradas classificadas e "de interesse para a salvaguarda da independência nacional, dos interesses nacionais e da segurança externa e interna do Estado". Nesta última norma, determina-se ainda que os registos, documentos, dossiers, conclusões de análises e todos os elementos que constam dos centros de dados dos serviços estão sob segredo de Estado.

Em contacto pessoal com o Dr Fernando Negrão sempre reconheci nele uma pessoa integra, honesta para consigo e para com os seus pares. Sempre foi amigo da transparência de processos e de comportamentos. Calculo como deve ter ficado com esta atitude do nosso primeiro.

Na verdade a montanha pariu um rato. Quem deu origem a esta situação não é um menino de coro, e nem Deus está com ele.

Esta Lisboa que eu amo. Mas com a EMEL a seguir em frente e a olhar para o lado nem pensar!...

ESTA foto (de uma elucidativa sequência publicada recentemente no Passeio Livre) é mais do que uma alegoria, pois é um exemplo real e concreto daquilo que toda a gente sabe:
«Em locais bem conhecidos de Lisboa, onde a impunidade do estacionamento selvagem é a regra, a EMEL 'olha para o outro lado' e segue em frente...».
Neste caso, trata-se das famigeradas esquinas sul da Av. Sacadura Cabral com a Rua David de Sousa, em Lisboa, onde os pilaretes, oportunamente, sumiram (de ambos os lados) e nunca foram repostos. Podia indicar aqui uma mão-cheia de outros locais (só nas 'avenidas novas') onde isso sucede, mas a lista, além de fastidiosa, não acrescentaria nada ao que é do domínio público.

O grande mistério é porque é que temos de continuar a pagar os ordenados desta malta toda - desde o fiscal mais 'míope' até aos gestores de topo, que, como qualquer pessoa que anda nas ruas de Lisboa, sabem muito bem o que se passa - ou será preciso levá-los pela mão a visitar esses sítios "intocáveis

Agradecimento ao nosso amigo Dr. Carlos Medina Ribeiro, do "O Carmo e a Trindade".


Os meus flops (5). Que é que me falta ver mais nesta vida?

Não se trata de recordar a frase corrente de "quando se vê um porco a andar de bicicleta já se viu tudo".

E nem me quero lembrar que na localidade do Sobreiro (Mafra) há um restaurante que tem um cartaz e que ufanamente nota que tem frangos assados com molho de leitão.

Neste caso concreto é que dá para rir anunciarem frango assado e porem um reco no espeto.

Frangos mutantes é o que são!....

sábado, 27 de agosto de 2011

Fragmentos e Opiniões. O novo imposto sobre os ricos terá efeitos práticos? O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” tem muitas dúvidas.

Fragmentos e Opiniões. O novo imposto sobre os ricos terá efeitos práticos? O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” tem muitas dúvidas.



Com a sua experiencia de vida o nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" duvida da eficácia deste imposto....


OS IMPOSTOS SOBRE OS RICOS

Se me perguntarem se eu acho bem um imposto sobre os muito ricos eu respondo já: acho mal. Então se sempre foram os pobres a pagar as crises porquê mudar o paradigma?

Não dá a bota com a perdigota! Não vai na sequência da lógica. A resposta é: ESTE IMPOSTO A CRIAR AOS RICOS NÃO É UM IMPOSTO É UMA ESMOLA!

O que custa aos muito ricos dar um pequeno óbolo? Esmolas é o que eles mais habituados estão a dar. Nada não lhes corta nos rendimentos absolutamente nada e deixa os pobres – mais uma vez – de boca aberta, aparvalhados, pensando que os ricos são bonzinhos para eles pois até dão esmola. Vejam onde as grandes organizações têm as sedes das suas “holdings."” Onde se pagam poucos impostos!
O que se passa é que os ricos têm possibilidade de fugir aos impostos pois as leis e a organização internacional estão montadas para eles terem sempre para onde fugir com o dinheiro. Todo o ditador que se preze tem dinheiro em vários cestos pois se a coisa der para o torto sempre haverá alguém que lhe dê guarida.

