BANCADA DIRECTA: Dezembro 2008

domingo, 28 de dezembro de 2008

Democracia ?

O processo democrático pode ser prejudicado pelo desvirtuamento da actividade política, quando ela se volta para interesses particulares, ou se faz ao sabor de casuísmos, oportunismos e conchavos. Mas será que a culpa disso pode ser atribuída somente à classe política? A própria população, também, não seria responsável pelo problema, caso ela assuma uma postura despolitizada e não-participante?

Suponha que você se tornou amigo de um estrangeiro que acabou de chegar a Portugal para passar as férias. Imagine que, um dia, ele lhe pergunta se Portugal é uma democracia. O que iria responder?
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Tomemos este exemplo:

Declaração de rendimentos da camarada Odete Santos (PCP)
Deputada e Presidente da Assembleia Municipal de Setúbal..
Trabalho dependente-48.699,48€
Trabalho Independente-6.860,19€
Rendimentos prediais-1.369,38€
Património Imobiliário- 1 prédio urbano em Setúbal, 1 fração em Setúbal, 3 prédios rústicos na Guarda, 22 prédios rústico na Guarda, alguns por doação.
Automóveis- 1 ligeiro Lancia.
Contas Bancárias- Certificados de aforro do instituto de gestão financeira no valor de 2.400.000 mil €.
Mais 5 certificados de aforro no valor de 300 mil €, 621 mil €, 400 mil €, 1.613.000 mil €, 391 mil €.
Declaração de 2005.
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(Obrigada, Xara)
Autor: Desconhecido

quando pensarmos que a vida nos corre mal

O meu humor de Domingo: Caganeirices!

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Olhem se este maduro tivesse o defeito de ir ler para a casa de banho durante tempo interminável?


Sempre há cada maluco!

Recordando o nosso "Sete de Espadas", por um poema a si dedicado pela Cristina Aguiar.

“ POEMA AO SETE “


De barba longa, branca e macia
Como a de um velho Pai Natal
Tem uma calva luzidia
Que não lhe fica nada mal…

Lembra a tonsura de um frade
A deste nosso amigo confrade
Sete d´Espadas, o maioral
Do Policiarismo Nacional.

Nestes tempos difíceis e insanos
O seu sorriso gaiato e são
Faz-nos acreditar “ hermanos “
Que melhores dias virão!


É uma estrela brilhante
Com um ar galante
Um raio de sol
Uma voz si bemol
Um sorriso aberto
Um toque d´afecto.

Cristina Aguiar
Poema dedicado ao amigo Sete de Espadas pela Cris
( pseudónimo com que a baptizou)
e que lhe foi oferecido, aquando da homenagem a ele
prestada, em Mafra, no dia 10 de Junho de 2007.

Entre as "Festas" há que desejar aos nossos amigos que passem um Bom Fim-de-semana.

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Lá porque novamente uma forte gripe me resolveu visitar num curto espaço de tempo e colocou-me a ser permanencia directa na minha cama, já aqui na minha casa de Sintra (brrr! Azeitão é muito mais fria que Sintra) não é caso para me esquecer dos meus amigos e não-lhes desejar que passem um óptimo Fim-de-semana, especialmente para o meu pessoal, agora , de certeza, a lutarem para conseguirem chegar à Torre na Serra da Estrela.
Então tomem lá um rebuçadinho, porque a esta beldade não há gripe que lhe chegue. Mas cuidado não abusem, para não se enjoarem.

Oh amiga Arnes! Esta é que é a verdadeira Katinha. Louvo-lhe o seu espirito de Natal e de sua familia, ao darem guarida em vossa casa a uma pequena que se faz por passar pela Katinha abusando da vossa bondade! O Tempicos já se anda a derreter todinho! Ela anda aqui por perto.

sábado, 27 de dezembro de 2008

O saber não ocupa lugar: Temas de Medicina. Um tema recorrente muito importante. Falamos da diabetes (post 1)

Nota introdutória ao tema: quando o clínico que apoia estes “Temas de Medicina” soube da nossa intenção de introduzirmos este tema da “diabetes” no Bancada Directa, teve uma reacção imediata de apoio à publicação, porque no seu entender há um interesse sempre crescente da população em tomar conhecimento mais profundo desta doença. E reconhece que o interesse é grande e compreensivo!
Bancada Directa faz votos para que todos possam beneficiar substancialmente com a divulgação deste tema: “A Diabetes”.

O saber não ocupa lugar: Temas de Medicina. Um tema recorrente muito importante. Vamos falar da diabetes (post nº 1)

Caros amigos leitores do Bancada Directa

O título impressiona: Para toda a vida. O controlo da diabetes.

Viver com diabetes exige um compromisso para toda a vida: manter a doença controlada é o desafio que enfrentam muitas crianças, a braços com o seu tipo 1. Por falta de insulina ou resistência do organismo à acção desta hormona essencial ao equilíbrio do açúcar no sangue.

Diabetes mellitus é o seu nome científico, um nome com sabor a mel, a evocar a ligação íntima ao açúcar que caracteriza esta doença. Mas apenas o nome é doce, porque a doença, se não controlada, pode ter consequências muito amargas.

Esta é uma doença do sistema endócrino, por envolver uma glândula – o pâncreas – e uma hormona – a insulina. O que está em causa é a forma como o organismo utiliza a glucose, açúcar produzido e armazenado pelo fígado, mas também fornecido pelos alimentos e que constitui a principal fonte de energia do corpo humano.

Numa pessoa saudável, após cada refeição, o organismo decompõe os diversos nutrientes, que são absorvidos pelos intestinos e daí libertados para a corrente sanguínea. O que acontece com a glucose é que a sua entrada no organismo desencadeia a intervenção do pâncreas, fazendo-o fabricar insulina e lançá-la no sangue. É esta hormona que vai facilitar o acesso da glucose às células, funcionando como uma chave. À medida que a insulina circula, vai diminuindo a quantidade de açúcar no sangue (glicemia), o que por sua vez, faz diminuir a actividade do pâncreas.



Mas sem insulina, ou com insulina em quantidade insuficiente, a glucose permanece no sangue – e níveis de açúcar mais elevados do que o normal podem abrir caminho a um vasto conjunto de problemas de saúde. É isto que acontece na diabetes. Na do tipo 1, também designada por insulino – dependente (antes designada por diabetes juvenil), verifica-se que o pâncreas perde a capacidade de fabricar insulina. A responsabilidade é do próprio sistema imunitário – as defesas do organismo – que ataca e destrói as células produtoras da hormona, inactivando-as. Não se sabe, exactamente porquê, com os cientistas a inclinarem-se para a influência da genética associada à exposição a vírus que funcionará como detonador do ataque às células.

De olho nos sintomas

A diabetes tipo 1 pode manifestar-se em qualquer idade, mas é mais frequente entre crianças e adolescentes. Com sintomas que tanto podem declarar-se gradualmente como de uma forma súbita. Nem sempre são óbvios, mas há alguns indícios típicos da doença a que os adultos devem estar atentos.

