BANCADA DIRECTA: Abril 2011

sábado, 30 de abril de 2011

Sócio, sócio, estou concentradissimo! Vou pôr 200 milhões de chineses a beber este licor.E vêm todos em vôos charters!

Imitações de Bruno Ferreira. A do Paulo Futre está espectacular!...

O Detective Tempicos volta a atacar. O que vem a seguir com o 3º episodio da Detective Jeremias (Santarém)

O Detective Tempicos volta a atacar.



Nota do detective para o blogue Bancada Directa

Aqui vai o episódio da confreira Jeremias É do melhorio!.

Ela indica o Onairda como o escritor que se segue... por isso vá afiando o lápis.

Nota aos restantes confrades escritores

Quem escreveu, está escrito. Quem não escreveu que vá afiando o lápis e alimentando os neurónios porque o nível literário está muito elevado e arriscamos o prémio Móvel (parecido ao prémio Nobel mas de menor valor pecuniário) atribuído pela Câmara Municipal de Massamá, terra que tem dado tão valiosos filhos.

Que os Deuses vos protejam e vos inspirem.
A Raposo

Uma pequenina amostra do 3º episódio, autoria da Detective Jeremias

Vier Augen sehen mehr als zwei

Muito se especula sobre Frau Jeremein (FJ).

Quase sempre, por onde ela passa as conversas de café, os mexericos das senhoras vizinhas, as bisbilhotices do chá das cinco, as colunas sociais do jornal da terra ou as páginas das revistas cor-de-rosa inventam-lhe um passado, um presente e até lhe profetizam um futuro. Não passam de delírios mirabolantes, ou seja de chorrilho de mentiras.

Uma coisa posso eu garantir ao leitor, tudo o aqui vier a ler é a mais pura verdade, sem ficções, invenções, disfarces ou fingimentos.
Frau Jeremein na Russia

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aveiro e o seu desporto. À atenção de todos os aveirenses que gostem de desporto

Amigos leitores: A vida passa por nós rapidamente. Temos de aproveitar estas manifestações culturais. Concerto Sinfónico amanhã em Mafra.

Amigos leitores: A vida passa por nós rapidamente. Temos de aproveitar estas manifestações culturais. Concerto Sinfónico amanhã em Mafra.

Concerto Sinfónico

A música sinfónica regressa ao Convento de Mafra. No dia 30 de Abril, pelas 22 horas, a Câmara Municipal promove um concerto pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, que se realizará na Sala Elíptica da Escola Prática de Infantaria. A entrada é gratuita.

O maestro titular da Orquestra Sinfónica de Berlim, Lior Shambadal, irá dirigir a Orquestra Metropolitana de Lisboa, em Mafra.
Lior Shambadal, de 70 anos, é maestro titular da Berliner Symphoniker há mais de uma década, durante a qual dirigiu mais de 150 concertos em todo o mundo.


Notas complementares de Bancada Directa

A música sinfónica regressa à Sala Elíptica da Escola Prática de Infantaria, no monumental Convento de Mafra. No dia 30 de Abril, pelas 22 horas, a Câmara Municipal de Mafra promove um concerto pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, com direcção musical de Lior Shambadal, maestro titular da Orquestra Sinfónica de Berlim há mais de uma década, durante a qual dirigiu mais de 150 concertos em digressões pelo Japão, China, Coreia, Itália, Espanha, Irlanda, Inglaterra, França e Alemanha. É solista o violetista Gilad Karni, chefe de naipe da Orquestra da Tonhalle de Zurique, tendo já ocupado igual lugar na Filarmónica de Nova Iorque. A entrada é gratuita.

Programa:
Wolfgang Amadeus Mozart - Música de bailado da ópera Idomeneo, KV 367 (1.º e 2.º andamentos);
Benjamin Britten - Lachrymae: reflexões sobre uma canção de John Dowland, Op. 48.ª;
Nepomuk Hummel - Fantasia em Sol menor, para viola e orquestra;
Felix Mendelssohn - Sinfonia n.º 3, Op. 56, Escocesa.

Acreditem, meus amigos, que isto era uma realidade.Era o tempo da longa ditadura fascista

Favor clicarem na imagem para ampliar a mesma

Fragmentos e Opiniões. Os “Geração à Rasca” espanhóis., Jovens passivos, adormecidos, mas não resignados.

Fragmentos e Opiniões. Os “Geração à Rasca” espanhóis. Jovens passivos, adormecidos, mas não resignados. "A juventude diz basta", manifestação da "Juventude sem Futuro" em Madrid, a 7 de Abril.

Desemprego, precariedade, futuro incerto: a juventude espanhola foi duramente atingida pela crise económica. E ainda assim, não se revolta, constata El País.

Leio o artigo do jornalista Juan António Aunion do “El País” de Madrid e constato que lá é como cá., isto é, jovens sem futuro assegurado….

