BANCADA DIRECTA: Fevereiro 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Amanhã, ou mesmo logo à noite, a gente conversa. Quero falar-te daquilo que se não deveria ver em Lisboa

Esta Lisboa que eu amo

Amanhã, ou mesmo logo à noite, a gente conversa.

Quero falar-te daquilo que não deveria acontecer em Lisboa.

Largo de Dona Estefânia em Lisboa. Um Bairro com grandes tradições, numa transição entre a Baixa pombalina e a subsequente com as Avenidas Novas. Bairro residencial por excelência. Neste gaveto do oitocentista Bairro da Estefânia, juntamente com o Arco do Cego e o de Arroios, existiu um elegante prédio de habitação de 1910 marcando enfaticamente aquela zona. Era o gaveto da Avenida Casal Ribeiro e o da Rua Almirante Barroso.
Neste desaparecido edifício habitou, durante algum tempo, o poeta Fernando Pessoa. Mas tudo isto parecem ser valores de pouca importância para Lisboa. Depois da nova proprietária do prédio - a empresa CÁFE - o ter votado conscientemente e activamente ao abandono, o pedido de autorização para a sua destruição foi dado pela CML e o imóvel prontamente demolido em 2010.
A empresa proprietária foi vergonhosamente negligente e nunca nada fez para salvaguardar o património que tinha nas suas mãos. Aliás, a 23 de Outubro de 2007 teve o atrevimento de iniciar, ilegalmente, a demolição da cobertura do prédio - que só foi travada depois da intervenção da Polícia Municipal! Porque razão a CÁFE nunca foi responsabilizada, penalizada pela CML? Em vez disso foi "premiada" pelo Pelouro do Urbanismo com luz verde para a demolição.

Lisboa, cada vez mais uma cidade de lugares vazios.

Pois é! Logo ou amanhã conversamos!

Nota: As três fotos em baixo são do Fernando Jorge para o Lisboa SOS. Entretanto a primeira foto é do Google Street View

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Dislexia, para que te quero? Deixa-me, quanto antes…….

O saber não ocupa lugar.

Temas de Medicina.

Dislexia, para que te quero? Deixa-me, quanto antes…….

Jaudem-me! Sucorro! Nã cnosigo lêre….

A dislexia aos olhos de quem lê pouco e mal.

Saber ler é uma das mais aprendizagens mais importantes, pois permite o fácil e rápido acesso à informação quotidiana.
A leitura é uma competência complexa que não se desenvolve naturalmente da interacção entre pais e filhos, por mais estimulante que seja o nível cultural no seio das famílias. Ela integra dois processos cognitivos distintos e indissociáveis: a descodificação e a compreensão da mensagem escrita.

Embora fácil para a maioria de nós, a leitura consiste na correcta interpretação de um conjunto de gatafunhos arbitrários (as letras), que se agrupam de uma forma estranha para formar coisas (as palavras), que quando associadas de uma determinada forma originam outras coisas ainda maiores (as frases). Parece fácil, não é?

Esquecemo-nos, no entanto, que para a interpretação dos tais gatafunhos, é necessário estabelecer a sua relação com o respectivo som. É geralmente a este nível que surgem as grandes dificuldades.
Observemos um exemplo: a letra “c” tem um valor diferente em “cão” e “cima”, e é substituída por “s” em sino” ou por “q” em “química”. Por sua vez, o “s” tem o valor de “x” em estrela e de “z” em “casa”. Esta (in)transparência ortográfica vai tornar (ainda) mais difícil o processo de aprendizagem da leitura

A dislexia atinge 5 a 17% da população escolar

Até há pouco anos, a origem desta dificuldade era desconhecida. Actualmente, a dislexia é talvez a mais conhecida e estudada Dificuldade Especifica de Aprendizagem. É ainda das mais comuns perturbações do desenvolvimento infantil, atingindo cerca de 5 a 17% da população escolar. Diz-se especifica porque a dificuldade em aprender não é generalizada, mas antes exclusiva para capacidade da leitura. A dislexia é, de facto, resultado de uma disfunção neurológica, e não apenas de más práticas educacionais ou ainda consequência de um problema de acuidade visual.

Esta disfunção resulta da existência de um défice fonológico, apesar de se encontrarem intactas as capacidades cognitivas.

As consequências são múltiplas e cumulativas, iniciando-se geralmente num ciclo vicioso de insucesso. É natural que a criança duvide das suas capacidades, se encontre desmotivada e deixe de investir em si. Com o tempo, são frequentes sentimentos de desvalorização e depressão, bem como o abandono escolar precoce.

As crianças com dislexia embora falem utilizando sílabas e fonemas, não têm conhecimento consciente destas mesmas unidades linguísticas. É por isso que insistem no mesmo tipo de erros, mesmo após a sua correcção repetitiva Por tudo isto. É fácil compreendermos que é geralmente no ensino primário que se tornam manifestas as maiores dificuldades da criança com dislexia, pois é onde ela se confronta directamente com a sua maior dificuldade: a leitura.

Existem, no entanto, alguns sinais aos quais pais e educadores devem estar atentos para que possam ajudar atempadamente a criança com dislexia. Assim, devem ser considerados logo em idade pré-escolar as dificuldades a nível da consciência silábica e fonémica (rimas, aliterações, cantigas, lenga-lengas), da articulação, da identificação das letras e dos sons que lhes corresponde, bem como a utilização de uma linguagem oral e um vocabulário pobres.

A psicomotricidade dá resposta

A investigação mostra que é possível “reorganizar” os circuitos neurológicos disfuncionais, capacitando a criança nesta tarefa. Para tal, existem múltiplas possibilidades de intervenção, cujos efeitos parecem ser potencializados quando a aprendizagem é realizada utilizando diversas formas de estimulação (visual, táctil, sonora, etc).
A intervenção em Psicomotricidade estende-se numa perspectiva global e multidisciplinar à Família e à Escola, de forma a permitir a implementação eficiente de estratégias e práticas pedagógico-terapeuticas que visam potencializar as capacidades da criança. A Psicomotricidade pretende dar uma resposta global a indivíduos que apresentam condutas motoras inadequadas ou inadaptadas, problemas de maturação e desenvolvimento, de aprendizagem, psico-afectivos e de comportamento.

