BANCADA DIRECTA: Janeiro 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Esta Lisboa que eu amo. Teatro Nacional Dona Maria II. Noite do discurso da vitória.

Nessa noite fervilharam as taças de champanhe em muitos locais comemorando uma vitoria absoluta anunciada..

Nessa noite friorenta, alguém, que não um sem abrigo "habitué", curvou-se ao abrigo da fachada do Teatro e deitou-se no chão. Não, não tinha sono e nem frio. Apenas dores fortes o atormentavam.

Dores que me levaram a publicar o tema de quem sofre dores.

A foto é do Fernando Jorge

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Falemos sobre as dores que nos afligem

O saber não ocupa lugar.

Temas de Medicina.

Falemos sobre as dores que nos afligem

Serão as dores que nos atormentam nossas amigas?
Arie Robben, futebolista do Bayern Munchen, um martir em lesões




Se levarmos em linha de conta que as dores nos avisam de que algo não está bem no nosso corpo e que são um sinal de alerta, então sim, poderemos dizer que as dores são nossas amigas. Apesar de doerem e serem um incomodo. Os especialistas em traumatologia dizem que sim. Se algo não corre bem com o nosso corpo elas avisam-nos.

A dor é sempre subjectiva – não se quantifica nem se define de forma inequívoca. Mas sente-se. Como em quase tudo na vida, tem uma explicação científica. A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) a esta se refere como “uma desagradável experiência emocional e sensorial associada a uma potencial lesão tecidular”. Ainda assim, não são poucas as pessoas que sentem dor, mesmo na ausência de lesão tecidular ou outra patologia – quando assim é, poderemos estar perante causas psicológicas, sem que tenham forçosamente de ser associadas a distúrbios mentais.
Neste quadro de subjectividade, há um tipo de dor que continua a gerar muita reflexão e debate: a dor de um membro que já não existe – por outras palavras, um membro que já foi alvo de amputação. Embora chamadas dores “fantasmas”, elas existem mesmo, porque a sensação é originada através de um estímulo eléctrico. A sensação de dor é, manifestamente, um processo de estímulos no organismo. Quando vivemos um verdadeiro boom tecnológico, em que tudo é processado e digitalizado, o modo de funcionamento do organismo já é assim desde o inicio da humanidade.

Um traumatismo que nos afecta a mão faz com que o nosso organismo produza um impulso doloroso que chega à espinal medula, que por sua vez o conduz ao tálamo, onde será reconhecido pelo cortex cerebral. Então, sucede que a informação é processada e o cérebro reagirá com a percepção da dor e, por consequência, surgirá uma contracção muscular. Em suma: a dor provoca um estímulo ao cérebro, e este reage ao agente agressor. Neste processamento de informação identificam-se dois conceitos: o limiar da ordem, ou seja, a experiencia mínima de dor que a pessoa pode reconhecer e o o nível de tolerância à dor, que é a experiencia máxima de dor que o organismo tolera.

Daí que – voltamos a sublinhar – a sensação de dor seja muito subjectiva, depende de cada pessoa, da tipologia do agente agressor, do ambiente envolvente, das defesas de cada um e do estado de espírito do paciente.

Lá diz o velho ditado: Quem me avisa meu amigo é!
No desporto, concretamente nas modalidades em que há contacto físico, imaginemos um choque de cabeças entre dois praticantes….Esse choque pode causar, num deles, uma lesão aparatosa, como um grande hematoma peri-orbitário., muito doloroso e incapacitante, sendo que no outro, até pode resultar em nada – nem lesão e nem dor…Tudo depende, desde logo, da região afectada. Para os especialistas em traumatologia, a dor até é nossa amiga se a entendermos como sinal de alerta de que algo connosco pode não estar a correr bem…Se pensarmos em situações habituais como uma corrida ligeira ou marcha acelerada para chegar a tempo a algum compromisso e, de caminho, acontece um imprevisto que leva, por exemplo, a torcer um pé…. Lá vem a dor, que nos obriga a parar ou a abrandar a marcha…Se o não fizermos, estamos a aumentei o risco de um estiramento dos tendões da tíbio- társica e depois evoluir para uma rotura completa.

Lidar com a dor passa por aplicar tratamento clássico da medicina desportiva: RICE é o acrónimo inglês para repouso (rest), aplicação de gelo (ice), compressão (compression) e elevação (elevation).
Quantas vezes vemos atletas profissionais e recomporem-se em breves minutos…

Moral da história: a dor é nossa amiga. Porque quem nos avisa nosso amigo é!

A China e o seu desenvolvimento económico. Um sinal dos tempos

A China e o seu desenvolvimento económico.

Um sinal dos tempos

Pela primeira vez, em 102 anos de história, a renascida General Motors vendeu mais automóveis na China do que nos Estados Unidos. Em termos práticos, isto significa que o “gigante” de Detroit vendeu 2,35 milhões de veículos na China em 2010, mais 136 mil do que no mercado americano.
É um sinal dos tempos, tempos esses em que se assiste a uma transferência de protagonismo do Ocidente para Oriente e para Sul. Esta dinâmica não significa necessariamente o declínio da América e da Europa, e basta para isso ver que países como os Estados Unidos ou a Alemanha, apesar de tudo, continuam a crescer.

O que se assiste é antes à ascensão de países que até há uns anos estavam remetidos para a periferia política e económica das relações internacionais.
Hoje, os BRIC e outros Estados emergentes estão na “moda” e são o palco de todas as “apostas”. Por exemplo, no ano passado, as vendas da GM na China aumentaram 30 por cento, 12,4 por cento na Rússia e 10,4 por cento no Brasil

domingo, 30 de janeiro de 2011

Fragmentos e Opiniões.Silvio Berlusconi, o amante latino solitário (já entrado nos setenta) conseguirá resistir à pressão à sua volta?


Fragmentos e Opiniões

Sílvio Berlusconi. O amante latino solitário
Ainda ao comando dos destinos de Itália, Silvio Berlusconi poderá sucumbir a acusações de abuso de poder e incitação à prostituição.

