BANCADA DIRECTA: Março 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Parlamento Europeu (1). Se não fosse filmado ninguém acreditaria


video


Francamente, seu porcalhão.....

Serra de Sintra. O insólito está a acontecer. Vejam as fotos.

Serra de Sintra. Parece que de facto algo se está a passar com a instalação de uma antena de grandes dimensões, que francamente não embeleza a paisagem. Mas não pensem o pior. Há uma justificação para a colocação desta antena. Amanhã explicamos a causa.



As fotos são do "Rio das Maçãs" a quem agradecemos

España: A selecção de futebol é o orgulho dos espanhois. Até em campos de plantar batatas eles ganham os seus desafios.

Lituânia 1- Espanha 3. Tudo normal dada a superiodade espanhola. Mas jogar bem em campo de batatas é obra. E a imprensa espanhola, desse facto, dá honras aos futebolistas.

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Recordar é Viver. Com os nossos bancos actuais a terem nota negativa pelas agencias de rating, sabe bem recordar os bancos do antigamente

Recordar é Viver (esta nossa rubrica ainda mexe) Agradecimento ao "Restos de Colecção".

Fragmentos e Opiniões. Para onde vamos a caminho e o que se pode esperar…..

Fragmentos e Opiniões.



Para onde vamos a caminho e o que se pode esperar….. A coligação que vai voltar a governar o País

A opinião de Pedro Tadeu


Os problemas dos portugueses vão resolver-se nas próximas eleições?

Não. Tudo está a ser construído para que o poder político venha a cair nas mãos de uma coligação de interesses: os dos que defendem o mesmo statu quo que levou o País, desde há 25 anos, a abdicar da sua autonomia económica. Essa coligação de interesses gastou o dinheiro da CEE em ostentação, em corrupção, em betão, em alcatrão e a financiar endividamento.

Esta coligação de interesses pôs cada cidadão produtivo a dever à banca a casa onde mora, o carro com que circula, a TV e o computador onde se diverte.


Esta coligação pôs as empresas a viver da circulação de dinheiro que conseguiam facturar, não do dinheiro que conseguiam efectivamente lucrar, novamente com a banca a servir de suporte a um esquema de financiamento de tipo piramidal, que ela própria praticava, externamente, entrando em zona de risco cujos efeitos estão ainda, se calhar, para chegar.


Esta coligação de interesses transformou o Estado num meio de gestão clientelar para perpetuação no poder das máquinas partidárias com acesso ao Governo e às principais autarquias e, com isso, endividou-o ao nível suicidário.


Um dia alguém tinha de nos cobrar este disparate todo. Ao primeiro abalo sério na economia europeia, Portugal viu-se confrontado com a sua incapacidade de criar riqueza e enfrenta agora uma Europa que, como era inevitável, já não está para ser generosa.


Pedro Tadeu

NOTICIA DE ULTIMA HORA:

Novo Autocarro do Benfica

quarta-feira, 30 de março de 2011

Aveiro. Sabado 2 de Abril. Grande jogo em perspectiva. Aveirenses não faltem ao Mario Duarte


E no Domingo o Feirense defronta o Oliveirense. Igualmente um grande desafio.

Espectacular! Vejam o primeiro voo de um novo gigante dos ares: o Boeing B747-800

O novo avião Boeing B747-800 I (intercontinental) descolou pela primeira vez no passado 20 de Março de 2011 pelas 16H45 (hora de Lisboa). Este voo experimental teve a duração de 3 horas.

Este avião, considerado por muito como o novo Queen of the Skies (traduzido para português, "Rainha dos Céus"), é a resposta da empresa norte americana Boeing ao Airbus A380.


Basicamente esta é uma versão modernizada e alongada do famoso Boeing B747-400.
O voo foi acompanhado por aeronaves T-33 da empresa Boeing, fabricante do avião. Este novo B748i ostenta um novo esquema de pintura da Boeing, este conhecido de Sunrise e é semelhante ao habitual Dreamliner mas em tons alaranjados e amarelados.

Para os interessados, a descolagem e aterragem deste voo inaugural em directo no seguinte link
: http://www.newairplane.com/747/incredible/

Ao que isto chegou. Os juros da divida publica portuguesa já passaram a barreira dos 9%



Os juros exigidos pelos investidores no mercado secundário para deter dívida portuguesa continuam a bater máximos históricos, com os títulos a cinco anos a ultrapassar os 9%, e a dez anos ainda acima dos 8%. Ás 09:47, de acordo com a Bloomberg, a 'yield' (remuneração) exigida pelos investidores pela dívida a cinco anos bateu os 9,04%, o seu mais alto valor desde que a agência começou a recolher estes dados (em 1997).
Os juros continuavam a negociar em máximos também nos títulos com maturidade a dez anos, onde permanecem acima dos oito por cento (8,023%), que já haviam atingido na terça-feira.

Nos prazos de referência associados às linhas de títulos de dívida no mercado secundário calculados pela Bloomberg, os investidores exigem actualmente mais de 8% para deter títulos de dívida em nove prazos diferentes, dos três aos quinze anos.


No caso da dívida com maturidade a dois anos, a taxa está também a aproximar-se cada vez mais desta barreira, negociando nos 7,8%.