Fala-se que os ricos portugueses perderam o seu rico dinheirinho na bolsa e agora só tem dívidas. – Uma treta! O que eles cá têm serão dívidas mas o dinheirinho deles está todinho lá fora onde não chega a mão do fisco. Só se fossem parvos e isso é que eles não são!

Alias, já hoje, qualquer remediado se pode dar-se ao luxo de meter o seu dinheiro nos off-shores. Ainda ontem a minha caixa do correio (e-mail) foi abordada pela UBS para – se eu quisesse – sem problemas meter o meu dinheirinho a salvo algures nas Ilhas Cayman ou noutro lugar garantido pelas grandes potências. Tudo legal. Fuga aos impostos legalizados!
O que acontece é que a fuga aos impostos não é crime. Crime só é se se for apanhado! Mas como? As contas são secretas! E as off-shores são legais. Se esses numerosos off-shores ( o verdadeiro banco dos ricos) fosse uma coisa ruim de certeza a NATO já teria bombardeado como costuma fazer aos maus deste mundo que tem petróleo.

Há tempo passou um filme muito interessante de um realizador alemão de seu nome Fassbinder, já falecido, que tinha por título: O DIREITO DO MAIS FORTE Á LIBERDADE.

Podem ficar descansados que não será filme para repassar nas nossas televisões. Va de retro Satanás. Abrir os olhos ao povo é uma coisa que o poder não está interessado.

Porque será?

Ninguém está interessado em dar cultura ao povo. Instrução vá que não vá mas a cultura leva a maus caminhos da mente…
Um abraço para os leitores do Olho Vivo e Pé Ligeiro

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Para grandes males grandes remédios: mas não convém exagerar!

Esta Lisboa que eu amo. Vielas estreitas.

Assim como uma viela tem obrigatoriamente, pela sua definição, de ser estreita, tambem para alguns esta vida é demasiada estreita. Se especialmente tiverem incompetentes governativos a dirigir os seus destinos. Refiro-me a este e a todos os governos anteriores.

Lisboa. Alfama

A foto é do Fernando Jorge

A coragem de um jornalista. Paulo Dentinho faz ontem um directo em Tripoli sob fogo cruzado e com perigo de ser alvejado.

A coragem de um jornalista. Paulo Dentinho faz ontem um directo em Tripoli sob fogo cruzado e com perigo de ser alvejado.

Impressionante a coragem de Paulo Dentinho, correspondente da RTP em Paris, mas enviado para a Libia para cobrir a entrada dos rebeldes na capital líbia. Entrou, ontem, em directo no Jornal da Tarde da RTP e viu-se que estava deitado num banco de um terraço de um hotel, com as balas a silvarem por cima da sua cabeça. Ao fim de uns longos minutos, como o tiroteio aumentava, foi obrigado a dizer ao pivot João Fernando Ramos que não estava em condições de continuar com o directo e acabava ali mesmo. É preciso ter coragem.
Quando uma pessoa está sob uma possível situação de ser atingido mas tem à sua rectaguarda quem o cubra, vá que não vá. Mas naquelas condições é preciso ser corajoso.

Os jornalistas na Líbia – Ninguém podem exigir que os jornalistas se desloquem ao teatro de guerra, salvo nos casos em que eles próprios estão mobilizados por uma das partes em confronto. Mas há muita gente corajosa, verdadeiros correspondentes de guerra, que se voluntaria para in loco dar a conhecer ao mundo o que se passa.






Entre os muitos exemplos que se poderiam citar em todo o mundo, vale a pena recordar a coragem de Carlos Fino durante a guerra do Iraque como um dos poucos jornalistas que ficou em Bagdad depois da iniciada a invasão americana, tendo em reportagens memoráveis dado a conhecer ao mundo a guerra vista “do outro lado”. Correu riscos, esteve em vias de ser eliminado num daqueles danos que de colaterais só tinha o nome por vários mísseis inteligentemente dirigidos para a janela do seu quarto de hotel. Só que ele na altura não estava lá e o esperado “dano colateral” não se verificou.