Assim, uma criança com diabetes sente uma extrema vontade de urinar. É assim que os rins reagem ao excesso de açúcar no sangue, eliminando-o através da urina. Há uma maior perda de fluidos, o que causa uma sede invulgar: a criança, alem de urinar mais e em maior quantidade, bebe mais água do que o habitual, numa tentativa de repor o equilíbrio. Se assim não acontecer há o risco de desidratação.

Comum é também uma fome excessiva: é que a falta de insulina impede o açúcar de penetrar nas células e de aí se transformar em energia. Mas, apesar de comer mais do que o habitual, uma criança acaba por perder peso: na ausência de glucose, o organismo aproveita as reservas de gordura para abastecer as células.

O resultado de todo este esforço é a fadiga, outro dos sintomas comuns da doença. Mas há mais. A diabetes pode manifestar-se de uma forma mais subtil: a criança pode, por exemplo, voltar a molhar a cama durante o seu sono.

Complicações à espreita

Reconhecer os sinais precoces da diabetes e iniciar o tratamento é fundamental para prevenir as complicações associadas à doença. Algumas são de curto prazo e requerem cuidados imediatos, sob pena de causarem convulsões e até perda de consciência. É o que se verifica com a hipoglicemia: numa criança diabética, saltar uma refeição ou um esforço físico excessivo podem fazer descer os níveis de açúcar no sangue, originando sintomas como suores, tremores, fraqueza, fome, tonturas e náuseas.

Pode acontecer também o contrário – os níveis de açúcar subirem (hiperglicemia) porque a criança está doente ou comeu demais. Vontade de urinar, sede extrema, boca seca, visão nublada, fadiga e náuseas são os sintomas a vigiar.

Outra complicação possível é a acumulação de acetona no sangue: trata-se de um ácido tóxico produzido pelo organismo quando começa a utilizar a gordura armazenada para obter energia. Perda de apetite, náuseas, vómitos, febre, dores de estômago e um hálito com odor a doce e frutado são sintomas desta condição.

A prazo são outros riscos, envolvendo o coração e a rede de vasos sanguíneos, os nervos, os rins, os olhos, os pés, a pele e os ossos. Sem a diabetes controlada, os órgãos e tecidos vão sendo danificados progressivamente, mas as consequências podem ser incapacitantes ou até pôr em causa a própria vida.

No que respeita ao coração, podem surgir problemas cardiovasculares, nomeadamente doença arterial coronária (angina de peito) acidente vascular cerebral e aterosclerose. Quanto aos nervos, as principais vitimas são os capilares que irrigam os nervos, cujas paredes vão sendo destruídas pela circulação de sangue com açúcar a mais. Os efeitos começam por ser notar nos dedos dos pés e das mãos, com “formigueiro” e dormência, sensação de queimaduras e suor. Sem tratamentos, o resultado da neuropatia – assim se chama esta condição – pode ser a perda de sensibilidade.

Nota: este tema continua com a 2ª parte na próxima 3ª feira, 23/12

Um tema triste neste Natal de 2008 A pobreza oculta

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Dei comigo a rebuscar papeis sem interesse numa pasta que sempre me acompanha e aparece-me este texto, já escrito em 2006, mas que ao revisitá-lo achei interessante, pela negativa, a sua publicação. Para que os nossos senhores governantes não se esqueçam!

Pobreza oculta
Sábado à tarde solarengo em Lisboa, nas Amoreiras. Muitas e desvairadas gentes atravessam-se em destinos que se cruzam apenas nos corredores e se desvanecem quando se transpõem as portas da rua.

Ex-banqueiros e seus advogados saiem a meio da tarde, indiferentes às compras e às músicas de Natal que não param de tocar. Acusados de ter cometido infracções, terão que se defender, sem horário nem calendário.

Gente feliz com sacos leva tudo à sua frente, num irritante autismo, quase agredindo com os seus sacos e as suas malas de compras quem tem o azar de não perceber que não pode pura e simplesmente andar nas Amoreiras mas sim fazer autênticas gincanas.

No éter, oiço Pacheco Pereira explicar como as canções de Ágata são retratos sociais de uma época e falavam de problemas do dia-a-dia das pessoas e como esse era o segredo do seu sucesso. Fico a saber que não tem preconceito contra a música pimba.

Oiço o "Mãe Solteira" e fico a saber pela milésima vez que posso ficar com a casa, com o carro, mas não fico com ele. Em seguida Pacheco Pereira decreta a morte da filatelia com os novos costumes do e-mail e do SMS e com a rarefacção da utilização das estampilhas postais, vulgo selos.

Também eu fui filatelista amador e gostei de recordar os tempos do selo. Este programa de Pacheco Pereira no Rádio Clube foi-me da maior utilidade. Permitiu-me descansar da memória do homem que vira, minutos antes, tombar, redondo no chão, de inanição. Tão simples quanto isso.

Um homem, já idoso, rosto marcado indelevelmente pelas agruras da vida, com um porte de uma dignidade incrível, que caía ao chão (vi duas vezes), apenas porque ainda não tinha comido nada ontem. Era apenas fome. Apenas.

Recusou ambulância, recusou médico. Ajudado pelos seguranças do centro comercial em deriva humanitária, sentou-se numa cadeira esperando o regresso das forças que lhe permitissem andar. A Margarida, de lágrimas nos olhos, foi-lhe comprar um pacote de leite, que lhe deu a beber, antes de desabafar em português vernáculo contra o mundo que permite que estas pessoas estejam a viver assim.

Foi o inesperado pequeno-almoço do homem por volta das cinco da tarde. Sei que no meu país a pobreza oculta-se mas vai matando lentamente.


O texto é do Jorge Ferreira (Tomar Partido)


Nota: Efectuei alguns cortes no texto, na medida em que se utilizavam actuações do primeiro-ministro em 2006, num debate na AR, sendo que estavam desfasadas para a realidade de 2008, especialmente num eventual apoio aos funcionários públicos para compensar a sua perda de poder de compra nos últimos anos. Em todo o caso a situação de “pobreza oculta ”, mas agora dramaticamente expostas pelas famílias, aumentou substancialmente em 2008 , comparativamente a 2006

Adriano
Ribeiro

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

As reflexões de Antonio Raposo

Ensaio sobre uma eventual ocupação bélica de um país estranho!

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Ora façam lá o favor de lerem estas oportunas reflexões de Antonio Raposo, que para dizer verdades é um "expert" na matéria.

Perguntava o neto ao avô: - Porque é que há guerras?
Resposta do avô:- Porque há soldados e marinheiros!
…………………………..


Imaginem que neste pobre mundo – por uma razão desconhecida – ninguém queria ir para soldado nem marinheiro.