E que tal sabermos que na União Europeia nem tudo são rosas quanto a virtudes

E que tal sabermos que na União Europeia nem tudo são rosas quanto a virtudes


Outro eurodeputado apanhado com a boca na botija...

Anteontem o Sunday Times voltava ao assunto de “Corrupção nos euros deputados e dava esta noticia….

Um deputado recentemente eleito caiu na armadilha armada pelo Sunday Times, para apanhar eventuais casos de corrupção entre os deputados. Foi o espanhol Pablo Zalba (Partido Popular), que, segundo o njornal “El Mundo”, teria "retocado uma directiva comunitária a pedido de um falso grupo de pressão", "em troca de 100 mil euros”. Na verdade, em Janeiro último, Zalba encontrou-se com jornalistas do semanário britânico, que se fizeram passar por lobistas que tentavam "denunciar a forma como os grupos de pressão introduzem alterações na legislação da UE", explica o jornal diário. "Posso mudar qualquer relatório elaborado pelo Parlamento", teria dito Zalba durante uma reunião com os falsos lobistas: como prova, o texto foi aprovado com as mesmas palavras sugeridas por eles. O jornal precisa que Zalba acabou por não receber o dinheiro.

A notícia anterior era esta…

“Eurodeputados envolvidos no escândalo do ‘financiamento das leis’”, titula o Sunday Times na edição de 20 de Março. Em declarações capazes de “provocar um dos maiores escândalos dos 53 anos de história do Parlamento”, o Sunday Times revelou que três eurodeputados – incluindo um antigo vice-primeiro-ministro romeno – aceitaram verbas de jornalistas representantes de grupos de pressão. Durante os oito meses de investigação, os jornalistas contactaram mais de 60 eurodeputados para averiguar se estariam interessados em assumir o papel de “conselheiros” a troco de dinheiro.


Catorze deputados caíram na esparrela e três deles – Adrian Severin, antigo vice-primeiro-ministro romeno, Zoran Thaler, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros eslovaco e Ernst Strasser, antigo ministro do Interior austríaco – concordaram em apresentar alterações à diretiva em matéria de Sistemas de Garantia de Depósitos. As alterações à diretiva destinada a proteger os depósitos dos clientes contra a falência dos bancos aparece agora, nos documentos oficiais do Parlamento, tal e qual como os falsos representantes de grupos de pressão a redigiram. Os eurodeputados, que auferem €200 mil+ vencimento e ajudas de custo livres de impostos, acreditaram que iriam receber um salário anual de 100 mil euros, despesas de peritagem, ou ambos, pelo seu trabalho.


“Ernst Strasser ameaça com processo criminal”, titula o diário austríaco Die Presse, depois de o antigo ministro do Interior renunciar, a seguir às revelações do semanário londrino. Ernst Strasser afirma que não fez “nada de mal” e realça ter querido apenas evitar "danos" ao Governo austríaco de coligação. Diz ainda que suspeitou do envolvimento de serviços secretos estrangeiros nesta acção e continuou a encontrar-se com eles "para apanhar os que estavam por trás". Contudo, como refere o Sunday Times, Ernst Strasser também disse aos jornalistas secretos que um representante de um grupo de pressão “tem um faro especial. É verdade que se diz que sou um bocado assim.
Por isso, temos de ter muito cuidado”. “Onde é que Adrian Severin se enganou?”, pergunta o Gândul. Depois de lembrar aos leitores que Adrian Severin lançou uma cruzada anti-corrupção assim que entrou para o Parlamento Europeu, em 2007, o diário de Bucareste cita-o quando diz que não fez “nada ilegal” e que os seus serviços eram de “consultoria, não era fazer pressão”.

O Sunday Times nota que Adrian Severin enviou uma mensagem de correio electrónico aos jornalistas nestes termos: “Só para vos dar a conhecer que a alteração que me pediram foi apresentada dentro do prazo”. A seguir, enviou uma factura de 12 mil euros por “serviços de consultoria relativos a codificação da Directiva 94/19/CE, Directiva 2009/14/CE e respectivas alterações”.

terça-feira, 29 de março de 2011

Os desalinhados no Bancada Directa. Povo ordeiro e disciplinado

Não vale a pena fazer comentários. Com um povo fortemente empenhado em criar condições para melhorar a vida dos portugueses, o resto da Europa acredita, porque no dia a dia os exemplos de disciplina são muitos.

Francamente

Lisboa. Porta de entrada do CCB.

Sintra. "Home sweet home".


Tens o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros a tomarem conta de ti, então deixa-te ficar sossegadinha que ficas bem.....

Mesmo que sejas um ponto minúsculo lá longe no horizonte.

Alguma coisa que te aconteça avisa logo. Trata bem do Senhor Neves....

Está um frio do "caraças"! Serra de Sintra com o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Palácio da Vila. Em fundo as povoações de Varzea de Sintra, Cabriz, Morelinho, Carrascal e Nafarros.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fragmentos e Opiniões.

Fragmentos e Opiniões.

Estes nossos políticos, quem não os conheça que os compre.

Assim pensa o cronista de Bancada Directa António Raposo




Eu acho uma grande piada ao ilustre Passos de Coelho. Acho piada porque ele julga que me engana. Pode enganar muita gente. Pode enganar até a maioria mas a mim não me engana ele. Vem com uma conversa mansa dizer que precisamos de retirar à Caixa Geral de Depósitos (que é uma empresa não privada) a parte dos SEGUROS a parte da SAUDE. E eu pergunto: Tirar o melhor à Caixa porquê?