Qual a razão para, aos 74 anos, o líder de um país ocidental ter um comportamento embaraçoso para si e para o seu país e se envolver em escândalos que minam o seu poder e autoridade? E porque é que os italianos ainda não correram com ele? A resposta remete para a tendência nacional para o exibicionismo, que remonta ao Império Romano.

Leio o Corriere della Sera, registo a crónica do jornalista Beppe Servergnini e tomo consciência da situação de Sílvio Berlusconi.

Divididos entre o enfado e a curiosidade, os italianos querem saber como, onde e quanto. Os juízes, por seu lado, indagam: quem e quando? Mas tarda a sexta pergunta: porquê?

Porque é que Berlusconi se comporta desta forma? Porque se cerca um homem tão importante, um chefe de Governo, de cortesãs e de néscios? A resposta mais simples seria: porque gosta. Não tanto do sexo, que, numa certa idade, é um desafio próximo do alpinismo, mas da notoriedade e as suas três irmãs: admiração, adulação, adoração.

A coreografia descrita pelos participantes [nos seus festins] apresenta certos pontos comuns a outras situações que o dono da casa aprecia, como as reuniões de jovens militantes em adoração, cerimónias para televisivas, noites brasileiras e “datchas” russas, casa de campo na Sardenha e universidades milanesas que o h
omenageiam.

A jovem marroquina Ruby que está no centro da polémica, dado que era menor na altura dos encontros com Silvio Berlusconi

Exibicionismo nacional

Silvio B. tem todas as características de um narcisista atómico. Quer ser aplaudido e adulado. Uma das razões pelas quais odeia os jornalistas – excepto na sua versão domesticada, dos seus próprios jornais – é porque as questões críticas são provas de não-amor. Por conseguinte, insuportáveis.

O exibicionismo nacional – o mesmo que leva à necessidade nevrótica de fazer “bella figura” [causar boa impressão] – é, nele, levado para lá do rubro e produz aquela energia que o faz renunciar ao sono, à prudência, ao bom senso; que o incita a utilizar as televisões que lhe pertencem como incentivo e recompensa; que o leva a propor para candidatas, apoiar e proteger, raparigas pelos seus méritos estético-sexuais, e a defendê-las para lá de qualquer lógica; que o impede, por último, de ver o lado grotesco do homem solitário às voltas pelas discotecas, em busca de mulheres disfarçadas de enfermeiras, professoras, polícias, já objecto de muitos filmes e de abundante literatura.

A encenação artificial da festa, os cumprimentos e adulações, a paródia da sedução, a tentação previsível, a ilusão dos encantos pagos. A fraqueza de B. é humana e italiana. Mas há algo de familiar nesta procura espasmódica de aprovação, cujos sintomas – bem conhecidos no império comercial e no partido de que Silvio B. é respectivamente o “Dottore” e o “Presidente” – extravasaram há dois anos para o domínio público.


Eis a dentista Nicole Minetti, a presumivel angariadora de jovens para confraternizarem com Silvio Berlusconi

Entre Tibério e Hugh Hefner
Já então, a participação na festa dos 18 anos de Noemi Letizia, num subúrbio de Nápoles, apresentava os sinais de um exibicionismo paroxístico. O espanto nos olhos dos convidados para a festa: eis ao que o rico e poderoso homem não conseguiu resistir nessa noite. A teatralização das viagens, dos encontros e dos êxitos do anfitrião – na sua casa de campo de Arcore, perto de Milão, ou no Palácio Grazioli, a sua residência particular em Roma – é outra prova do mesmo fenómeno. Certos homens têm necessidade de público para funcionar. Se não o têm, compram-no.

Em Silvio B., há um pouco de Tibério (como o apresenta Suetónio) e um toque de Hugh Hefner (imortalizado pela Playboy). Assim se desfazem os impérios, entre festas, libertinagens e tentativas de parar o tempo, com artifícios que o tempo nos ensinou a reconhecer. Família, interesses e sucessos profissionais já não são suficientes. São necessários aduladores, admiradoras, bardos e uma encenação simultaneamente espectacular e melancólica, acima de tudo melancólica, porque o seu papel é vencer a melancolia.

Silvio B. é um homem solitário. Percebê-lo-á assim que perder o poder: os preços vão subir e o número de amigos vai diminuir. Os que lhe querem bem deviam dizer-lhe isso. Mas talvez seja já demasiado tarde.

Uma miúda de dois em dois dias. Hoje apresentamos a modelo paraguaya Larissa Riquelme, mulher do futebolista Riquelme.

Uma miúda de dois em dois dias.

Hoje apresentamos a modelo paraguaya Larissa Riquelme, mulher do futebolista Riquelme.

Quem é Larissa Riquelme?

Larissa Mabel Riquelme Frutos, mais conhecida como Larissa Riquelme, nasceu em Assunção, capital do Paraguay a 22 de Fevereiro de 1985. É actriz e modelo.

Carreira

No Paraguai, Larissa já era conhecida de longa data. Modelo mais bem paga da história do país, ela já foi Miss Assunção e participou do reality show "Bailando por un Sueño" (similar ao brasileiro "Dança dos Famosos"). Fora do Paraguai, actuou como modelo na edição argentina da revista Maxim em Setembro de 2009. No cenário internacional, passou a ganhar especial destaque durante a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul, quando se tornou um fenómeno da internet. Fotos suas, em que aparecia com um celular entre os seios, fazendo propaganda de uma empresa de telefones moveis, tiradas nas comemorações dos golos do Paraguai no centro de Assunção e distribuídas por agências de notícias para todo o mundo, deflagraram o fenómeno. Foi considerada como a "Musa da Copa do Mundo 2010".

Após a Copa, Larissa fez ensaios nus em seu país, um para um periódico no estádio do Cerro Porteño e outro em que aparecia pintada com as cores da Espanha. Pouco depois, já no Brasil, fotografou para um editorial de moda da linha Football Culture da marca Los Dos, de Tico Sahyoun, e fez um ensaio para o sítio Paparazzo. Também participou nos programas Fantástico, da Rede Globo, e Custe o Que Custar da Rede Bandeirantes. Por aqueles dias, veio a ser vítima de um assalto no Rio de Janeiro.
Disputada pelas revistas Sexy e Playboy para fazer um ensaio nu, em face do cachê de 56.000 euros por ela pedido, inicialmente foi recusada pelas revistas. Porém, em 26 de Julho, a revista Playboy brasileira anunciou haver-lhe contratado um ensaio para a edição da revista que foi publicado em Setembro de 2010.

