BANCADA DIRECTA: Julho 2011

sábado, 30 de julho de 2011

Com muito L-O-V-E....




Joss Stone - L-O-V-E

Para todos os amigos, colaboradores e visitantes umas Boas Férias e muito..... L-o-v-e!

Para o meu Amigo Adriano Ribeiro um grande Abraço...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Bancada Directa faz uma ausencia junto dos seus amigos para gozo de férias

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Aproxima-se o mês de Agosto e é, naturalmente, o período em que as pessoas gozam as suas férias e descansam do seu dia-a-dia

Bancada Directa informa os seus amigos que vamos estar ausentes durante um certo tempo e que reapareceremos em tempo oportuno

Então bôas férias para todos

Adriano Rui Ribeiro

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Será o “Português” uma língua difícil? Até poderá ser, mas que a gente complica um bocado lá isso é verdade!.....

Será o “Português” uma língua difícil? Até poderá ser, mas que a gente complica um bocado lá isso é verdade!.....

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Falemos de vários aspectos da nossa Língua Portuguesa

Será Presidenta ou Presidente?

Este tema é recorrente e divide muitas opiniões. Até se dá o caso de membros do nosso Governo estarem a laborar num erro, mais por falta de convicção do que por ignorância
Esta “aula de português”, por acaso da autoria de uma brasileira, pode ser que ajude a acabar com as intervenções dos ignorantes (por exemplo, o Miguel Relvas), sobre a Presidente da Assembleia da República, a quem, garbosamente, tratou por “Presidente… ou Presidenta”.

Uma aula de português, foi elaborada para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se temos presidente ou presidenta.

Acho interessante para acabar com a polémica de "Presidente ou Presidenta"
Será que está certo?

A presidenta foi estudanta?

Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?



Miriam Rita Moro Mine - Universidade Federal do Paraná





No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...


Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente.


Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.


Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.


Portanto, à pessoa que preside é presidente, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo do erro grosseiro seria:


"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".

Transcrição na íntegra do conteúdo da aula

domingo, 24 de julho de 2011

Um desvio colossal. Por muitas voltas que se dê ao texto, mesmo com a eliminação de palavras intermédias, vale sempre a expressão “Um desvio colossal”


A minha crónica de Domingo

Um desvio colossal. Por muitas voltas que se dê ao texto, mesmo com a eliminação de palavras intermédias, vale sempre a expressão “Um desvio colossal”.

Nessa reunião privada das altas figuras do PSD, ainda não sei como, antes de Pedro Passos Coelho se retirar da sala onde decorreu a reunião, alguém “calhandreiramente” ou seguindo um plano já pensado disse aos jornalistas plantados na porta da sala que o primeiro-ministro tinha empregue a expressão um “desvio colossal” neste primeiro semestre de 2011. Tanto é que quando ele saiu, o primeiro-ministro, claro, logo lhe dispararam a pergunta: confirma que houve um desvio colossal nas contas públicas neste primeiro semestre?

Olimpicamente Passos Coelho, e sem parar, proferiu: hoje não digo mais nada.

Posteriormente naquela conferência de imprensa o Ministro das Finanças esclareceu que entre as palavras “desvio” e “colossal” foram proferidas mais algumas palavras, as quais como foram eliminadas, desvirtuavam a expressão da frase proferida.

Já depois desta explicação PSD fez publicar um vídeo onde realmente Pedro Passos Coelho tinha proferido 31 palavras e portanto nunca disse “um desvio colossal”. Ao fim e ao cabo a frase era mais ou menos esta: houve neste primeiro semestre do ano corrente um “desvio” nas contas públicas que vai obrigar o Governo a fazer um trabalho “colossal”.
Pois é! Se nós desmontarmos a frase de uma maneira filosófica poderíamos definir o seguinte:

1- Houve na verdade um desvio significativo das contas públicas naquele período (números redondos na ordem dos dois mil milhões de euros)

2- Quando se fala nesta ordem de grandeza de dois mil milhões de euros, considerando sobremaneira que o nosso país é um dos mais pobres desta Europa, qualquer mortal que vive diariamente a contar os cêntimos, logo com facilidade empregará um adjectivo para definir esta grandeza e “colossal” é um termo justo e apropriado.