Eu sei que foi o PS no tempo de Guterres que mais vendeu empresas do estado a grupos económicos privados mas pelos vistos o PSD quer seguir-lhe o programa! Estes nossos políticos não sabem fazer mais nada do que vender o património do País? O que é nosso metido no bolso de meia dúzia de milionários. Quando já não houver anéis vende-se os dedos? É este o “desenvolvimento” que os ilustres políticos têm para nos apresentar como programa?


Talvez a área de maior lucro que ele quer retirar do País (de nós todos) para entregar aos seus promotores, os grupos económicos que o apoiam e que querem comer já a carninha….E como é que ele quer fazer se ganhar as eleições? Disse que a maioria do capital não privatizava. Metia na bolsa para pequenos aforradores uma fatia e a outra para um grande banco privado provavelmente, através de concurso. Não disse quanto é que privatizava.


Assim, aparentemente tudo jogava bem mas acontece que os aforradores pobrezinhos, da bolsa, rapidamente venderiam as suas acções pois num piscar de olhos subiriam de cotação e o pessoal venderia ganhando uns tostões. Passado pouco tempo a maioria passaria sem se dar por ela para a mão do grupo económico privado, e adeus ó Caixa Geral de Depósitos. Lembram-se o que sucedeu com a PT? A maioria do capital já está na mão de privados. E os grandes lucros, os milhões estão no bolso de meia dúzia de tubarões que nem impostos pagaram sobre os lucros. Lembram-se? Passou-se há poucos meses.


Mas, não me admira nada do povo português – tão pouco esclarecido – mais uma vez venha a cair na esparrela. E depois queixem-se! Actuem enquanto ainda podem votar pois até isso um dia vai estar condicionado, isto mesmo tendo em conta que o voto cada vez manda menos. Manda mais a sra. Dona Merkel em Portugal que os nossos votos todos juntinhos.





Antonio Raposo. Lisboa. 2011.03.28

domingo, 27 de março de 2011

Bancada Directa deseja aos seus fieis amigos leitores que tenham um Bom Fim-de-semana

Caros amigos leitores


Agora que está resolvido o caso das eleições no Sporting Clube de Portugal para a escolha do seu novo presidente, quiçá o tema que mais chamou a atenção dos portugueses nos ultimos tempos, com as inevitáveis situações de uns aceitarem a derrota e outros não, ao Bancada Directa é tempo de fazer uma pequena pausa para uma pequena deslocação inevitável. Vamos pôr de parte a politiquices, as diatribes, os mexericos desta politica "à portuguesa". O dinheiro acabará por aparecer. Isto é tão certo como os nossos deputados terem o seu vencimento assegurado enquanto não trabalharem, isto é, enquanto o Parlamento parar dois meses.

Mas aqui vai uma adepta do Inter de Milano, perdi a referencia do seu nome, para alegrar os nossos leitores.

Então Bom Fim-de-semana para todos e até quarta-feira. Sai mais uma série de horas a pensar sempre no mesmo, mesmo que se não queira....

sábado, 26 de março de 2011

Eleições no Sporting Clube de Portugal

Porque ainda não tinha escrito nada sobre as eleições do Sporting e como existem muitas reflexões minhas neste blog desde 2005 deste clube, altura em que foi criado, e como tudo o que previ na altura e pelos valores que sempre defendi e continuo a defender se mantem intacto, e como tenho pouco acrescentar aquilo que já disse mudando só os protagonistas, fica aqui um texto escrito por Rogério Casanova no blogue Pastoral Portuguesa que reflecte no essencial o que penso destas actuais eleições no SportingCP:


Dia de reflexão

Chega amanhã ao fim o período da minha vida em que tive menos vontade de ler livros. Tenciono ir às urnas bem cedinho (ando a fazer treino específico para melhorar os meus parâmetros de "estar acordado de manhã", treino que contempla desde quarta-feira a vertente “não dormir desde quarta-feira”), imbuído do mesmo espírito que imagino preencher muitos cidadãos norte-americanos que encaram cada eleição presidencial como a última oportunidade para impedir a construção de gulags nas planícies do Kansas, mas que para mim é uma experiência completamente nova: a urgência entusiasmada da participação cívica. Ao contrário deles, no entanto, vou exercer com relativa paz de espírito o direito conquistado pelos meus antepassados, pois parece-me perfeitamente claro que o apocalipse não está para breve. Aconteça o que acontecer, o Sporting não vai ser campeão europeu daqui a um ano, nem vai ser desmantelado daqui a seis meses. As opções neste acto eleitoral são as mesmas do costume: as coisas podem melhorar um bocadinho, ficar na mesma, piorar um bocadinho, ou (distinção crucial que analisaremos mais tarde em conjunto) piorar um bocado; no fundo, o que acontece em qualquer acto eleitoral em que não participem alemães.