Não deixe que a leitura seja um entrave à aprendizagem e desenvolvimento das crianças.
A fonte deste texto é do psicomotricista Pedro Carvalho

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Fragmentos e Opiniões. O que há assim de tão diferente entre pobres e ricos? É que cada vez há mais especuladores!

Fragmentos e Opiniões


Retrato do especulador comum

A análise do nosso cronista Antonio Raposo

Hoje em dia muita gente gostaria de ser especulador e na verdade cada vez há mais,
Dada a falta de ocupações esta é uma que é rentável e não obriga a grandes esforços.
Ser especulador é um trabalho simples que não precisa mais do que um PC e algum dinheiro. Se tiver muito dinheiro maiores serão os benefícios. É um trabalho sentado que não implica andar de sol a sol nas intempéries.

Nada de horários escravos. O especulador escolhe o seu horário e só trabalha se lhe apetece. Mas atenção terá que saber (informando-se) do que está sucedendo no mundo financeiro. É que anda muita gente ao mesmo, principalmente aqueles que são já hoje podres de ricos e que fizeram a sua fortuna jogando na especulação.
Muitas fortunas faziam-se antigamente construindo fábricas e produzindo artefactos. Eram os antigos industriais que assim produziram, deram trabalho a muita gente e construíram sólidas e “limpas” fortunas. Essa gente está toda a acabar. Dá muito trabalho e corre-se muito risco. Produzir é arriscado!

Temos em Portugal exemplos acabados de uma e outra espécie. O que fazia fábricas e dava trabalho a milhares era (foi) o Alfredo Silva da Cuf. As acções das empresas que ele construiu com capital emprestado a juros razoáveis pela Banca da época, criaram valor e valorizaram-se à medida da expansão do negócio e só isso. Ninguém andava na Bolsa a especular comprando acções da Cuf para revender a seguir com lucro sem lhes acrescentar mais nada. Ou se já havia não se notava e não era comum nem habitual.

Aliás, os bancos emprestavam dinheiro em função de um projecto de desenvolvimento devidamente estudado e desenhado. Não se emprestava dinheiro para especular!
Mas o tempo dos industriais já deu o que tinha a dar. Agora o melhor é jogar-se na especulação.
Vejamos o que se tem que fazer: Comprar e vender papeis das Empresas. Vendendo mais caro do que compra retirando o seu benefício sem esforço nem ter que produzir nada!

O especulador é uma actividade como outra qualquer que apesar de não produzir nada consegue obter o chamado “valor acrescentado”. Depois admiramo-nos de as empresas cotadas na Bolsa estarem inflacionadas que o mesmo é dizer que valem menos que o que cada um dá ao comprar as suas acções. Tudo isso é fruto da especulação.

Por essa razão é que não vejo com bons olhos o papel das bolsas e pior ainda o que se faz com a aquisição de “futuros”. Aquilo que ainda não há mas que já se transacciona. Ora se ainda não há isso quer dizer que se está a criar uma riqueza fictícia – que não existe! Não se deveria poder comprar o que não existe!

Ao permitir-se estas “jogadas” estamos a “inventar” riqueza que acabará levando à situação que os nossos amigos americanos nos empurraram no passado ano de 2008 e que levou todo o mundo de pantanas!
Hoje os nossos “desgraçados” dos funcionários públicos (e não só) estão a pagar essa factura, pois os que fizeram a falcatrua estão a apanhar sol e a chupar água de coco por uma palhinha numa bela praia do Pacífico.
OS POBRES QUE PAGUEM A CRISE.

Mais uma vez! Sempre assim foi!


Antonio Raposo. Lisboa. Fevereiro de 2010

Fragmentos e Opiniões. Lembra-me um amigo meu, que de vez em quando será preciso tomar uma vacina contra a raiva!

Fragmentos e Opiniões.

Lembra-me um amigo meu, que de vez em quando será preciso tomar uma vacina contra a raiva!


Mais do que coerência politica, nota-se que existem sentimentos de raiva nos partidos da Oposição nos seus comportamentos diários e reacções, não só em relação ao partido vencedor das eleições, mas também em relação ao Chefe do Governo. Os outros adversários para eles não têm valor ou importância. Quer sejam da esquerda ou da direita, mesmo com sentimentos comuns de governação possível.

Antes de entrar no tema vamos lá a definir a raiva nas duas vertentes, para não haver mistura de análises.
Raiva como sentimento:

Raiva é um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego sente-se ferido ou ameaçado. A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas. Joanna de Ângelis aponta o desenvolvimento moral e psicológico do indivíduo como determinante na maneira como a raiva é exteriorizada.

A raiva também pode ser um sentimento passageiro ou prolongado (rancor) e a expressão da irritabilidade e agressão humana. Outros nomes como fúria, ira, cólera, ódio, crueldade, etc. aplicam-se à distintas formas ou modulações desse sentimento que enquanto expressão do instinto de agressão é extensível aos demais vertebrados.

A Raiva como doença

A rábia ou raiva (também conhecida impropriamente como Hidrofobia), é uma doença infecciosa que afecta os mamíferos causada por um vírus que se instala e multiplica primeiro nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central e dali para as glândulas salivares, de onde se multiplica e propaga. Por ocorrer em animais e também afectar o ser humano, é considerada uma zoonose.