“Isto é só o princípio”, promete o texto em que a organização Juventude sem Futuro agradece a participação, no passado dia 7 de Abril, numa manifestação em Madrid. Eram entre mil e dois mil, mas estão satisfeitos; depositam grandes esperanças na próxima convocatória, para meados de Maio. A verdade é que, pelo menos, uma pequena parte dos jovens – dessa “juventude mais preparada” da história que “viverá pior que os seus pais”, como diz o seu manifesto – se indignou e saiu à rua, como lhes pedia o activista francês de 93 anos Stéphane Hessel [no seu livro Indignai-vos!].

Seja de medo, recusa, paternalismo, compreensão ou adesão, ou qualquer outra a posição em que se observa este movimento, todos conseguimos perceber os motivos da indignação dos jovens espanhóis: uma década de precariedade laboral – quando não de desemprego galopante –, da sobrevivência com mil euros por mês, de excesso de qualificação de diplomados universitários e de dificuldade (para não dizer impossibilidade) de acesso à habitação. E agora, depois de mais de dois anos de crise económica, o desemprego juvenil (mais de 40%) é o dobro da média europeia, e metade dos desempregados tem menos de 34 anos.

Além do mais, levanta-se a questão da sustentabilidade de um Estado providência de que mal começaram a beneficiar e o apoio familiar é periclitante. O sociólogo da UNED, José Félix Tezanos, diz que “o ambiente não é explosivo, mas é inflamável; basta uma fagulha…”. “O clima gera-se na Internet”, acrescenta.

Passividade de toda a sociedade espanhola
De uma maneira geral percebe-se que vai crescendo a sensação de que a crise económica está a ser paga por quem não a provocou e que as elites económicas que a causaram saíram incólumes. O prefácio da edição espanhola do livro de Hessel foi escrito por José Luis Sampedro. E Hessel assinou o prefácio do livro de crónicas cujo título é Reacciona [Reage].

Neste último, Sampedro que, tal como o activista francês, também tem 93 anos, dirige-se a esse ente difuso chamado jovens e não só para que reajam perante os seus problemas particulares: “O sistema precisa de uma mudança profunda que os jovens entendem e deverão enfrentar melhor do que os mais velhos, ainda agarrados ao passado. […] Apesar dos seus líderes ainda estarem no posto de comando e ao leme, apesar de continuarem a dar ordens anacrónicas, os jovens que segurarem os remos podem dirigir o barco”.

O descontentamento, exacerbado pela crise, sem dúvida que está aí, estamos de acordo. Como também está o apelo à mobilização. A pergunta que se coloca é se um movimento como o Juventude sem Futuro, ou qualquer outro, o podem canalizar numa direcção e irem mais além. Pablo Padilla é um estudante de Antropologia, de 22 anos, que está mergulhado na organização. Quando se lhe fala na passividade dos jovens, protesta: “Por acaso o resto da sociedade está a movimentar-se muito”?

"Foi o capitalismo que rompeu com eles"

Mas são muitos os especialistas que insistem na passividade e na apatia. “A desconfiança nos políticos pode manifestar-se sob a forma de conflito ou sob a forma de apatia e desinteresse; que é o modelo finalmente adoptado. A falta de tradição política continua a pesar num país que não está habituado a mobilizar-se, que não tem associações fortes, sindicatos geracionalmente renovados”, garante a professora da Universidade de Salamanca Marta Gutiérrez Sastre.

Para o sociólogo da Universidade de Alicante Antonio Alaminos, são necessárias alternativas e objectivos claros para que um protesto deste género surta efeito. Ou isso, ou um “detonador irracional”. Por exemplo, diz que os protestos árabes têm esse objectivo claro (melhorias económicas e democráticas) e que nos países da UE onde afloraram, produziu-se esse detonador irracional.

“A dificuldade de mobilização dos jovens espanhóis deve-se à expectativa de falta de resultados. Os jovens espanhóis (e muitos europeus) caracterizam-se por quererem viver como os seus pais, num mundo capitalista de consumo. Não querem acabar com o capitalismo, foi o capitalismo que rompeu com eles”, opina.

É possível que sejam muito poucos os jovens que, até agora, saíram à rua. É possível que, mal ou bem, a família, o trabalho ilegal e a proteção social ainda mantenham o descontentamento controlado, porque as necessidades básicas estão garantidas. E pode ser também que a passividade da maioria dos jovens acabe por prevalecer sobre o ímpeto dos que se mexem.