Convidada para apresentar um programa de televisão no Brasil, despertou também o interesse da Rede Record, que queria sua participação na terceira edição do reality show A Fazenda, o que não se concretizou. Passou a ser disputada pelas escolas de samba União da Ilha e Império Serrano para desfilar no Carnaval do Rio de Janeiro de 2011. Larissa já desfilou pela Beija-Flor de Nilópolis, mas poderá repetir o feito numa das outras escolas, no Carnaval 2011.

Larissa foi convidada a fazer parte do elenco da novela El triunfo del amor, no qual fará par romântico com o ex-atacante da Selecção Mexicana, Cuauhtémoc Blanco.

Ensaio nu

Larissa prometeu que, se a selecção paraguaia conquistasse a Copa 2010, ficaria nua. Adiantou, entretanto, a promessa para uma eventual vitória nas quartos-de-final contra a Espanha, o que não ocorreu e, assim, a promessa não vigorou. Um dia após a derrota da selecção de seu país, disse que posaria nua ainda assim, pelo povo e pelo esforço de seu time e combinou, com um jornal local, o ensaio para o dia 6 de Julho de 2010. O ensaio foi realizado na data marcada, no estádio do Club Cerro Porteño, e divulgado no dia 7 de Julho de 2010 no jornal, tendo Larissa como capa e assunto principal do mesmo periódico. Em 11 de Julho, Larissa Riquelme declarou que correria nua pelas ruas de Assunção, na Plaza de La Democracia, no dia da decisão da Copa, tendo por cobertura apenas uma pintura corporal, e, nesse mesmo dia, com efeito, foi divulgado um ensaio na revista Interviú, em que ela aparecia pintada com as cores da bandeira da Espanha

Nota de Bancada Directa: a 3ª foto de Larissa foi naturalmente censurada pelo blogue, dado que representa um nu integral. Como tal tivemos de a cortar, para não ferir a susceptibilidade das nossas leitoras e dos adolescentes.

sábado, 29 de janeiro de 2011

As camadas jovens praticam Basquetebol. Amanhã em Aveiro realiza-se o Torneio Quadrangular. Não faltes. Precisamos de ti e da tua presença


Se gostas de basquetebol não faltes! Apoia os jovens!

Dá para pensar.Será tão irracional os cortes preconizados pelo Governo?

O quadro mostra a realidade. Cada ano que passa há mais dinheiro e menos turmas subsidiadas.

Sabemos que a campanha eleitoral acabou, mas de quem botou achas para a fogueira, este caso merece mais uma palavrinha.
Mas estamos convencidos que o bom senso vai imperar de ambos os lados. Escolas e Governo

E se o Governo qualquer dia cair, lá teremos Passos Colho e Paulo Portas a concretizarem o seu namoro. Mas ainda temos tempo para reflectir sobre este

O namoro entre Paulo Portas e Passos Coelho.
Portas, um jovem (já entradote em anos) conservador e temente a Deus, acha que para haver um casamento sólido é preciso que haja um namoro que dê frutos. E se os frutos forem bons e de agradável sabor, que venha lá o tal casamento, isto é uma coligação eleitoral para obterem a maioria absoluta afim de governarem este desencantado país. Claro que Portas para levar este desiderato avante pediu namoro a Passos Coelho.

O centrista, seu apaniguado, Lobo Xavier logo concordou. No programa “A Quadratura do Circulo” recordou que da última vez que CDS e PSD foram para a cama deram-se mal, não namoraram e começaram sem quaisquer preliminares, o resultado foi o que viu, um aborto de governo que não chegou a netos, por isso acha que faz todo o sentido que antes do casamento haja um namoro prolongado, porque isso de formar um governo implica ter projectos, o mesmo é dizer que quem vai casar deve começar pelo enxoval.

Só que Pedro Passos Coelho receia que Paulo Portas apenas queira o dote e como espera um enriquecimento brusco prefere um acordo matrimonial pós eleitoral, evitando as consequências da comunhão de bens pretendida por Paulo Portas.

Ao contrário de Portas que parece ter mais a ganhar com o namoro, Passos Coelho prefere ir primeiro a eleições e depois logo se vê se casa ou se opta por se limitar a deitar Portas na mesma cama, até porque se Portas está danadinho por se deitar na cama do poder, Passos Coelho não precisa de dividir o dote antes do matrimónio.

No Brasil tocam-se, dançam-se e cantam-se temas do folclore minhoto como no nosso Minho. Apreciem este Vira do Alto Minho. Mas….

Os dançarinos e a tocata pertencem ao Grupo Folclórico Manuel Gomes Ferreira, sediado no Brasil e refere-se a uma actuação do Luciano e da Thaís no Teatro ISBA de São Salvador da Bhaía em 2008


Estes dançarinos são brasileiros. Há que reconhecer o seu valor e talento para a dança. Especialmente a Thaís, que dançando com sapatos tem muitas mais vantagens no rodopio que qualquer dançarina que trabalhe a dança com chinelas. Mas há que reconhecer que se trata de uma profissional de dança, visto que a sua técnica quase permite dançar sem pôr os calcanhares no chão.

Mas a bem da verdade temos de admitir que não se trata de um Vira do Alto Minho, mas sim de um Fandango de Pares do Grupo Folclórico de Ganfei, criado e gravado em 1956. Depois surge uma referência que o tema foi copiado por outro rancho folclórico minhoto muito célebre, que o transformou em “vira novo” e posteriormente em “vira geral”.