3- Ora esta grandeza colossal vai obrigar o Governo a desenvolver um trabalho “colossal” . O trabalho é uma acção operativa neste caso. Mas que é “colossal”. E o que é origina este trabalho colossal? Precisamente o referido “desvio” das contas públicas. Ora não é descabido que estaremos em presença de um “desvio colossal” apesar desta expressão não ter sido seguida na retórica.

4- Não se disse, mas subentendeu-se!

5- Mas a Troika sabia do mesmo.

Contribuições

From “Orbis”.

Desvio...colossal!
O Ministro da Finanças Victor Gaspar afivela aquele ar discreto e sério de especialista competente que tem merecido elogios dos seus pares, devidamente ampliados na caixa de ressonância da comunicação social.
Por isso me surpreendeu a sua recente sessão de malabarismo!

Chamemos "pequena bola" a um "desvio não colossal das contas públicas". Chamemos "grande bola" a um "trabalho colossal para respeitar metas orçamentais".
Com um passe mágico que vai da (mão) esquerda para a direita, Victor Gaspar transforma uma pequena bola numa grande bola!

Haja quem me explique como é que um problema que não é colossal requer uma solução colossal!

E, perdoe-me o Sr. Ministro, mas o ar de "zombie" empresta à sua actuação uma graça que seria enternecedora se não estivéssemos nos apertos em que estamos...

Bom! e, para mim, se não estivéssemos nas nãos dos "mercados" que tanta devoção lhe merecem... A si, ao seu governo e à sua maioria.

sábado, 23 de julho de 2011

Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” não vê com muitos bons olhos as ordens que a Troika nos impõe.

Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” não vê com muitos bons olhos as ordens que a Troika nos impõe.

VEIO A TROIKA E DEU-NOS ORDENS A TROCO DE UM EMPRESTIMO

Meus caros leitores. A Troika não tem autoridade nenhuma para nos impor o que quer que seja. Apenas é uma organização (que não foi eleita por ninguém) que se dedica a actividade bancária. Empresta dinheiro e cobra juros.

Mas isso é o que ela devia fazer. E só isso.

Infelizmente dedica-se também a fazer uma coisa que eu chamo de maldade. Só empresta dinheiro a governos que se humilhem a fazer coisas que a troika não poderia implementar por não mandar nos Países. Apanhou o PS de calças na mão, praticamente na banca rota e toca de lhe fazer CHANTAGEM.
Obrigou a quem pediu dinheiro a fazer coisas no País contra os trabalhadores e a favor dos financeiros.

Que nome se poderá atribuir a estes senhores? Chantagistas? Isso mesmo.
Acontece que o governo PS – não teve a qualidade suficiente para endireitar o País e antes pelo contrário foram mais os disparates que as coisas de jeito! Resultado lá tiveram que assinar o acordo da Troika! E agora já está.

Os inteligentes de direita, aproveitaram o PS estar de calças em baixo e vai daí foram assinar com a Troika um acordo com o qual nada tinham que assinar porque não eram ainda governo. Venderam-se antes do tempo! E agora, alegremente querem vender o que o País amealhou. Os bens. Esperamos que alguém um dia lhes venha a cobrar esta falta de portuguesismo. Chamo falta de portuguesismo para não lhes chamar um outro nome pior. Acho que “Vendilhões do Templo” vai muito bem com o PSD e o CDS.
Agora fazem um número engraçado porque estando no governo, aproveitaram as maldades da Troika e dizem que foi o PS que assinou o contrato!

E agora terão que o cumprir. Coitadinhos. Quem os mandou ir a correr baixar as calças à Troika sem ser necessário? Que eu saiba o BE e o PCP não o fizeram e hoje terão a força moral para chamarem aos adversários de bancada o nome adequado.

