BANCADA DIRECTA: Outubro 2006

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

FUTEBOL DISTRITAL DE FUTEBOL DE AVEIRO


Mealhada e LAAC na corda bamba

No jogo mais importante da jornada que opunha dois dos primeiros classificados, o Oiã justificou em Arouca os motivos do seu bom momento de forma, ao sacar um ponto aos locais, que estiveram a ganhar por dois a zero, mas a crença e o acreditar até ao fim dos bairradinos permitiu-lhes mais um resultado positivo.

O Bustos, na estreia do seu relvado, não foi além de um empate com o Carregosense. O Fermentelos conquistou a sua primeira vitória fora e logo frente a um concorrente directo, o Macinhatense.

O Mourisquense, em Estarreja, discutiu o resultado, mas perdeu, situação idêntica verificada em Aguada de Cima e Mealhada. A LAAC foi goleada pelo Cesarense, enquanto os mealhadenses, num jogo que era de ganhar, deixaram voar os três pontos para o Argoncilhe. Estes resultados negativos, a somar a outros, conduzem as duas equipas aos últimos lugares e, como a recuperação tarda em aparecer, algo terá que ser feito.

2 ALAAC volta a ter um teste de fogo, de novo em casa, frente ao Arouca. Convenhamos que o adversário não é dos melhores para encetar a desejada recuperação.

O Oiã recebe o Alba, que, nos últimos tempos, lhe tem complicado a vida. Mas, se a equipa de Cruz mantiver a mesma atitude, a vitória será meio caminho andado como o código postal.
O Bustos viaja até à Mourisca. Os Pilatos, agora com novo treinador, Alberto Ferreira, pretenderão ganhar, mas os bustuenses já mostraram que não são nenhuma pêra doce e tudo irão fazer para, pelos menos, trazer um ponto.


Em Fermentelos, joga-se outro derby com a recepção ao Mealhada. Os Pimpões atravessam bom momento e não quererão deixar os seus créditos por mãos alheias.

II DIVISÃO

1 A CRAC, mesmo empatando em casa, continua de pedra e cal no primeiro lugar, com três pontos de avanço de quatro equipas, uma delas a BARC, que infligiu a primeira derrota ao Águas Boas.

O Carqueijo, ao ser derrotado em casa pelo NEGE, perdeu soberana oportunidade de compartilhar a liderança com a CRAC.
O Paredes do Bairro continua sem ganhar. Mais um empate, de novo em casa, com o Requeixo.
Depois de um mau arranque, o Luso goleou o Couvelha que tarda em encontrar-se, ao contrário do Aguinense que derrotou em casa o Ajax da Silvã.


O Casal Comba, que ainda não havia ganho, tirou a barriga de misérias, ao ganhar ao Calvão.
2 Pela amostra dos jogos prevê-se uma jornada com algum grau de dificuldade. O Águas Boas recebe o Serém, que não marca, mas também não sofre. Os canarinhos terão que ter muita paciência para descodificar o sistema contrário.


O líder CRAC joga em Requeixo, último classificado, e da maneira que está a jogar, é possível continuar na senda das vitórias.
O Paredes do Bairro não vai ter tarefa fácil na Borralha, tal como o Couvelha na recepção ao Eirolense, visto tratar-se de dois opositores que ocupam os primeiros lugares da classificação.
E, como não há duas sem três, a deslocação do Aguinense à Oliveirinha antevê-se difícil, embora os guinatos possam discutir o jogo.


NEGE e Calvão devem sair vitoriosos na recepção a Casal Comba e Luso, respectivamente, enquanto na Silvã há derby concelhio, com a visita do Carqueijo. Jogo para tripla.


TAÇA DE AVEIRO

1 O Mamarrosa, que não jogou, devido à desistência do Palmaz, já está na ronda seguinte, tal como o Benfica e Arinhos, pelos mesmos (Vista Alegre) motivos.

Pior sorte teve o Famalicão, que perdeu com os Amigos do Cavaco.

Por Manuel Zappa

Associações de Futebol de Aveiro distinguida pela UEFA


As Associações de Futebol (AF) da Guarda e Aveiro foram distinguidas pela UEFA nas actividades de Verão de "Futebol de Base", anunciou a Federação Portuguesa da modalidade (FPF).


Os certificados, que serão entregues na Assembleia-Geral de sábado, em Gaia, pelo presidente da FPF, Gilberto Madaíl, distingue a AF Aveiro na categoria de "melhor evento para pessoas portadores de deficiência" e a AF Guarda pelo "melhor evento de Futebol Base".