A transmissão dá-se do animal infectado para o sadio através do contacto da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões. Outros casos de transmissão registados são a via inaladora, pela placenta e aleitamento e, entre humanos, pelo transplante de córnea. Infectando animais homeotérmicos, a raiva urbana tem como principal agente o cão, seguido pelo gato; na forma selvagem, esta se dá principalmente por lobos, raposas, coyotes e nos morcegos hematófogos.
Mesmo sendo controlada nos animais domésticos em várias partes do mundo, a raiva demanda atenção em razão dos animais silvestres. Em saúde pública gera grande despesa para seu controle e vigilância, mesmo nos locais onde é considerada erradicada ou sob controlo, já que é uma doença fatal em todos os casos que evoluem para a manifestação dos sintomas. Até 2006 apenas 6 casos de cura entre humanos foram registados, dos quais 5 haviam recebido o tratamento vacinal e somente um, em 2004, parece não haver recebido estes cuidados.

A sua incidência é global, salvo em algumas áreas específicas em que é considerado erradicado, como a Antárctida, Japão, Reino Unido, e outras ilhas.

Confesso solenemente que sempre gostei de ouvir falar Francisco Louçã. Ainda me lembro das suas crónicas na TSF, final anos oitenta, aí pelas 8 da manhã, onde apontava criticamente o que estava mal na política da altura e dos políticos que a ela presidiam. Não era só a sua justeza das palavras e orações que empregava, mas sobressaía o tom afável e sereno como as pronunciava. Eram palavras suaves mas atingiam os alvos de uma forma impiedosa. Nele respirava-se "Democracia comportamental". Mas os tempos mudaram e o seu Partido passou de um simples arremedo a um grande partido com representação parlamentar acentuada.

E as suas atitudes e as suas palavras mudaram de tom, tornaram-se agressivas, que não atingem os desideratos que pretende e dá mostras de no seu comportamento habitual, frequente, e como imagem de marca, ter uma raiva pessoal contra o primeiro-ministro, toldando-lhe, por vezes, a fluência para atingir os seus pontos de vista. Ou melhor, mostra uma fluência tal, que qualquer pessoa nota que não é espontânea mas sim já preparada cuidadosamente. Sibilinamente, a roçar o que a ética proíbe aos deputados.

A raiva é uma das principais emoções que moldam o espaço político. E ela tem sempre o mesmo significado: impotência. É o momento em que o adversário se transforma em inimigo, passando a valer tudo menos o respeito pela sua legítima e bondosa diferença. Nesse sentido, a falta de controlo emocional é antidemocrática, pois a democracia depende da racionalidade discursiva para ser eficaz e eficiente. A democracia precisa da retórica para sobreviver, é a sua língua – sendo a Lei o seu corpo. A retórica é neutra, qual talher ou bisturi. Podemos comer, podemos tratar, podemos ferir, podemos matar com os mesmos instrumentos. É a mesma mão que os segura.

Em todas as democracias encontramos expressões de raiva. É endógena à oposição. E serve de critério para reconhecer agentes políticos em combate. Por exemplo, um jornalista. Formalmente, pode estar a representar o suposto papel de mediador e divulgador, simulando ser parte do processo de comunicação entre a realidade noticiável e a audiência. Porém, as manifestações de raiva, bastas vezes em modo de sarcasmo, dão conta da sua militância e disfunção deontológica.
PCP e o BE rangem os dentes em fúria contra todo o sistema político e económico que lhes frustra a utopia. E PSD e CDS enchem o peito de ódio contra o PS que lhes frustra a ida ao pote. O resultado viu-se em Setembro de 2009 e ver-se-á em todas as eleições seguintes, com ou sem Sócrates. Porquê? Porque a maior parte do eleitorado que gera riqueza sabe que é pobreza social o que nasce da pobreza intelectual.

Enfim: Vacinem-se!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Descida da Ria marcada para domingo na Costa Nova.

Descida da Ria de Aveiro marcada para domingo na Costa Nova.

Decorre no próximo domingo a partir das 11h00 a 25.ª edição da Descida da Ria de Aveiro, na modalidade de remo olímpico de longa distancia.

Esta competição disputa-se em 3500 metros no Canal de Mira. Com partida marcada para a zona do Parque de Campismo da Costa Nova e chegada prevista para o Clube de Vela da Costa Nova.

Uma das novidades da edição deste ano é a saída a pares de duas equipas, a cada 30 segundos e em sistema de contra-relógio, permitindo ao público acompanhar de perto o desempenho das diferentes equipas durante a regata.

Bancada Directa deseja que esta prova desportiva seja um grande sucesso.

O desporto e a morte na nossa terra e na dos outros. Triste, muito triste. Dean Richards morre na flor da idade.

O desporto e a morte na nossa terra e na dos outros.

Triste, muito triste. Dean Richards morre na flor da idade.

Antigo defesa Dean Richards morre aos 36 anos

O antigo defesa inglês Dean Richards, que representou clubes como Wolves, Southampton, Bradford e Tottenham, morreu este sábado, com 36 anos, devido a doença prolongada.•

Richards já não jogava desde 2005, altura em que lhe foi detectado um problema no cérebro, tendo por isso recebido uma indemnização por parte do seguro a rondar os 2,5 milhões de euros.

O defesa atingiu certa notoriedade em 2001, quando se transferiu do Southampton para o Tottenham por 8,1 milhões de libras (cerca de 9,4 milhões de euros).

Com a sua morte o desporto no Reino Unido e em todo o mundo está de luto.

Paz à sua alma

Uma miúda de dois em dois dias. Apresentamos hoje Cheryl Tweedy, aquela que foi a mulher de Ashley Cole.

Uma miúda de dois em dois dias.

Apresentamos hoje Cheryl Tweedy, aquela que foi a mulher de Ashley Cole.

Quem é Cheryl Cole?