O pessoal embirrava com a patente e só aceitaria no mínimo dos mínimos capitão (talvez por gostar de usar divisas) e na marinha aceitaria com sérias reservas ser contra-almirante, patente mais baixa era considerada enjoativa, particularmente nos submarinos que estão apalavrados para aquisição breve.


Talvez vocês não saibam mas estamos a precisar de adquirir, com toda a urgência submarinos, como de pão para a boca.

Isso criava um sério problema ao respectivo ministro da pasta, e não só. Dava uma enorme dor de cabeça às chefias do exército e da marinha. Como é que se poderia fazer uma guerra?

Poder-se-ia bombardear um País, dar cabo dele, transformá-lo em montes de entulho.

Mas só se pode conquistar um País, depois de ocupá-lo. Ora, não se pode ocupar um País com patentes superiores – tipo capitães, brigadeiros e generais. Isso não faz um corpo de exército, nem põe um contra-torpedeiro a navegar. Pior, poria os submarinos rapidamente no fundo!

Resultado: se não houvesse soldados e marinheiros – tenham santa paciência mas os países estavam impedidos de se armar em conquistadores e decidir invasões e coisas assim para armar aos valentões.

Estou certo ou estou errado?
……………………..
Com esta simples parábola, posta em prática, teríamos que enviar para a frente de batalha, o pessoal que está sempre de acordo com as guerras.

Ir para a guerra passaria a ser completamente livre.

Quem quisesse ia e logicamente seria rapidamente exterminado, o que só ajudaria a fomentar a paz e a libertar o mundo livre. Leia-se, livre de guerras.

Como vivemos numa sociedade que defende os valores, estamos certos que esta ideia será acolhida de braços abertos pelos nossos queridos políticos que ficarão com mais um problema para resolver, mas é para isso que lhes pagamos.

Estamos certos que será mais fácil pôr esta ideia em prática do que acabar com os “Paraísos Fiscais” (Offshore, para quem só saiba inglês).
Antonio Raposo é colaborador habitual e muito considerado no Bancadea Directa

Por aqui em Vila Nogueira de Azeitão nesta manhã faz muito frio e o nevoeiro afecta a paisagem da serra.

Sexta-feira 26 de Dezembro de 2008.


São 10h30 da manhã. O pessoal ainda dorme o sono dos justos, cansados da noite anterior, onde pelas duas da matina ainda se coinvivia na paz familiar. Saio sozinho e dirijo-me para o snack do Anibal em Brejos de Azeitão. Com a intenção de tomar sossegado o meu pequeno almoço. Também senti a necessidade de me encontrar um pouco solitário nesta manhã.
E dei comigo a pensar que felizes são aqueles que tudo dão de si mesmo para ajudar os outros , sem querer receber contrapartidas, benesses ou honrarias. Mas os homens também sabem reconhecer os espiritos altuistas e solidários. E ainda bem que assim é! E o tema veio-me à memória, por ser recente aqui nesta terra azeitonense. E folheando o "Jornal de Azeitão" lá veio a noticia que pretendia.


Homenagem ao Dr. Jorge Maria Carvalho. Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Azeitão.
A Presidente da Camara Municipal de Setubal presente na homenagem ao Dr. Jorge Maria Carvalho


O reconhecimento a algém que pratica o bem sem olhar a quem.



......Homenagem significa retribuição, agradecimento, tornar público um acto de gratidão....

Quando o Rotary Clube de Azeitão escolheu como Profissional do Ano o médico Dr. Jorge Maria Carvalho, decidiu prestar homenagem a um homem que antes de ser um profissional é um ser humano, que ao longo de toda a sua vida de médico se norteou pelo principio de ajudar os outros com tenacidade e perseverança.

Hoje é dificil distinguir a figura do médico e a do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Azeitão.

Está actualmente de licença sem vencimento do Serviço Nacional de Saúde, dedicando a sua vida a responder a grande parte das necessidades da população de Azeitão e da Misericórdia de Azeitão, nomeadamente através do serviço de cuidados continuados e paliativos, potenciando sinergias na nossa Comunidade e aliviando, claramente, serviços de urgencia e de internamento do Serviço Nacional de Saúde, que nem se adequam a estes casos.

O médico não consegue viver em paz consigo próprio se aqueles que o viram crescer não tiverem agora, na sua velhice, uma assistencia condigna....e entende que se é médico hoje, é graças a eles! - conclui o Dr. Jorge Maria Carvalho, com a simplicidade, modéstia e grandeza de alma que lhe são conhecidas.

Um pouco de história

A MISERICÓRDIA DE AZEITÃO

O Dr. Jorge Maria Carvalho é Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Azeitão há 26 anos. Na altura era um jovem médico, orgulho da terra, que o povo foi buscar para reerguer a Misericórdia que estava a ruir.

Após o 25 de Abril, o edifício do antigo Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Azeitão foi ocupado pela ARS até 1981.

Nesse ano, as instalações vieram a atingir a quase ruina por devassa e ausencia de conservação.

Tendo a Irmandade sido fundada em 1621, no hiato de tempo entre 1974 e 1981, a única função comunitária que cumpriu foi a Procissão anual, que desde 1 de Novembro de 1755 se realiza ininterruptamente, saindo da capela da Misericórdia de Azeitão.

Assim , em 1981, os sinos tocaram - literalmente - a rebate e o povo decidiu reerguer a sua Santa Casa

Santa Casa da Misericórdia de Azeitão aqui
O reconhecimento nacional

Para alem do natural relevo na imprensa local, visibilidade do projecto de apoio domiciliário em cuidados continuados e paliativos de Azeitão já atingiu o conhecimento Nacional. Órgãos de comunicação como a SIC, TVI, TSF, Revista Visão, Jornal Expresso, Jornal Correio da manhã apresentaram peças acerca deste caso muito singular.

Também alguns “media” especializados, (Jornal Médico de família, Revista Teste Saúde Deco e outros) aludiram ao exemplo de Azeitão como um caso de inovação, qualidade, eficácia e eficiência de meios.

A Misericórdia de Lisboa, no âmbito da sua Fundação Nunes Correia Verdades de Faria atribuiu, em 2004, o 1º Prémio Nacional de Cuidados Continuados e Paliativos ao Provedor da Misericórdia de Azeitão.

A Fundação Gulbenkian premiou, em 2005, o projectou de cuidados continuados e paliativos da Misericórdia de Azeitão.

A Câmara Municipal de Setúbal atribuiu a Medalha de Mérito Municipal, em 2003, ao Provedor da Misericórdia de Azeitão, pelo seu trabalho e pelo desempenho da sua Instituição a favor dos cuidados continuados e paliativos no Concelho de Palmela.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Santa Baby



quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Mensagem de Natal

Mensagem de Natal
Caro amigo

Lisboa. Avenida da Liberdade. Noite de 22/12/2008

Se vives a tua vida como eu vivo a minha

Se sofres igual ao meu sofrer.