A AF Guarda apresentou o maior número de participantes entre todas as actividades realizadas em Portugal (558, mais 24 por cento do que o previsto) e, além disso, foi distinguida também pela apresentação do projecto melhor sustentado, programa diário definido e promoção do evento.


Em Aveiro, e apesar de ter sido o único evento direccionado a uma população especial, foi também destacado pela UEFA o facto do projecto ter em conta a integração desses jovens, em conjunto com outros não portadores de deficiência.


Além destas Associações, participaram nos projectos da UEFA as de Angra do Heroísmo e de Viseu, que receberão material promocional da UEFA, segundo o tipo de actividade e número de participantes, tal como as distinguidas.


UD Bustos inaugurou, de forma oficiosa, relvado sintético
Um sonho tornado realidade



A União Desportiva de Bustos, jovens e população viveram no passado sábado, um dia histórico com a inauguração do campo sintético Dr. Santos Pato e respectivos balneários, uma obra orçada em 500 mil euros e que demorou quatro meses a ser levada a cabo. Todos os escalões de formação estrearam o novo tapete e todos estão de acordo que esta nova infra-estrutura vem dotar o clube de mais e melhores condições.


Obra urgente


Logo pela manhã, o padre Manuel Arlindo benzeu as novas instalações, na presença de muitos jovens, pais de atletas, sócios e população, que não faltou à chamada da direcção.
Quem se recorda do velho campo e dos degradados balneários, ao chegar ao Santos Pato ainda não acredita naquilo que os seus olhos vêem. A obra custou 500 mil euros.
A Câmara Municipal, através do protocolo assinado com a direcção do Bustos, comparticipou com 250 mil euros, no relvado e nos muros envolventes. A restante verba pertence ao Bustos. Segundo o seu presidente, as pessoas de Bustos, sócios e patrocinadores, deram uma mão importante para que a obra andasse para a frente.
“Não fomos galardoados como o Oliveira do Bairro. Ansiámos por esta obra e, se a quisemos ter, tivemos que arranjar dinheiro”, disse.


Fernando Vieira sempre desejou um campo novo e melhores condições para a prática desportiva das camadas jovens. Agora que conseguiu esse objectivo, não esquece o papel do actual executivo da Câmara Municipal, em contraste com o anterior: “A autarquia cumpriu religiosamente com a sua promessa. Deu-nos 250 mil euros. Se nos vai dar mais ou não, não sei, pois ainda faltam coisas para concluir”.
Na realidade, falta colocar o gradeamento envolvente ao campo, o furo do poço para abastecimento de água e outros arranjos exteriores. António Mota, vereador do desporto, confirmou estas lacunas, e falou da substituição do telhado da bancada, que não se coaduna com a obra feita, mais o estacionamento.
Ninguém tem dúvidas que o Bustos deu um salto grande, mas Fernando Vieira aponta o futuro para as camadas jovens, onde espera ver todos os escalões na 1.ª divisão, e espera deixar a presidência em Maio.
“Sou presidente há sete anos, penso que é muito tempo. As pessoas cansam-se de ver sempre a mesma figura. O José Espadilha poderá ser uma hipótese, num clube que não tem tido crises para arranjar um presidente”, disse.
“Prometemos e cumprimos”.


Presente também na inauguração oficiosa, a oficial é no dia 1 de Dezembro, esteve António Mota. O vereador do desporto diria que não foi difícil erguer esta obra, porque no seu entender, quando “há congregação de esforços e uma questão de vontade política e pessoal é fácil atingir os objectivos. Prometemos e cumprimos”.
O autarca diria ainda que “do ponto de vista da formação era uma obra urgente, pois não havia condições, mormente de balneários. O Bustos estava esquecido das entidades, mas agora pode-se orgulhar desta obra”.


Como atrás se disse, há obras para concluir. António Mota não fugiu à questão: “A Câmara Municipal está disponível para as concretizar através de protocolos, não só com o Bustos mas também com outras associações. Esta obra insere-se no grande incremento que a autarquia está a fazer na formação”, concluiu.

In: JB

terça-feira, 24 de outubro de 2006

CARTA ABERTA AO BES

Esta carta foi direccionada ao Banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras...