Vou votar com dúvidas. Mas, como fui uma vez forçado a explicar à minha mãe, depois de ter respondido ingenuamente a uma pergunta que ela me fez com as palavras "Cavaco Silva", não me lembro de alguma vez ter votado de outra maneira. Voto sempre com suores frios, repleto de inseguranças, receoso de não ter digerido toda a informação relevante, suspeitando estar a votar por motivos aflitivamente superficiais, e mais ou menos incrédulo com o facto de a democracia continuar a sobreviver mesmo permitindo que paradigmas de adolescência política como eu participem no processo. Como tive a felicidade de não nascer na Alemanha, tem sempre corrido tudo bem, ou pelo menos de forma não-catastrófica, algo que eu considero imensamente satisfatório.


Se aceitarmos este conceito de “não-catástrofe” como um resultado aprazível, as eleições de amanhã ganham logo outro brilho, pois esse resultado está garantido. Depois, o que há a fazer é um cálculo mental neo-Rumsfeldiano de known unknowns, unknown unknowns, etc., e quantificar na medida do possível as qualidades, defeitos, áreas cinzentas e pontos de interrogação de cada uma das opções, partindo sempre da mesma base aritmética emocional: este gajo pode ser um atrasado mental, mas enfim.


Vamos portanto praticar Matemática, altura em que abro um pequeno precedente para começar por Abrantes Mendes. Não quero cometer a indelicadeza de negar ao Abrantes Mendes uma molécula da sua humanidade, mas enquanto este argumento se desenrola, os leitores mais atentos vão reparar que, na minha cabeça, o Abrantes Mendes não é um ser humano – com opiniões, idiossincrasias, sentimentos, etc. – mas sim uma idealização. Abrantes Mendes é o arquétipo do sportinguista que só existe na cabeça de benfiquistas, portistas, e sportinguistas com idade suficiente para terem partilhado uma charrete com o bisavô do Francisco Stromp. “Abrantes Mendes” está para “Sporting” como “Barbas” está para “Benfica”, “João Carlos Espada” está para “Direita” e “Marlboro Man” está para “Marlboro Man”. Curiosamente é a opção eleitoral mais previsível. No meio de quatro semi-enigmas, Abrantes Mendes é um horóscopo feito por profetas, um ecrã sintonizado para o futuro: o Sporting que ele representa, o Sporting que ele sente, o Sporting que ele pensa, o único Sporting que ele é capaz de conceber, é o Sporting “diferente”, o Sporting do realismo, o Sporting da integridade, o Sporting da derrota digna, o Sporting que é enxovalhado de cabeça erguida. Evidentemente, admiro muito a postura digna, coerente e romântica que Abrantes Mendes conseguiu manter durante a campanha, mas também detesto o Abrantes Mendes e já não aguento ver aquelas trombas dignas, coerentes e românticas à frente.


Passemos com celeridade a Pedro Baltazar. Este é simples: claramente menos parvo do que me pareceu no início, e até com algumas qualidades inesperadas, mas ainda assim, e com larga vantagem, o líder nas preferências dos humoristas nacionais e dos adeptos adversários em idade escolar. Pedro Baltazar é o presidente de clube rival com quem todos sonhamos no ciclo preparatório. Alguém que percebe menos de futebol do que o Pedro Mexia e o Rui Tavares juntos, sempre a duas sílabas da gaffe mais próxima e a três espasmos musculares de uma saída chanfrada, comportando-se genericamente como um cocktail blasfemo de Dan Quayle e Basil Fawlty. É o candidato excêntrico, seria uma terceira opção deprimente, mas, assim como assim, quero-o longe dali.


Dias Ferreira. Considero o voto em Dias Ferreira (uma assustadíssima segunda opção) o voto mais arriscado de todos, por um simples motivo: votar em Dias Ferreira é votar exclusivamente numa personalidade. Esse elemento estará presente em qualquer voto, mas neste caso é o único elemento, pois estaremos a votar numa personalidade que acha que o seu atributo mais recomendável é a sua personalidade. Dias Ferreira é o candidato que admite sem quaisquer problemas que o seu “projecto” está no interior da sua cabeça, é o candidato que confia em si próprio para chegar lá e “ver como é que é”, é o candidato cuja estratégia se esgota na crença nas suas respostas intuititvas e capacidade de improviso – e que exige de cada apoiante a mesma crença, pois não há rigorosamente mais nada. A personalidade de Dias Ferreira, não me inspirando confiança absoluta, também não me desagrada, mas há ali um factor crucial – há ali uma fraqueza – que não se ultrapassa: a lealdade. Como demonstrou em situações passadas – por exemplo, na intransigência psicótica com que defendeu Carlos Queirós para lá dos limites de Mohandas Gandhi – Dias Ferreira é leal às pessoas até à morte, ou até ao suicídio. Como aquele muçulmano a quem o Kevin Costner salva a vida no "Robin dos Bosques" e que depois o segue até Inglaterra, Dias Ferreira acha que qualquer pessoa que aceite um convite seu merece gratidão irrevogável para toda a eternidade. Isto é problemático quando se gere qualquer instituição, ainda mais quando se trata de uma instituição tão específica como um clube de futebol e ainda mais quando se trata de uma instituição tão especificamente específica como o Sporting, onde a qualquer momento pode ser imperativo despedir um amigo de trinta anos, ou humilhar publicamente um antigo camarada da tropa. Para Dias Ferreira, a lealdade humana sobrepõe-se sempre ao que é melhor para a instituição, e isso num clube de futebol pode ser desastroso. Calculo que nesta altura já todos os cidadãos portugueses (inclusivamente o Pacheco Pereira) tenham visto a “apresentação de projecto” de Paulo Futre, portanto limito-me a salientar que apesar de o Dias Ferreira ter convidado o Paulo Futre para um cargo directivo por incompetência ou irresponsabilidade, vai manter-se com ele até ao fim, não por casmurrice ou teimosia, mas por lealdade. Não tenho dúvidas de que se o Inácio fizesse uma figura daquelas, o Bruno de Carvalho seria gajo para olhar vinte jornalistas nos olhos e garantir que não só não tinha qualquer ligação com Augusto Inácio como nunca sequer o conhecera pessoalmente. (Tal como não me custa nada a crer que, caso Rijkaard terminasse o campeonato no 8º lugar não seria despedido, mas que se Van Basten ficasse em 2º, a um ponto do primeiro, o seu cadáver seria encontrado duas semanas depois a boiar no Mar da Palha).