Porque é que não tens possibilidades

De dormir numa cama como a minha.

Nesta noite de Natal?

Perante uma Sociedade que finge não ver a tua desdita, tu tens esse direito de ter uma vida digna. E uma noite de Natal como todos nós!

E não tenham pena de ti. Apenas te ajudem!!!

Votos de Feliz Natal a todos



Da Fresquinha

Mundo Policiário 45/08. Tempo de Natal. Publicação do conto de Natal "Perto do Sol". Autor Peter Pan

Mundo Policiário 45/08

Dic Roland, KO e Sete de Espadas. Sempre Presentes

Tempo de Natal



Conto de Natal : "Perto do Sol": autor Peter Pan

Dedicado ao eterno amigo
Sete de Espadas…
…e à minha querida Mimi
…e a todos os meus amigos da Tertúlia da Liberdade


"Perto do Sol"

Naquela manhã, véspera de Natal, foi num cantinho daquele café que encontrei esse herói acidental, que alguma vez gostaríamos de encontrar na vida. A princípio não me apercebi dele. Estava enroscado numa espécie de manta, barba por fazer e aspecto de quem já tivera melhores dias. Era um homem já velho afinal, mas naquele momento a sua face aprumava-se singularmente, em direcção a algo que o parecia fazer feliz.

Havia um leve sorriso de quem estava algures longe, saboreando alguma coisa mais do que o simples café que tinha à sua frente. Só dei conta dele, algum tempo depois de me levarem a minha meia de leite do costume e porque aquele canto estava bem próximo de mim. Comecei a abrir o jornal, como fazia sempre, mas a figura daquela personagem prendeu-me a atenção. Sentara-se em frente à única janela do café, que filtrava em cheio o sol da manhã. Eu não pude deixar de ver a poesia daquele quadro e dos contrastes que encerrava.
O homem não era um vagabundo, mas muita gente olharia para ele como tal, pelo aspecto descuidado e a modéstia da indumentária. Os olhos tinha-os semicerrados mas percebia-se que não dormitava. O corpo estava oculto, por uma longa e curiosa manta de xadrez, e nem as mãos se viam a descoberto.
Não me lembro ao certo como começou a conversa. O café era grande, mas durante aquele tempo ninguém mais esteve perto de nós.

- Está uma manhã gelada…- disse ele, sentindo-se observado – O problema é que não estamos habituados.
- É verdade, somos um país de bom tempo o ano todo. – respondi. Ele estava ligeiramente à minha direita e encostado à janela.
- No Inverno, devíamos fazer como as aves e voltar para o Sul.- referiu o velho, com bonomia.
Achei curiosa a ideia, porque a mim próprio a mesma já me ocorrera muitas vezes.
- Assim tivéssemos asas e fosse possível ir e voltar…
- O meu amigo ainda é novo, ainda vai a tempo de conhecer o mundo… - retorquiu,
talvez percebendo que nas minhas palavras havia um imaginário por cumprir.

Entretanto e sem me dar conta, o jornal à minha frente caiu no esquecimento. Havia algo de fascinante na voz do velho, como se tivesse muitas histórias para contar.
- Diga-me se vale a pena ir para longe…- perguntei-lhe.
O velho sorriu, como se uma fonte estivesse prestes a jorrar.
- Sabe, na verdade eu andei por aí e passei por lugares inimagináveis.

Posso dizer-lhe que me foi dado ver e sentir a plenitude da beleza da vida. Nada fiz para o merecer e, no entanto foram-me acontecendo esses momentos únicos. E agora, que estou velho, sabendo que vou morrer, queria viver para sempre.

Aquilo dito assim, sem aparente emoção, era digno de quem já sonhara muitas vezes
com o dia da sua morte.
- Já percebi que não dá para explicar essa beleza toda que viu… - Realmente, não é possível. A única coisa que há para dizer é que nunca mais voltamos a ser os mesmos. Assim, como se fossemos tocados pela beleza do Amor. E, depois disso, não queremos nada mais, só sentir essa alegria sempre, permanente. E ficar e não voltar. E por último, a sensação de sermos livres e de saber o pouco que tem importância na vida.

As palavras escorriam-lhe devagar, com muita calma, e eu senti-me pequenino porque a minha sensibilidade gritava-me estar perante alguém num patamar de consciência muito superior.
- Mas também é bom voltar a casa…- disse-lhe.
- É verdade, mas o que eu persigo desde há muito é o de sentir-me bem o tempo todo,
sem excepção, sem interrupção. E manter a confiança e o entusiasmo perante tudo, como se fosse pela primeira vez. Acho que é um belo objectivo de vida. O meu amigo não gostava de
se sentir assim?
Eu de repente fiquei sem resposta.
- Talvez nos reste aproveitar apenas os momentos bons …sugeri, hesitante.
- É um bom pensamento mas que não me satisfaz.
- Então vai sentir-se infeliz muitas vezes…
- Não interessa. Como as crianças, eu quero tudo!- afirmou, convicto.

Para um velho e para quem tinha tanta experiência de vida, aquilo à primeira vista parecia completamente absurdo.
A conversa tornara-se séria demais para o que eu podia encaixar àquela hora da manhã, mas ao mesmo tempo sentia-me ser conduzido por uma força inexorável.



-Olhe, feche os olhos comigo e imagine estar num desses belos locais onde eu já estive…- sorriu-me o velho.
– Imagine uma linha de horizonte sem fim, e numa piroga, vogarmos deitados ao sabor da corrente, na imensidão de um oceano azul. Aquecidos ao calor do sol e sentindo-nos vivos pela brisa da manhã. Para onde vamos? Que importa,
o que interessa é deixarmo-nos
levar, sem a menor preocupação, certamente iremos ter a algum lado, uma nova ilha por descobrir e onde poderemos ficar o tempo que nos apetecer…

Ele tinha realmente fechado os olhos e eu limitava-me a olhar para ele, em suspenso pelos seus lábios. Houve um longo silêncio que pareceu prolongar-se indefinidamente.
O seu sorriso pareceu iluminar-se ainda mais quando voltou a si de novo…
É a face do Amor – continuou – Nada há de mais belo e que eu queira seguir e onde permanecer.
Havia algo de vitorioso na sua expressão.


– Sabe, apesar dos paraísos que os meus pés percorreram, tudo o que eu quero é o Amor verdadeiro, de todo o ser humano que me rodeie, e se não for possível encontrá-lo aqui, vou procurá-lo onde estiver, algures, seja onde for que ele exista…

Naquele momento, não pude deixar de sentir um nó na garganta por aquilo que o velho acabara de dizer, de uma forma tão simples e digna.