Exmos. Senhores Administradores do BES

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia. Funcionaria desta forma: todos os meses os senhores e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer produto adquirido (um pão, um remédio, uns litros de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?Pois, ontem saí do meu BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como, todo e qualquer outro serviço. Além disso, impõe-me taxas. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardar pão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro. Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobraram-me preços de mercado. Assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão. Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobraram-me uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobraram-me uma "taxa de abertura de conta".

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com opadeiro, depois de abrir a padaria. Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam "por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobraram-me uma taxa de 1> EUR> . Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua". A surpresa não acabou: descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quente". Mas, os senhores são insaciáveis.A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer. Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações do v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc, etc, etc. e que apesar de lamentarem muito e nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso.Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com opoder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados. Sei que são legais.Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.

Autor: Vitor Pinheiro

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

FUTEBOL DISTRITAL DE AVEIRO


Oiã é um dos líderes


I Divisão

1 Em grande momento de forma, o Oiã dizimou as pretensões da LAAC em pontuar pela primeira vez. Com mais esta vitória, os oianenses subiram ao primeiro lugar, juntamente com Arouca, Cesarense e Arrifanense.

Em pezinhos de lã, o Bustos lá vai amealhando pontos preciosos, rumo à manutenção, tendo conseguido mais um ponto em Cortegaça.

O Fermentelos, em casa, também fez pela vida, não tendo desperdiçado esse factor para construir uma vitória valiosa sobre o Paivense.

Bem pior encontra-se o Mealhada que voltou a não ser feliz na deslocação ao norte, perdendo pela diferença mínima em S. Roque.

O Mourisquense empatou em casa com o Alba e mantém-se nos lugares perigosos.

2 A próxima jornada é de grau elevado para quase todas as equipas. Em Arouca, com a recepção do Oiã, jogam dois dos líderes. Jogo para tripla.

Em Aguada de Cima, a LAAC não vai ter tarefa fácil na visita do Cesarense, porque é um dos primeiros e a ansiedade poderá jogar contra os pupilos de Esgueirão.

O Bustos, em princípio no seu novo campo, recebe uma equipa traquejada, o Carregosense e, para a equipa de Quim Tavares conseguir os seus objectivos, terá que ser muito forte e ousada.
O Fermentelos desloca-se a Macinhata para jogar um derby concelhio. Num jogo desta natureza não há vencedores antecipados.


O Mealhada poderá ser o único que terá a vida um pouco mais facilitada na recepção ao Argoncilhe, mas, para isso, terá que jogar melhor do que até aqui.


II Divisão

1 O Águas Boas, ainda com um jogo em atraso, cometeu a proeza de derrotar o então líder, o Eirolense, que perdeu esse estatuto para o sensacional CRAC, que foi à Silvã golear o Ajax local.

O Paredes do Bairro arrancou excelente empate na Oliveirinha, no terreno de um dos candidatos, enquanto o Carqueijo perdeu a hipótese de se isolar no primeiro lugar ao empatar no Calvão.

O Aguinense também trouxe um ponto da Gafanha, tal como o Luso de Serém e a BARC do Requeixo.

O Couvelha somou a primeira vitória da época em casa, impondo-se ao Casal Comba, sem companhia no último lugar.

2 Em Parada de Cima, jogam dois gigantes. A CRAC que, super motivada, e a Oliveirinha, que vai perdendo algum terreno, não pode descolar dos primeiros. Daí tratar-se de um jogo difícil para ambos.

O Carqueijo recebe outro candidato, o NEGE, e pela forma como a equipa mealhadense começou a prova não é crível que perca terreno.

O Águas Boas joga na Borralha, disposto a manter a invencibilidade e, quiçá voltar a ganhar, tal como o Calvão na deslocação a Casal Comba.

No Luso - Couvelha, o empate poderá satisfazer ambos, o que não será a mesma coisa nas pelejas Paredes do Bairro - Requeixo e Aguinense - Ajax da Silvã, onde o factor casa poderá ditar leis.

Por:Manuel Zappa

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

ANIVERSARIO DO MUSEU MARITIMO DE ILHAVO


Museu Marítimo de Ílhavo assinala aniversário da remodelação


Cinco anos depois da sua ampliação e remodelação, o Museu Marítimo de Ílhavo vive, no próximo sábado, um dia de festa marcado pela emoção da recordação. Uma instalação onde são exibidos 360 rostos e nomes de pescadores e oficiais que estiveram envolvidos na Faina Maior

Para assinalar o 5º aniversário da sua ampliação e remodelação, no dia 21, com base num projecto do gabinete ARX Portugal, distinguido com vários prémios, em Portugal e no estrangeiro, o Museu Marítimo de Ílhavo tem preparado um programa de visitas especial. Neste dia, as portas do Museu abrem-se, gratuitamente, ao público, entre as 10 e as 23.30 horas. Neste período podem também acontecer visitas guiadas de arquitectura, mas para isso é necessário que os interessados façam uma prévia inscrição.