Cheryl Cole, nasceu a 30 de Junho de 1983 em Newcastle Upon Tyne, no noroeste do Reino Unido. Tem mais quatro irmãos, Andrew, Garry, Joseph e a rapariga Gillian. É conhecida por Cheryl Tweedy e é uma das integrantes do grupo feminino musical de grande sucesso na Grã-Bretanha de nome Girls Aloud. Foi casada com o futebolista inglês Ashley Cole, cuja separação foi anunciada pelo casal em Fevereiro de 2010. Recentemente participou num video musical do cantor will.i.am da banda Black Eyed Peas. O clip chama-se "Heartbraker" onde ela canta e dança break.

Interessada em dança desde criança, Cheryl ingressou na Royal Ballet de Verão da escola com 9 anos de idade. Ela cantou, foi modelo e apareceu em alguns comerciais de televisão.
Bem como a dança, ela ganhou vários concursos de modelo, inclusive Boots Group's Bonniest Baby, Mothercare Happy Faces Portrait concorrência, Best Girl Looking de Newcastle, The Evening Chronicle "Little Miss & Mister e mais atraentes Most Atractive Girl no MetroCentre.

Cheryl Cole chegou à fama em 2002 após se tornar membro do grupo pop Girls Aloud através programa do ITV de reality show Popstars: The Rivals. Tornaram-se um dos poucos artistas de reality show do Reino Unido a alcançar o sucesso continuo, acumulando uma fortuna de 10 milhões de euros até Maio de 2009. Com Girls Aloud, Cole tem sido bem sucedida em conseguir uma sequência de 20 UK top ten singles consecutivos (incluindo os quatro número), número dois do Reino Unido um álbuns e recebeu quatro indicações ao Brit Awards, vencendo Melhor Single em 2009 com "The Promise".

Em 2008, Cole se tornou jurada do reality show britânico X Factor. Cole tornou-se reconhecida como um ícone do estilo, que aparece na capa da Vogue britânica e Elle.

Ela foi casada com o jogador do Chelsea e da selecção inglesa, Ashley Cole. O casamento acabou em meados de 2010, após alegações de que o jogador teria traído Cheryl mais uma vez.
Em Outubro de 2009, Cole lançou seu primeiro single a solo, "Fight For This Love", que chegou a número um no Reino Unido e alcançando o estatuto de single de venda mais rápida do ano. Cole lançou seu primeiro álbum solo "3 Words" em 26 de outubro de 2009. Em 2010 Cole continuou seus sucessos com o álbum Messy Little Rain Drops, numero um na Inglaterra e Irlanda, e com seu single Promise This, também numero um. Cheryl recebeu duas indicações aos Brit Awards, de melhor single e melhor artista solo feminina.

Em 10 de Junho de 2008, foi anunciado que Cole iria substituir Sharon Osbourne como jurada na quinta temporada da série "The X Factor".
Numa entrevista ao Cosmopolitan Magazine em 9 de agosto de 2008, uma semana antes de a série The X Factor ser transmitida na a ITV1, a colega de Cole, a jurada Dannii Minogue acreditava que ela poderia mostrar um novo talento, dizendo: "Uma semana Cheryl estava falando sobre música pop e falando para Simon Cowell, 'Isso é o que o show precisa; é nisso que estamos indo mal.' "

Os Sabados de Tempicos

Caros amigos leitores do Bancada Directa

O detective Tempicos não pára!

Enquanto ele - e nós - aguardamos impacientemente o que o seu compadre Zé tem a dizer sobre a sua relação - se houve, claro - entre ele a a maravilhosa Marylou, o nosso detective levou a diva americana a um concerto, dizendo-lhe que era musica de Vivaldi e Salieri. Em vez de ir para a Aula Magna, levou-a para uma agremiação ali em Almada e pespegou-lhe com o Projecto Zeca Sempre.

E não querem lá ver que a miuda gostou de tudo o que viu e ouviu. E até parece que ficou com um fraquinho pelo Nuno Guerreiro. O Tempicos que se cuide.

A miuda gostou deste tema e nós também


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

2 Minutos de Truques!

Caros amigos de Bancada Directa,

Tenho estado bastante ausente deste nosso espaço, devido a falta de vontade e acima de tudo alguma saturação internauta, bem como também impedimentos de ordem temporal, que normalmente exigem algum tempo disponivel para dar algo de qualidade que todos merecem.

Mas, cá estou eu, na medida do possível e sempre que as circunstancias permitirem, com a edição de alguns artigos.

Vou deixar um excelente vídeo, onde um papagaio faz em 2 minutos varios truques, tal como os governantes com o nosso país e seu povo, onde mais parece um circo cheio de malabarismos, onde as ovelhas seguem as linhas mestras de quem comanda, sem abrirem os olhos do partidarismo obscuro que nos tem governando. E falo precisamente dos 2 maiores partidos portugueses, que são a desgraça deste país plantado a beira-mar a quem chamam de democracia e a maioria continua acreditar.

Dizem para termos esperança, mas nós já nem isso temos deles, e sinto uma enorme tristeza de assistir as pessoas a serem sempre ludibriadas pelos seus sentimentos partidários e ideológicos, que deixaram de existir a muito nessas bandeiras, mas que a maioria ainda acreditam cegamente, como alguém que acredita no Pai Natal desde pequeno e pensa que este será verdadeiro para toda a vida.

Queridos Portugueses, mudar por si só não chega, é preciso abrir a mente interior e deixar de ser guiado pelos interesses de quem nos governa, e pelas notícias que constantemente nos são impingidas pela comunicação que os mesmos inventam, e por uma centena de intelectuais que aos anos, falam, falam e nada fazem, fazendo com que a esperança que vão pedindo a cada ano, desde o 25 de Abril de 74, se desvaneça como a morte que cada um de nós terá com certeza absoluta.

É preciso provocar rupturas a todos os niveis, correndo com esta ditadura partidária com pele de democracia e sejamos governados e não governar quem devia de o fazer, e apelar que as leis da justiça funcionem verdadeiramente e a verdadeira justiça social possa prevalecer. “O povo é quem mais ordena...”

Foi só um desabafo, que há muito tenho escondido.

Um até já.