Um nome feio. Que merecem.

Ass) Olho Vivo e Pé Ligeiro

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Fragmentos e Opiniões.Isto de emagrecer os gastos excessivos está difícil. O nosso cronista António Raposo analisa um tema actual.

Fragmentos e Opiniões



Isto de emagrecer os gastos excessivos está difícil. O nosso cronista António Raposo analisa um tema actual.

A CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

Agora é que eu descobri que a Caixa Geral de Depósitos afinal se chamava POTE



Pois é, os nossos políticos assim que se apanham no poder toca de ir ao pote!

Lambuzam-se todos com os lugares de chefia que aquela entidade está a abarrotar. Agora e indo ao encontro do prometido no seu programa, onde se propunha reduzir 15% dos lugares, o nosso querido primeiro-ministro acaba de nomear para a Caixa um “amigo” e companheiro de partido que estava a “trabalhar” no grupo Mello. Vai dai nomeia-o para a Caixa e não satisfeito dá o tacho de CEO (administrador sem funções executivas) ao anterior Presidente.


Como é que ele reduz os lugares? Aumentando-os? A Caixa Geral de Depósitos fica com 11 administradores. Para quem quer vender ao desbarato a área dos seguros e da saúde da caixa a minha pergunta é: o que é que os 11 administradores ficarão lá a fazer?

Só se os nomear metade sem funções executivas, pois assim só lá vão às reuniões das assembleias e terão o trabalhão de ter que receber o chorudo vencimento no fim do mês.
Isto a meu ver é quem mais pode roubar!

O drama é que o anterior governo era a mesma coisa. Políticos com lugares em conselhos de administração são em barda. No jornal vinha a dizer que 30% dos deputados tinham interesses com o estado.
Os advogados ganham fortunas a dar pareceres que poderiam ser feitos com o pessoal da casa. Com os automóveis do estado é um regabofe.

Não há dúvida que há muito onde se poderá poupar dinheiro, mas não acredito que se vá poupar onde se deveria.

Vamos ficar à espera para ver onde é que este governo vai poupar. Em administradores da Caixa é que não é!

Antonio Raposo. Lisboa. 2011. Jul.22

Atenção que esta dieta dá para engordar! Mas que emagrecimento prometido. Nem o exemplo do “Peso Pesado” os ensina….

Atenção que esta dieta dá para engordar! Mas que emagrecimento prometido. Nem o exemplo do “Peso Pesado” os ensina….

Passos Coelho engorda número de gestores da Caixa
O novo conselho vai ter dois presidentes (Faria de Oliveira ( função de “chairman”, isto é, não executivo, melhor, lugar de fachada) e Agostinho de Matos). O número de membros cresce de sete para 11.

Custos dos salários não vão aumentar. Eu acredito mesmo nisto…..

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai ter mais administradores do que actualmente. O número total deverá rondar os 11, embora até ontem à noite o Ministério das Finanças não tenha confirmado nem o novo modelo de governação nem os nomes do novo órgão de gestão do maior banco do país. Porém, o jornal i (fonte desta noticia no Bancada Directa) sabe que haverá menos gestores executivos que os actuais sete e que o novo modelo incluirá administradores não executivos, que não existiam até agora. Os encargos salariais serão contudo menores que os actuais.
Apesar da diminuição dos custos, este modelo contraria as orientações do governo liderado por Pedro Passos Coelho, que se comprometeu a diminuir 15% os cargos dirigentes de toda a administração pública. A criação de dois cargos de presidente, o não executivo ou chairman - que será ocupado por Faria de Oliveira -, e o executivo, surge ainda numa altura em que a Caixa está obrigada a reorientar o seu foco para a actividade bancária, saindo de outras áreas, como os seguros e as participações financeiras em empresas emblemáticas - Portugal Telecom, EDP e Zon, entre outras.