O ponto alto das comemorações está agendado para as 17.30 horas, com a inauguração do segundo módulo da exposição temporária «Caixa da Memória - Os Ilhavenses». Trata-se de uma exposição «intensa e invulgar», nas palavras do director do Museu, Álvaro Garrido, que pretende prestar homenagem aos ilhavenses que estiveram envolvidos na faina do bacalhau.

Trata-se de um memorial em forma de cubo, uma espécie de caixa da memória que quer ser um tributo aos homens que foram ao bacalhau, com o objectivo de inscrever na memória colectiva os nomes e imagens dos protagonistas da «Faina Maior», combatendo o seu esquecimento.

Este segundo módulo é dedicado a todos os Ilhavenses que cumpriram uma parte de suas vidas na pesca do bacalhau e, a título de homenagem, são exibidos 360 rostos e nomes de pescadores e oficiais da frota bacalhoeira, naturais de Ílhavo. O projecto resultou do restauro e digitalização do espólio de cerca de vinte mil fotografias e fichas de tripulantes de navios bacalhoeiros e contou com apoio financeiro do programa INFORDICO/Aveiro Digital.


In: Diario de Aveiro

terça-feira, 17 de outubro de 2006

BANCADA DIRECTA : AJUDA A QUEM PRECISA

Venho por este meio divulgar e esclarecer que Bancada Directa esta a fazer Publicidade Gratuita a alguns sites, em troca de um donativo ao criterio de cada um, que todos queiram fazer, e que esse dinheiro sera dado a uma instituicao de caridade" Obra da Crianca de Ilhavo", que acolhe criancas necessitadas.
Esse dinheiro sera depositado numa conta, ate ter uma quantia significativa, para posterior entregar a essa instituicao, e sera divulgado a seu tempo quanto dinheiro esta acumulado.

BANCADA DIRECTA faz o que devia ser feito por todos, ajudar de alguma maneira quem precisa, pois e uma maneira de ter um site em prol de alguem, que necessita de ajuda, no caso de criancas...

http://pela-positiva.blogspot.com/2006/02/obra-da-criana-em-lhavo.html

Quem queira colaborar, pode mandar um E'mail para Bancada Directa e darei mais informacoes como faze-lo.

A todos um muito Obrigada.

Bancada Directa

sábado, 14 de outubro de 2006

FUTEBOL DISTRITAL DE AVEIRO



LAAC volta a marcar passo


I DIVISÃO -
1-Exibindo a mesma bitola da época passada, o Oiã não deixou os seus créditos por mãos alheias e derrotou o então líder da prova, o Cesarense. Vitória merecida, que apenas peca por escassa.
O Bustos, em Fermentelos, arrancou preciso empate e não deixou fugir um adversário directo na luta pela manutenção.

Pior esteve a LAAC, que, em casa, voltou a perder, desta vez com o Pessegueirense, sendo a única equipa que ainda não somou qualquer ponto. Vida difícil para Paulo Esgueirão.
O Mealhada, também em casa, sofreu derrota perante o Arrifanense, adversário de outro campeonato. A réplica dos bairradinos confere-lhe algum optimismo para o futuro.
O Mourisquense foi derrotado, sem apelo nem agravo, em Arouca, enquanto o Macinhatense goleou em casa o S. Roque.

2 Porque são vizinhos, o jogo Oiã - LAAC assume alguma importância para os seus adeptos. O Oiã está bem e recomenda-se e é o favorito, caso mantenha a mesma atitude do jogo anterior.
O Bustos joga em Cortegaça, disposto a fazer a mesma coisa que fez em Fermentelos, pontuar. O adversário ainda não acertou o passo e isso poderá jogar a favor dos bairradinos.
De novo em casa, o Fermentelos tem tudo para voltar às vitórias. O Paivense não lhe deverá criar grandes obstáculos.

O Mealhada volta ao norte para jogar em S. Roque. Não vai ser fácil, principalmente para uma equipa que vem de pesada derrota.

II DIVISÃO

1-Com o Eirolense a dar cartas, depois da vitória no Luso, outras duas equipas assumem a liderança. O Carqueijo não teve dificuldade em bater o Couvelha, ainda à procura da sua identidade, e a CRAC, que derrotou os vizinhos do NEGE.