Falemos portanto de Godinho Lopes (quem ainda não desistiu até agora tem a minha incrédula admiração). Se a narrativa de “Mudança-radical-para-correr-com-o-lixo-da-última-década vs. Mudança-sustentada-para-também-evitar-o-abismo-populista” colar, é de esperar que a eleição se decida por uma versão sportinguista do “fear vote”: vacilar durante um mês, para chegar às urnas e acabar por escolher o “candidato mais seguro”. Que nesta altura das festividades, os conceitos “Godinho Lopes” e “candidato mais seguro” ainda coexistam na mesma estrutura semântica é um tributo à exaustivamente sebosa campanha dirigida pelo labrego do Cunha Vaz, mas também o mitema desta eleição que mais me custa a aceitar. Estamos a falar de um candidato que predicou a sua estratégia em questionar os pormenores do método de financiamento do seu oponente mais forte, mas que, quatro debates e mil e seiscentas perguntas depois, continua a explicar os pormenores do seu método de financiamento com variações estilísticas sobre os conhecidos poemas “Eu Sou Credível” e “Eu Efectuei Contactos Junto de Instituições”; um candidato que em duas ocasiões diferentes deu a ideia de que a sustentabilidade do Sporting pode ser garantida através de casamentos, baptizados e bombas de gasolina; um candidato que convocou os papões de “Vale e Azevedo” e “fim do Sporting” para a narrativa eleitoral no mesmo dia em que garantiu a uma rádio “não querer falar dos adversários” e no mesma semana em que permitiu a membros da sua lista fazerem um bombardeamento de lama na imprensa de que o próprio Vale e Azevedo se orgulharia; um candidato que conseguiu dotar o conceito de “continuidade” com propriedades da física quântica – ele é da “continuidade” das coisas boas durante os quatro anos em que lá esteve, mas não da “continuidade” das coisas más (em que se incluem a derrapagem financeira na construção do Estádio e a milagrosa multiplicação do passivo, entre outras proezas “credíveis”).


Apesar dos indefectíveis da narrativa do “candidato credível” serem uns quantos, suponho que o principal (talvez o único) motivo pelo qual Godinho Lopes ainda tem hipóteses de ganhar isto se chama Luís Duque. Compreendo, e admito que é também o único motivo pelo qual não me vou suicidar na eventualidade de esta gente ganhar. Nunca seria capaz de votar numa lista que incluisse o Paulo Pereira Cristóvão e o Carlos Barbosa nem que me mostrassem contratos-promessa com o Xavi e o Iniesta assinados a sangue, mas o Luis Duque é uma ténue réstia de esperança naquela carroça de esterco eleitoral. Mas convém lembrar também que o Luis Duque que guiou um plantel barato e limitado ao fim do jejum, foi o mesmo que destruiu o mesmo plantel em dois meses, trazendo uma dúzia de internacionais a “custo zero”, mas com salários absurdos e idades que excluiam qualquer possibilidade de lucro futuro – doutrina que me parece estar a preparar-se para repetir – e o mesmo homem volátil que, como na sua primeira passagem pelo clube, pode demitir-se se um dia acordar mal-disposto.


Estou claramente a divagar e a perder o interesse no meu próprio argumento, portanto siga para Bruno de Carvalho, que em dois meses passou de “candidato simpático” a Adolf Hitler, e que ofereceu aos seus leais oponentes um “fundo” para contaminar qualquer hipótese de debate. Quem viu o debate de quarta-feira na Sport TV não terá perdido os quinze esclarecedores minutos em que Dias Ferreira tentou martelar a tecla do “direito de veto” dos investidores, enquanto abanava a cabeça e confessava que “só queria perceber bem como funcionava”, naquele estilo de quem diz “mas o que é então essa modernice do facebook?”. Um argumentozinho tão demagógico e absurdo que o próprio Bruno de Carvalho emudeceu, certamente ocupado a recapitular as alíneas do código penal que o impediam de degolar todos os cretinos presentes no estúdio, tendo demorado dois dias a reagir e a obrigar Dias Ferreira e Godinho Lopes a admitir que nos seus próprios “fundos” (eles agora também já usam a palavra, realçando no entanto que são “fundos diferentes”) também vão ter direito de veto dos investidores, a coisa menos problemática e confusa da história da humanidade para qualquer pessoa capaz de entender que alguém que investe num negócio cujo lucro depende de se contratar um bom jogador para um dia vender mais caro não vai vetar jogadores só por insondáveis caprichos russos.