A existência de dois presidentes é uma configuração mais adoptada nas empresas privadas com vários accionistas, em que o chairman tem em regra a missão de lidar com os vários sócios da empresa. A única empresa pública onde este modelo é praticado é a TAP.
O figurino já tinha sido experimentado na Caixa com maus resultados. No anterior governo de coligação PSD/CDS, a coexistência entre o chairman António de Sousa e o presidente-executivo Mira Amaral foi tudo menos pacífica. Choque de personalidades e uma distinção pouco clara entre as responsabilidades e funções de cada órgão, terá contribuído para o conflito que resultou na demissão dos dois.

José Agostinho de Matos é o homem agora escolhido para presidente-executivo (CEO) do banco público. O ainda vice-governador do Banco de Portugal será o próximo presidente do banco estatal, mas não terá sido a primeira escolha do governo. Faria de Oliveira, um homem muito próximo do Presidente da República, Cavaco Silva, troca a presidência pelo cargo de chairman (presidente não executivo). António Nogueira Leite, que faz parte do Conselho Nacional do PSD e que esteve ao lado de Passos Coelho durante a oposição ao governo de José Sócrates, ocupará a vice-presidência.

O jornal i sabe ainda que a escolha de José Agostinho de Matos, um técnico sem conotações políticas, foi da responsabilidade do ministro das Finanças, Vítor Gaspar. E desta vez o Partido Socialista, ao contrário do que já aconteceu no passado em relação à nomeação de alguns cargos públicos mais importantes, não foi ouvido. A garantia foi dada ao i por José Lello, que pertence ao secretariado nacional do PS.

O novo conselho de administração da CGD deverá ter ficado ontem fechado porque a assembleia-geral para eleger a nova equipa está agendada para hoje, o último dia do prazo definido pelo antigo executivo para esta nomeação. O ministério das Finanças já tinha confirmado que iria cumprir o calendário para esta decisão, mas ontem não fez qualquer comentário aos nomes que foram avançados pela imprensa económica.

Nogueira Leite sai do grupo Mello O economista António Nogueira Leite abandona todos os cargos que desempenhava no grupo Mello, onde era administrador de várias empresas. O grupo Mello está presente no sector da saúde, negócio que a CGD pode vender no quadro da reorganização, mas o jornal i sabe que o gestor não irá participar em reuniões que discutam assuntos do interesse do seu antigo empregador, o Grupo Mello.

Antes de entrar para o grupo que é o maior accionista da Brisa, Nogueira Leite teve uma passagem rápida pelo governo de António Guterres, onde foi secretário de Estado do então ministro das Finanças, Pina Moura. O novo vice-presidente da CGD foi conselheiro de Pedro Passos Coelho, mas durante a elaboração do programa de governo vieram a público algumas fricções entre os dois.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Desporto em França. Le Tour de France 2011. Andy Schlek brilhou no Galibier, mas Thomas Voeckler foi um herói e segue de amarelo.

O Desporto em França. Le Tour de France 2011. Andy Schlek brilhou no Galibier, mas Thomas Voeckler foi um herói e segue de amarelo.

A etapa de hoje com 3 montanhas de alta categoria e que terminava no Le Galibier registou o triunfo de Andy Schlek logo seguido do seu irmão mais velho. A cerca de 3 quilómetros do fim da etapa Andy tinha vantagem suficiente para arrebatar a camisola amarela a Voeckler. Mas o esforço de Cadel Evans permitiu que Voeckler ainda ficasse com 15 segundos de vantagem para o ciclista luxemburguês.

Derrotados que foram nesta etapa Alberto Contador e Samuel Sanchez, logo naturalmente ficaram arredados da vitória final.

Vamos a ver como vão decorrer a etapa da amanhã e o contra-relógio de Sábado. Tudo parece correr de feição a Cadel Evans.