Da minha parte perdera a noção de há quanto tempo durava aquela conversa. Mas é assim, quando estamos bem e nos sentimos bem. Pensei o quanto valia a pena sentirmo--nos bem connosco próprios. Olhei então para o relógio e dei-me conta que precisava de me ir embora. O velho permanecia impassível sem se mover . A manta que o cobria da cabeça aos pés parecia estranhamente isolá-lo do mundo. Estava eu para me levantar mas por um lado sem querer ser o primeiro, quando algo de surpreendente aconteceu.

Vindo da rua gelada entrou um homem corpulento, à vontade com um metro e noventa. Surgiu com um ar decidido e logo o vi dirigir-se para nós. Distraído como sou nem me apercebera que, encostada à parede ao canto da sala, estava uma cadeira de rodas.
O homem chegou-se à cadeira, desdobrou-a e pôs-se ao lado do velho contador de histórias, como eu gostaria de lhe chamar, apesar do tão breve contacto.
- Então, já tomou o seu cafézinho? E o solzinho da manhã? – perguntou o homem num tom afectuoso.
- Estava aqui “na palheta” com este amigo. Acho que passámos um bom bocado.
– afirmou o velho, olhando para mim como que a pedir a minha concordância.
- Claro que sim, é difícil encontrar hoje em dia uma pessoa interessante e com tanto para contar…- aquiesci com sinceridade.

E foi com verdadeiro espanto que vi o homem descobrir o velho da manta que o escondia. A revelação deixou-me atordoado e com uma vontade profunda de me meter
num buraco. Ao nosso velho não restava nada senão um torso, sem pernas e apenas um braço. Fiquei estarrecido, querendo ao mesmo tempo desviar o olhar mas sem o conseguir fazer. Enquanto o homem o punha rápida e eficientemente na cadeira e o tapava de novo com a manta, prontos para sair, ao velho não foi difícil perceber o meu ar e que ele certamente já teria visto muitas vezes.

- Então, meu rapaz, que cara é essa?
Houve um instante de silêncio e senti em mim algo que me inundou como uma taça a transbordar, um sentimento arrebatador e incontrolável de Amor. Dei um passo à frente,
levei a minha mão na direcção da sua preciosa mão direita. Apertei-lha, sentido e com devoção.
- Obrigado! – sussurei…
Ele esboçou um sorriso de velho adolescente.
- Não se preocupe, vai correr tudo bem…
As nossas mãos desligaram-se e a cadeira de rodas começou a deslizar.
- Feliz Natal! – atirou o velho em jeito de despedida.
- Feliz Natal! – respondi, como se o quisesse seguir.

E sem mais foi-se embora, sem me dar tempo de dizer mais nada. Nunca mais o vi, nem nunca cheguei a perceber o que o fizera ir ali naquela manhã. Talvez estivesse de passagem e fosse a caminho de algum novo belo lugar ou então ao lugar de sempre, onde as aves regressam no Inverno, procurando o calor que as faz viver.

Massamá, 23 de Dezembro de 2008

Peter Pan ( Com os votos de um feliz Natal para todos! )

Nota do autor do post: Peter Pan é o pseudónimo do nosso amigo Paulo Aguiar.

Santo e Feliz Natal a Todos Amigos

Aproveito o post para desejar a todos amigos um Feliz Natal,
com muita Paz, Saúde, e grandes Sucessos em todos os momentos da vida.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O ensino da matemática nos nossos dias.

RELATO DE UMA PROFESSORA DE MATEMÁTICA
Na semana passada comprei um produto que custou 1,58€. Dei à menina no balcão 2,00€ e peguei na minha bolsa 8 cêntimos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou no dinheiro e ficou a olhar para a máquina registadora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 cêntimos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.Por que estou a contar isto?

Porque me dei conta da evolução do ensino da matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino da matemática em 1950:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda.Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou €80,00.Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00.Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é €80,00.Escolha a resposta certa, que indica o lucro:( )€ 20,00 ( )€40,00 ( )€60,00 ( )€80,00 ( )€100,00

5. Ensino de matemática em 2000:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00.O lucro é de € 20,00.Está certo?( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2008:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.O custo de produção é € 80,00.Se você souber ler coloque um X no € 20,00.( )€ 20,00 ( )€40,00 ( )€60,00 ( )€80,00 ( )€100,00
Nota: é evidente que nos estamos a referir ao ensino da matematica no Brasil, pelo que se deduz da forma como o texto é elaborado.

Este pensamento já vem de 1802! Curioso, não é?

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Talvez não se lembrem destes pensamentos.Foi há 206 anos, curioso? E o seu autor foi Thomas Jefferson.

Em 1802 sem computadores, estatísticas e análises de mercado...

Quote of the Week

'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.'
Thomas Jefferson 1802


«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»
Thomas Jefferson, 1802

Tempo de Natal


Caros amigos leitores do Bancada Directa

Já com o meu espaço fisico quase tolhido pelo ambiente natalício que se respira à minha volta, o melhor é parar por hoje as minhas actividades e regressar na próxima sexta feira.


Para todos os nossos amigos leitores desejo que tenham um "SANTO E FELIZ NATAL"

Amigo leitor! Gostavas de ter um cavalo se tivesses possibilidades? Vale a pena ler este tema sobre o desporto equestre.

Amigo leitor. Gostavas de ter um cavalo se tivesses possibilidades? Vale a pena ler este tema sobre as lides equestres.

Caros amigos leitores do Bancada Directa


Quando falo em os meus amigos terem a possibilidade de ser proprietários de um cavalo, não estou só a referir-me ao aspecto económico/financeiro dos meus amigos, mas também a toda uma estrutura de logística para se formar um cavalo e ter instalações próprias e confortáveis para o efeito. E o aspecto de formação será ainda muito importante.

No meu caso pessoal bem gostaria de ter um animal deste valor. Mas não posso sonhar alto e por isso só posso dar relevo a tudo o que diga respeito ao desporto equestre. Fiquei maravilhado com a prova de Potencia que se realizou na passada semana em Londres com um dos primos Whitaker a sagrar-se o vencedor numa “barrage” com o muro a 2.34 mts. Impressionante.

Academia para formar cavalos!

Centro Hípico do Cabanão

A introdução: “O Centro Hípico do Cabanão, no fundo, funciona como uma academia para desenvolver o trabalho dos cavalos”. Estas palavras são de Luís Castro Lobo, director do Centro Hípico do Cabanão (CHC), e reflectem a filosofia do Centro, mais centrada no trabalhar das potencialidades dos cavalos, do que, à semelhança de tantos outros centros hípicos, ensinar futuros cavaleiros a andar a cavalo.