Estreia positiva para o Águas Boas que foi a Requeixo colocar o conjunto local na cauda da classificação, tendo a companhia do Casal Comba que seria surpreendido em casa pelo Serém.
O Paredes do Bairro desperdiçou dois pontos em casa, ao empatar com o Ajax da Silvã. Pior fez o Aguinense, derrotado em casa pelo Calvão.

A BARC não desperdiçou o factor casa e venceu o candidato Oliveirinha, dando a entender que este campeonato irá ser disputado ao minuto.

2 Jogo grande em Águas Boas com a recepção do líder Eirolense. A equipa de Rui Rocha, mesmo com um jogo em atraso, começou muito bem o campeonato e quererá oferecer a primeira vitória em casa aos seus adeptos. Teste difícil para os homens de Eirol.

O Carqueijo joga em Calvão a liderança. Os de Vagos, em Aguim, deram mostras que têm tudo para fazer uma boa época. Por outro lado, resta saber os propósitos dos mealhadenses, com a estrutura montada há muitos anos, saber, afinal, serão ou não capazes de criar mossa.
O outro líder, a CRAC, joga na Silvã. A divisão de pontos é um cenário a considerar.
O Paredes do Bairro, decerto, que não vai ter uma tarefa fácil em Oliveirinha, ao contrário do Couvelha, que tem tudo para ganhar ao Casal Comba.

O Aguinense viaja até à Gafanha para medir forças com o NEGE. Em casa, os gafanhotos costumam ditar as suas leis. Resta aos guinatos contrariar esse estado de coisas.
Em casa, o Requeixo vai procurar amealhar os primeiros pontos. Resta saber se a BARC estará pelos ajustes.

Por último, o Luso joga em Serém. Embalados pelo triunfo em Casal Comba, os locais tudo farão para dar mais uma alegria aos seus adeptos.
Por: M. Zappa

sábado, 7 de outubro de 2006

O BEIJO DA COBRA


O beijo da cobra Khum Chaibuddee,
encantador de serpentes,
beija uma cobra rei no Ripley's Believe It or Not Museum,
em Pattaya, na Tailândia...
Foto: Sakchai Lalit/AP

domingo, 1 de outubro de 2006

REGRESSO DO FUTEBOL DISTRITAL DAS FEBRAS E TINTO...




II Divisão arranca à sombra da «crise»
Relativamente à época passada, há a registar a desistência, de uma assentada, de meia dúzia de clubes oriundos de diversas localidades do distrito - FIDEC (Aveiro), Barcouço (Mealhada), Troviscalense (Oliveira Bairro), Guizande e Caldas S. Jorge (SM Feira) e Covão do Lobo (Vagos) -, que deixam assim mais pobre o panorama desportivo aveirense.
Penalizante em termos desportivos, tal sangria obrigou a Associação de Futebol de Aveiro (AFA) a fazer algumas «mexidas». De que viria a resultar uma situação inédita: a manutenção na divisão secundária, da totalidade das equipas que nela competiram na época passada.
Na prática, das 22 equipas sobrantes (11 de cada zona) acabaria por não descer nenhuma, a elas se juntando as quatro oriundas da III Divisão (Serém, Eirolense, NEGE e Mansores), e as seis que haviam sido despromovidas da divisão principal – Bustelo, Oliveirinha, Luso, Fajões, Sanguedo e Romariz.Repartidas por 13 concelhos, sete dos quais pertencentes à Zona Sul, é curioso verificar que Oliveira de Azeméis, ao contrário do que sucede com a I Divisão, é agora o município que detém maior número de clubes, cinco.
Seguem-se Santa Maria da Feira e Mealhada, com quatro, enquanto o último lugar do «ranking» é ocupado por Ílhavo, Oliveira de Azeméis, Albergaria e Ovar, com um cada.
Por zonas, são as seguintes as equipas que vão disputar o Distrital da II Divisão:
Zona Norte -
Oliveira Azeméis (5) – Bustelo, Fajões, Cucujães, Pinheirense e Macieirense ;
SM Feira (4) – Sanguedo, Romariz, Soutense e Lobão;
Arouca (3) – Mosteirô, Mansores e Alvarenga;
Castelo Paiva (2) – S. Martinho e Sardoura;
Albergaria (1) – Beira-Vouga;
Ovar (1) – S.Vicente Pereira.
Zona Sul -
Mealhada (4) – Luso, Ajax Silvã, Casal Comba e Carqueijo;
Anadia (3) – Aguinense, Paredes Bairro e Couvelha;
Aveiro (3) – Oliveirinha, Requeixo e Eirolense;
Águeda (2) – Borralha e Serém;
Vagos (2) – Calvão e CRAC/Parada Cima;
Ílhavo (1) – NEGE;
Oliveira Bairro (1) – Águas Boas.