O Grupo Folclórico de Ganfei foi uma iniciativa e fundado por Manuel Gomes Ferreira. Não sei qual a relação entre este senhor, já falecido, e o titulo do grupo que actua no Brasil. Será objecto de uma pesquisa da nossa parte

Recordar Zeca Afonso. Tal como o Adriano ele desce até às gentes do folclore minhoto e canta “As sete mulheres do Minho”

Bancada Directa deseja aos seus fieis amigos leitores que tenham um excelente Fim-de-semana

Pois é caros amigos leitores.

Assalta-me uma preocupação na minha consciencia com a publicação da foto da miuda acima.

É que não tenho a certeza se já não a publiquei. Se a publiquei, paciencia. Gramem-na novamente

Então Bom Fim-de-semana para todos,

Queres ser sereia ou ser baleia? Reflexões de Sabado final de mês

Reflexões em Sabado final de mês.

Recebi este texto via mail. A minha ilustrissima nora, que por sinal é uma mulher extremamente elegante, bate num tema que decerto não a incomoda. Talvez, por isso, não tem pêjo algum em o aflorar Amorito, para não mostrares às tuas gordinhas

Há uns dias, numa cidade de França, um cartaz, com uma jovem espectacular, na montra de um ginásio, dizia:

"Este verão, queres ser sereia ou baleia?"

Dizem que uma mulher jovem madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:
"Estimados Senhores:

As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas, às quais amamentamDivertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia.

As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e practicamente não têm outros predadores além dos humanos. São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.

As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teríam um grave problema de personalidade, "mulher ou peixe?".

Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos. São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes. Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixaria?

Para mim está claro, quero ser baleia.

P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a
ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro disfrutar de um gelado
com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos.

Com o tempo ganhamos peso, porque ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo, por isso não estamos gordas, somos tremendamente cultas. A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei, Meu Deus, que inteligente que sou..."


Contribuições

SEREIAS, QUEM SÃO ELAS?
As Sereias são as mulheres-pássaros segundo as fontes gregas, e as mulheres-peixes segundo as fontes nórdicas, que simbolizam principalmente os perigos do oceano e a morte no mar. Narrações posteriores tornaram-nas mulheres jovens vivendo no mar, sem a conformação de peixe (é o caso da "Siren" inglesa, diferente da "Mermaid", que tem cauda de peixe), como as Mulheres do mar das lendas bretãs, que são uma espécie de fadas marinhas. Para a mitologia grega, elas viviam em uma ilha do Ponnant, perto da ilha da feiticeira Circe; mas o cadáver de uma delas, Partênope, foi encontrado na Campânia e deu seu nome à cidade que hoje se chama Nápoles (antes, Partênope). Na antiguidade, as sereias eram também invocadas no momento da morte, por isso, muitas estátuas que as representavam eram encontradas nos sepulcros.

Deve-se acrescentar que se acreditava realmente na existência das sereias, sendo conhecidas várias histórias de sereias vivas.



A obra literária mais antiga que existe sobre elas se encontra na "Odisséia" de Homero, escrita no ano 850 a. C., na qual o herói, Ulisses, alertado pela feiticeira Circe, não cai prisioneiro de seus encantos, ao passar próximo da ilha onde habitam, tapando os ouvidos dos marinheiros e fazendo-se atar no mastro do navio.


Desde então, as sereias passaram a ser um símbolo mitológico das artes da sedução

Uma miuda de dois em dois dias. Hoje cabe a vez à representante da Holanda

Apresentamos hoje Sylvie Van der Vaart, mulher do futebolista Rafael Van der Vaart.

Quem é Sylvie Van der Vaart?

Sylvie nasceu na região holandesa de Noord-Brabant, mas cresceu na cidade do norte de Hoogstraten Bélgica. Depois que ela terminou o ensino fundamental, completou os seus estudos na formação profissional. Aos 18 anos, começou a sua carreira de modelo, mas não era compatível com os estudos. Sylvie passou a trabalhar como relações públicas.

Poucos anos depois, aumentou a sua participação na televisão. Em 1999, ela foi o anfitrião da Fox Kids. Algum tempo depois, fez um teste para um papel na popular Costa. Sylvie ganhou o papel em que ela trabalhou por duas temporadas. Além disso, para participar na pista! A Costa série spin-off!. No início de 2002, apareceu em um clipe de Clouseau e conseguiu um papel em “Tempos bons, tempos ruins”.
Na primavera de 2003 começou a trabalhar no canal de música MTV e apresentou o programa Dag Top 5. Ela rapidamente retornou à cadeia para apresentar o programa TMF Babe Trap. Sylvie em 2004 assumiu um novo programa: Modelfacts.

Em 10 de junho de 2005 ela casou-se com o jogador Rafael van der Vaart. Com quem teve um filho, Damian Rafael (nascido em 28 de Maio de 2006).
Sylvie foi eleita em 2002 como a garota do ano e em 2003 a mulher mais sexy de acordo com a edição holandesa da revista FHM. Em 2006, a revista alemã "Die Welt" colocou-a em terceiro lugar no top 5 das mais belas mulheres dos jogadores da Copa do Mundo.

Dez meses depois do nascimento de Damião, Sylvie queria trabalhar novamente. Desde Março de 2007, é contratada por Ted e Naujoks Linda, Linows empresa Mega Models.

Um catálogo de Sylvie aparece no verão e no outono de 2007 Catálogo de Otto, o benchmark da Sylvie é antes de supermodelos como Gisele Bundchen, Heidi Klum, Claudia Schiffer e Cindy Crawford.

Em Maio de 2009 foi-lhe diagnosticado um cancro numa das mamas. Felizmente, segundo creio, já recuperou.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Paco Bandeira no seu melhor.

Ai esta Democracia que tanto nos apoquenta. Mas que ainda dá para um general da GNR aumentar 1137 euros no seu salário. Fragmentos e Opiniões

Ai esta Democracia que tanto nos apoquenta.

Mas que ainda dá para um general da GNR aumentar 1137 euros no seu salário

São os Fragmentos e Opiniões de Bancada Directa

O general que se auto aumenta em 1137 euros
Eis Rui Pereira, eis a III República: falta de respeito pelos preceitos institucionais (saltou de um tribunal para o Governo), ausência de accountability (carros blindados; fracasso eleitoral de domingo) e fraqueza política (permitiu que o comandante da GNR aumentasse o seu próprio ordenado).