E se a casa cair, deixa que caia!


Mafra. Uma boa iniciativa. Aproveitem meninos e meninas


Bancada Directa deseja aos seus fieis amigos leitores que tenham um excelente Fim de semana

Pois é amigos leitores! Agora que os dias se estão a concertar para uma primavera radiosa, há que aproveitar estes fins de semana.

Pena, pena foi o glorioso clube de Alvalade ter sido eliminado da Liga Europa num golo inconcebivel já em tempo de descontos. Se o Sporting tem passado aos oitavos era o pleno das equipas portuguesas. Melhores dias virão para os seguidores de Francisco Stromp.
A miuda é a dançarina Renata Frissom.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Pessoal de Aveiro e terras à sua volta. Vamos lá a apoiar o basquetebol cá da terra.

Esta Lisboa que eu amo. No Bairro da Graça não se vê o sol na Rua do Sol à Graça.

Esta Lisboa que eu amo.
No Bairro da Graça não se vê o sol na Rua do Sol à Graça.

Rua do Sol à Graça em Lisboa cortada há seis meses

A circulação de veículos na Rua do Sol à Graça está interrompida há mais de seis meses, sem que a Câmara de Lisboa saiba quando é que o problema será resolvido. Moradores da zona, bem como o presidente da Junta de Freguesia da Graça, têm-se queixado repetidamente, mas continuam à espera da solução.

Desocupado e em estado de pré- ruína há uma década, o edifício de dois pisos com os números 44-48 da Rua do Sol à Graça já complicou várias vezes a vida aos moradores da parte baixa da freguesia. O trânsito, que ali se faz apenas no sentido ascendente, em direcção à Rua da Graça, foi cortado noutras ocasiões pelo mesmo motivo, garante o presidente da junta, António Afonso, mas a situação nunca se arrastou tanto tempo como agora.

O risco de desabamento da fachada levou a Protecção Civil a determinar a interrupção do trânsito a 3 de Agosto de 2010. Desde então, as grades de ferro, quase sempre caídas no chão, cortam a estreita rua em duas, a 50 metros da Rua da Graça, a principal da freguesia, onde se concentram o comércio e os transportes públicos.

Bancada Directa faz votos para que esta situação anormal seja resolvida depressa. A não ser assim só nos resta dizer: Francamente António!.....

O desporto na nossa terra. Fragmentos e Opiniões. Reflexões sobre o momento difícil que atravessa o Sporting Clube de Portugal

Fragmentos e Opiniões.

Reflexões sobre o momento difícil que atravessa o Sporting Clube de Portugal

A opinião do nosso cronista Antonio Raposo

O Sporting Clube de Portugal está a atravessar o Sporting uma situação de grandes problemas. De grandes dificuldades dos seus dirigentes conseguirem conduzir o barco para que possa continuar com bons resultados.

Não poderemos dizer que esta situação é exclusiva do clube de Alvalade. Os grandes do nosso futebol andam todos perto da falência. Senão com falência técnica evidente.
Não é fácil sair desta situação a menos que se repense toda a filosofia que hoje preside ao futebol.

Desde que o Futebol se transformou de um grupo de sócios para uma S.A.D. as coisas tem vindo de mal a pior. Ou se arranjam uns milionários russos ou árabes, ou mesmo com ajuda das câmaras municipais a coisa não tem hipóteses.

Os clubes pequenos cuja capacidade económica não chega aos grandes nem pouco mais ou menos, esses ainda estão em pior situação. Não podem comprar jogadores por não terem dinheiro nem crédito.

Mas voltando ao Sporting que agora será o Clube em situação mais periclitante. Já lá vai o tempo em que o Clube vivia da quotização dos sócios e não possuía senão a sua sede e o campo de futebol. Não havia televisões nem dinheiros de outras fontes.

Nesse tempo o Sporting ganhou muitas taças de Portugal e imensos campeonatos. Só tinha no Benfica o seu rival e adversário. Não havia estrangeiros a jogar e muito menos brasileiros a fingir que são portugueses. Cremos que não teria dívidas e teria património.
Tudo nesse tempo era comedido. As assistências eram pequenas e pouco aguerridas e não se tinham inventado as “claques”. O estádio de Alvalade até tinha na bancada dos sócios um anexo para a colocação das respectivas bicicletas. Impensável hoje em dia.

Calculo que com as dívidas que tem (e não é o único!) o Clube deve pertencer por causa disso a um banqueiro! Nota-se que alguém manda no Clube mas não parece ser exactamente a direcção. Essa só mexe e vive graças a alguém do dinheiro que está por trás e acaba por mandar no Clube verdadeiramente.

Vejo os sócios – ingénuos alguns – convencidos que o voto deles nas assembleias-gerais muda alguma coisa. Altera a composição da direcção mas mudar nem por isso. Quem manda é quem sustenta a dívida e mantém o crédito para pagar as muitas despesas do Clube. As coisas são como são e não há volta a dar.

Ou será que deveríamos antes ter outra estrutura organizativa no futebol. Já pensaram nisso?

Pois pensem!

Antonio Raposo. Lisboa

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O pastor Antonio sem as suas vacas. O Toni Carreira e o José Malhôa que se cuidem.



Francamente, senhor Antonio.

O senhor não é um lutador por excelencia. O lutador sou eu, que assim de surpresa tenho de o ver e ouvir.

Francamente

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

As terças-feiras do Detective Tempicos. Uma rubrica do Bancada Directa onde tudo o que se possa imaginar será dado a conhecer aos nossos leitores

As terças-feiras do Detective Tempicos.


Uma rubrica colectiva do Bancada Directa.

Onde tudo o que se possa imaginar vai ser dado a conhecer aos nossos leitores.

Tempicos é a estrela!