Mas até eu fraquejo, como vêem, e venho parar ao fundo, como se investimento estrangeiro em clubes de futebol fosse uma coisa inventada anteontem, como se a ideia de "investidores russos" fosse radicalmente diferente de “investimento árabe” ou “investimento estrangeiro”, como se Bruno de Carvalho se esgotasse no raio do fundo, e não fosse – de longe, de muito longe – o candidato que mais informação deu sobre quem é e o que pretende.
Nem tudo nele me agrada: mas agrada-me aquela cara, agrada-me aquela voz, agrada-me aquela sugestão de violência contida, agrada-me aquele verdete de esperteza saloia que é um salutar contraponto à conice engomada dos últimos tempos, agrada-me a intuição (e não passa disso) de que está ali uma tremenda raridade: um fanático competente. Para já, isso chega. Isto não é um Messias; é um gajo cujos defeitos e áreas cinzentas não são mais preocupantes do que os dos outros, mas cujas qualidades são, não apenas mais promissoras, como também promissoras num sentido perpendicular ao passado recente.


Isto não vai ser um “Yes, we can”. Vai ser um “oh well, maybe, what the hell”, que é preferível a dois “mmm, not that shit again” e a dois “eh? wtf, I don't think so”.


Dito isto, é bom que votem na pessoa Bruno, porque se isto não corre como eu quero sou capaz de tranferir a minha nova energia participativa para os problemas do país, e imaginem bem o que seria este blogue nos próximos dois meses.

no seu blogue


PS* Acredito que devido a difenca de votos que existem entre os sócios, estas eleições podem eleger mais uma vez os mesmos, devido ao voto conservador, e não da maioria em numero de votantes.

Fragmentos e Opiniões. As diferenças e semelhanças entre Portugal e a Irlanda. As analises e constatações do Conselho Europeu



Fragmentos e Opiniões.

As analises e constatações do Conselho Europeu

Portugal eclipsa catástrofe da banca irlandesa

A escala do colapso económico da Irlanda e do salvamento UE/FMI pode ser avaliada por números que circulam no último Conselho Europeu de 24/25 de Março, em Bruxelas.

Leio o jornal irlandês “Irish Independent”e fico surpreendido com esta conclusão
"Portugal, que tem uma população de 10,7 milhões, deverá precisar de um pacote de salvamento de, no máximo, 70 mil milhões de libras [80,3 mil milhões de euros], enquanto a Irlanda, que tem uma população de 4,5 milhões, precisou de 85 mil milhões de libras [97,5 mil milhões de euros].” "A diferença entre o montante de que Portugal ainda poderá vir a precisar e aquilo que a Irlanda terá de injectar na sua devastada economia pode ser explicada através de vários factores técnicos. Mas o principal é um facto bem simples: a Irlanda enfrenta uma crise bancária catastrófica e dispendiosa, enquanto que, em termos gerais, isso não acontece com Portugal.” "Portugal tem problemas graves – nível elevado de endividamento, crescimento muito fraco e um problema imediato de liquidez – mas continua a ser possível encontrar solução para todos eles. Até o muito difamado fundo de salvamento, o Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF), pode suportar um salvamento de Portugal (mas não da Espanha)."

De acordo com este diário de Dublin, os problemas que o novo Taoiseach [primeiro-ministro] irlandês, apanhado num "jogo de póquer com apostas elevadas", tem pela frente são multiformes. Um dos principais é o dos bancos tóxicos do país, que poderão precisar de uma nova recapitalização de 35 mil milhões de libras [40,1 mil milhões de euros]. Acusados pelos respectivos contribuintes de "apoiarem Estados-membros da UE esbanjadores e incompetentes", a chanceler alemã, Angela Merkel, e o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, têm pouca margem de manobra. "…a complexidade de uma solução final para os infortúnios económicos e bancários da Irlanda parece estar para além da capacidade dos melhores cérebros da Comissão Europeia, do FMI e do BCE."

Bancada Directa não aderiu e nem vai aderir ao Novo Acordo Ortográfico

Que belo exemplo Aveiro dá aos outros grandes centros urbanos deste Portugal

Aveiro Lifecycle



....Sei que não é Lisboa mas devia ser um exemplo a seguir na nossa cidade, em todos os aspectos....(blogue Cidadania LX)

E não há forma dos combustiveis baixarem de preço. Até onde eles irão subir de preço?

O que Portugal sofre com estas condicionantes.

A guerra, o petróleo e a crise económica no nosso país.