Sito numa propriedade entre o Passil e o Rio Frio, o Centro Hípico do Cabanão abriu portas há cerca de 14 anos, sendo que Luís Castro Lobo assumiu as suas de director em 2001. O Centro Hípico do Cabanão, segundo diz o seu director “juntou duas vertentes” que são o facto de estar aberto ao público e o início da coudelaria Lupi d”Orey”. Mas o publico que se dirige ao CHC é muito específico. “São cavaleiros já com alguma formação, que pretendem desenvolver-se nas três modalidades mais frequentes, que são os obstáculos, o ensino/dressage e o toureio”


Os utilizadores frequentes do Centro são cerca de 20 cavaleiros, sendo que o CHC funciona, principalmente, com cavalos a penso, e quando os cavalos entram, não são os proprietários que definem a modalidade em que querem desenvolver os seus cavalos”. Ou seja, há como que um trabalho conjunto que avalia as capacidades, quer do cavaleiro, quer do cavalo, para a sua formação na modalidade em que possam ter mais êxito.

Luís Castro Lobo afirma mesmo que a formação é mais para o cavalo do que para o cavaleiro, sendo que este acaba por se adaptar às potencialidades do cavalo”. Entre os cavaleiros que têm cavalos no Centro Hípico do Cabanão, o seu director destaca o cavaleiro tauromáquico Vítor Ribeiro. “É aqui que ele trabalha todos os dias os seus cavalos”.




Mas ao contrário do que pensa a esmagadora maioria das pessoas, refere Luís Castro Lobo “trabalhar um cavalo é um trabalho um bocadinho solitário, que exige concentração, ou seja, cavaleiro e cavalo devem estar um pouco afastados da folia e do barulho.”

O que este responsável tenta transmitir aos cavaleiros que chegam ao Centro é que “o principal objectivo é o cavalo, que para montar um cavalo é preciso sentir o que o cavalo nos pode oferecer e não abordá-lo como a um computador”. E, continuou,”o objectivo é formar uma equipa”.

Refira-se que agregada ao Centro Hípico do Cabanão há a Coudelaria Lupi d”Orey”. Esta, segundo Luís Castro :Lobo, “tenta produzir cavalos cruzados mas versáteis,- aliás, versatilidade, é a palavra chave , que dá resposta às três modalidades.
Paulo Morais

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O desporto na minha terra. Hoquei em Patins.As equipas sintrenses vão de vento em pôpa.

O desporto na minha terra
Hoquei em Patins

As equipas sintrenses vão de vento em popa!
“Os Lobinhos” e “Nafarros” continuam invictos e comandam!


À 6.ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins Feminino, as equipas da União Desportiva de Nafarros e Grupo Recreativo “Os Lobinhos” não desarmam e continuam invictas na classificação da Zona Sul, superando até agora todas as equipas adversárias.

Na jornada do passado fim de semana, a equipa do Grupo Recreativo “Os Lobinhos” de Vale de Lobos derrotou em casa, as algarvias do Roller Lagos por 4-2, enquanto que a da União Desportiva e Cultural de Nafarros foi vencer fora o Alverca por 6-1.
Na classificação, somam ambas 18 pontos, com vantagem para “Os Lobinhos” por "goal-average" por 9 golos (43-7, contra 34-7). Na 3ª posição, a 1 ponto , está o Clube Desportivo de Boliqueime.

Na próxima ronda (7ª) a realizar no próximo Sábado dia 20/12, a União Desportiva de Nafarros recebe as estudantes da Associação Académica de Coimbra, com as raparigas de Vale de Lobos a viajarem até ao Alentejo para defrontar o Externato de São Filipe

Estamos agora no Sábado dia 20/12 e jogou-se a 7ª jornada, esta tarde, do Campeonato Nacional Feminino, com as equipas concelhias de Sintra a vencer os seus encontros.

Em Nafarros, a turma orientada por António Gomes, goleou (8-0) as estudantes da Académica de Coimbra, com a equipa de Os Lobinhos a derrotar (5-3) em Estremoz, o Externato de S.Filipe.

A formação de Vale de Lobos manteve a liderança da Zona Sul (19) pontos em parceria com a União de Nafarros.
Na segunda posição, com menos um ponto (18) segue o CD de Boliqueime que nesta ronda foi vencer fora, o Roller Lagos por 5-1

O desporto na minha terra. Por aqui na Agualva-Cacém o "Novos Talentos" dinamiza o Futsal feminino!


O desporto na minha terra

Por aqui na Agualva-Cacém o “Novos Talentos” dinamiza o Futsal feminino

Caros amigos leitores do Bancada Directa


Vou referir-me à modalidade de Futsal feminino e ao Campeonato Distrital da 1ª Divisão da AFL de 2008.

Fundado em 1987, embora com outros propósitos, a colectividade da Freguesia de Agualva-Cacém "Novos Talentos" apostou na prática desportiva, inscrevendo nas competições da AFL, uma equipa de seniores femininos. Estava-se na época de 1988/1989 e por falta de instalações próprias alugavam os ringues de Mira Sintra e do Zambujal (Unidos do Cacém) tempo em que se podia usar para jogos oficiais recintos ao ar livre.

Em 1992, foi entregue ao “Novos Talentos” mediante protocolo assinado com a autarquia de Sintra, o Pavilhão Municipal da Abelheira, permitindo, assim, e desenvolver a modalidade em todos os escalões etários, e torna-se numa referencia no Futsal, principalmente no feminino.

Ao todo já conquistaram 8 títulos da AFL, e somam uma Taça Nacional, sendo finalistas vencidas noutra final. Em 2002 o Benfica levou praticamente toda a equipa, e por via disso, o clube de Agualva-Cacém teve de abandonar o escalão de seniores, apostando então numa equipa de juniores que num percurso de três anos voltou à 1ª Divisão de Seniores Femininos, nunca mais saindo este patamar.

Para esta nova época de 2008/2009, o treinador Rui Garfur (olá Rui Garfur! Tudo bem?) tem um plantel de 16 jogadoras, para um campeonato cada vez mais competitivo, de onde sobressaem as equipas do Benfica e da Quinta dos Lombos (Carcavelos), logo secundadas pelo ”eterno” Del Negro, e agora o São Braz.

Decorridas nove jornadas, a equipa do “Novos Talentos” conta apenas três vitórias, somando mais dois empates e quatro derrotas. No total, onze pontos que valem o oitavo lugar na tabela classificativa.

Na jornada do passado Domingo 14/12 a equipa de Agualva-Cacém recebeu as ribatejanas do Núcleo Chasa (Alverca) e perdeu por 3-0.

Planteel feminino para 2008/2009
Guarda-redes: Vává, Joana e Filó.
Jogadoras de campo: Marisa, Sandra, (olá Sandra), Carlota, Inês Neto, Filipa Vieira, Carina Costa, Andreia, Edite, Ânia, Carina Ferreira, Celeste, Samji e Cíntia.

Sobre o escalão de Juniores do “Novos Talentos” que participa no Campeonato da 1ª Divisão da AFL, subiu ao 1º lugar da classificação, depois da jornada do passado fim-de-semana. Na realização da jornada nº 12, foi ao recinto dos lisboetas do Alto da Eira e vendeu por 5-3, beneficiando da derrota do Sassoeiros por 3-1 frente ao Benfica.