A introdução/apresentação da rubrica de Bancada Directa

A meio da semana passada o detective Tempicos, num assomo de revolta das suas células cinzentas, escreve aos seus confrades e confreiras e transmite-lhes a mensagem que vai pôr todos a abanar o capacete, queremos dizer, a abanar as suas esferográficas ou os dedos nos teclados, dos seus ordenadores, para o acompanharem em mais desventu
ras amorosas e não só.

Eis o texto do mail que enviou para "Bancada Directa"

Caro Adriano,

Estou sempre a tentar fazer "coisas" para manter as células cinzentas a trabalhar e para ocupar o tempo de forma agradável.

Escrevi um texto que gostaria publicasse no "Bancada" . Se o texto terá ou não seguidores isso, para mim, é indiferente. Limitei-me a dar o pontapé de saída, que pode ser o principio e simultaneamente o fim do jogo. Ver-se-à!

Simultaneamente vou enviar o texto aos confrades que fizeram connosco o livrinho da" Marylou: onde estavas tu?" Se alguém quiser pegar na história e continuar, de forma coerente, pode ser interessante. Como começa a gente sabe, só não faz ideia é como acaba. É sedutor - convenhamos.

Noutro correio segue o "material". E os convites.

Um abraço do seu ex-colega Tempicos


Claro que Tempicos e os autores convidados e todos aqueles que se julgarem capazes de se envolverem numa história colectiva têm abertas as páginas do Bancada Directa ao seu dispor.

O pessoal dos "States" (agora cheios de frio e neve) estão receptivos a esta nova rubrica. Vão adorá-la.

É evidente que Tempicos, espertalhão e vivaço como é, sabia que tinha as páginas do nosso e vosso blogue escancaradas para ele. Hoje terça-feira seria o arranque. E o primeiro episódio surgiu de imediato: Eis o tal:

TEMPICOS E MARY LOU (1)



Tempicos- vocês conhecem-no – é o que é: o resultado acabado de uma sociedade que vive o “salve-se quem puder” e cujos valores éticos são o dinheiro como forma de se atingir a felicidade. Resumindo: uma selva!

Mas é bom rapaz, trabalhador…e sobretudo temente a Zeus. Como diria Ortega y Gasset: Nós somos nós e a circunstância.

Tempicos teve um romance com Nelinha ( a sortuda!) uma loira verdadeira que acabou mal. Ela foi vítima da sua própria beleza. Reuniu imensos namorados e amantes. O que por um lado é bom, o usufruto e por outro é mau, as ciumeiras. Tanto stress acabou com ela, para além dos maus tratos e outras equimoses. Acabou morta. Diziam: morreu Marta morreu farta! Nunca se soube quem a matou. E agora já não interessa porque a Justiça é lenta e os prazos prescreveram.

Tempicos continua a respeitá-la em morta como a respeitou em vida: - pouco, mas mesmo assim cumprindo os mínimos. Continua a visitar a sua campa no Cemitério de Benfica, onde de vez em quando – por acidente – acaba encontrando e evidentemente consolando uma ou outra viúva que reza o terço à beira dos seu ente querido. Só quem sofreu grandes desgostos aprecia um ombro amigo e uma mão na cintura. São coisas que Tempicos faz, com amor. E aliás contribuem com bastantes créditos para uma futura entrada no Céu, se acaso existe.

Numa manhã chuvosa e pardacenta, daquelas que prevêem borrasca e chuva grossa, Tempicos resolveu dirigir-se à feira da Ladra visitar os vendedores de moedas para coleccionadores e por isso apanhou o eléctrico para a Graça.

Ao seu lado por um acaso verdadeiramente ocasional, sentou-se uma senhora, que parecia a Nelinha, jurava que era a sua cara chapada!

Os mesmos olhos. Os cabelos loiros e esvoaçantes. Um rosto angelical. Um sorriso nos lábios vermelhos e carnudos. Tempicos tinha comprado uma garrafa de tinto de marca cujo rótulo dizia: um final de boca persistente e prolongado. Estaria Tempicos a exagerar? Seria aquela senhora a tal irmã de Nelinha que ele nunca vira mas ouvira falar dela? Seria aquela a célebre Marylou?

Quem nos poderá ajudar a decifrar este mistério?

Ps- A respeito do prémio para o melhor episódio leia a decisão de Tempicos.

Pensámos em ofertar automóveis em vez de numerário mas tendo presente o caso do sucateiro Godinho e das respectivas consequências, fizemos marcha à ré.

Pode ser um episódio solto e único ou poderá vir a ter companhia.Tudo depende da vossa eventual disponibilidade. Desta vez e como incentivo à escrita e graças à generosa colaboração dos Ministérios da Educação e da Cultura, cada colaboração será paga a 2.000.000 de euros cada página no formato A4.

O prémio é chorudo, porém, será pago em moedas de 1 centimo. Façam-lhe as contas, multipliquem dois milhões pelo peso de um centimo e verão que é capaz de ser uma coisa pesada.

É uma oferta generosa e simpática que em momentos de crise como o que atravessamos consideramos um incentivo à criação artística. Não podemos, outrossim, falar de crise. CRISE? QUAL CRISE?

ass) Tempicos

Uma miuda de dois em dois dias. Hoje apresentamos a Jessica Jordan, namorada do futebolista Marcelo Moreno

Uma miúda de dois em dois dias.

Apresentamos hoje a WAG Jessica Jordan, actualmente a namorada de Marcelo Moreno, jogador de futebol da Bolívia.

Falemos, antes, um pouco do jogador boliviano Marcelo Moreno para lançar o tema da Jessica Jordan, sua namorada.

Marcelo Moreno Martins é um futebolista boliviano que actua como atacante. Actualmente, joga pelo Shakhtar Donetsk. Devido à sua dupla nacionalidade, Marcelo Moreno poderia escolher a selecção que defenderia como profissional. O jogador optou pela selecção boliviana. Foi convocado pela primeira vez para um jogo particular contra o Peru em 2007. Desde esse desafio Marcelo é a grande estrela do futebol boliviano.