“Os jovens não têm uma atitude potente de rebeldia, estão perplexos, porque o contrato social se tornou vulnerável”, diz o sociólogo José Félix Tezanos, mas adverte: “Estão a produzir-se movimentos muito profundos e se não houver alterações sociais importantes, os problemas acabarão por vir ao de cima”.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Revisitar a Quaresma na Igreja de São Francisco em Palma de Maiorca

Revisitar a Quaresma na Igreja de São Francisco em Palma de Maiorca

Nos meus contactos frequentes - via electrónica - com Maria del Mar Bonet tinha-lhe prometido que quando fosse a Palma de Maiorca visitaria esta Igreja de São Francisco, situada na zona histórica e muito pertinho da Catedral de Palma de Maiorca. Zangada com a sua terra natal Maria del Mar Bonet deixou-a definitivamente em 1968 e fixou-se na Catalunha, mais concretamente em Barcelona. Queria dar uma nova vida à sua carreira de “cantautora” de intervenção e Barcelona, que não Palma servia-lhe a preceito.



Do morro de Sant Agustin, ora povoado de hotéis e vivendas, Maria del Mar Bonet via os barcos que vinham e iam diariamente para Barcelona

Sabia da sua infância na zona de Sant Agustin. Sabia que ela se deleitava a ver os barcos que diariamente demandavam a Barcelona. Nestes dias ainda lá encontrei um seu parente, proprietário de uma “tienda” de electrodomésticos na Avenida Juan Miró, perto da Cala Major.

Maria del Mar Bonet era - e é - uma fervorosa adepta de São Francisco e frequentadora da sua Igreja, situada a poucos metros da Catedral. Chegou a dizer-me que as festividades pascais na sua Igreja nunca eram inferiores àquelas que se praticavam na Catedral. Na sexta-feira santa, do Paseo Marítimo, via-se grande multidão em redor da Catedral, mas a nossa família conseguiu participar nas religiosidades

Eu preferi visitar a Igreja de São Francisco e impressionou-me a religiosidade e o espírito pascal que se vivia. Cumpri a promessa a Maria del Mar Bonet


As fotos que vos mostro dão uma ideia daquilo que lá se viveu neste tempo de Quaresma (fotos Bancada Directa)

Fragmentos e Opiniões. Ser ou não ser um administrador não executivo….

Fragmentos e Opiniões. Ser ou não ser um administrador não executivo….

Inesperadamente Bancada Directa sabe que o nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” tem um filho com grandes ambições de ser um administrador não executivo
Diz o jovem: Quando eu for grande quero ser administrador não executivo….

Depois de ler vários curricula de ilustres professores de finanças. O maior, como por exemplo, é aquele baixinho do PS, que dizem tem imensas colocações nos conselhos de administração, aqui como simples vogal e ali como administrador não executivo.

Mas esse é um bom exemplo mas há dezenas deles!

Como é fácil ganhar a vida entrando pela política partidária, ir a ministro para fazer papo e depois sair pela “esquerda alta” arrematando uns lugarezinhos que nem precisam da presença física do senhor doutor (pois pode passar procuração a um ajudante) e assim arrecadar uns milhares.

Chamem-lhe parvos!

Por isso eu digo agora para que o meu paizinho me dê uma formação numa juventude socialista ou social-democrata (tanto faz!) e depois passados uns anitos tenho um lugar de subsecretário e assim se vai amarinhando. Depois – saltamos para o conselho de administração de um Banco.

A seguir é só ir coleccionando conhecimentos enquanto se joga o golfo, que é actualmente o trabalho dos ricos.

Deixam-se passar uns anitos, trabalha-se a voz, a postura e decoram-se umas frases feitas. Está feito!

Paizinho: não te esqueças, quando eu for grande quer ser administrador não executivo!



O filho do “ Olho Vivo e Pé Ligeiro” actualmente na primária.

Esta Lisboa que eu amo. Mas desta maneira, e numa esplanada semelhante não me convidem…..


Esta Lisboa que eu amo.

Lisboa. Chiado. Calçada do Sacramento. É com uma esplanada deste jaez que se quer adoçar a boca aos alfacinhas ou aos turistas que nos visitam?

E é este o triste paradigma das esplanadas de Lisboa - esta é no Chiado (Calçada do Sacramento) mas podia ser em qualquer outro arruamento da capital. É nesta cidade que quer viver? É assim nestas "salas de visita" que desejamos receber os turistas?

É este o nosso conceito de conforto e beleza? É aqui que quer almoçar, beber um sumo ou refrigerante, ou simplesmente beber uma “bica”? Basta destes cenários desqualificados! É uma verdadeira falta de gosto urbano e estético. Todos merecemos um espaço público com qualidade!

Por mim nunca lá porei os meus pés!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O Detective Tempicos volta a atacar. Zé é o autor do episódio de hoje








O Detective Tempicos volta a atacar.

OS MISTÉRIOS DE CHAMBORG (2º capítulo)

Autor “Zé”.
Os produtos “made in maranello” são a paixão de Joseph

Joseph d'Ambrosio nasceu José (Zé, para os amigos), numa vila (agora cidade) plantada no coração do Pinhal do Rei. Aí viveu a sua infância e boa parte da juventude, entre as lides escolares e as fugas (sempre e sob qualquer pretexto) para a beira-mar, as areias atlânticas, a poucos quilómetros.