Na próxima jornada o “Novos Talentos” recebe no Pavilhão da Abelheira
os ribatejanos do CAD.

domingo, 21 de dezembro de 2008

O meu humor de Domingo: O leitor sabe o que quer dizer o termo "anfitrião"?

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Estamos sempre a aprender ao longo de toda a nossa vida!

Por isso é bem verdade "vivendo e aprendendo"!

Os nossos amigos sabem sabem o que significa a palavra "anfitrião"? Você é um bom anfitrião?

Anfitrião

Se é, quer continuar a ser?


Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.Enquanto Anfitrião estava a guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma, paradeitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão.


Uma grande confusão foi criada, pois, evidentemente, Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa.No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitriãoficou contente por ser marido de uma escolhida do deus. Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules. A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".


Portanto, anfitrião é sinónimo de "CORNO MANSO E FELIZ"!

Nem sempre é bom ser culto!

Nota: a opinião conclusiva da palavra "anfitrião"não é, obviamente, do autor deste post.

Se os leitores quiserem saber algo mais sobre Mitologia Grega podem clicar aqui

Este Domingo ao fim da tarde.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Chegadinho da "silva" neste Domingo de Vendas Novas, amigo meu dilecto pede-me que publique no nosso blogue este caso insólito que se observa na cidade mais alta de Portugal.


Aqui está a Rotunda do Penso Higiénico!!!!
Na Guarda a moda das rotundas vai de vento em pôpa, ou melhor, ao gosto dos engenheiros do burgo ou ainda, resquícios da obra de engenharia que Sócrates deixou pela região.
Ou são rotundas grandes, largas, enormes que os camiões não conseguem fazê-las e, vai daí, desfazem-nas.....
Ou são ridiculamente pequenas, que apenas só um poste de iluminação pode existir na área circundante....
Mas, a última «obra de arte» dos engenheiros do Quim, é deveras uma rotunda, que tem merecido da parte da população, a maior das receptividades e aclamações.
Sim, nós por cá temos mesmo muito orgulho, nesta nova ex-libris da cidade. São milhares e milhares de romeiros que se deslocam à cidade, para admirarem tal obra de engenharia.
Tal é a grandeza da dita que o povo já a baptizou e tudo. Como se recordam, Sócrates fez o master em sanitas. Logo os amigos de cá, só podiam eternizar a passagem de tão grande vulto sanitário pela região, com uma rotunda que tem tudo a ver e a haver com a personagem idílica.
Vai daí o povo baptizou a nova rotunda de - rotunda do penso higiénico.
Adapta-se ao progenitor e ao mentor das obras de retrete, que em tempos por cá deixou obra!!!
Ou seja, obrou o bastante, pois!!!

Esta Lisboa que eu amo! Um olhar (negativo) sobre bairros da capital

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Apresento-vos algumas fotos de edificios desta cidade de Lisboa. O Bairro dos Anjos é o alvo desta série de imagens. Edificios degradados que entristecem os seus residentes, de certo modo, já descontentes de morarem perto de uma zona da cidade que preza pelos seus maus costumes. Esta zona em questão é o Intendente!.

Esta Lisboa que eu amo!



















A fonte destes fotos é o Lisboa sos

sábado, 20 de dezembro de 2008

momentos da bola

empreendorismo


Origami In the Pursuit of Perfection from MABONA ORIGAMI on Vimeo.

O meu entretenimento de Domingo

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Ponho-vos uma questão neste Domingo antes do Natal. Sabeis tirar uma imperial "à maneira"?

Então experimentem a vossa habilidade clicando no link em baixo.


Então bebam umas à nossa saúde e passem um bom Domingo.

Os policiaristas iniciam uma “conversa de treta” a preceito da Katinha Vanessa

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Peço-lhes que não se assustem com este tema, o qual já foi desenvolvido por 3 policiaristas e que agora eu, pobre de mim, estou a meter o “bedelho”. Faço-o em nome de uma transparência que eu desejei que o tema tivesse e nunca o consegui, devido aos atrabiliários processos do padrinho/tutor da “pequena” que sempre utilizou, e que resultaram que a Katinha fosse transferida, com armas e bagagens, para Trofa, sem cuidar de que alguém ficava a sofrer com tão despropositada mudança. E se Tempicos reconheceu que a moçoila já era muita fruta para o seu cabaz, outro tanto não acontecia com outros padrinhos. Mas enfim, foi um facto consumado, e águas passadas não movem moinhos. Sempre discordei que a pequena se mantivesse na Trofa, que até pode ser um cativeiro disfarçado. Mas que é tempo de ela voltar para Lisboa ou Sintra é uma grande verdade. Farei tudo para o conseguir. De Tempicos esperou-se tudo. Foi morto pela Nelinha, ressuscitou de uma forma imperfeita. Assassinou depois a Nelinha, culpando este pobre escriba desta morte. Com a mãe desaparecida aparece a Katinha Vanessa, mais tarde na companhia de uma irmã gémea. Para concluir, diatribes paranóicas de Tempicos.

Sou surpreendido por um mail de um compadre meu amigo, que me dava conta de que a Katinha Vanesa estava algures a trabalhar no circo da fórmula 1. E até me mandou as duas fotos a preceito obtidas por um paparazzi . Na primeira foto a Katinha retira da sua mala de mão algo que vai utilizar depois. Se calhar a pensar que à posteriori vai passear de " bólide rosso".


No meu correio electrónico de ontem recebi esta mensagem dimanada pelo "somitico" Tempicos, acompanhada da foto atribuida à figura de Katinha Vanessa

NOVIDADES DA KÁTINHA: finalmente, mão amiga, fez-nos chegar uma foto da Kátinha.


......Como devem estar recordados (se por acaso os problemas policiais não vos tenham gasto os poucos restantes neurónios) ela foi acompanhar a família Arnes até à Trofa, isto após o dia 1 de Junho do ano que ora se vai. Tinhamos da família Arnes as melhores referências, como gente pia e temente a Deus, praticando o BEM sem olhar a QUEM.

Algumas fotos que nos remeteram na altura, pareceram-nos que a pequena estava a dar-se bem lá pelo Norte. Andava mais gordinha e até se notavam uns explêndidos peitos - bem aviados - que recuperavam, dos maus e depauperados anos vividos sob a batuta do padrinho Tempicos - esse conhecido semítico. Agora, na presença da foto, caíram por terra as nossas esperanças.

Desmarcarámos os falsos profetas. A pequena está mesmo nas lonas. Anda esfarrapada e nua, a pedir esmola pelas ruas. A nossa recem formada Comissão de Luta pela Kátinha, agradece a quem quiser enviar um óbulo - pequeno que seja - recolhemos tudo e até vamos a casa - para que nada falte à pequena. Recebemos em numerário ou em cheque, desde que não seja do BPN. Até se nos vem lágrimas aos olhos a observar a maldita foto. Como estamos no Natal, os signatários agradecem desde já a vossa pronta colaboração e vão pedir ao padrinho NOVENA, que reze umas novenas para, ao menos, continuarmos a manter o lugar cativo que estamos a pagar (sistema leasing) um lugar no Céu,chamado " KATINHA IN SKY FOREVER" quando Deus lhe aprouver chamar à sua ilustre presença.