Em 2007, foi vendido ao Cruzeiro, onde se consagrou ainda mais, sendo um dos dois artilheiros da Copa Libertadores da América.

Em Maio de 2007 foi vendido ao Shakhtar Donetsk. A equipe ucraniana concordou em pagar €9 milhões pelo jogador. O Cruzeiro tinha 50% dos direitos financeiros, um grupo de empresários tinha 40% e o jogador tinha 10%.

Em Maio de 2009, passado um ano depois de ingressar na equipa ucraniana. Moreno foi emprestado por um ano ao Werder Bremen, da Alemanha, por uma quantia de €2 milhões . Em Fevereiro de 2010, foi novamente emprestado, dessa vez ao Wigan, da Inglaterra.

Retornou ao Shakhtar Donetsk em Julho de 2010, onde deverá permanecer durante a temporada 2010-11.

Marcelo Moreno tem uma relação intima com a Jessica Jordan
Quem é Jessica Jordan?

Jessica Anne Jordan Burton nasceu a 6 de Maio de 1984 em Bath, no Somerset. Reino Unido.

Jessica é a filha única de um pai britânico e mãe boliviana, Aida Burton. Seu pai, Keith Andrew Jordan é um engenheiro do ramo dos petróleos. Além da Bolívia, Jessica também viveu na Inglaterra, Escócia, EUA e Brasil.

Enquanto jovem, Jessica interessou-se por desporto e viajar. Sua mãe preocupava-se pelo seu aspecto nada feminino. Por volta dos 16 anos de idade a sua mãe matriculou-a numa escola de modelos. Depois foi uma sucessão de participações em desfiles pela Europa, México e USA, assim como em concursos de beleza onde também teve muito sucesso.

Estes incluíram o concurso de Miss Mundo Latina que ela venceu em Miami em 2003. Em 2005 sucedeu a Desiree Duran no título de Miss Bolívia e depois foi Miss Universo Bolivia. Para além destes títulos ela foi também a Rainha Internacional do Café em 2008.

Jessica teve uma incursão pela política, ajudando sua mãe neste processo. Fê-lo, disse, pelo seu amor à Bolivia. Devido à fama que granjeou nos concursos de beleza, passou a conhecer e a lidar com pessoas influentes, que deu origem a um encontro a sós com o presidente da Bolívia Evo Morales.

O presidente Morales convidou Jessica para representar o governador no difícil circulo eleitoral de Beni, no qual o presidente do partido Movimento Al Socialismo perdeu mais de 25.000 votos. Jessica não ganhou as eleições, perdeu por 2.900 votos, mas encurtou a distância para o partido. 40% foram os votos de Jessica Jordan e Evo Morales convidou-a para o cargo de Director de Desenvolvimento do Beni

Desta maneira Jessica Jordan tem à sua disposição e é responsável por um orçamento de 700 milhões de dólares, para serem gastos em estradas, creches, hospitais etc.


Adriano Rui Ribeiro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fragmentos e Opiniões. Para onde caminha este PS? Rendido ao poder de governar como está a sua sobrevivência no topo político dificilmente sobreviverá


Fragmentos e Opiniões.

Para onde caminha este PS?

Rendido ao poder de governar como está, a sua sobrevivência no topo político dificilmente sobreviverá

Ainda não digeri lá muito bem uma entrevista de Ana Benavente sobre a situação actual do Partido Socialista. Mas vale a pena reflectir sobre as suas análises e conceitos. Desta forma ela mostra o desencanto de quem olha para o actual PS e não descobre aí o arrojo político que historicamente caracterizou a social-democracia.


O PS abdicou da defesa dos trabalhadores e dos mais desfavorecidos. Trocou a sua matriz socialista pela adesão às teses neoliberais. Demonstra-se incapaz de questionar o poder do capital financeiro enquanto dono e árbitro do desenvolvimento económico. É dominado internamente por uma liderança autoritária que seca tudo à sua volta, que distribui lugares e se alimenta de promiscuidades. O PS acabou por se instalar no espaço do centro, tornando o país mais pobre, política e socialmente.

As considerações não são minhas. São de Ana Benavente, histórica militante socialista e antiga secretária de Estado da Educação. Reflectem o desencanto de uma significativa camada de militantes que não encontra em José Sócrates e na actual direcção do PS o arrojo político de quem que caracterizou historicamente a social-democracia. Que, mais triste ainda, não vislumbram aí qualquer hipótese de reabilitação de um padrão ético que reequacione igualdade, liberdade e solidariedade. Não é um problema específico do centro-esquerda português, mas não há dúvida que no P português a erosão do S vai bastante adiantada. Veja-se, por exemplo, a inexistência de promoção de debate ideológico, o modo como maioritariamente se buscam diálogos e acordos com a face direita do espectro político, a forma como as estruturas dirigentes se mostraram enfastiadas com uma campanha presidencial que assumia claramente a defesa do Estado social e a crítica à chantagem dos mercados financeiros.

Será interessante perceber se no Congresso de Abril alguém se chegará à frente para fazer a figura de crítico do socratismo. António Costa e António José Seguro acham que ainda não chegou a sua hora. Manuel Maria Carrilho e Carlos César não estão disponíveis para desempenhar esse papel. É bem provável que ninguém se disponha a isso: os tempos futuros adivinham-se difíceis para um potencial sucessor de Sócrates e todos os militantes sabem que este eucaliptou bem o terreno em redor. Um adversário talvez desse jeito para que houvesse um simulacro de debate, mas o mais provável é Sócrates ter de ocupar-se sozinho do calor dos holofotes. Um passeio que dirá muito sobre o estado a que chegou um partido cada vez mais canibalizado pelo poder.

Esta Lisboa que eu amo. Cinema Europa. Continua o seu calvário.