E foi por aí, entre loucas florestais cheias de adrenalina e agitados momentos musicados pelas ondas, naquela "catedral verde e sussurrante ... aonde se alonga e se prolonga a longa voz do mar" (no dizer do poeta, dono da Casa-Nau), que o Zé se fizera gente de paixões. O cosmopolitismo de Coimbra, pujante de juventude, de ideias e ideais, fez o resto!
Madame Chamborg

No fim dos estudos, entre a voz da razão (uma calma vida de professor) e a voz do coração, seguiu as emoções e foi trabalhar para a grande fábrica de Maranello, onde o "cavallino rampante" lhe entrou nos genes para sempre. Aí conheceu os senhores de Chamborg, numa demonstração de um carro de sonho. O Marquês encolheu-se e ficou no stand. Madame foi ... e ficou ... apaixonada pelo carro!!! Lilly pediu e Mendés comprou o Ferrari, que José trouxe para o castelo, com D. Lilly no banco do lado. Mendés, achacado, veio de comboio, com Frau Jeremein, cujo contrato de assistência médica tinha sido assinado em Itália.

Sobre as viagens dos quatro nada se encontrou registado. Mas José ficou no castelo, como motorista. Madame exigiu mudança de nome para Joseph e acrescentou-lhe o sobrenome d'Ambrosio, talvez inspirado por um anúncio de bombons de chocolate. É que Madame insistia com Joseph: - apetece-me algo! E o motorista, com o pretendido sempre a jeito, dava-lho...
A doce Arnéss

A partir desse momento entrou num mundo esquisito. À semelhança dos Luíses de França, Mendés tinha o dinheiro, mas não tinha nenhum poder e todos giravam à sua volta, a ver quem lhe tirava mais, defendendo, intransigentemente a sua posição contra os rivais, alimentando intrigas e forjando traições e armadilhas. O Marquês caçava, caía, magoava-se e lá vinha pedir tratamentos à sua enfermeira. Esta tinha muito poder, pois a saúde física do Senhor estava nas suas mãos e na agulha da sua seringa...

O Cardeal Richelieu (perdão, perdão, o cónego Novenat) era, para Joseph, uma figura sinistra, pois tinha na mão a parte espiritual do Marquês, cada vez mais dependente das suas bênçãos. Rosto austero, brandia o anátema do pecado como uma espada sobre a cabeça de toda a gente. Exigia confissões a todos. Barulhentas, é um facto... Joseph sempre se recusou a esse ritual e nem se aproximava dele; por isso, Novenat olhava-o de lado...

Frau Jeremein, que ia controlando o estado de todos (mais intimamente, do Marquês), aconselhou Joseph a pisar menos o acelerador e mais o travão, porque estava magro e por outras coisas. Joseph aceitou a magreza, mas aconselhou Frau a preocupar-se mais consigo própria, mesmo não ligando a outras coisas que (também) se diziam pelo castelo. Mas Jeremein era fixe e Joseph sempre lidou bem com ela. Com ela e com Anardá, por quem ia sabendo o que se passava e o que se dizia por ali. Criado e sacristão ... sabia o que se passava na casa e na capela...
O cónego Novenat e o chocalheiro sacristão Anarda

E como poderia Joseph não emagrecer, se a sua vida era uma permanente correria, quase sem tempo para descansar? O Ferrari era para Madame, mas o Alfa GT alternava entre as idas às compras com Arnéss (a doce) e os passeios sem destino com Katinha Vanessa (a louca). Joseph adorava ambas. Que belas patuscadas com a cozinheira, cheias de enchidos e um polvinho que só ela sabia fazer. E que loucos raides com Katinha Vanessa, cabelos ao vento e roupas leves em turbilhão de túnel de vento...

Em tudo pensava Joseph, enquanto esperava Madame Point, sentando ao volante do Ferrari. Como ele adorava aquela mulher, cujo rosto os leitores conhecem do capítulo anterior. Os seus traços lembravam-lhe algumas figuras femininas de Hugo Pratt, um dos seus autores de culto. Como poderia Madame, após tantos anos e noites de Paris, manter aquele rosto? Joseph ficou um admirador dos milagres da estética...

Finalmente, a porta do carro abriu-se. Lilly serpenteou para o banco do lado. Fechou a porta e sussurrou, apenas, quatro palavras: - Joseph, leva-me ao paraíso...
Ao toque no start, o motor V 12 uivou, como o lobo-chefe convocando toda a matilha para a caça.

Um uivo sublime, rouco, longo, longo, até o Ferrari desaparecer, mergulhando no azul forte de uma tarde francesa...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Já cá estamos convosco!