De cima para baixo: Damiano Cunego, Ivan Basso e Samuel Sanchez

Os minhotos de Ganfei cantam, tocam e dançam excelentemnente o nosso folclore

Festival Nacional de Avanca - Estarreja

2011 Julho 10

Actuação do Grupo Folclórico de Ganfei - Valença do Minho



Agradecimento ao seu Director Valdemar Moreira

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O Desporto lá pelos gauleses. Le Tour de France 2011. Continua a saga de Thomas Voeckler

O Desporto lá pelos gauleses. Le Tour de France 2011. Continua a saga de Thomas Voeckler

Na etapa de hoje, em parte corrida no território transalpino, com a pista de bobsleigh a ser mostrada quase pronta na zona de Sestriére, Thomas Voeckler continuou a dar nas vistas. A sorte também o tem acompanhado. Foge a uma queda mesmo ao seu lado de vários ciclistas, entra em despiste numa curva mas não vai ao chão e por fim entra num quintal de um vizinho que não era dêle. Na altura Alberto Contador atacava a fundo ajudado pelo seu amigo Samuel Sanchez, mas Thomas Voeckler reage e consegue minimizar o espaço que o separava não só de Contador e de Samuel, mas também os manos Andy e Franz Schlek e Cadel Evans. Claro ainda conserva a camisola amarela. Pelo menos até amanhã

Alberto Contador já está a dar nas vistas e espera-se que amanhã ataque a fundo.

Mas Thomas Voeckler é o ídolo de Bancada Directa pelo que já fez…..

O Desporto lá pelos USA. Em Los Angeles uma loira dinamarquesa alegra o estagio do Real Madrid

Afinal, a loira que despertou a atenção dos jogadores do Real Madrid é modelo profissional, não jornalista. Amalie Wichmann é uma dinamarquesa radicada nos Estados Unidos e tornou-se mediática recentemente, precisamente em eventos desportivos.

Antes da aparição no estágio que o Real Madrid está a realizar em Los Angeles, Wichmann tinha dado nas vistas num jogo de basquetebol dos Lakers. Curiosamente, utilizou a mesma vestimenta (da marca de roupa que a patrocina).

Desta vez, arrancou comentários de Cristiano Ronaldo, Marcelo e do próprio Mourinho, acabando por garantir uma fotografia com o técnico português
Ora vejam lá o video....






terça-feira, 19 de julho de 2011

O Euro percorre a sua via do Calvário. Se não acudirem ao Euro, esta moeda corre sérios riscos de desaparecer

Se não acudirem ao Euro, esta moeda corre sérios riscos de desaparecer

Um ano após o início da crise na Grécia, a Zona Euro continua à beira do precipício. Nem os 110.000 milhões prometidos pela União Europeia e o FMI, nem o plano de austeridade drástica encetado pelo Governo de Papandreu melhoraram a situação financeira da Grécia. E muito menos convenceram os mercados financeiros e as agências de rating, que aumentaram a pressão.

Depois da Grécia, Irlanda e Portugal terem passado pelo regime da cenoura do plano de apoio e do pau do rigor, a Itália e a Espanha estão a ser atacadas pelos meios financeiros. Ora um risco de bancarrota de um desses dois países pode rebentar com a Zona Euro, com imprevisíveis consequências políticas e económicas.

Em Bruxelas, Frankfurt – sede do Banco Central Europeu –, Paris, Berlim e todas as capitais europeias, os dirigentes políticos e económicos buscam uma solução: maior rigor, solidariedade entre países, perdão da dívida, contribuição do sector bancário?

Entre apelos ao federalismo e defesa dos interesses nacionais (egoístas?), os dirigentes europeus estão hesitantes sobre o comportamento a adoptar. Aterrorizados com o poder dos mercados e das agências de notação, parecem incapazes de uma acção decisiva. Correndo o risco de perder o controlo da situação.