Que Deus tenha piedade.

Nós também (Comissão de Luta) padrinhos da pequena por afinidade. Mal sabiamos nós, pobres de Cristo, que a pequena não só andava na pedincha, como - coitada - já nem a roupinha que tinha no corpo......... (ver em cima a imagem real)

Eis de repente que surge outra missiva curiosa, vindo da nobre cidade da Trofa, agora com um fenómeno desportivo relevante, mas de sentido contrário aos de Matosinhos. Vamos ao que interessa e vejam a situação actual daquela que dizem serem a verdadeira Katinha.

........Caros amigos: Ainda vos vou enviar a conta do psicólogo da minha pequena. Andava ela a pedir-me para a fotografar com roupas natalícias para enviar aos padrinhos e não é que o Tempicos a anda a difamar.A miúda chora baba e ranho por tão má conduta do seu padrinho Tempicos.

Desde que está na Trofa, roupinha é coisa que não lhe falta e comidinha também, e quanto aos donativos ela nega estar necessitada, o paizinho dela não quer nada com o BPN. Apesar de muito ofendida fez questão de enviar a sua foto com desejos de um bom Natal a todos os padrinhos e simpatizantes.

Arnes a pedido de Katinha Vanessa.

P.s. - a rapariga já diz que não sabe se quer ir a Viseu.......


Comentário final de Onaírda e um apelo à Katinha Vanessa.

Katinha, se é para andares nesta vida e vestida de um modo tão infantil, mesmo que transitóriamente, deixa a Trofa e vem mas é para Sintra. Aqui nesta maravilhosa Serra de Sintra a nossa adega espera-te e uns copitos de jeropiga do Ti Antonio da Corujeira (Merceana) não te fazem nada mal. Depois o que sobrar ficará entre nós . Mas ao menos nunca mais voltes para o Tempicos. Mal por mal, mete-te num convento com o Jesus Novena!

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina: o vírus chamado herpes.


O saber não ocupa lugar:

Temas de Medicina.

Um vírus chamado “herpes”


Reactivado pelo frio!

“O vírus herpes pode ser desencadeado pelo frio: quando as temperaturas descem podem surgir lesões típicas da doença. Há, então, que tratar e prevenir o contágio: sem deixar de sorrir, mas talvez deixando de beijar!”

A exposição solar e em menor grau o frio têm influencia sobre o vírus “herpes” simples, responsável pelo “herpes labial”! Com o Inverno à porta, é de esperar que a temperatura baixe, o que, para quem vive com o vírus, pode ser sinónimo de um reactivar da doença. O stress, a fadiga, as alterações hormonais também fazem com que o vírus acorde.

O primeiro contacto com o “herpes” simples dá-se, com frequência, na infância. Mas a doença pode não se manifestar de imediato. O vírus penetra no organismo e serve-se de um nervo como meio de transporte, em busca de um ponto onde se possa esconder, ficando inacessível ao sistema imunitário. Este sistema de defesas está preparado para detectar os agentes agressivos, causadores de doenças, mas este vírus consegue escapar-lhe ficando quase como que adormecido.

Nesta altura do ano pode ser reactivado pelo frio. Ao fim de alguns dias, surgem na pele os sinais que o denunciam: primeiro o prurido e a vermelhidão, seguidos da erupção de pequenas vesículas repletas de fluido, que, numa fase posterior, se rompem e se transformam em úlceras, a partir do que se inicia a secagem.

Este é um processo por fases, com cada surto de “herpes” labial a oscilar entre os cinco e os dez dias, em média, sendo que em cada pessoa pode ter uma duração e intensidade diferentes. Em cerca de metade dos doentes, costuma anunciar-se com uma sensação descrita como um formigueiro ou uma picada ou, ainda, uma queimadura. O “herpes” labial tanto pode incidir directamente nos lábios como na pele que os rodeia.

Num caso ou no outro, forma-se uma zona de eritema, que pode ser acompanhado de dor. É aí que surgem ligeiras elevações avermelhadas onde emergem pequenas vesículas dolorosas repletas de um líquido que contem de vírus. No espaço de um a dois dias, acabam por se romper e libertar então o liquido infeccioso (é a fase mais contagiosa), formando-se uma ferida (úlcera, que constitui a fase mais dolorosa).

Mas é a partir daqui que se inicia o processo de cicatrização, com a dor a ceder o lugar à comichão e a probabilidade de contágio a diminuir. A úlcera acaba por secar e a pela perde progressivamente o aspecto característico do “herpes”.

Prevenir o contágio

O “herpes” simples é um vírus com um elevado grau de infecciosidade, o que significa que o contágio é fácil. Tanto mais que se estima que cerca de 40% dos doentes desconhecem que são portadores, não se tratando e constituindo, portanto, um importante veículo de transmissão do vírus.

O “herpes” labial transmite-se através do contacto directo com a pele infectada – beijar, partilhar objectos pessoais, como copos e talheres, pode ser suficiente para que o vírus se instale noutro organismo. Importa, pois, prevenir – o que se consegue adoptando cuidados como evitar furar as vesículas, lavar as mãos após tocar nas lesões, evitar beijar ou falar muito próximo de outras pessoas. Importa, também, tratar e o mais precocemente possível, assim que se manifestem os primeiros sintomas. O objectivo é, por um lado, controlar a duração e intensidade do surto e, por outro lado, minimizar o risco de contágio.

Estão disponíveis medicamentos específicos para o “herpes” labial, à base de "aciclovir", uma substância que contribui para acelerar o processo de cicatrização e diminuir o incomodo causado pela doença.

Na maioria dos casos é suficiente a aplicação local de uma pomada ou gel (embora alguns autores não o recomendem) existindo também pequenos adesivos que atenuam os sintomas, ao mesmo tempo, que ajudam a disfarçar as marcas do “herpes”.

Nas situações mais graves e recorrentes, pode ser necessária a administração de comprimidos.

Tratar precocemente não produz apenas alívio físico. Tem igualmente repercussões a nível psicológico, dado que o impacto visual do “herpes” pode causar desconforto e inibição nos contactos sociais e até afectar a auto-estima.

É um facto que o “herpes” labial não tem cura e que, uma vez instalado o vírus num organismo, pode bastar um período de stress ou uma temperatura mais pronunciada para o reactivar. Mas também é verdade que existem medicamentos e produtos farmacêuticos que ajudam a lidar eficazmente com este vírus. Os beijos continuam a ser desaconselhados, mas os sorrisos não!

Obrigado Pela Sua Visita !