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Já cá estamos convosco!

Demorou quase mais tempo o nosso avião estar em fila de 12 aviões na pista para levantar voo (0h40) do que o tempo de duração do voo. (1h20).
E ainda por cima em Lisboa apanhámos um controlo individual das bagagens. Tudo por causa de um avião que era proveniente de Angola. Quando a chegada de três voos se misturam dá nisto….Agora é prática corrente este sistema das chegadas simultâneas nos aeroportos. São as chamadas “bolsas de chegadas”…Em nome da gestão dos recursos.

Não foi o mesmo avião que nos levou para lá, mas também é um velho conhecido. Sempre a horas à nossa espera.

2011.04.26. Aeroporto de Son Sant Joan. Palma de Maiorca. É o terceiro maior aeroporto de Espanha. Praticamente é a casa-mãe da companhia aérea alemã Airberlin. (foto Bancada Directa)

Fragmentos e Opiniões. Os nossos media.

Fragmentos e Opiniões.

Os nossos media.

A opinião do nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro”.

Há coisas que eu – que gosto de cogitar – começo a juntar dois mais dois e depois salta-me a dúvida.
Os meios de comunicação social (imprensa, rádio, tv) que estão todos nas mãos de gente que tem a ver muito pouco com a chamada “esquerda”, basta consultar os nomes dos donos e ver de onde vem para onde vão e onde se posicionam, há uma certa uniformidade de tratar os assuntos – as chamadas notícias.

Um exemplo: O Lula que é por unanimidade considerado um grande estadista e que em poucos anos mexeu no Brasil de uma forma que levou o País a ser respeitado por todo o lado, aqui no nosso rincão só se via gente (os ilustres letrados vendidos aos donos dos media) a dizer que o homem era um analfabeto.

Era e é. Felizmente. Só vindo de onde veio (da miséria) saberia interessar-se pelos miseráveis. Agora está no governo a lutadora Dilma Roussef.

Ela está certamente fazendo qualquer coisa mas a nossa media passa ao lado e assobia e a seguir diz mal do Fidel de Castro mas só porque ele está a deixar o País alterar algumas fórmulas seguidas pelo regime. Desde que o faça a favor do CAPITALISMO lá estarão os nossos media triunfantes a dar as grandes notícias.

Eu que leio jornais e vejo televisão apercebo-me da manipulação que os meios de informação estão a fazer. É claro que isto inclui a RTP que é talvez das nossas televisões, a mais manipuladora. Enquanto as outras não se escondem esta é uma coisa mais requintada. Ouvi o responsável da RTP 2 – um tipo que eu pensava ser equilibrado nos seus juízes de valor dizer que não dava teatro porque ir filmar as peças não dava, pois eram peças filmadas e ele achava que isso não era televisão…

Com esta decisão tão mal elaborada este homem por um lado não tem valor para estar à frente de um canal e depois está a deixar perder-se um capital de valores cénicos que nunca mais serão recuperados. Esta agente não merece o vencimento que ganha, que não deve de ser pouco. Mas eu também acredito que ele somente espelha o que o partido que lá o meteu pretende dele. Chama-se a isto os boys ao serviço do aparelho. Eles estão por todo o lado onde decisões contra a cultura são encomendadas pelos que lá puseram.

Mas voltando aos “esquecidos” dos media: que é feito do Vale e Azevedo? Que é feito do Assange? Que são feitas das notícias saídas sobre a decisão da Islândia sobre o FMI? E por aí fora…

Cheguei à conclusão que existe um BIG BROTHER que comanda lá do seu altar esta gentalha toda. E que dá as ordens sobre o que deve ou não ser anunciado.
Então e o papel dos jornalistas? – Mas quais jornalistas? Existem jornalistas? Onde?
Saberão escrever? Estão todos a recibo verde e não podem dizer senão o que lhes assobiam? Senão …Rua!

Olho Vivo e Pé Ligeiro.

sábado, 23 de abril de 2011

O insolito desta vida

Cliente especial.
Para quando esta triste situação acabará neste pobre país!....

Le va et vien du peuple

Pois é!
Enquanto uns demandam outras paragens longe da capital, outros desportivamente chegam a Lisboa. Aos magotes.
A imagem é de uma das recentes meias maratonas.
Santa Pascoa para todos os desportistas que competem só pelo prazer de competir e desaprovem a violencia gratuita.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Feliz Páscoa


Desejo a todos os meus Amigos, visitantes de Bancada Birecta e minha família uma Santa e Feliz Páscoa.

Um Abraço especial para o meu Amigo Adriano Ribeiro e Família e desejos de Paz e Amor também na sua casa ou onde quer que se encontre.

Sejam Felizes...

Troika do desespero

Não se deve brincar com estas situações. Mas infelizmente alguns o fazem.