Anotações de Bancada Directa

O euro é a moeda única da União Europeia.

a) Foi introduzida em 1999 por 12 dos 15 Estados-Membros da altura para transacções financeiras e em 2002, quando as moedas e as notas entraram em circulação, para todo o tipo de pagamentos.

b) Houve três países (a Dinamarca, a Suécia e o Reino Unido) que não participaram nesta união monetária.

c) Os novos Estados-Membros estão a preparar se para entrar na área do euro mal preencham os critérios necessários.

d) Paralelamente ao objectivo de estabilidade monetária, da responsabilidade do Banco Central Europeu, os Estados-Membros empenham se em conseguir maior crescimento e convergência económica

Os desalinhados no Bancada Directa. Na Quinta do Barão em Carcavelos é o que se vê e não se deveria ver.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Nem vale a pena fazer comentários. Querem receitas para a receita?.

Então aproveitem!
Há mais fotos que documentam situações a estas semelhantes e que é uma falta de respeito para quem quer andar pelos passeios em segurança

O mais grave é que todos estes edificios têm no seu interior lugares para estacionamento

Francamente

Carcavelos. Quinta do Barão. Aqui há dias

Agradecimento ao "passeio livre".

As voltas que a vida dá! Esta cidadã, agora mendiga pelas ruas desta Lisboa, já teve vida própria como elemento util da nossa Sociedade.

À atenção do primeiro-ministro Passos Coelho e do Ministro da Solidariedade e Segurança Social Pedro Mota Soares

Meus amigos! Não se poderia dar um jeitinho que para o caso desta cidadã de corpo inteiro e centenas de casos semelhantes, para se criar um Projecto de Apoio Social Consistente, para melhorar-se a sua vida?

Os portugueses agradecem.....

Lisboa. Sé Catedral. Recentemente

A foto é do Ferrnando Jorge

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Sarampo para que te quero? Longe vai o tempo em que se dizia: “Sarampo, sarampêlo, sete vezes vem ao pêlo”

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Sarampo para que te quero? Longe vai o tempo em que se dizia: “Sarampo, sarampêlo, sete vezes vem ao pêlo”!
A vacina contra o sarampo suavizou a sabedoria popular que segundo o provérbio dizia: Sarampo, sarampêlo, sete vezes virá ao pêlo. Agora tem poucas hipóteses de vir.

O sarampo foi absolutamente fatal para muitas – demasiadas – vidas. A vacina ajudou a conter a expansão desta doença altamente contagiosa, mas não impede que continue a existir.

Causada por um vírus facilmente propagado pelas secreções nasais ou bocais, a infecção respiratória estende os seus efeitos aos olhos e à pele.

Aliás, é precisamente na pele que se declaram os sintomas mais visíveis – as manchas avermelhadas. O percurso descendente é uma característica, por isso surgem primeiro na cabeça até chegarem aos pés, num processo que dura cerca de três dias.

Paralelamente às manchas, febre elevada, tosse, irritação da garganta, secreções nasais e dores musculares compõem os sintomas apresentados. Na boca surgem pequenos pontos irregulares com um centro esbranquiçado – são as manchas de Koplik,, que geralmente precedem as erupções cutâneas. Nos olhos, a inflamação e a vermelhidão típicas da conjuntivite, a que se associa uma particular sensibilidade à luz – daí que, no tempo em que o sarampo era generalizado as crianças eram mantidas num ambiente escuro e as entradas de luz cobertas com panos vermelhos.

O vírus do sarampo possui um período de incubação de aproximadamente 10 dias, com variação que pode ir dos 7 aos 18 dias, após o contágio, com a doença a prolongar-se entre 4 a 7 dias. O período de maior contágio ocorre 2 a 4 dias antes das erupções cutâneas e perdura até 2 a 5 dias após o aparecimento das mesmas É então que a simples presença de um doente pode significar o contágio de todos os que com ele contactam, havendo 90% de probabilidades que isso aconteça, se não tiverem sido vacinados.
Água e descanso
O sarampo é de origem viral e não bacteriana, pelo que os antibióticos não são eficazes e nada fazem para melhorar o doente. Na falta de um tratamento específico, restam acções para aliviar os sintomas. Se a febre for muito elevada, por exemplo, pode recorrer-se a antipiréticos à base de paracetamol (não esquecendo que a aspirina é contra-indicada nas crianças) e deverá prevenir-se a desidratação, fazendo ingerir líquidos em abundância. Água, chá ou sumos de frutas são, também, úteis para tornar as secreções mais fluidas permitindo que a sua expulsão seja facilitada. Este é igualmente um benefício que se colhe com as vaporizações, recomendadas para aliviar a tosse.