Nota: Já esta tarde soube que a jornalista da SIC Candida Pinto também esteve no mesmo hotel debaixo de fogo.

“Os meus flops” (4). O sueco Ingvar Kamprad, fundador do gigante Ikea, revelou uma nova sua biografia e confessou que pertenceu e vários grupos nazis.

“Os meus flops” (4). O sueco Ingvar Kamprad, fundador do gigante Ikea, revelou uma nova sua biografia e confessou que pertenceu e vários grupos nazis.

Kamprad confessou envolvimento em 1988

Fundador do Ikea terá sido um nazi activo, revela nova biografia. Uma investigação feita por uma jornalista da televisão sueca Sveriges revela que Ingvar Kamprad, fundador do Ikea, pertenceu a vários grupos nazis, incluindo o Partido Nacional-Socialista Alemão, e participou activamente nas suas actividades.



Nos últimos anos, a Suécia tem lidado com vários casos de personalidades com ligações ao nazismo. Há poucas semanas, a insistência dos meios de comunicação forçou a rainha Sílvia a iniciar uma investigação sobre o passado do pai. Desta vez, a atenção voltou-se novamente para o fundador do Ikea por causa da publicação de uma nova biografia, segundo a qual terá sido um membro activo de grupos com ideário nazi. Durante a juventude, Ingvar Kamprad, de 88 anos, terá tido um envolvimento com o nazismo maior do que o admitido antes.

Elisabeth Asbrink, jornalista da televisão sueca, foi a autora da investigação deste caso, já em parte conhecido, e expõe sobretudo a ligação de Kamprad ao Partido Nacional-Socialista Alemão (NSDAP). No livro é revelada a sua participação activa nas actividades do partido, cuja principal função seria o recrutamento de novos membros.
A jornalista divulga ainda que o multimilionário manteve a sua relação com o partido e com Per Engdahl, líder de um movimento fascista sueco, mesmo depois do fim da Segunda Guerra Mundial e de serem conhecidas as atrocidades cometidas por Hitler e pelo seu regime. A obra conta que em 1950, Kamprad esteve presente no casamento de Engdahl e que lhe escreveu uma carta onde dizia estar orgulhoso por pertencer ao círculo nacionalista. Porém, o empresário terá dito que as suas relações com outros membros do partido tinham terminado dois anos antes desta data.

Ingvar Kamprad juntou-se ao Partido Sueco Nazi em 1943 quando tinha apenas 20 anos, o que fez com que no mesmo ano fosse organizado um arquivo sobre si pela polícia de segurança.

Em And in Wienerwald the Trees Remain, título da obra, Asbrink escreve que as cartas de Kamprad foram abertas em segredo pela polícia de segurança. O conteúdo, que incluía informações sobre o seu empenho em recrutar novos membros, foi anotado pelas autoridades, e foi escrita no arquivo a palavra “nazi”. “Eram abertas com vapor, copiadas, e fechadas outra vez”, escreveu a autora.

"Um funcionário público nazi"

Os serviços secretos terão também escrito que Kamprad “exercia uma espécie de posição de funcionário público” numa organização da juventude nazi que também lhe enviava cartas.

No âmbito destas revelações, Per Heggenes, um porta-voz do fundador do Ikea, disse esta quarta-feira à Associated Press que o empresário desconhecia até agora da existência do arquivo e recordou que, nos últimos anos, Kamprad pediu perdão pelo seu passado e descreveu este período como “o pior erro da sua vida”. “Na cabeça de Ingvar não há nenhum pensamento simpatizante para com o movimento nazi”, acrescentou. Só em 1988 Kamprad admitiu, num livro biográfico, o seu passado ligado ao nazismo e pediu perdão pela sua “estupidez”. Também admitiu à imprensa sueca que frequentou reuniões de grupos nazis entre 1945-48. Quanto às razões do seu envolvimento, Ingvar Kamprad diz ter sido muito influenciado pela avó, oriunda da região de Boémia, na República Checa, e que lhe deu a conhecer revistas de propaganda do regime quando era ainda bastante novo.