Enquanto cá fora uns fumam e pensam na desgraçada vida que os levou a não terem a sua própria tão desejável como esperariam, outros, no interior, dormitam uma sesta desassossegada.

Hospital Miguel Bombarda. Lisboa




quarta-feira, 20 de abril de 2011

A gente vai e volta depressinha

Caros amigos leitores
Na terça-feira já cá estamos. Desejamos para todos que tenham uma Santa Páscoa.

Fragmentos e Opiniões. A Finlândia, nesta altura, representa um verdadeiro perigo para Portugal. E a vontade de sair do Euro é comum a muito europeu

Fragmentos e Opiniões.
A Finlândia, nesta altura, representa um verdadeiro perigo para Portugal.
E a vontade de sair do Euro é quase comum a muita gente da Europa.

O resultado do Verdadeiros Finlandeses, a 17 de Abril, foi a última manifestação: por toda a Europa, os eurocépticos estão cada vez mais virulentos e a sua retórica bem cimentada permite-lhes fazerem-se entender tanto à escala nacional como europeia.

A opinião de Stephan Kaufmann no jornal Berlinner Zeitung

Peter Gauweiler nunca gostou do euro, essa “moeda esperanto”, como lhe chamou, à semelhança da língua internacional que ninguém fala. “Se realmente quiséssemos ajudar a Grécia ou Portugal, dizíamos-lhes para saírem da Europa”, declarou esta semana o representante do CSU. As acusações de populismo deixam-no indiferente. “Isso quer dizer, apenas, que sei o que as pessoas pesam.”

Peter Gauweiler talvez não saiba o que “eles” pensam mas sabe o que um número crescente de europeus quer: sair do euro. Num grande número de países, o estado de crise permanente, as políticas de austeridade e os planos de estabilização alimentam o descontentamento popular contra a moeda única.
Em França, a Frente Nacional grita contra o euro, na Holanda, os populistas do PVV (Partido para a Liberdade, fundado por Geert Wilders) exigem o regresso do florim e os discursos hostis ao euro do Verdadeiros Finlandeses permitiram-lhe ser o terceiro partido do país nas eleições legislativas de 17 de Abril. Sem esquecer o papel dos mercados financeiros: “O risco económico ligado à união monetária está em vias de se transformar em risco político”, sublinha Thomas Mayer, um dos economistas principais do Deutsche Bank.

UE e FMI são os principais acusados
Porque, apesar das ajudas ao crédito e do reforço do pacote de estabilidade, a crise do euro está longe do fim. Os Estados periféricos reduziram as despesas sociais de maneira drástica. Os impostos aumentam, os salários baixam, as pensões desvalorizam-se, por todo o lado o Estado recua e a pobreza avança. Por isso, hoje, são muitos os dedos acusadores que apontam para a União Europeia e para o Fundo Monetário Internacional. A ira cresce.

Enquanto isso, uma coisa é certa: Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia vão ter de poupar muito mais do que até agora se pensava. Numa conjuntura difícil, a economia afunda-se e as receitas do Estado também, aumentando ainda mais o défice público, apesar de todos os planos económicos. “A política de estabilização levada a cabo na Grécia, para o ano de 2011, ameaça acabar em fracasso”, inquieta-se Christoph Weil, economista do Commerzbank. A situação orçamental de Espanha e da Irlanda não melhorou no início do ano e Portugal vai ter de adotar novas medidas de estabilização.

Tentando relançar as suas economias através das exportações, todos os países em crise se esforçam por reduzir os salários para melhorarem a competitividade face a outros países, como a Alemanha. Os rendimentos dos cidadãos estão sob pressão e o consumo baixa. Existe um “risco de excesso de rigor”, previne o banco Société Générale e acrescenta: “É um jogo perigoso”.

Nos países atingidos pela crise, cresce o descontentamento contra o euro. “Os eurocépticos constituem uma força política na Irlanda e aguardam a sua hora”, sublinha Hugo Brady, do think tank Centre for European Reform. Mas a ira cresce, igualmente, nos países mais ricos como a Finlândia, a Alemanha e a Holanda, que se consideram os tesoureiros da Europa. “Manter as ajudas financeiras aos Estados à beira da falência vai traduzir-se em tensões políticas”, profetiza o principal economista do Deutsche Bank.

Construção europeia serve de pára-raios
É com isto que jogam os partidos de direita. O Verdadeiros Finlandeses declarou-se contra o plano de ajuda a Portugal. A recente vitória deste partido pode acabar por criar um problema à União Europeia. Um Governo finlandês eurocéptico poderá, de facto, bloquear todas as decisões europeias que exijam unanimidade.