Henrique Raposo

Rui Pereira é o veículo perfeito para observarmos as falhas institucionais e políticas deste regime, esses pormenores que estão muito antes da abstenção do povo, esses pormenores que remetem para as incapacidades crónicas da elite. Para começar, Rui Pereira desrespeitou o princípio da separação de poderes: saltou do Tribunal Constitucional para o Governo, como se nada fosse. Isto prova que, em Portugal, as irmandades partidárias ou outras (maçónicas?) são mais fortes do que os preceitos institucionais de uma democracia madura.

II. Depois, Rui Pereira é o caso clássico de ausência de accountability: não presta contas. Numa democracia forte do ponto de vista institucional, o ministro responsável pela não-chegada dos carros blindados tinha duas saídas: apresentava a demissão, ou demitia alguém. Como se sabe, nada disso aconteceu. E, como escrevi ontem, o fracasso de domingo não se resolve com um pedido de desculpas. Desculpas pedem as crianças quando fazem disparates. De um ministro, devemos exigir atos e consequências. Mas, claro, à boa maneira portuguesa, o fracasso do cartão do cidadão em dias de eleições não vai ter culpados. A "ética republicana" de Rui Pereira é apenas de boca.

III. Há dias, o "DN" lançou a notícia: "comandante da GNR subiu 1137 euros o seu salário" (que eu saiba, a notícia não foi desmentida). Não comento a forma como um general resolve autoaumentar o seu próprio salário nesta época de crise. Comento apenas isto: o ministro da tutela, Rui Pereira, devia ter travado este generalíssimo aumento. O general está dentro da lei, com certeza. Não é esse o ponto. O ponto é o momento político, o ponto é que este aumento não cai bem junto do contribuinte, e, por isso, exigia-se uma actuação vigorosa do ministro perante o general, perante esta corporação.

Tal como a ministra do Ambiente disse não aos aumentos da EPAL, Rui Pereira devia ter dito não a este general. Porque tem de existir uma autoridade ministerial perante os serviços. Quem manda é o ministro, e não o general. A ordem política é para cortar, e não para aumentar, portanto, senhor general, temos pena, mas V. Exa. não se pode autoaumentar em mais de mil euros.
IV. O que disse Rui Pereira? Este notável ministro, cioso do interesse público e do contribuinte, afirmou o seguinte: "A fixação das referidas remunerações decorre da lei, sendo processadas pela instituição". E eu, como contribuinte, fico assim sem protecção, à mercê de um general que decide autoaumentar o seu salário nestes tempos de crise. E começo a pensar no seguinte: se os ministros não mandam nos serviços, se os serviços estão em completa autogestão, como é que vamos reduzir a despesa e o défice?

Henrique Raposo

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Recordar Adriano Correia de Oliveira. Ele desce às gentes do Folclore minhoto e canta a Rosinha



As imagens que suportam o tema musical de Adriano Correia de Oliveira são do Cortejo Etnográfico das Feiras Novas de Ponte de Lima no Alto Minho

Fragmentos e Opiniões. Aqui há uns anos chamaram-lhe a "geração rasca". Nos dias de hoje definem-na como a "geração enrascada"!

Fragmentos e Opiniões

Na recente campanha eleitoral para as Presidenciais viu-se de tudo, menos os jovens que se viam antigamente. Triste...........

Há uns anos atrás alguém falou da “geração rasca” e a definição tornou-se moda, parecia que a geração a que se iria passar o testemunho do futuro do país não estaria à altura das circunstâncias. Talvez porque a consciência pese a muita gente deixou de ser moda falar da geração rasca, agora teríamos que usar uma definição bem diferente, mais do que rasca é uma geração enrascada.
Não admira a quase total ausência de jovens na campanha das presidências, eu diria que os únicos jovens que vi durante a campanha eram do clã da Quinta da Coelha e pouco mais. Longe vão os tempos em que os jovens enchiam os palcos e as salas dos comícios eleitorais, hoje a presença de jovens limita-se aos jotas contratados para conduzir as viaturas de campanha, pagos a 50 euros por dia mais almoço e em dinheiro para não se pagarem impostos e branquear os donativos feitos à margem da lei.

Hoje os velhos enchem os comícios e pela dimensão da abstenção parece-me que também enchem as urnas. Os comícios estão cheios de velhos, os almoços de campanha parecem refeitórios dos centros de dia, os principais candidatos são velhos já em estado adiantado de decadência, até para os festejos de vitória ou se arrebanham velhos (como já vimos numas autárquicas em Lisboa) ou são meia dúzia de militantes a dar o litro com gritaria na esperança de iludirem as imagens passadas pelas televisões.

Não admira que uma boa parte da juventude se reveja nesta democracia ou para ser mais rigoroso, nesta democracia geriátrica em que tudo é dominado por velhos. Os próprios candidatos só se dirigem aos jovens em discursos de circunstância, para manifestarem preocupação com as “gerações futuras” ou para dizerem que estão ali porque se preocupam com o futuro dos netos.

A verdade é que as gerações que dominaram o poder desde o 25 de Abril pouco enriqueceram o país e usaram uma boa parte dos recursos a distribuir riqueza deixando as dívidas para as gerações que vierem depois. O resultado é aquela estamos a ver, o país não só protege o interesses dos mais velhos à custa do futuro dos mais jovens como chega às mãos dos jovens endividado e sem soluções para os problemas.
Os governos cortam nos vencimentos e protegem as pensões, os sindicatos protegem os empregados ao ponto de inviabilizar a criação de emprego, protege-se o emprego de uns à custa da precariedade dos outros. A geração enrascada não tem perspectivas, é explorada até à medula em escritórios de advogados e de ateliers de arquitectura pertencentes a gente bem que todos os dias aparecem nas televisões vertendo lágrimas de crocodilo pelo futuro dos jovens.
Aqueles que terão de pagar as pensões abusivas de uns não sabem as terão quando chegar a sua vez, aqueles que nunca saberão o que é um emprego estável animam o mercado de trabalho para garantir a estabilidade no emprego dos que os antecederam, aqueles que fazem parte da geração que mais estudou e se qualificou são rejeitados pelo mercado de trabalho.
Não admira que hajam cada vez mais jovens a participar na política, uma boa parte dos nossos políticos ou são velhos ou não o sendo já nasceram assim.