Depois, o repouso dos “guerreiros” é determinante e pode até ser valorizador, se aproveitado para ler ou entreter.

Do ponto de vista clínico, o sarampo é mais grave nos adultos ou quando contraído na adolescência, do que nas crianças, sendo que nestas, as formas mais graves da doença estão associadas à má nutrição. Assim, o sarampo é uma doença benigna, mas que pode evoluir para situações mais graves, ainda que raras, como a pneumonia (uma infecção pulmonar) ou a encefalite (infecção do cérebro), ambas causadas pelo próprio vírus. Com mais frequência, o sarampo pode evoluir para infecções como a otite e a laringite, causadas por bactérias que se aproveitam do estado frágil da criança, sobretudo quando, ao mesmo tempo, se colocam problemas de nutrição, tal como referido anteriormente.

De todas as consequências do sarampo, a mais grave – geralmente fatal, mas muito rara – é a panencefalite esclerosante subaguda, que se declara meses ou anos depois da doença., afectando o sistema nervoso. O que acontece é que o vírus do sarampo fica como que adormecido no cérebro, sendo reactivado por factores ainda não identificados.

Contribuições
VASPR, a vacina
O sarampo previne-se, mas apenas através de uma vacinação. O respectivo plano nacional de vacinação inclui a chamada vacina tríplice, que também proporciona imunização contra a papeira e a rubéola.

É dada em duas doses, a primeira aos 15 meses de idade e a segunda dose pelos cinco ou seis anos.

A vacina é bem tolerada, mas duas a três semanas após a sua administração, podem declarar-se alguns efeitos secundários, designadamente febre de curta duração e uma ligeira erupção na pele.


Fonte: Revista Farmácia e Saúde. Junho 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Desporto lá pela China. As voltas que a vida dá. Antigo ginasta descoberto a mendigar nas ruas de Pequim

O Desporto lá pela China. As voltas que a vida dá. Antigo ginasta descoberto a mendigar nas ruas de Pequim

O antigo ginasta chinês Zhang Shangwu, que conquistou medalhas de ouro nas Universiadas de Pequim (2007) em 2011, foi encontrado a mendigar nas ruas.
O antigo ginasta chinês Zhang Shangwu, que conquistou medalhas de ouro nas Universíadas de Pequim (2007) em 2011, foi encontrado a mendigar nas ruas depois de passar cerca de quatro anos preso por roubo.

O caso reabriu o debate sobre as dificuldades por que passam muitos dos desportistas chineses já retirados.

Zhang Shangwu, de 28 anos, penhorou as suas duas medalhas em 2007 por cerca de 50 yuan cada (cerca de cinco euros) e pouco tempo depois seria detido por roubo de computadores, telefones móveis e outros equipamentos numa escola de desporto em Pequim.

Treinava desde os cinco anos
O antigo ginasta saiu da prisão em Abril e desde então vivia mendigando e dormindo nas ruas da capital chinesa até ser descoberto pela imprensa.

Zhang Shangwu nasceu no família humilde de Baoding, província de Hebei, norte do país, começou a treinar aos cinco anos lado a lado com futuras estrelas da ginástica nacional como Yang Wei, e era uma estrela em ascensão quando há dez anos conquistou duas medalhas de ouro nas Universíadas.

Um ano depois sofreu uma grave lesão no tendão de Aquiles que o afastou da equipa nacional e o fez regressar a Hebei, de onde saiu após divergências com o seu treinador e de ter recebido uma compensação de 38.000 yuan (cerca de 4.100 euros).