Em França, a Frente Nacional também marca pontos com a sua retórica antieuropeia. “A União Europeia é uma estrutura que considero como totalitária, é a União Soviética europeia”, declarou Marine Le Pen. Na Holanda, o presidente do PVV, Geert Wilders pronuncia-se contra as ajudas financeiras concedidas à Grécia. “Nós trabalhamos, eles festejam. Enquanto nós nos esforçamos, eles só pensam em beber ouzo [aguardente típica da Grécia]”, disse Wilders, perante os deputados holandeses. “No PVV dizemos: nem um cêntimo para a Grécia! E ainda menos para os portugueses e os espanhóis!”

Estas palavras, ainda há pouco tempo marginais, preocupam, agora, os meios financeiros. “A conjuntura económica agrava-se, é o clima propício ao desenvolvimento das ideias de extrema-direita”, escreve Dylan Grice num estudo feito para os investidores do banco Société Générale. Geralmente, a direita está contra tudo o que é estrangeiro ou externo, nomeadamente os imigrantes. E parece ter encontrado um novo bode expiatório na moeda única europeia. “Todos os países membros da zona euro se sentem controlados pelo estrangeiro. A construção europeia desempenha a função de pára-raios”, escreve Grice.

terça-feira, 19 de abril de 2011

O Detective Tempicos volta a atacar. Sete escritores (?) policiais descrevem novas aventuras do mais famoso detective do mundo.

O Detective Tempicos volta a atacar.

Sete escritores (?) policiais descrevem novas aventuras do mais famoso detective do mundo.

Capítulo 1 : Malandrices no castelo de Chamborg.

Autor: o vosso criado Tempicos


Mendés- de- Chamborziac já não era rapazola. Fizera seis meses de viuvez e começava a sentir umas comichões. O médico garantia que não era sarna nem brotoeja. Amigo de longa data receitara-lhe uma visita a Paris para consulta ao dermatologista e uma dose antes de deitar de Moulin Rouge, intercalado com umas idas a um célebre caveau, ouvir umas sessões de Jazz, calmante e regenerador.

De manhã, dormir até tarde para retemperar, e um creme hidratante, atendendo às sessenta e muitas primaveras do Marquês. Sugeriu ainda a mudança dos dias dos banhos. Passavam a ser: dia sim, dia não, nos feriados nacionais. Excepto Natal e Páscoa, dias santos.

Madame de Chamborg

Foi nessa fase de tratamentos que Mendés conheceu Madame Point. Foi-lhe apresentada por Juliette Greco que cantava no Caveau de la Huchette, no Quartier Latin. Apesar da diferença de idades, a coisa foi avante. Madame Point (Aliás Maria Pontes, ex-concierge, portuguesinha das Beiras) transformou-se em Madame de Chamborg, mudando-se de armas e bagagens para as margens do Loire.

Para elevar o “”status social” exigiu um motorista profissional e um veículo vermelho, descapotável e que fazia um ruído maluco – tinha um cavalinho pintado e dava por nome Ferrari. Custara os olhos da cara ao Marquês, mas dias não são dias. Madame de Chamborg, passou a ser Marquesa, por afinidade. Para tentar entrar no jet-set local passeava-se pelas redondezas com o seu motorista, fazendo pic-nics e entrando em “rallies-papers”.
Castelo de Chamborg

O pessoal local, labrego e má-língua começou a dizer coisas. Alguns espreitaram e viram cenas. Foi-se passando a informação boca a orelha e o Marquês se os chifres fossem o que contavam já não cabia no portão do castelo! Mas é assim. As pessoas são mázinhas e sobretudo tendem a atacar a Monarquia. Certo é que o motorista da senhora de seu nome Joseph d´Ambrosio começou a definhar, emagrecendo a olhos vistos, apesar de ter sempre uns bombomzinhos no tablier, para satisfazer a madame mas onde ele às vezes ia depenicar.

A cozinheira bretã, de nome Arnéss, baixinha mas muito esperta, dizia que a perda de peso de Joseph se devia aos muitos quilómetros que tinha que fazer ao serviço da patroa. Anardá um rapaz que tinha vindo do sul e gostava de se expor todo nu, nas zonas altas da mansão apalaçada. Anardá, uma espécie de criado para todo o serviço dizia coisas mas como era em surdina não se sabia bem o que dizia. Bom não seria!

No domingo, a família e os lacaios reuniam-se na capela do castelo e vinha da aldeia o Padre Novenat dizer missa. Antes da missa havia sempre umas grandes confusões com a menina Kátinha e os paramentos. Mas nada de mal poderia passar-se na casa do Senhor. O sacristão Anardá (fazia tudo!) vestia os paramentos ao cónego com a ajuda da menina Kátinha. Falava-se que se passavam coisas na sacristia porque se ouviam uns barulhos mas nunca ninguém conseguiu trasformar as suspeitas e apresentar provas. Talvez Tempicos, mas por agora andava em passeio a visitar os “Castelos do Loire”. Chamborg era o próximo.