Campo de Ourique. Lisboa. Muito perto daquele que foi o belo Cinema Europa morou Fernando Pessoa. Se hoje fosse vivo e presenciasse o trabalho de demolição do edificio por uma grua imponente, decerto que exaltaria numa poesia o "Requiem" por tudo isto de incorrecto grassa nesta cidade.

Francamente......

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. A doença bipolar.

O saber não ocupa lugar.

Temas de Medicina.
A doença bipolar.

Grandes génios e figuras célebres conviveram com esta doença.

O destaque

Entre a mania e a depressão. Assim vivem os doentes bipolares. Uma doença tantas vezes coabitando com a criatividade e a genialidade. De Fernando Pessoa a Tchaikovsky, de Van Gogh a Francis Ford Coppola, de Florbela Espanca a Kurt Cobain, todos conviveram com a doença bipolar. E foram só alguns exemplos

O desenvolvimento.

O conhecimento da doença bipolar é ainda escasso, nomeadamente quanto às suas origens. Sabe-se que esta perturbação do humor está relacionada com a hereditariedade, na medida em que mais de dois terços dos doentes têm antecedentes familiares. O que está por identificar são os genes que justificam esta predisposição
Também os neurotransmissores parecem estar envolvidos, tendo sido identificadas alterações nestes doentes face a pessoas saudáveis. Aliás, os investigadores tendem a relacionar os dois factores, inclinando-se para a hipótese de a causa da doença bipolar estar nos genes que regulam os neurotransmissores.

O que se sabe também é que o consumo de álcool e substâncias psicotrópicas potencia os episódios maníaco-depressivos. Outra hipótese em estudo prende-se com o fenómeno da sensibilização, com os primeiros episódios da doença a serem desencadeados por acontecimentos traumatizantes, após o que cada nova crise induz alterações a nível do cérebro, até que as oscilações de humor passam a ser espontâneas.

Entre a “loucura” e a arte são frequentemente estabelecidas linhas paralelas. De quando em vez organizam-se colóquios e simpósios para discutir esta relação estranha entre a doença mental e a criatividade. Nessas discussões é comum falar-se da doença bipolar. Os compositores Schumann e Tchaikovsky deram bipolares. O musico Kurt Cobain também. Peter Gabriel e Axl Rose igualmente. Vítor Hugo, o autor de “Os Miseráveis”, sofria crises de mania e depressão, o mesmo sucedendo com Ernest Hermingway. Van Gogh pintava sob a influência da doença. O realizador Ford Francis Coppola é outro artista que lhe conhece os sintomas. Na cultura portuguesa, sabe-se que a doença bipolar afectou autores como Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro e Florbela Espanca. O que não se sabe é em que medida lhes estimulou a criatividade.

Entre uma crise de mania e uma crise de depressão, o doente vive períodos de estabilidade, sendo que cada crise pode prolongar-se por dias seguidos. Calcula-se que a doença bipolar afecte um por cento da população, o que corresponde a 100 mil habitantes portugueses em idade adulta.

Homens e mulheres apresentam a mesma probabilidade de a desenvolver, com os primeiros sintomas a evidenciar-se quase sempre na adolescência, podendo passar-se muitos anos sem que a doença seja efectivamente diagnosticada e tratada. Os doentes bipolares vivem intercalando as crises com período de estabilidade, que podem durar apenas dias ou prolongar-se por meses e até anos.
Vejamos quais são os sinais destes altos e baixos do humor:

Mania:
Alterações emocionais súbitas
Irritabilidade excessiva
Pensamentos acelerados
Falas demasiadamente depressa
Reacção excessiva a certos estímulos
Aumento desmedido da auto-estima
Percepção errada dos acontecimentos
Optimismo exacerbado
Comportamentos imprudentes
Energia excessiva
Diminuição da necessidade de dormir
Aumento da libido

Depressão:
Sentimento de inutilidade
Desespero
Preocupação excessiva com os fracassos.
Baixa auto-estima
Pensamentos lentos, dificuldade de concentração
Perda de interesse pelo trabalho e hobbies.
Perda de interesse pelas pessoas
Alteração do sono
Diminuição do apetite sexual
Choro fácil e vontade de chorar sem ser capaz
Ideias de morte
Importante é estabilizar o humor

Estamos, com efeito, perante uma doença muito desestabilizadora, com claros reflexos na vida familiar, profissional e social. É certamente difícil lidar com tamanha instabilidade, tanto mais que uma característica comum a estes doentes é a recusa, a negação dos sintomas e, com frequência, uma procura tardia de ajuda médica.

É um facto que não existe cura, mas existem grandes probabilidades de manter a doença controlada, prevenindo, evitando ou encurtando as crises e a sua gravidade. Os tratamentos disponíveis reduzem significativamente o sofrimento e evitam as suas complicações mais devastadoras. Basta dizer que, se não tratada, a doença pode conduzir ao suicídio.

O benefício advém dos chamados estabilizadores de humor, medicamentos cuja acção diminui a probabilidade de recaidas, tanto das crises de depressão como das de mania. Na primeira linha, está, nomeadamente, o lítio, considerado particularmente eficaz no controlo da mania. Em alternativa ou em complemento são usados fármacos à base de carbamazepina e de valproato (substâncias anticonvulsionantes).
Além disso, as crises depressivas são geralmente tratadas com antidepressivos e as de mania com antipsicóticos. A psicoterapia é igualmente um recurso frequente, sendo que estes doentes dependem muito do apoio psicológico.

Com frequência, as pessoas afectadas atribuem os seus comportamentos extremos a outras causas, resistindo a aceitar a ideia de que se trata de uma doença. Lidar com a doença bipolar pode ser difícil, mas existem associações de doentes e grupos de auto-ajuda que se podem revelar muito valiosos. Para que o humor deixe de andar na montanha russa e passe a viajar por caminhos mais estáveis.

Fonte: Revista Farmácia e Saúde. Nº 172. Janeiro de 2011. Pagª 8 e 10.
Agradecimento de Bancada Directa

Obrigado Pela Sua Visita !