Desde o início do ano, o preço do petróleo já subiu mais de 20%, passando de 93 dólares por barril para os 113 com que estava cotado na sexta-feira. Entretanto, começou o ataque da coligação internacional à Líbia e o mais provável é que hoje o preço do barril de brent, que serve de referência, volte a subir. O que é natural, pois a Líbia é um importante produtor mundial, com uma capacidade diária que antes da revolta contra Kadhafi se cifrava em 1,6 milhões de barris diários, não indo agora além de um quarto disso.
Mas como se não bastasse a instabilidade no Médio Oriente para, via custo elevado do petróleo, dificultar ainda mais a recuperação das economias europeia e norte-americana, o próprio sismo no Japão pode vir a afectar o jogo global da oferta e da procura do crude. Com graves problemas de segurança numa das suas centrais nucleares, e confrontado com a paragem de vários reactores, o Japão poderá de repente ver-se forçado a abastecer-se de petróleo a níveis superiores aos habituais. E qualquer movimentação do Japão terá um efeito poderoso nos mercados, pois estamos perante a terceira potência económica mundial, um país que em termos de PIB vale mais de 20 vezes a riqueza produzida anualmente em Portugal.
Para se ter uma ideia do impacte desta subida do preço do petróleo na economia portuguesa, basta notar que o valor de referência tido em conta para o Orçamento do Estado para 2011 foi de 80 dólares. Foi um cálculo optimista, baseado nos preços moderados do barril durante boa parte de 2009 e 2010. Ora, em termos de economia portuguesa, esta cotação em alta do preço do crude só pode ter consequências negativas, sobretudo para as empresas de transporte, mas também para todos os sectores afectados pelo aumento dos custos dos fretes, sejam rodoviários, marítimos ou aéreos. O que significa que sair do cenário de recessão previsto para este ano será complicado e necessitará mesmo de um excelente desempenho das exportações.

Contribuições

O que o povo questiona e quer saber….
Nunca ninguém explicou ainda como funciona o mercado do petróleo. Cerca de 70% dos fornecimentos são contratados a médio prazo; i.e. 3 a 5 anos. Apenas cerca de 30% é adquirido no mercado "spot". Será que nos preços ao consumidor é considerada a mais que provável reavaliação de stoks?


O preço médio de 80 USD/barril que foi utilizado no cálculo do orçamento de 2011, pode não ser realista mas favorece a receita fiscal (60% do preço final é imposto). O problema é que quando se permite uma almofada orçamental (transitória) dá um sinal errado aos agentes económicos.

Nós nunca seremos competitivos com o nível de preços dos combustíveis mais elevado do que o de Espanha. As petrolíferas ou o governo têm que fazer o seu trabalho.

Música para trompete e órgão na Basilica de Mafra


Música para trompete e órgão na Basilica de Mafra

No cenário da Basílica de Mafra, obra-prima da arquitectura setecentista, a Câmara Municipal organiza, no dia 26 de Março, pelas 22 horas, um concerto musical por solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa. A entrada é gratuita.»

Sérgio Charrinho, trompete
Paulo Carmo, trompete
Óscar Carmo, trompete
Marcos Magalhães, órgão

PROGRAMA:

Henry Purcell — Abertura do 2.º acto da semiópera The Indian Queen, Z. 630 (red. para 2 trompetes e órgão)

Henry Purcell — Abertura do 4.º acto da semiópera The Fairy Queen, Z. 629 (red. para 2 trompetes e órgão)

Henry Purcell — Abertura da Cantata Hail, bright Cecilia (Ode para o dia de Santa Cecília), Z. 328 (red. para 2 trompetes e órgão)

Antonio Vivaldi — Concerto para dois Trompetes

Petronio Franceschini — Concerto a 2

Francesco Manfredini — Concerto para dois trompetes

John Stanley — Trumpet Voluntaries, suite (arr. de Edward Tarr)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Fragmentos e Opiniões. A informação é uma arma. É a conclusão do nosso cronista António Raposo


Fragmentos e Opiniões.

A informação é uma arma.

É a conclusão do nosso cronista António Raposo



Mais do que um bom armamento militar, nas modernas sociedades a informação é uma arma poderosa. Quem a dominar domina a economia, influência sobretudo a opinião pública essa pobre filha que não tem ninguém que a proteja.

Manipular a opinião pública é o grande desígnio da informação (imprensas, rádio, cinema, televisão). Por isso vimos que apesar de serem meios que por si pouco ou nenhum lucro distribuem, quem as domina e as possui não as larga.
Porque será? Porque simplesmente dá a quem as domina a capacidade de formar opinião e levar as populações a actuações que muitas das vezes são contrárias aos seus interesses. E nem se apercebem.

Perguntem a um “Chico esperto” que esteja num supermercado a comprar um detergente de determinada marca se ele a comprou porque foi influenciado pela publicidade.” Não senhor!” dirá logo o espertalhão “ a ele ninguém o influencia” porque só compra as coisas que ele e só ele decidiu comprar sem qualquer empurrão dos meios de informação.

Já alguma vez os meus amigos se perguntaram porque é que o nosso Cavaco Silva quando esteve no poder (porque actualmente é mais um poder vazio) deu a actual TVI à Igreja? A qual depois acabou nas mãos de grupos económicos determinados?
Já se perguntaram porque a SIC foi parar às mãos do antigo primeiro ministro Balsemão?