In :Diario de Aveiro



E assim vai o nosso distrital, cada vez mais em crise e com um sabor a a amargura, pois longe vao os tempos em que o dinheiro abundava e se pagavam grandes quantias a jogadores da distrital, hoje nem dinheiro por vezes existe para inscrever as equipas na associacao para competirem.

Em parte a culpa e da AFAveiro, pois nao se justifica o dinheiro que um clube paga para disputar uma divisao que nao da mais que dores de cabeca e dividas, pois com valores exorbitantes que as associacoes pedem para inscrever jogadores, mais pagamento a arbitragens, policiamento e ainda despesas relativas a manutencao do campo (como agua, luz e gas), roupa, deslocacoes e transportes e juntando a algum subsidio a alguns jogadores para ajuda da deslocacoes destes, com agravante das multas, que quase sempre durante a epoca os clubes tem das accoes disciplinares existentes, deixa sem grande manobra aos clubes de competirem nos seniores, para mais as empresas e as pessoas dos concelhos estarem cada vez mais afastadas na contribuicao de ajudas a estas instituicoes, que quer se queira ou nao sao uma utilidade publica, pelo tempo que ocupam aos seus praticantes.

Mas nao devemos so imputar culpas a quem organiza, tambem os dirigentes tem culpa nisso, pois quem nao tem dinheiro nao pode ter vicios, e como sabemos vemos clubes a pagarem a jogadores e treinadores valores incomportaveis para as suas financas, e ainda gastando dinheiro em jantares fartos e desviando dinheiro sei la para onde; pois alguns clubes recebem valores das suas freguesias e das camararias que da para terem o clube longe de convulsoes, mas como todos dizem que futebol hoje e negocio, ate na distrital alguns afortunados e desenvergonhados dirigentes tentam no distrital ganhar dinheiro, com as consequencias que nos vemos para alguns emblemas carismaticos da nossa terra, fugindo depois a responsabilidades e nem contas dando aso seus associados que por vezes nao sao mais que duas maos juntas.

Alias, tudo o que e financiado devia ser publicado semestralmente pelas suas freguesias, como fez a camara de Aveiro nos seus ultimos subsidios atribuidos a cada instituicao das suas comarcas, sabendo que algum dinheiro atribuido a ditos clubes das febras e dos tintos recebiam dinheiro que outros clubes no escalao maior distrital nao tem de orcamento nas suas equipas, e alguns dirigentes nao ficaram nada satisfeitos com a publicacao no jornal mais citado da regiao, e eu pergunto porque?

Sera que nao e maneira mais correcta de vermos a verdade escondida?!...

Bem, o certo e que se a crise esta nos profissionais, parece que a quem so da por vezes umas sardinhas assadas e uns tintos a rapaziada que se junta para dar uns pontapes na bola e levar o nome duma freguesia ao seu nao esquecimento pelo bem que faz aos seus jovens e um pouco de passatempo as pessoas que pelos meios que tem e pelo que sao(na sua maioria idosos,orgulhosos do seu clube da terra, que representa os seus costumes e, familiares dos jogadores), nada mais tem que ao domingo juntarem-se para irem divertir-se um pouco, com a unica satisfacao que tinham para sair de casa.. , tambem estao a ter o seu principio do fim...

Espero que AFA reveja e tenha argumentos para contrariar o que parece obvio...a maioria dos clubes distritais e unica bandeira de algumas freguesias da regiao, selarem portas e entregarem as chaves as suas juntas...

Tal como alguns dirigentes de clubes meditarem melhor antes de assumir cargos sem saberem se estao preparados e se tem embalagem para tal e se receberem subsidios serem confiscados por alguem de direito, para que a terra e suas gentes, os jovens que praticam o que mais gostam, nao sejam prejudicados por trapaceiros que nao vem mais que o seu umbigo...

Bem Hajam e o melhor aos clubes que continuam em competicao, bem como um regresso rapido a outros que ja deixam saudades...

Obrigado Pela Sua Visita !