Falta-nos mencionar Kátinha Vanessa. Estava em casa do Marquês por troca com a sua filha na modalidade muito em voga chamada “Au pair”. A filha do marquês não entra na história, para que possamos apresentar o romance ao prémio Nobel, logo que esteja terminado. Ela tem toda a liberdade para ser o que é mas nestas coisas das letras temos limites que não iremos transgredir.


Falta mencionar ainda uma personagem importante no decorrer da história mas que passa despercebida, por entre os umbrais. Estamos a falar de Frau Jeremein uma mulher misteriosa que se supunha estivera a governar um asilo de alienados. O seu ar altivo e peremptório sempre de seringa em riste (era enfermeira diplomada) assustava qualquer camponês que se aproximasse do castelo. Dizia-se que conseguiu tirar prazer quando estava a espetar a agulha na bimba do Marquês. Más-línguas. Porque Frau J. podia não ser uma boa rapariga, mas era uma rapariga boa. No sentido de esmoler e de coração ao pé da boca. A história dar-nos-à razão.

Não vamos falar de Tempicos esse grande mestre da actividade dedutiva pois é por demais conhecido. Tempicos entra na história só para desvendar o assassinato que a páginas tantas se irá concretizar.


Tempicos a fazer de duplo de Humphrey Bogart. Numa perigosa cena de forte nevoeiro.


Nota de rodapé: O próximo episódio será publicado na quarta-feira 27 de Abril, será o seu autor Zé, a que se seguirá na semana seguinte a escritora Detective Jeremias (Santarém)

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Falemos do bacilo de Kock, o tal que causa a tuberculose. 2ª parte

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Falemos do bacilo de Kock, o tal que causa a tuberculose.

Tosse medonha

Uma tosse persistente, durante duas ou mais semanas, acompanhada de expectoração que pode conter sangue, é o sintoma mais típico da tuberculose. Mas uma perda súbita e inexplicável de peso, fadiga, perda de apetite, suores nocturnos e febre baixa são sintomas adicionais da tuberculose pulmonar, já que nas outras modalidades, os sintomas envolvem o órgão atingido, como sangue na urina nas afectações dos rins ou dores se os bacilos actuarem nos ossos e articulações.




De uma tosse suspeita até a um diagnóstico definitivo, o processo é longo, começando por uma micro-radiografia do tórax e pela chamada prova da tuberculina (um teste cutâneo) passando por testes laboratoriais dos tecidos ou líquidos biológicos colhidos no doente – expectoração, secreções brônquicas, urina, sangue ou fezes. Na maioria dos casos, a doença carece de internamento, podendo ser tratada em ambulatório.

Mas o cumprimento integral e rigoroso da terapêutica é essencial para o sucesso. O tratamento é moroso – seis a doze meses – e a escolha dos antibióticos depende da idade, do estado de saúde geral do doente e do tipo da tuberculose. Em geral os medicamentos são bem tolerados, mas podem acontecer reacções cutâneas, alterações da visão, anemia ou dores articulares. Cura resistente A tuberculose é, assim na maioria dois casos uma doença curável.



Mas também pode ser fatal….Doentes com outras patologias associadas, nomeadamente com VIH/SIDA, tornam-se mais vulneráveis e, em todos os casos, o escrupuloso respeito da prescrição é crucial, já que pode evitar as resistências das bactérias aos antibióticos. Na maioria das situações, os antibióticos curam mesmos os casos mais avançados de tuberculose, sendo comum a utilização de dois, três ou mais medicamentos com mecanismos de acção diferentes que, associados, possam destruir todas as bactérias. O tratamento deve continuar mesmo depois de o doente se sentir bem, porque leva muito tempo até conseguir eliminar essas bactérias de crescimento lento e a reduzir a possibilidade de recaída a zero.


Hoje, é rara a necessidade de extrair cirurgicamente uma parte do pulmão, desde que o doente siga rigorosamente o esquema de tratamento. No entanto, em certos casos, é preciso recorrer à cirurgia para drenar o pus de onde ele se tiver acumulado e ocasionalmente para corrigir uma deformação da coluna causada pela tuberculose. A tuberculose já esteve à beira de ser erradicada, mas ressurgiu com alguma expressão nos últimos anos. Perante qualquer suspeita é melhor consultar um médico.

Sinais de alerta:
1. Tosse há mais de três ou quatro semanas
2. Expectoração
3. Cansaço
4. Suores
5. Febre baixa
6. Sensação de aperto no tórax.

Cerca de 1/3 da população mundial está infectada com o bacilo de Kock, mas apenas uma pequena parte desenvolve a doença quando sistema imunitário fica enfraquecido.

Anualmente surgem 9 milhões de novos casos e morrem 1.7 milhões de infectados em todo o mundo

Obrigado Pela Sua Visita !