A lesão e a falta de uma educação universitária impediram-no de encontrar trabalho, conduzindo-o à delinquência e à mendicidade, contou Zhang Shangwu à imprensa.

Caso não é isolado De acordo com o diário de língua inglesa South "China Morning Post", o caso de Zhang Shangwu não é isolado e reflecte o destino de milhares de jovens que se dedicam a tempo inteiro aos treinos logo desde a infância, escusando-se a pensar em mais alguma coisa que não as medalhas olímpicas.

O mesmo diário recorda outros casos como a ex-campeã da maratona Ai Dongmei, que também vendeu a suas medalhas após o marido ter ficado desempregado, ou da campeã nacional de halterofilia Zou Chunlan, que anos depois foi descoberta por acaso a trabalhar como massagista numa casa de banho pública.

Apesar dos problemas de alguns dos atletas chineses, o "China Daily", jornal oficial em língua inglesa, assinala que o ex-ginasta Zhang Shangwu acabou por ter um final feliz dado que após a sua história ser conhecida muitas pessoas ofereceram ajuda ao desportista reformado para abandonar a rua.

O Desporto lá por França. Le Tour 2011. Thomas Voeckler. Um senhor ciclista.

O Desporto lá por França. Le Tour 2011. Thomas Voeckler. Um senhor ciclista.

Quando o norueguês Thor Hushvod conquistou a “amarela”, logo na segunda etapa, tirando-a do dorso do belga Philip Gilbert, os analistas “entendidos” opinaram que daí a muito pouco tempo ele perderia a mesma, apesar das etapas de montanha só serem reais na segunda semana. Mesmo assim o nórdico honrou a sua presença no seu dorso, visto que só a perdeu numa etapa ( Aurillac/Carmaux) em que Luíz-Leon Sanchez e Thomas Voeckler foram gigantes. O espanhol ascendeu ao segundo lugar da geral e Thomas Voeckler conquistou a camisola amarela.

Thomas Voeckler já tinha aflorado numa entrevista que actualmente já tinha uma idade de respeito e que não lhe dava para fazer “grandes coisas”. Mas se elas aparecessem ele estaria para o que desse e viesse.

Thomas Voeckler ganhou a amarela no Domingo 10 de Julho. As etapas pirenaicas surgiriam na quinta- feira a seguir. Era o limite que os analistas ”entendidos” davam ao gaulês para manter a amarela no seu dorso. Logo surgiriam os Schlecks, O Cadel Evans, o Alberto Contador, o Ivan Basso, o Cunego, o Samuel Sanchez e outros “feras”, ágeis a subir as enormes montanhas francesas
Puro engano Thomas Voeckler em todas as etapas de montanha deu uma prova cabal da sua categoria, manteve-se sempre no pelotão em posição de controlar tudo e todos, demonstrando uma enorme confiança nos seus recursos, respondeu a todos os ataques sem hesitar e até chegou a dar a impressão que se quisesse tinha abandonado os adversários nos últimos quilómetros da etapa que terminava no Plateau de Beille o grupo onde seguiam os feras e poderia discutir com o Vandendert o primeiro lugar dessa etapa. Claro que deu essa impressão, mas se atacasse também poderiam os “feras” atacar também.

Quais Franz e Andy Schleck, qual Cadel Evans, qual Contador, qual Ivan Basso e Cunego, qual Samuel Sanchez. Nesta altura Thomas Voeckler é a figura dominante do “Le Tour France 2011”

Quem conhece a subida para o Plateau de Beille, logo a seguir a Les Cabannes sabe que os primeiros quilómetros são assustadores. Há uma série de curvas em que os automóveis seguem durante alguns quilómetros em 1ª velocidade. Nem dá para meter a segunda. Para Thomas Voeckler a subida para o Plateau de Beille foi uma brincadeira.

Thomas Voeckler: um senhor ciclista

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