E como o peso eleitoral dos jovens é cada vez menor não admira que se governe para, em função e a pensar nos mais velhos, como vimos pelos candidatos destas eleições presidenciais à redução da participação dos jovens corresponde um aumento da longevidade dos políticos no activo, não admira que daqui a uns anos os candidatos às presidenciais andem nos oitenta ou mesmo nos noventa anos.

A geração enrascada despreza cada vez mais esta democracia o que tem a sua razão de ser, se é a Merkel que lhes promete emprego e é em mercados como Angola, Reino Unido ou Brasil que procuram emprego e por cá só lhes oferecem os ossos porque razão hão estar interessados em saber se é o Cavaco, o Alegre ou o Nobre que preside, os velhos que se entendam.
Aquela que era designada por geração rasca é a geração enrascada, a geração rasca é a que tem governado e continua a governar este país, gente sem competência, sem criatividade, sem sentido de futuro, sem ambição, sem competitividade e sem muita vergonha na cara.

Com a cortesia de "O Jumento" e a quem agradecemos.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mafra. Sabado 29 de Janeiro. Auditorio Municipal Beatriz Costa. Actuação de solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa


QUARTETO DE CORDAS

Música para cordas de Mozart e Dvorák, interpretada com toda a mestria por solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa. É esta a sugestão da autarquia para o próximo dia 29 de Janeiro, pelas 22 horas, no Auditório Municipal Beatriz Costa, em Mafra. »


Carlos Damas, violino
José Teixeira, violino
Valentim Petrov, viola
Marco Pereira, violoncelo

Wolfgang Amadeus Mozart – Quarteto de Cordas em Si bemol maior, KV 159

É o quinto dos seis quartetos “milaneses”, compostos por Mozart em Itália durante o inverno de 1772-1773, e que constituem a sua primeira colecção de música instrumental concebida como um ciclo. Este é o que mais se afasta de qualquer convenção. O grande Mozart “demoníaco” exprime-se aqui na sua tonalidade predilecta.

Antonin Dvořák – Quarteto de Cordas n.º 12 em Fá maior, Op. 96, Americano
A partitura de câmara mais célebre do compositor checo foi escrita em 1893, nos Estados Unidos. Graças à sua estada no seio de imigrantes checos, o compositor teve o ensejo de reencontrar as suas raízes boémias e de descobrir a música dos negros em prece, bem como os seus cantos de festa ou de dor.

Entrada: 4,00€

Uma canção que é dedicada para aqueles que na hora da vitória sabem respeitar os vencidos e não serem rancorosos.


Quem me leva os meus fantasmas

Aquele era o tempo
Em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam,
E eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos.
Marinheiros perdidos em portos distantes,
Em bares escondidos,
Em sonhos gigantes.
E a cidade vazia,
Da cor do asfalto,
E alguém me pedia que cantasse mais alto

Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Aquele era o tempo
Em que as sombras se abriam,
Em que homens negavam
O que outros erguiam.
E eu bebia da vida em goles pequenos,
Tropeçava no riso, abraçava venenos.
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala
Nem a falha no muro.
E alguém me gritava
Com voz de profeta
Que o caminho se faz
Entre o alvo e a seta.

Quem leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

De que serve ter o mapa
Se o fim está traçado,
De que serve a terra à vista
Se o barco está parado,
De que serve ter a chave
Se a porta está aberta,
De que servem as palavras
Se a casa está deserta?

Quem me leva os meus fantasmas,
Quem me salva desta espada,
Quem me diz onde é a estrada?

Fragmentos e Opiniões. Após os desvarios eleitorais de Domingo, o nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” diz de sua justiça.

Fragmentos e Opiniões.


Após os desvarios eleitorais de Domingo, depois dos discursos rancorosos de vitória, o nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” diz de sua justiça.

A JUSTIÇA AO SERVIÇO DO POVO
Aconteceu há poucos dias.

Um funcionário de um banco suíço com representação nas Ilhas Caimão,
(Como devem calcular um paraíso fiscal.) resolveu guardar uma informação preciosa que são os nomes dos proprietários dos depósitos do banco e os respectivos valores.

Como já adivinharam trata-se de gente que domina o mundo e que em muitos casos está a sonegar os impostos aos países a que pertencem. O engraçado é que a Banca Suíça que durante dezenas de anos foi e continua a ser uma autêntica máquina de lavar dinheiro. Ali se tem depositado o dinheiro de muitos povos que foram esbulhados pelos seus dirigentes ditadores deste mundo cão. São conhecidas as célebres contas numeradas. Donde, o máximo sigilo!

É claro que isto não abana a “moral” dos dirigentes europeus nem americanos nem de muitos outros que nos enchem a boca com a palavra “democracia”. Aqui e em muitas outras localidades (são curiosamente ilhas) por todo o mundo semearam paraísos fiscais.

Curiosamente os nossos bons amigos americanos resolveram pedir aos bancos suíços os nomes e valores dos cidadãos americanos que tem a “massa” guardada na Suíça. Nestas coisas os americanos não brincam em serviço e ameaçaram logo os suíços de represálias.
O ex-banqueiro suiço Rudolf Elmer
Rapidamente os suíços forneceram os dados. É claro que isto tem a ver com a defesa dos americanos contra os depósitos de indivíduos que possam financiar as organizações terroristas. E na verdade a coisa agora compreende-se.

Acontece que aquele cidadão suíço que estaria a praticar uma boa acção informando o mundo dos sanguessugas que roubam os dinheiros dos povos, acabou sendo acusado pelos tribunais suíços pois estava a ir contra o “sigilo bancário”. Não se pode ser bom!