“É um pouco estranho que Ingvar Kamprad não tenha, ele próprio, revelado esta informação. Ele disse que queria contar, e dizer que estava arrependido”, afirmou Asbrink ao programa da SVT Aktuellt, esta terça-feira.

Segundo informou Heggenes, Kamprad ainda não leu o livro baseado em dezenas de entrevistas, documentos oficiais e mais de 500 cartas. “Mas é óbvio que ele deseja pôr tudo isto para trás das costas. Não é divertido ser constantemente lembrado do que ele fez, uma e outra vez, sobretudo quando tem sido bastante sincero desde o princípio e pediu desculpas”.

Para o porta-voz, estas novas revelações não terão um impacto negativo na empresa. “Todas as pessoas que conhecem o Ikea sabem que é uma corporação multicultural e que pratica estratégias multiculturais”.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Fragmentos e Opiniões. A análise politica de Antonio Raposo: O cronista preocupa-se e pergunta: O que vai ser de nós?

Fragmentos e Opiniões muito actuais

O QUE VAI SER DE NÓS?

Uma análise política

A crónica de Antonio Raposo

Como nós todos estamos fartos de saber, veio cá a Troika e resolveu mandar no nosso país se acaso quiséssemos que eles nos emprestassem dinheiro a juros altos.
Para sermos simples e práticos nos nossos conceitos digamos que a Troika está para o nosso País como uma casa de penhores está para o pedinte. As regras são as da casa de penhores e ou aceitas ou não há dinheiro…

Acontece que o dinheiro que nos estão emprestando mal chega para irmos pagando os juros e pouco mais. Toda a gente está de acordo que desta forma nunca mais poderemos sair da alçada do penhorista pois jamais poderemos criar riqueza para levar o País ao desenvolvimento. É a chamada certeza de La Palisse. Concluo assim que esta política que nos enredou não vai levar a lado nenhum a não ser eventualmente ao abismo.

Por isso eu digo que este País precisa de alguém que diga – alto e bom som – e acrescente um murro na mesa, que o caminho que estamos a percorrer está errado. O Povo cada vez terá mais pobreza. E não tardará muito que as pessoas não aguentem.

A Europa e a respectiva União foram os principais causadores do descalabro em que nos encontramos. Quando dos governos do Cavaco (e não só) o dinheiro que chegou foi gasto sem controlo em estradas e auto-estradas. Cursos que tanta gente cursou e não serviram para nada. Distribuiu-se dinheiro aos agricultores para que deixassem de produzir (considero um crime) para que a nossa indústria se desfizesse e as pescas foram eliminadas os navios abatidos e o dinheiro que nos chegou ficou sem ser reprodutivo.

Promoveu-se a construção na periferia das cidades como se um motor de desenvolvimento se tratasse mas os casais novos que se formaram tiveram que gastar horas a vir da periferia para a cidade gastando e poluindo com os carros, enquanto que as casas antigas nos centros da cidade tinham sido adquiridas como aplicação de capital, a longo prazo. Dizia-se que os espanhóis tinham comprado metade da Av. da Liberdade em Lisboa. Para especulação. Deixava-se cair as casas e no seu lugar só se fazia construção nova. As câmaras foram vítimas de falta de legislação e simultaneamente enroladas na voragem. Acusavam-se deste mal os inquilinos que tinham rendas “antigas” e baratas. Mentira! O que os senhorios queriam em altura e profundidade!

Senão vejamos: as velhas cidades do País estão desabitadas no seu centro mas as casas estão devolutas. Cada vez menos gente mora na baixa lisboeta. Porquê? Por causa das rendas antigas? Não – as casas estão vazias e o preço do aluguer é livre! Os agiotas são como as nuvens: quando desaparecem fica um dia lindo...

Esta Troika que agora nos dirige há-de nos levar onde estão já os gregos. E verdade se diga, os políticos que nos tem governado não valem um caracol! Para mim o drama foi que os partidos assinaram - os três principais - o contrato com aqueles especuladores sem ler o que lá está de ruim para o povo português.

E agora?

Antonio Raposo. Lisboa. Agosto. 2011

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