Acaso compreendem porque o Passos de Coelho quer (logo que mande) entregar a RTP aos privados? E os jornais estão nas mãos de quem? O Belmiro não ganha nada em ter o Público, mas não acaba com ele – porque será? Pois é – mais sabe ele! Já se perguntaram que grupo económico está por detrás do Passos de Coelho? Não será um Banco ?…. Não será o Grupo Atlético de Massamá onde ele habitava até há pouco. E mais que grupos económicos sustentam (sem se saber!) outros partidos?
Com o País a viver na míngua com pensões de 200 euros, e o Governo a retirar o dinheiro aos pensionistas pobres e aos funcionários públicos porque será que espatifa o pouco dinheiro em TGV´s, aeroportos, auto-estradas, submarinos e materiais de guerra.
E tudo isto sustentado por uma “informação” que eu chamaria de “artilhada” escrita e falada por funcionários do poder, ou do poder dependentes. Por isso eu acho que mudar de partido ou retocar as leis não leva a resultado nenhum.

Mudar os partidos do centrão um pelo outro é chover no molhado! A volta tem que ser maior. Precisamos de mudar tudo de uma ponta à outra. Por este andar vamos ao fundo como foi o Titanic, com a orquestra a tocar e as senhoras em vestido de noite, os cavalheiros com casaco de abas de grilo! Todos encantados a ouvir o “Danúbio Azul”.
Podem-me dizer que fácil é apontar os podres e difícil é dar alternativas.
Eu acho que se deixarem o povo falar (opinar) chegariam vozes aos nossos ouvidos com propostas válidas. Como estamos é que não vejo futuro nenhum nem a curto nem a médio nem a longo prazo! Essa é que é essa!
Antonio Raposo. Lisboa. 2011.03.24

O desporto em Aveiro. O basquetebol em evidencia. Comparece


Aí estão as "Tasquinhas" de Rio Maior 2011

Na edição de 2011 das Tasquinhas de Rio Maior celebra-se nesta cidade ribatejana um quarto de século das tasquinhas mais tradicionais da zona centro.

As Tasquinhas de Rio Maior distinguem-se das restantes pela particularidade de apenas poderem participar neste certame associações ou colectividades sem qualquer profissional da restauração como colaborador.

Nas Tasquinhas de Rio Maior todo o dinheiro angariado será aplicado nas mais variadas obras ou acções das varias colectividades

quinta-feira, 24 de março de 2011

Foi-se......

Estrala a bomba
E o foguete vai no ar
Arrebenta fica todo queimado.
O Governo foi à vida
Vai apanhar “carrapêtos”
P’ra Ribeira do Sado

De um poeta circunstancial anónimo

Desta vez é que arrebentou. Foi-se

Os Homens da Luta satirizam Miguel Sousa Tavares

Nas suas criticas aos vencedores do recente Festival da Canção 2011 Miguel Sousa Tavares verberou o gosto daqueles que escolheram o tema vencedor.

Como resposta Os Homens da Luta satirizam o cronista desta forma.

Por momentos julguei que estava a 29 de Janeiro de 2011


Afinal foi um bom exemplo que podia muito bem ser seguido pelo actual residente do palácio. E não ficava menos rico por isso.

Ainda agora a procissão vai no adro e já falam em subir impostos. Para já ameaçam com o IVA a 24% ou a 25%.

O Governo do PS foi à vida.....

O PSD com a procissão a sair ainda da igreja e já fala em subir impostos se fôr governo.....

Com o IVA a 24% ou a 25% vai ser uma miséria para as famílias pobres numerosas.

Porque os ricos sabem comprar nas origens em grandes quantidades e o IVA não se vê.
O PSD já tem o seu plano de Governo delineado se vencer as eleições antecipadas. Entre várias alterações Pedro Passos Coelho pretende subir o IVA de 23% para 24% ou 25% para compensar a não redução das reformas mais baixas, noticia o 'Correio da Manhã'.

Passos quer reduzir o executivo para 10 a 11 ministérios, assim como menos assessores, adjuntos e funcionários dos gabinetes dos ministros e dos secretários de Estado. Está também prevista a fusão dos Ministérios da Justiça e da Administração Interna, como já acontece em alguns países da Europa, não só por uma redução da despesa, mas por questões estratégicas.

"Com um novo Governo saído de eleições será possível apresentar, quer aos mercados, quer aos nossos parceiros europeus, uma estratégia de médio longo prazo que, finalmente, enfrente os problemas, vá à raiz dos problemas, e que não se limite de meio em meio ano a pedir sacrifícios redobrados aos portugueses sem que estes vejam forma de encontrar uma esperança ou uma saída para a crise", afirmou ontem Passos Coelho na sede nacional do PSD, em Lisboa, depois de Sócrates ter anunciado a sua demissão.

Subir impostos é hipótese

Também o porta-voz dos sociais-democratas, Miguel Relvas, afirmou hoje à Lusa que, a ser necessário, o PSD só admitiria mexer em impostos sobre o consumo, excluindo mexer em impostos sobre o rendimentos e nas pensões e reformas.

Numa declaração à agência Lusa, Miguel Relvas começou por afirmar que "ninguém pode, sem conhecer a verdadeira situação financeira, garantir que não mexe em impostos".

"Mas, a ser necessário, só consideraríamos mexer em impostos sobre o consumo e não nos impostos sobre o rendimento das pessoas e nem nas pensões e reformas dos sectores mais degradados e carenciados, como previa o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) do PS", acrescentou o porta-voz e secretário-geral do PSD.

"O combate ao défice não pode ser feito com medidas de impacto sobre os mais desfavorecidos do nosso país", defendeu.

Diz o Bancada Directa: isto é que vai para aqui uma açorda de marisco....

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