Não há dúvida que a justiça protege os que fazem as leis. Ocasionalmente as leis poderão servir o povo…

Portugal para não ficar atrás desses bons exemplos acabou abrindo um paraíso fiscal na Ilha da Madeira para que a nossa banca possa lavar o seu dinheiro (uma boa parte dos lucros) dos impostos que deveriam pagar e não pagam. Por isso a banca paga de impostos, percentualmente menos que qualquer loja de sapateiro remendão. Mas pelos vistos isso não interessa nada! Nós só servimos para votar e com isso dar um laivo de democracia às decisões que nos passam ao lado!

Quando agora para as eleições para Presidente da República se chegou à conclusão que 75% dos votantes não exprimiram o seu voto no candidato ganhador, facilmente se chega à conclusão que algo vai mal no Reino da Dinamarca!

Escreveu
Olho vivo e pé ligeiro

Uma miuda de dois em dois dias. Apresentamos Cassie Summer, uma das presumidas namoradas de Michael Essien


Esta miuda é a Cassie Sumner, uma das presumidas namoradas do futebolista do Chelsea Michael Essien. Este jogador ganês era casado com a actriz ganêsa Nadia Burai, de quem se divorciou amigavelmente (profile divorce).

Depois disso Cassie Sumner preenche os espaços intimos de Essien.


Quem é Cassie Sumner, a presumida namorada de Michael Essien

Cassie Sumner (nascida como Cassandra Munoz, em 13 de Janeiro de 1983, Chichester , West Sussex , Inglaterra ) é uma modelo inglesa de glamour. e estrela de televisão Ela trabalhou na ITV1 em 2004 no programa Poor Little Rich Girls .
Como modelo, ela marcou várias aparições na "Página 3" e actuou em sessões de fotos e características das publicações, incluindo OK! revista Playboy , Gelo, Nuts , Zoo Weekly , Loaded , Fast Car, Max Power, Front, Penthouse , Nova, O Diário, Estrela Express e News of the World . Ela também foi nomeada pela revista FHM como uma das mais quentes do Reino Unido 100 Girls.

Cassie também actuou / estrelou vários programas de TV, como o de 13 semanas, séries de TV de moda realidade, sacode Boutique (ITV e ITV2), que foi para o ar a partir de Janeiro-Abril de 2007, bem como a Sky One 's Dream Team, do Presépio Cassie ( Sky) feliz horas Al Murray (ITV).


Ela morava na Ilha de Sheppey e era uma aluno do St John Fisher Escola Secundária em Chatham, Kent .


Cassie agora dirige um cabeleireiro e maquilhagem. A empresa chamada Cabelo e maquiagem por Cassie

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Fragmentos e Opiniões. Antonio Marinho Pinto escreve sobre "Os guardiães do templo"!


Fragmentos e Opiniões

Os guardiães do templo


No domínio da liberdade de expressão, a sociedade portuguesa é, hoje, atravessada por pulsões liberticidas que ameaçam os alicerces da democracia e do estado de direito.

Essas pulsões são provenientes dos mais variados sectores sociais, mas confluem nas tentativas de calar ou limitar aqueles que ousam denunciar factos ou situações anormais ou simplesmente exprimir a sua opinião sobre acontecimentos relevantes da vida pública.

Tentar compreender as causas ou as consequências de certas situações com evidente interesse público ou apenas divulgar esses factos, torna-se uma tarefa arriscada desde que tal seja susceptível de pôr em causa interesses ou pessoas que se julguem acima do escrutínio democrático. Parece que o paradigma autoritário da ditadura cristalizou no subconsciente colectivo de onde irrompe sempre que alguém ousa cometer a audácia de exprimir o seu pensamento com liberdade.

Estabeleceu-se que há coisas que não se podem dizer, não porque sejam falsas, mas, justamente, porque são verdadeiras. Ou seja, quer-se proibir a verdade em nome de aparências, de moralismos ou de conveniências, por vezes as mais mesquinhas.

Já se chegou mesmo ao ponto de querer impor o silêncio a certas categorias de pessoas unicamente para salvar a face de certos poderes. Pretende-se que cidadãos acusados por factos cuja autoria sempre negaram sejam impedidas de rebater esses factos na mesma instância onde foram feitas as acusações. Tudo em nome da infalibilidade de quem os acusou ou condenou, mesmo quando, as acusações começaram por serem feitas na comunicação social, através de cirúrgicas violações do segredo de justiça, destinadas, precisamente, a criar artificialmente as condições necessárias à condenação. O último direito que se pode negar a um condenado é o de poder afirmar publicamente a sua inocência.

A liberdade de expressão do pensamento é o mais sagrado direito de todo o ser humano. Ele abrange três faculdades fundamentais: a liberdade de estar calado, a liberdade de elogiar e a liberdade de criticar. Numa outra perspectiva, ele desdobra-se em duas dimensões igualmente relevantes: o direito de divulgar factos (informar) e o direito de exprimir as opiniões.
Num estado de direito democrático, o que verdadeiramente constitui a essência da liberdade de expressão é, obviamente, a liberdade de criticar o que se julga errado ou de divulgar factos que se consideram de interesse público.

Aqueles que no exercício da liberdade de expressão optam por ficar calados ou apenas por elogiar o que consideram certo, reduzem esse direito fundamental a um mero instrumento de conveniências. A liberdade de elogiar ou de ficar calado existe em qualquer ditadura, pois envolve sempre um sentido obsequioso ou tolerante que não perturba nenhum poder.

Os ditadores nunca se preocuparam com os opositores que se remetem ao silêncio ou com os que optam pelo elogio. Eles sentem-se ameaçados é com os que escolhem o caminho da crítica ou da denúncia dos factos que os poderes gostariam de ver afastados do conhecimento público. Muitas vezes, nem são as opiniões que perturbam os ditadores, mas sim, a verdade dura e crua dos factos. Na realidade, certos factos, desde que verdadeiros, são mais demolidores do que todas as opiniões do mundo. É que, uma vez trazidos ao conhecimento público, ninguém mais pode continuar a fingir que os não conhece e, pior do que isso, o silêncio perante eles pode tornar-se socialmente insuportável. Ficar calado perante certos factos constitui, por vezes, uma forma qualificada de mentir.
Infelizmente, mais de 35 anos depois de instaurada a democracia em Portugal, o exercício efectivo da liberdade de expressão continua a debater-se com enormes dificuldades. Sempre que alguém ousa ir um pouco mais para lá do silêncio ou do elogio de circunstância, logo emergem, um pouco por todo o lado, pequenos censores cuja função é reprimir moralmente essa audácia. Execrar publicamente quem pratica a liberdade tornou-se hoje em Portugal o desporto favorito de alguns opinion makers ou até de jornalistas encartados. Só eles se julgam com o direito criticar. Aos outros restaria apenas o direito ao silêncio obsequioso ou o elogio reverencial.

São os novos guardiães dos velhos templos da hipocrisia institucionalizada. São os sátrapas da moralidade autoritária. São, enfim, fariseus amestrados nas artes do cinismo. Sentados nos cadeirões da sua soberba intelectual, eles lançam permanentemente farpas contra quem não pactuam com a paz podre dos impérios que servem.

Antonio Marinho Pinto

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Neste "the day after" sirvo-me de Fernando Pessoa para reflectir sobre a minha vida futura.


“ A vida é o que fazemos dela.
As viagens são os viajantes.
O que vemos não é o que vemos, senão o que somos. ”

Expressão de Fernando Pessoa (1888-1935), Portugal
in "Livro do Desassossego", por Bernardo Soares, ed. Ática, Lisboa, 1982

Escultura (fragmentos) > Anónimo, Grécia (?)
Um Par de olhos, séc. V a.C., bronze, mármore e outras pedras.
Nova Iorque, Metropolitan Museum of Art.

Esta Lisboa que eu amo. Por esta escola primária ainda não se chegou ao século XXI



Esta Lisboa que eu amo.

Por esta escola primária ainda não se chegou ao século XXI

A foto de cima mostra um aspecto da entrada da Escola do Bairro de S. Miguel, em Lisboa. Está assim há anos. A de baixo, tirada esta manhã no mesmo estabelecimento de ensino (onde hoje funcionou uma Assembleia de Voto), não precisa de legenda.

Agradecimento ao “O Carmo e a Trindade”.

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Praticar desportos de Inverno é excelente, Mas…..

O saber não ocupa lugar.

Temas de Medicina.
Praticar desportos de Inverno é excelente.
Mas…..

O destaque

Deslizar pela neve é uma sensação fantástica e beneficia a saúde. Mas há que prevenir alguns riscos. Informação e equipamento adequado aos desportos de Inverno são essenciais. Antes de partir de viagem, dê uma palavrinha ao seu profissional de saúde.
O desenvolvimento do tema

Como são normalmente praticados em altitude, os desportos de Inverno são fisicamente muito exigentes. Ski, patinagem no gelo ou praticar snowboard são algumas das modalidades Mais procuradas e que põem à prova os sistemas respiratório e circulatório, para além dos músculos e articulações.

O aumento de esforço pode provocar lesões musculares e desidratação, pela perda de líquidos, e a mudança de ambiente climático pode originar frieiras, queimaduras solares ( a radiação ultravioleta é a mais intensa em altitude, além de que é reflectida pela neve, incluindo na pele), dado o contacto directo com a neve e que afecta, sobretudo, as extremidades – mãos, pés, nariz e orelhas.

Por isso na prevenção está o segredo de umas férias de Inverno inesquecíveis. Com a ajuda dos profissionais de saúde e dos farmacêuticos.
A neve proporciona exercício físico e divertimento, pelo que convém limitar eventuais riscos, através de cuidados preventivos a diferentes situações. Vejamos:

Lesões musculares e articulares

a) Antes de mais, é importante manter a forma física durante todo o ano, porque quanto melhor for a condição física, maior é a resistência em caso de queda ou esforço suplementar.
b) Como em qualquer outra actividade física, o período de aquecimento para exercitar os músculos e articulações é um factor de redução de riscos e de lesões.
c) A utilização de pulsos elásticos ou de joalheiras almofadadas pode ser um complemento de protecção bem necessário.
d) Dado o esforço superior na prática deste tipo de desporto, a alimentação deve ser rica em hidratos de carbono (massas, cereais) e proteínas (carne, peixe, ovos) podendo mesmo ser importante utilizar um suplemento alimentar, de acordo com a recomendação do seu farmacêutico.
Desidratação

Muito importante (antes, durante e depois da actividade desportiva) a ingestão de líquidos, preferencialmente quentes.

Frieiras

a) Adaptar gradualmente o vestuário às mudanças de temperaturas, privilegiando roupa leve e quente.
b) Gorro e luvas são imprescindíveis para proteger as extremidades.

Queimaduras solares

Aplicação frequente de protector solar ma pele exposta, sem esquecer lábios e orelhas. Utilizar sempre óculos de sol no exterior

Enregelamento

a) Vestuário e calçado confortável e impermeável
b) Manter o equipamento em boas condições de manutenção
c) Evitar praticar estes desportos sozinhos ou distantes de um grupo.

Na hora damos uma notícia em primeira-mão. A revista em causa vai ter a participação de um elemento da equipa do blogue Bancada Directa

2011.01.18.
Amigos da BMI:
Bem-vindos à BMI!BMI – Bariátrica & Metabólica Ibero-Americana é uma revista de “política de acesso aberto”, trilingue, dedicada á Obesidade e á sua cirurgia.

Destinada aos clínicos e cirurgiões interessados em Cirurgia Bariátrica e em Diabetes, receberá manuscritos escritos em qualquer dos idiomas: espanhol, português ou inglês.

Cada artigo será avaliado por dois revisores cuja língua materna seja a mesma que a do artigo original. Também receberá vídeos, publicados no “You Tube”, acompanhado de um manuscrito de 2 páginas que explique os avanços e detalhes técnicos da operação, bem como a fisiología do seu funcionamento.

Convidamos todos os clínicos das especialidades afins para nos enviarem os seus trabalhos (radiologistas, anestesistas, nutricionistas e dietistas, psicólogos, enfermeiros, etc.)
Gratos pela vossa colaboração

Aniceto Baltasar
Alcoy. España

Obrigado Pela Sua Visita !